GTD Tiddly Wiki is a GettingThingsDone adaptation by NathanBowers of JeremyRuston's Open Source TiddlyWiki

The purpose of GTD Tiddly Wiki is to give users a single repository for their GTD lists and support materials so they can create/edit lists, and then print directly to 3x5 cards for use with the HipsterPDA.

<<option chkOpenInNewWindow>> OpenLinksInNewWindow\n<<option chkSaveEmptyTemplate>> SaveEmptyTemplate\n<<option chkToggleLinks>> Clicking on links to tiddlers that are already open causes them to close\n^^(override with Control or other modifier key)^^\n<<option chkHttpReadOnly>> HideEditingFeatures when viewed over HTTP
!INSTRU√á√ēES PARA NAVEGA√á√ÉO NO WIKI\n*As palavras em letras brancas sobre fundo azul escuro s√£o links para leitura e impress√£o.\n**O Wiki imprime apenas esta parte que aparece em fundo branco, e para certificar a autoria imprimir√° no cabe√ßalho, final do texto e rodap√© a origem do texto.\n*As palavras em marrom sobre fundo azul claro s√£o links para edi√ß√£o.\n**Apenas 'Busca', ''Fechar Todos'', ''Data'' e ''Tudo'' s√£o utiliz√°veis pelo leitor. Os demais s√£o de pouco interesse para a navega√ß√£o ou pertencem √† administra√ß√£o.\n*''Busca'' - caixa em fundo branco.\n**Basta digitar a palavra procurada e na medida em que as letras forem sendo digitadas a busca ir√° mostrando o resultado.\n***Isto permite procurar pelo radical da palavra: ''preoc'' mostrar√° ''preocupa√ß√£o, preocupado, preocupada, preocupar'', por exemplo.\n*''Fechar Todos''\n**Os textos v√£o sendo abertos em uma pilha com o √ļltimo por cima, clicando em ''Fechar Todos'' a pilha √© eliminada por inteiro.\n*''Data''\n**Abre um √≠ndice por data de postagem.\n*''Tudo''\n**Abre um √≠ndice alfab√©tico.\n!PONTEIRO DO MOUSE\nColocando o ponteiro do mouse sobre a parte branca com texto aparecer√£o os bot√Ķes ''[Fechar]'' [Editar] [Permalink] [Referencias]. Apenas ''[Fechar]'' tem interesse para a navega√ß√£o. Clique para fechar o texto em que os bot√Ķes aparecem.\n\n!!!Fonte: http://www.serrano.neves.nom.br\n!!!Fale conosco: http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm
!!ESTATUTO DO INSTITUTO SERRANO NEVES\n\nCAP√ćTULO I - CONSTITUI√á√ÉO, DENOMINA√á√ÉO\n\nArt. 1¬ļ. O INSTITUTO SERRANO NEVES, referido simplesmente como ISN (iesse√™ne) √© uma organiza√ß√£o da sociedade civil de interesse p√ļblico, pessoa jur√≠dica de direito privado, sem fins lucrativos, constitu√≠da para os fins da LEI 9.790 de 23 de mar√ßo de 1999, com sede em Goi√Ęnia, Estado de Goi√°s e atua√ß√£o em todo o territ√≥rio brasileiro.\n\nPar√°grafo √ļnico - A inexist√™ncia de fins lucrativos est√° caracterizada pela n√£o remunera√ß√£o do exerc√≠cio de cargo na dire√ß√£o superior e por n√£o distribui√ß√£o de patrim√īnio, renda, excedentes financeiros ou qualquer outro ingresso ou acr√©scimo, entre seus associados, s√≥cios, diretores, conselheiros, gestores, empregados ou prestadores, e pela aplica√ß√£o integral dos ingressos e acr√©scimos no objetivo social.\n\nArtigo 2¬ļ. O INS reger-se-√° pelo presente Estatuto, Regimento Interno e pelas Normas Operacionais que vier a editar.\n\nCAP√ćTULO II ‚Äď OBJETIVO SOCIAL E DURA√á√ÉO\n\nArt. 3¬ļ. O instituto trabalhar√° para a constru√ß√£o de uma sociedade livre, justa e solid√°ria, promovendo a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.\n\nArt. 4¬ļ - O instituto alcan√ßar√° seu objetivo, atuando por tempo indeterminado, atrav√©s do incentivo, fomento e produ√ß√£o da confian√ßa da sociedade nas institui√ß√Ķes, do pleno exerc√≠cio das liberdades democr√°ticas e do fortalecimento das rela√ß√Ķes entre pessoas e grupos, para a forma√ß√£o de comunidades, atrav√©s de:\n\nI - promo√ß√£o gratuita da educa√ß√£o e da cultura;\n\nII - promo√ß√£o da defesa e conserva√ß√£o do patrim√īnio hist√≥rico, art√≠stico, cultural e ambiental;\n\nIII - promo√ß√£o do desenvolvimento econ√īmico e social atrav√©s da experimenta√ß√£o n√£o lucrativa de novos modelos s√≥cio-produtivos e de sistemas alternativos de produ√ß√£o, com√©rcio, emprego e cr√©dito;\n\nIV - estudos, pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produ√ß√£o e divulga√ß√£o democratizada de informa√ß√Ķes e conhecimentos t√©cnicos e cient√≠ficos;\n\nV - promo√ß√£o da √©tica, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia, da pr√°tica dos direitos estabelecidos, da constru√ß√£o de novos direitos, e do culto dos valores universais.\n\nArt. 5¬ļ - O instituto desenvolver√° suas atividades atrav√©s das pr√°ticas correntes que a sociedade adota, ou de pr√°ticas inovadoras, necess√°rias para a produ√ß√£o do bem comum, para a plenitude dos direitos e garantias individuais e sociais, para consolida√ß√£o da ordem jur√≠dica, do regime democr√°tico e do Estado Democr√°tico de Direito.\n\nCAP√ćTULO III ‚Äď PATRIM√ĒNIO E RENDA\n\nArt. 6¬ļ. Os ingressos e acr√©scimos ser√£o constitu√≠dos por:\nI - doa√ß√Ķes, aquisi√ß√Ķes, dota√ß√Ķes or√ßament√°rias ou transfer√™ncia de √≥rg√£os p√ļblicos;\n\nII - constitui√ß√£o de renda, comodato e direito de uso;\n\nIII - conv√™nios, parcerias e patroc√≠nios;\n\nIV - produto da aliena√ß√£o da produ√ß√£o intelectual, t√©cnica, tecnol√≥gica e cient√≠fica, a clientes com interesse lucrativo, resguardado o direito de n√£o aliena√ß√£o para fins de privil√©gio, domina√ß√£o ou explora√ß√£o;\n\nV - excedentes financeiros apurados no final do exerc√≠cio fiscal.\n\nPar√°grafo √ļnico - S√≥ ser√£o aceitos ingressos que atendam aos princ√≠pios da legalidade, moralidade, economicidade e efici√™ncia.\n\nArt. 7¬ļ. As presta√ß√Ķes de contas obedecer√£o a:\nI - observ√Ęncia dos princ√≠pios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade;\n\nII - publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exerc√≠cio fiscal, do relat√≥rio de atividades e demonstra√ß√Ķes financeiras, inclu√≠das as certid√Ķes de d√©bitos, ficando o acervo documental √† disposi√ß√£o para exame de qualquer cidad√£o;\n\nIII - realiza√ß√£o de auditoria interna e de auditoria externa independente se for o caso, para verifica√ß√£o da aplica√ß√£o dos ingressos e acr√©scimos;\n\nIV - presta√ß√£o de contas dos recursos e bens p√ļblicos conforme determina o par√°grafo √ļnico do art. 70 da Constitui√ß√£o Federal.\n\nCAP√ćTULO IV ‚Äď GEST√ÉO\n\nArt. 8¬ļ. A administra√ß√£o ser√° composta por:\nI - Assembl√©ia-Geral presidida pelo Diretor Institucional, com atribui√ß√Ķes para:\n\na) eleger entre seus pares os membros do Conselho Institucional;\n\nb) aprovar as pol√≠ticas e diretrizes, e a presta√ß√£o de contas efetivada pelo Conselho Institucional;\n\nc) deliberar sobre altera√ß√£o do estatuto, transforma√ß√£o em funda√ß√£o, e extin√ß√£o do instituto, por maioria simples - metade mais um - dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convoca√ß√£o;\n\nII - Diretor Institucional, com atribui√ß√Ķes para:\n\na) representar o instituto na forma da lei, onde exigido, podendo fazer-se substituir por preposto ou estabelecer mandato com reserva de poderes;\n\nb) convocar o Conselho Institucional ou a Assembl√©ia Geral e encaminhar proposi√ß√Ķes;\n\nc) vetar decis√£o singular ou colegiada que contrarie os objetivos do instituto.\n\nIII - Superintendente Administrativo, com atribui√ß√Ķes para superintender as opera√ß√Ķes de ingressos, acr√©scimos e recursos materiais e humanos.\n\nIV - Gestor Operacional, com atribui√ß√Ķes para coordena√ß√£o, planejamento, projeto, programa e implementa√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\nV - Conselho Institucional como √≥rg√£o curador e deliberativo, presidido pelo Diretor Institucional, composto pelo Superintendente Administrativo, pelo Gestor Operacional e por mais 6 (seis) S√≥cios Colaboradores que n√£o recebam nenhuma remunera√ß√£o do instituto, a serem eleitos em assembl√©ia-geral para mandato de tr√™s anos, que ser√° reunido a cada bimestre, ordinariamente, ou a qualquer tempo por convoca√ß√£o, e tem atribui√ß√Ķes para:\n\na) formular as pol√≠ticas e diretrizes institucionais, administrativas e operacionais;\n\nb) fiscalizar os ingressos, acr√©scimos e todas as atividades;\n\nc) efetivar a presta√ß√£o de contas;\n\nd) interpretar o estatuto, aprovar o Regimento Interno e resolver as d√ļvidas e omiss√Ķes;\n\ne) eleger o Diretor Institucional, o Superintendente Administrativo e o Gestor Operacional para um per√≠odo de tr√™s anos e substitu√≠-lo ao final do per√≠odo ou em caso de vac√Ęncia.\n\nVI - Conselhos Operacionais, criados e coordenados pelo Gestor Operacional para operar junto √† comunidade, compostos por volunt√°rios n√£o remunerados, com capacidade para as opera√ß√Ķes designadas, preferentemente ligados √† comunidade e aos interesses coletivos, e com voca√ß√£o democr√°tica, poder√£o ser transformados em n√ļcleos formais de representa√ß√£o ou opera√ß√£o.\n\nVII - Corpo Administrativo e Operacional, composto por prestadores volunt√°rios, prestadores cedidos por outra pessoa jur√≠dica, ou prestadores remunerados.\n\n¬ß 1¬ļ. As decis√Ķes dos colegiados ser√£o consideradas aprovadas se receberem a concord√Ęncia de metade mais um dos convocados que se manifestarem dentro do prazo assinalado, que nunca ser√° inferior a cinco dias √ļteis.\n\n¬ß 2¬ļ. As reuni√Ķes ser√£o convocadas por meio que assegure o conhecimento da data, hora e local, e ser√£o realizadas em espa√ßo f√≠sico, por correspond√™ncia, confer√™ncia, ou qualquer meio que assegure a participa√ß√£o de todos em igualdade de condi√ß√Ķes e permita a afirmar a concord√Ęncia ou discord√Ęncia de forma id√īnea, das quais ser√£o lavrados termos e anexados documentos para mem√≥ria.\n\nArt. 9¬ļ. A estrutura organizacional ser√° definida no Regimento Interno de cada √≥rg√£o e pelo √≥rg√£o explicitada em Normas Operacionais.\nCAP√ćTULO V ‚Äď DOS S√ďCIOS\nArt. 10. Os s√≥cios, na categoria √ļnica de Colaboradores, ser√£o admitidos pelo Conselho Institucional para comporem a Assembl√©ia-geral, com direito a votarem e serem votados para os cargos n√£o remunerados.\nArt. 11. Os s√≥cios n√£o respondem subsidi√°ria e solidariamente pelas obriga√ß√Ķes sociais, salvo disposi√ß√£o legal em contr√°rio.\n\nArt. 12. Ser√£o considerados s√≥cios ativos, para efeito de quorum, os admitidos que responderem √†s convoca√ß√Ķes.\n\nCAP√ćTULO VI ‚Äď DA EXTIN√á√ÉO\n\nArt. 13. O INS poder√° ser extinto por decis√£o de metade mais um dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convoca√ß√£o da Assembl√©ia Geral, em reuni√£o especialmente convocada para este fim.\nArt. 14. No caso de dissolu√ß√£o ou perda da qualifica√ß√£o legal o patrim√īnio l√≠quido ser√° transferido para outra pessoa jur√≠dica, escolhida pela Assembl√©ia Geral, qualificada nos termos da Lei n¬ļ 9.790, de 23 de Mar√ßo de 1999 e com capacidade substitutiva.\n\nCAP√ćTULO VII ‚Äď DAS DISPOSI√á√ēES TRANSIT√ďRIAS\n\nArt. 15. As pol√≠ticas e diretrizes a serem formuladas dever√£o incluir, necessariamente:\na) a promo√ß√£o de condi√ß√Ķes para obten√ß√£o da qualifica√ß√£o conforme a LEI 9.790 de 23 de mar√ßo de 1999 e sua regulamenta√ß√£o;\n\nb) a forma√ß√£o e consolida√ß√£o de patrim√īnio clausulado para a institui√ß√£o da Funda√ß√£o;\n\nc) a institui√ß√£o da Funda√ß√£o assim que os √≥rg√£os competentes conclu√≠rem que o patrim√īnio √© bastante para os fins.\n\nArt. 16. O instituto funcionar√° provisoriamente na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goi√°s - Goi√Ęnia - Go - CEP: 74805-100\nArt. 17. O estatuto ser√° aplicado a partir da data do registro em Cart√≥rio.\n\nDatada em Goi√Ęnia, Goi√°s, em 04 de Dezembro de 2002.
!!FALE CONOSCO\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. n¬ļ 580935 do 2¬ļ Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jur√≠dicas, Tit. e Docs. de Goi√Ęnia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUA√áU-GO - 76400-000 - Tel 62 33574389 - 96255275\n\nMais informa√ß√Ķes poder√£o ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto est√° assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail s√£o os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do hor√°rio e da presen√ßa dos administradores no local dos telefones.
!CONHE√áA O INSTITUTO\n\nO Instituto Serrano Neves se apresenta em breves notas colocando-se, por sua Diretoria, √† disposi√ß√£o do que seja necess√°rios para a troca de informa√ß√Ķes e o estabelecimento de parcerias e/ou conv√™nios de coopera√ß√£o.\n\nSerrano Neves\nDiretor Institucional\n\n!1. PROJETO AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA\n\n!!1.1 O que √© o Projeto ?\n\nO Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa √© o projeto-m√£e das a√ß√Ķes de desenvolvimento e sustentabilidade s√≥cio-ambiental a serem desenvolvidas com o est√≠mulo e articula√ß√£o do Instituto Serrano Neves.\n\n!!1.2 O que √© o Instituto Serrano Neves ?\n\nO Instituto Serrano Neves [ ISN ] √© uma organiza√ß√£o n√£o governamental sem fins lucrativos (Registro n. 580935 no 2¬ļ Tabelionato RPJTD de Goi√Ęnia - CNPJ 05508400/0001-26) fundada pelo Procurador de Justi√ßa Serrano Neves com a colabora√ß√£o de pessoas interessadas na constru√ß√£o de uma sociedade livre, justa e solid√°ria.\n\n!!1.3 Porqu√™ foi escolhido o Lago da Serra da Mesa ?\n\nO Lago da Serra da Mesa √© o maior reservat√≥rio de √°gua doce do Brasil e possui um entorno, √°rea de influ√™ncia e bacia de adu√ß√£o de grande magnitude, cujas popula√ß√Ķes e sedes tem porte para serem alvo de a√ß√Ķes de desenvolvimento e sustentabilidade s√≥cio-ambiental no sentido de se configurarem como comunidades sustent√°veis segundo estudos e modelagem (Folker Gunther, Odum e Ortega) apontados como necess√°rios para enfrentar com sucesso os quadros futuros de menor disponibilidade de energia e abastecimento de centros populacionais.\n\n!!1.4 Porqu√™ foi escolhido o Munic√≠pio de Urua√ßu ?\n\nUrua√ßu foi escolhido pela soma das vantagens:\n\n*Localiza√ß√£o mais pr√≥xima da Capital do Estado;\n*estar √† margem da BR 153;\n*estar √† margem do Lago\n*possuir aeroporto com pista asfaltada;\n*possuir acesso asfaltado at√© o Lago;\n*possuir rede hoteleira capaz de absorver a demanda do turismo interno.\n\nOutras raz√Ķes se somam para que Urua√ßu possa receber a denomina√ß√£o de PORTAL DO LAGO e ser o centro de irradia√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\n!!1.5 O qu√™ o Instituto oferece ?\n\nO Instituto oferece estimular a√ß√Ķes s√≥cio-ambientais, tendo como principal elemento a educa√ß√£o s√≥cio-ambiental nos ambientes comunit√°rio e escolar, formais e informais, com vistas a criar uma consci√™ncia de sustentabilidade atrav√©s da cidadania e do exerc√≠cio dos direitos assegurados na Constitui√ß√£o, envolvendo as pessoas e os grupos em atividades que gerem renda e independ√™ncia ao mesmo tempo em que essas pessoas e grupos atuem de modo direto na gest√£o s√≥cio-ambiental.\n\nO Instituto ter√° sua sede operacional em Urua√ßu, onde instalar√° os projetos-piloto que possam ser visitados e ter a tecnologia tranferida para os interessados, e operar√° nos contatos para obten√ß√£o de recursos e tecnologias, na capacita√ß√£o para aproveitamento dos recursos materiais e humanos locais na produ√ß√£o - principalmente na comoditiza√ß√£o - e na abertura de mercado para comercializa√ß√£o.\n\nA estimula√ß√£o acontecer√° dentro do espectro das pol√≠ticas privadas (livre iniciativa), mas depende das pol√≠ticas p√ļblicas que s√£o as principais aliadas na forma√ß√£o das comunidades.\n\nTodo o material produzido pelo Instituto √© de dom√≠nio p√ļblico, e o Instituto n√£o deseja ser detentor ou gestor de patrim√īnio a n√£o ser de forma transit√≥ria e no m√≠nimo necess√°rio para a estimula√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\n!!1.6 O qu√™ o Instituto espera ?\n\nO Instituto espera do governo local a recep√ß√£o das id√©ias e dos est√≠mulos √†s a√ß√Ķes, num espa√ßo amplo de di√°logo com a comunidade.\n\n!!1.7 Porqu√™ come√ßar agora ?\n\n2003 √© o ANO INTERNACIONAL DA √ĀGUA DOCE (UNESCO), e tudo est√° come√ßando ap√≥s as f√©rias escolares, com tempo suficiente para prepara√ß√£o das comemora√ß√Ķes de 22 de Mar√ßo - DIA INTERNACIONAL DA √ĀGUA, evento que apresenta potencial para colocar URUA√áU no cen√°rio nacional e internacional como AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA.\n\n!!1.8 Mais informa√ß√Ķes\n\nMais informa√ß√Ķes poder√£o ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto est√° assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail s√£o os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do hor√°rio e da presen√ßa dos administradores no local dos telefones.
!Publica√ß√£o LIVRE\n\nPara publica√ß√£o de texto de sua autoria neste Wiki observe a facilita√ß√£o para a leitura, dividindo o texto em partes para a publica√ß√£o e n√≥s nos encarregaremos de linkar as partes.\n\nDispense qualquer tipo de formata√ß√£o (O Wiki tem uma linguagem pr√≥pria), podendo ser usadas aspas simples (') ou duplas ("). Outros sinais s√£o reservados pelo script Wiki.\n\nNo corpo do texto assinale a posi√ß√£o das figuras como Fig. XX e envie as figuras em separado. As figuras ser√£o reduzidas para a largura desta coluna. N√≥s nos encarregaremos de linkar as figuras no texto.\n\n''N√ÉO USE RECURSO DE NOTAS DE RODAP√Č OU DE FIM DE TEXTO.''\n\n''N√ÉO USE TABELAS. N√ÉO USE TABELAS. N√ÉO USE TABELAS. POR FAVOR.''\nEnvie sua contribui√ß√£o para serrano@serrano.neves.nom.br\n\n!Publica√ß√£o FORMATADA\n\nCaso n√£o queira abandonar a formata√ß√£o por raz√Ķes cient√≠ficas, o arquivo remetido (com figuras, tabelas e notas) ser√° convertido em PDF e disponibilizado para download, caso em que deve ser remetido um abstract para esclarecer o link.\n\nEnvie sua contribui√ß√£o para serrano@serrano.neves.nom.br com o tamanho m√°ximo de 1 Mb.
!PAULO MAURICIO SERRANO NEVES\n*Titular da 23¬™ Procuradoria de Justi√ßa (CRIMINAL) de Goi√°s\n*Gabinete na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goi√°s - Goi√Ęnia - Go - CEP: 74805-100\n*Fones: (62) 33574389, 32438263, 95255275\nAs opini√Ķes emitidas neste Wiki pelo Procurador Serrano Neves e pelos demais autores N√ÉO REPRESENTAM a opini√£o do Minist√©rio P√ļblico de Goi√°s.\n
''[[Destaques_no_Wiki]] [[Como_Navegar]] [[O_Instituto]] [[O_Estatuto]] [[Fale_Conosco]] [[Publique_Aqui]] [[Respons√°vel]]''
''Saiba mais sobre √°gua''\n
\n''Extrato do BOLET√ćN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO''\n''Visite a Home Page do Instituto Serrano Neves [[CLICANDO AQUI|http://www.serrano.neves.nom.br]]''\n''Diga __N√ÉO__ √†s esp√©cies ex√≥ticas invasoras''
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA SUBTERR√ĀNEA\n\n''BOLET√ćN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬į 103: AGUAS SUBTERR√ĀNEAS - 22 de julio de 2005''\n\n* Desde la antig√ľedad, los seres humanos han satisfecho muchas de sus necesidades b√°sicas de agua a trav√©s de fuentes subterr√°neas. Sin embargo, durante muchos milenios, su capacidad para extraer este fluido vital era m√≠nima en relaci√≥n con los recursos h√≠dricos disponibles.\n* Entre 1950 y 1975 se produjo una r√°pida expansi√≥n en la explotaci√≥n de las aguas subterr√°neas en diversos pa√≠ses industrializados y, entre 1970 y 1990, esta expansi√≥n se produjo en la mayor√≠a de los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo.\n* No se dispone de estad√≠sticas sistem√°ticas sobre extracci√≥n y utilizaci√≥n de aguas subterr√°neas, pero a escala global se estima que los acu√≠feros proporcionan cerca del 50% del abastecimiento actual de agua potable, el 40% de la demanda de agua para la industria y el 20% de la utilizaci√≥n del agua para la agricultura de regad√≠o.\n* Actualmente, con un porcentaje de extracci√≥n global de 600-700 km¬≥/a√Īo, el agua subterr√°nea es la materia prima m√°s extra√≠da del mundo.\n* Los sistemas de aguas subterr√°neas constituyen sin duda el embalse y la reserva estrat√©gica de almacenamiento de recursos h√≠dricos m√°s abundante del planeta Tierra - probablemente cerca del 30% del total mundial y el 98% de toda el agua dulce en forma l√≠quida.\n* Calcular el volumen total de almacenamiento de agua subterr√°nea a nivel global no es una tarea sencilla, y la precisi√≥n y utilidad de cualquier c√°lculo ser√° inevitablemente discutible. Las estimaciones efectuadas oscilan entre 7 y 23,4 millones de km¬≥, pero estas estimaciones est√°n sujetas a importantes suposiciones acerca de la profundidad y porosidad real de la zona de reserva de agua dulce.\n* El agua subterr√°nea es la piedra angular de la ‚Äúrevoluci√≥n agr√≠cola verde‚ÄĚ asi√°tica, √©sta proporciona tambi√©n un 70% del abastecimiento de agua por tuber√≠as en la Uni√≥n Europea y los medios de subsistencia necesarios en extensas zonas rurales del √Āfrica Subsahariana.\n* El caso de India merece especial menci√≥n ya que el agua subterr√°nea proporciona directamente un 80% del abastecimiento de agua destinado a consumo dom√©stico en las zonas rurales, con cerca de 2,8 a 3 millones de pozos de bombeo manual construidos en los √ļltimos 30 a√Īos. Adem√°s, se estima que actualmente se bombean unos 244 km¬≥/a√Īo para la irrigaci√≥n de 15 a 17 millones de pozos motorizados, excavados y tubulares, con un 70% de la producci√≥n agr√≠cola nacional dependiente del agua subterr√°nea.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n\n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS DESASTRES NATURALES\n\n!!!!BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 114: AGUA Y DESASTRES NATURALES, EN CONMEMORACI√ďN DEL D√ćA INTERNACIONAL PARA LA REDUCCI√ďN DE LOS DESASTRES NATURALES (12 de octubre) - 7 de octubre de 2005\n\n* El mundo est√° experimentando un aumento dram√°tico de los da√Īos ocasionados por desastres naturales, desde las sequ√≠as extremas a las grandes inundaciones, todo ello debido a la mala gesti√≥n de los recursos h√≠dricos y terrestres y posiblemente al cambio clim√°tico.\n* Las p√©rdidas afectan sobre todo a los pa√≠ses m√°s pobres, donde el n√ļmero de v√≠ctimas mortales a causa de tales eventos es 13 veces superior al de los pa√≠ses ricos.\n* Cerca del 75% de la poblaci√≥n mundial vive en zonas que sufrieron, entre 1980 y 2000, como m√≠nimo un terremoto, un cicl√≥n tropical, una inundaci√≥n o una sequ√≠a.\n* Cada d√≠a se registran m√°s de 184 muertes en distintas partes del mundo como consecuencia de un terremoto, un cicl√≥n tropical, una inundaci√≥n o una sequ√≠a.\n* Entre 1990 y 2001 se produjeron en el mundo m√°s de 2.200 desastres naturales de mayor y menor importancia relacionados con los recursos h√≠dricos. De estos desastres, las inundaciones representaron la mitad del total de desastres, las enfermedades transmisibles a trav√©s del agua y los brotes epid√©micos representaron el 28% y las sequ√≠as el 11%. El 35% de estos desastres ocurrieron en Asia, el 29% en √Āfrica, el 20% en Am√©rica Latina y el Caribe, el 13% en Europa y el 3% en Ocean√≠a.\n* Los efectos de un √ļnico desastre pueden ser tremendos. Hay desastres que han provocado, en algunos casos, una ca√≠da del Producto Nacional Bruto (PNB) de hasta un 10% en las econom√≠as m√°s desfavorecidas.\n* Las p√©rdidas econ√≥micas anuales asociadas a desastres naturales alcanzaron un promedio de 75.500 millones de USD en los a√Īos 60, 138.400 millones de USD en los a√Īos 70, 213.900 millones de USD en los a√Īos 80 y 659.900 millones en los a√Īos 90.\n* Un mayor n√ļmero de personas result√≥ afectado por los desastres durante la √ļltima d√©cada respecto de la d√©cada anterior. La cifra aument√≥ de un promedio de 147 millones de personas al a√Īo (1981-1990) a un promedio de 211 millones de personas al a√Īo (1991-2000).\n* Las inundaciones representaron m√°s del 65% de las personas afectadas por desastres naturales, mientras que el hambre afect√≥ casi al 20%.\n* Entre 1973 y 1997, cerca de 66 millones de personas al a√Īo sufrieron da√Īos a causa de las inundaciones, por lo que se considera que las inundaciones son los desastres naturales de efectos m√°s devastadores.\n* Entre 1991 y 2000 las sequ√≠as fueron responsables de m√°s de 280.000 muertes y se cobraron decenas de millones de USD en da√Īos.\n* El Estado de Orissa, India, experiment√≥ grandes inundaciones en el a√Īo 2000, √©stas seguidas en 2001 por la mayor sequ√≠a de la d√©cada y por nuevas inundaciones. Unos 27 millones de personas resultaron afectadas, cifra enorme para una poblaci√≥n de 32 millones.\n* La sequ√≠a que sufri√≥ Zimbabwe a principios de la d√©cada de los 90 guarda relaci√≥n con la disminuci√≥n del 11% del Producto Interior Bruto (PIB) y la ca√≠da de un 60% de la bolsa de valores; las recientes inundaciones ocurridas en Mozambique llevaron a una reducci√≥n del PIB de un 23%, y la sequ√≠a del a√Īo 2000 en Brasil redujo a la mitad el crecimiento econ√≥mico previsto.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ,\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la publicaci√≥n ‚ÄúLa Reducci√≥n de Riesgos de Desastres: Un Desaf√≠o para el esarrollo‚ÄĚ\nhttp://www.undp.org/bcpr/disred/espanol/publications/rdr.htm \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA, RELIGIONES Y CREENCIAS\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 122: AGUA, RELIGIONES Y CREENCIAS - 2 de diciembre de 2005''\n\n*El agua desempe√Īa una funci√≥n primordial en numerosas religiones y creencias alrededor del mundo. Como ‚Äúfuente de vida‚ÄĚ, el agua representa el (re)nacimiento. El agua limpia el cuerpo y, por lo tanto, tambi√©n lo purifica. Estas dos cualidades principales otorgan al agua una condici√≥n simb√≥lica, incluso sagrada, haciendo del agua un elemento clave en las ceremonias y cultos religiosos.\n*A menudo, el agua es percibida en las religiones como un dios, una diosa o una entidad divina. Los r√≠os, la lluvia, los estanques, los lagos, los glaciares, las granizadas o la nieve son algunas de las formas que puede adoptar el agua al interpretarse e incorporarse en las esferas culturales y religiosas.\n*El agua religiosa nunca es neutra y pasiva. Se considera que este agua posee el poder y la capacidad de transformar el mundo, redimir los pecados y santificar. El agua elimina la contaminaci√≥n y purifica tanto en un sentido f√≠sico como simb√≥lico. El agua es una sustancia viva y espiritual, que act√ļa como mediadora entre los seres humanos y los dioses. A menudo el agua representa la frontera entre este mundo y el m√°s all√°.\n*En el Budismo, el agua es utilizada en el marco de los funerales: √©sta se vierte hasta desbordar en un recipiente situado ante los monjes y el cuerpo del difunto. Cuando el recipiente se llena y se desborda, los monjes recitan ‚ÄúComo las lluvias llenan los r√≠os y fluyen hacia el oc√©ano, de la misma manera alcance lo entregado al difunto.‚ÄĚ\n*Para el Cristianismo, el agua es indisociable del Bautismo, que es el sacramento de admisi√≥n en la iglesia cristiana. A la persona bautizada se le sumerge completa o parcialmente en el agua, o solamente se le roc√≠a la cabeza con algunas gotas de agua. Este rito encuentra su origen en los textos del evangelio donde est√° escrito que Jes√ļs fue bautizado por Juan Bautista en el r√≠o Jord√°n. Durante el rito del bautismo, el agua representa la purificaci√≥n, el rechazo del pecado original.\n*En el Nuevo Testamento, el ‚Äúagua viva‚ÄĚ o el ‚Äúagua de vida‚ÄĚ representa el Esp√≠ritu de Dios y, por tanto, la vida eterna.\n*Para el Hinduismo, el agua posee poderes de purificaci√≥n espiritual. Lavarse con agua por la ma√Īana es una obligaci√≥n diaria. Cerca de cada templo se encuentra una fuente de agua y los adeptos deben ba√Īarse en ella antes de entrar en el templo. A menudo, los lugares de peregrinaci√≥n se sit√ļan en la orilla de los r√≠os; sobre todo se veneran los sitios donde convergen dos o incluso tres r√≠os.\n*Para el musulm√°n, el agua tiene ante todo una funci√≥n purificadora. Existen tres clases de abluci√≥n para la religi√≥n isl√°mica:\n**La m√°s importante concierne al cuerpo entero; obligatorio despu√©s del acto de amor, se recomienda antes de la oraci√≥n del viernes y antes de tocar el Cor√°n.\n**Todos los d√≠as, el musulm√°n debe enjuagarse la cabeza, lavarse las manos, los antebrazos y los pies antes de las cinco oraciones diarias. Las mezquitas siempre tienen puntos de agua, a menudo fuentes, para estas abluciones.\n**Cuando falta agua, las personas de confesi√≥n isl√°mica utilizan la arena; se trata del tercer tipo de abluci√≥n.\n*Para los jud√≠os, la limpieza ritual con agua permite restaurar o conservar un estado de pureza. En el juda√≠smo es obligatorio lavarse las manos antes y despu√©s de las comidas. El ba√Īo ritual, o Mikveh, era sumamente importante para las comunidades jud√≠as en otro tiempo; si bien se practica menos hoy en d√≠a, sigue siendo obligatorio para los convertidos. Los hombres van al Mikveh los viernes y antes de las grandes fiestas; las mujeres, antes de su matrimonio, despu√©s de los partos y al final de sus menstruaciones.\n*La religi√≥n sinto√≠sta se basa en la veneraci√≥n de los kamis, esas innumerables deidades que contiene la naturaleza. El culto de los kamis empieza siempre por un acto de purificaci√≥n con agua. La purificaci√≥n permite restablecer el orden y el equilibrio entre la naturaleza, los humanos y las deidades. En esta religi√≥n, las cascadas son consideradas sagradas.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la Secci√≥n Hechos y Cifras del sitio web del A√Īo Internacional del Agua Dulce 2003: El agua y las religiones\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=6341&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html\n\n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA, SANEAMIENTO E HIGIENE\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 119: AGUA, SANEAMIENTO E HIGIENE - 11 de noviembre de 2005''\n*Agua, saneamiento e higiene (tanto medioambiental como humana) son tres factores vinculados entre s√≠ y determinantes de la serie agua/enfermedad/pobreza.\nLa ausencia de un saneamiento adecuado es el factor determinante m√°s cr√≠tico de la contaminaci√≥n del agua potable por microorganismos.\n*M√°s de 2.600 millones de personas, 40% de la poblaci√≥n mundial, carecen de instalaciones b√°sicas de saneamiento.\nM√°s de 1.000 millones de personas en el mundo utilizan a√ļn fuentes de agua no aptas para el consumo.\n*Entre las enfermedades y los factores de mala salud directamente relacionados con el agua, el saneamiento y la higiene, se incluyen la diarrea infecciosa (c√≥lera, salmonelosis, sigelosis, amebiasis y otras infecciones virales y protozoarias), fiebres tifoidea y paratifoidea, hepatitis aguda A, hepatitis aguda E y F, fluorosis, arsenicosis, legionelosis, metahemoglobinemia, esquistosomiasis, tracoma, infecciones debidas a helmintos intestinales (ascariasis, tricuriasis, anquilostomiasis), dracunculiasis, sarna, dengue, filariasis (filariasis linf√°tica y oncocerciasis), malaria, encefalitis japonesa, infecci√≥n por el virus del Nilo Occidental, fiebre amarilla e imp√©tigo.\n*Globalmente, entre 1.085.000 y 2.187.000 muertes provocadas por enfermedades diarreicas se pueden atribuir al factor de riesgo ‚Äúagua, saneamiento e higiene‚ÄĚ. El 90% de estos casos ocurre en ni√Īos menores de cinco a√Īos.\nLa mejora del abastecimiento de agua segura, y en particular en lo que concierne al saneamiento y la higiene, podr√≠a reducir la incidencia de las enfermedades diarreicas en un 20% y disminuir en m√°s del 50% el n√ļmero de muertes provocadas por dicha enfermedad.\n*El simple acto de lavarse las manos en determinados momentos de la vida diaria (despu√©s de usar la letrina y de cambiar pa√Īales, antes de manipular y comer alimentos, etc.) puede reducir en un 33% los episodios de enfermedades diarreicas.\n*Alcanzar los objetivos de saneamiento supone que, de aqu√≠ a 2015, un promedio anual de 140 millones de personas debe acceder a servicios de saneamiento. Si se compara con el promedio de 85 millones de personas que obtuvieron acceso al saneamiento cada a√Īo entre 1990 y 2002, se plantea un enorme desaf√≠o tanto para los gobiernos como para la comunidad internacional.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Estad√≠sticas sobre Saneamiento de UNICEF\nhttp://www.childinfo.org/areas/sanitation/\ny del sitio web del Programa de UNICEF sobre Agua, Medio Ambiente y Saneamiento\nhttp://www.unicef.org/spanish/wes/ \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN LAS ZONAS RURALES\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 109: EL AGUA EN LAS ZONAS RURALES - 2 de septiembre de 2005''\n* Las caracter√≠sticas que distinguen las zonas urbanas de las rurales son diferentes en cada pa√≠s, por lo que no existe una definici√≥n universal. Cada pa√≠s debe decidir qu√© zonas ser√°n clasificadas como urbanas y cu√°les como rurales, de acuerdo con sus propias circunstancias.\n*Para efectos nacionales, as√≠ como para efectos comparativos internacionales, la unidad de clasificaci√≥n m√°s apropiada es el n√ļmero de habitantes de la localidad en cuesti√≥n. Sin embargo, hay que reconocer que una distinci√≥n entre urbano y rural basada √ļnicamente en el tama√Īo de la poblaci√≥n de las localidades no siempre ofrece una base satisfactoria de clasificaci√≥n, sobre todo en los pa√≠ses altamente industrializados.\n* En el a√Īo 2000, 3.195 millones de personas (52,8%) en el mundo viv√≠an en zonas rurales. En las regiones m√°s desarrolladas el porcentaje de poblaci√≥n rural ese mismo a√Īo era del 24% y en las regiones de menor desarrollo econ√≥mico del 59,6%.\n* Las Naciones Unidas prev√©n que 3.338 millones de personas (46,3%) habitar√°n en zonas rurales para el a√Īo 2015.\n* Un 75% de la poblaci√≥n m√°s desfavorecida trabaja y vive en zonas rurales; se prev√© que en 2020 este porcentaje se reducir√° al 60% y en 2035 al 50%, a causa de la creciente urbanizaci√≥n.\n* La reducci√≥n de la pobreza rural exige una mejor asignaci√≥n y distribuci√≥n del agua con el fin de aumentar la producci√≥n de alimentos b√°sicos. El arroz y la horticultura generan muchos ingresos para colectivos desfavorecidos, pero requieren grandes cantidades de agua.\n* Los niveles actuales de cobertura de abastecimiento de agua en el medio rural son relativamente altos en comparaci√≥n con la cobertura de saneamiento en el mismo medio. En las zonas rurales, este tipo de cobertura es menos de la mitad de la de las zonas urbanas.\n* El 80% de las poblaci√≥n que carece de un saneamiento adecuado (2.000 millones personas) habita en zonas rurales. De √©stas, 1.300 millones habitan √ļnicamente en China e India.\n* En √Āfrica, Asia, Am√©rica Latina y el Caribe, casi 1.000 millones de personas en zonas rurales carecen de acceso a instalaciones mejoradas de abastecimiento de agua y saneamiento.\n* A nivel local, la agricultura es el principal medio de vida de muchas comunidades rurales, y la disponibilidad de un agua adecuada permite la producci√≥n de alimentos para consumo dom√©stico y para su venta en mercados locales.\n* Gran parte de la poblaci√≥n desfavorecida del medio rural trabaja directamente en la agricultura como peque√Īos productores, jornaleros o pastores. El impacto global puede ser importante: en India, por ejemplo, en los distritos no irrigados, el 69% de la poblaci√≥n es pobre, mientras que en los distritos irrigados, la pobreza alcanza √ļnicamente al 26% de la poblaci√≥n. En las zonas rurales, los ingresos se pueden incentivar con medidas de apoyo a las poblaciones desfavorecidas, tales como garantizar el acceso equitativo a la tierra, el agua y otros recursos as√≠ como a los servicios, incluyendo la educaci√≥n y la salud. Las reformas pertinentes de las pol√≠ticas y pr√°cticas agr√≠colas pueden fortalecer estas medidas.\n* La pobreza rural se est√° ‚Äúfeminizando‚ÄĚ al emigrar los hombres en edad productiva de las zonas rurales empobrecidas hacia un √°mbito urbano m√°s prometedor o ser reclutados a la fuerza por grupos armados, dejando atr√°s a mujeres, ancianos, enfermos y ni√Īos.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la secci√≥n Aprovechamiento y gesti√≥n de los recursos h√≠dricos\nhttp://www.unep.org/vitalwater/18.htm\ndel sitio web Gr√°ficos de Agua Vital, de la secci√≥n Disponibilidad y Aprovechamiento\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/english/294.htm\nde la p√°gina web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3, del Informe sobre la Pobreza Rural 2001\nhttp://www.ifad.org/poverty/index.htm\ny de la secci√≥n Densidad de poblaci√≥n y urbanizaci√≥n\nhttp://unstats.un.org/unsd/demographic/sconcerns/densurb/densurbmethods.htm\ndel sitio web de la Divisi√≥n de Estad√≠sticas de las Naciones Unidas. \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y ALIMENTACI√ďN\n\n''AGUA Y ALIMENTACI√ďN, EN CONMEMORACI√ďN DEL D√ćA MUNDIAL DE LA ALIMENTACI√ďN (16 de octubre) - 14 de octubre de 2005''\n\n*La principal fuente de suministro de alimentos de la poblaci√≥n del mundo es la agricultura.\n*Los alimentos y la agricultura son los principales consumidores de agua. Ambos requieran aproximadamente una cantidad de agua 100 veces superior a la que utilizamos para satisfacer nuestras necesidades personales b√°sicas, ya que m√°s del 70% del agua extra√≠da de r√≠os y acu√≠feros se destina al regad√≠o.\n*Aunque la producci√≥n alimentaria responde a la demanda del mercado a precios hist√≥ricamente bajos, se estima que en los pa√≠ses en desarrollo 777 millones de personas no tienen acceso a alimentos suficientes porque no disponen de medios para comprarlos o, en el caso de los agricultores de subsistencia, para producirlos.\n*La Organizaci√≥n de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentaci√≥n (FAO) prev√© una expansi√≥n neta de tierras de regad√≠o de unos 45 millones de hect√°reas en 93 pa√≠ses en v√≠as de desarrollo, lo que podr√≠a llegar a significar un total de 242 millones de hect√°reas en 2030.\n*La FAO estima que las extracciones de agua con fines agr√≠colas aumentar√°n en un 14% entre 2000 y 2030 con el fin de satisfacer las necesidades futuras de producci√≥n de alimentos. El an√°lisis estima una tasa de crecimiento anual de un 0,6 %, una cifra considerablemente inferior al 1,9% observado en el per√≠odo comprendido entre 1963 y 1999.\n*En promedio, √ļnicamente el 40% del agua extra√≠da para uso agr√≠cola de r√≠os, lagos y acu√≠feros, contribuye realmente a la producci√≥n de cultivos, perdi√©ndose el resto por evaporaci√≥n, infiltraci√≥n profunda o por el crecimiento de malas hierbas. Por lo tanto, se estima que, a nivel mundial, el volumen actual de extracciones de agua para regad√≠o asciende a unos 2.000-2.500 km¬≥ al a√Īo.\n*Una estimaci√≥n aproximada de las necesidades mundiales de agua para la producci√≥n de alimentos puede basarse en el volumen medio de agua que se precisa para producir la cantidad de alimentos necesaria para una persona. Dependiendo de la composici√≥n de los alimentos y teniendo en cuenta las p√©rdidas posteriores a la cosecha, para producir el promedio actual de consumo de alimentos de 2.800 cal/persona/d√≠a se necesitan unos 1.000 m¬≥ de agua por a√Īo. Por lo tanto, con una poblaci√≥n mundial de 6.000 millones de personas, se requieren 6.000 km¬≥ de agua para producir los alimentos necesarios (excluyendo las p√©rdidas de conducci√≥n asociadas a la red de riego).\n\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la publicaci√≥n ‚ÄúAgricultura, Alimentos y Agua‚ÄĚ\nhttp://www.fao.org/documents/show_cdr.asp?url_file=/DOCREP/006/Y4683E/Y4683E00.HTM \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 120: RECURSOS DID√ĀCTICOS SOBRE EL AGUA - 18 de noviembre de 2005''\n\n* A la Tierra se le llama Planeta Azul debido a que el 70% del globo est√° cubierto por agua. S√≥lo el 2,5% del agua del planeta es agua dulce, mientras que el 97,5% son oc√©anos. De √©se 2,5%, s√≥lo el 0,3% est√° disponible en r√≠os, lagos y embalses, el 30% en agua subterr√°nea, y el resto est√° congelada en glaciares lejanos, placas de hielo y zonas monta√Īosas; todos ellos lugares a los que dif√≠cilmente podemos acceder.\n* Las gotas de lluvia no tienen forma de l√°grima. Con la ayuda de c√°maras ultra r√°pidas, los cient√≠ficos han descubierto que las gotas de lluvia se asemejan a la forma de un panecillo de hamburguesa.\n* Aproximadamente dos tercios del cuerpo humano es agua. Algunas partes del cuerpo contienen m√°s agua que otras. Por ejemplo, el 70% de la piel est√° compuesta por agua.\n* Una persona puede sobrevivir 1 mes sin alimentos, sin embargo solamente puede hacerlo sin agua 5 a 7 d√≠as.\n* La mayor parte de los alimentos que consumimos est√°n compuestos de agua: tomates (95%), espinacas (91%), leche (90%), manzanas (85%), patatas (80%), carne (61%).\n* M√°s de la mitad de las especies animales y vegetales del mundo viven en un ambiente acu√°tico.\n* El Nilo es el r√≠o m√°s largo del mundo. Este r√≠o fluye 6.671 kil√≥metros desde sus fuentes hasta el Mar Mediterr√°neo.\n* La cuenca hidrogr√°fica m√°s extensa del planeta es la drenada por el r√≠o Amazonas, que cubre una superficie de unos 6.145.186 km¬≤.\n* El Lago Superior, situado entre Estados Unidos y Canad√°, es el lago de agua dulce m√°s grande del planeta. Este lago mide 563 Km. de longitud, 257 Km. de ancho y abarca una superficie de m√°s de 82.000 km¬≤.\n* El Lago Baikal, situado al sureste de Siberia, es el lago m√°s antiguo (25 millones de a√Īos) y m√°s profundo del planeta (1.700 m). Este lago contiene el 20% del total de la reserva de agua dulce l√≠quida del mundo y es conocido como las ‚ÄúGal√°pagos de Rusia‚ÄĚ, pues su antig√ľedad y aislamiento han dado origen a una de las faunas de agua dulce m√°s ricas y raras del mundo.\n* Dentro de 25 a√Īos, es posible que la mitad de la poblaci√≥n mundial tenga dificultades para encontrar agua dulce en cantidades suficientes para el consumo y el riego.\n* Hoy en d√≠a, m√°s de 80 pa√≠ses, lo que representa el 40% de la poblaci√≥n mundial, sufre una grave escasez de agua. Las condiciones podr√≠an llegar a empeorar en los pr√≥ximos 50 a√Īos, a medida que la poblaci√≥n aumente y que el calentamiento global perturbe los reg√≠menes de precipitaciones.\n* Un tercio de la poblaci√≥n mundial vive en zonas con estr√©s h√≠drico, donde el consumo supera al abastecimiento. Asia sur-occidental es la regi√≥n m√°s amenazada por esta situaci√≥n. M√°s del 90% de la poblaci√≥n de esa regi√≥n est√° sufriendo un grave estr√©s h√≠drico, con un consumo de agua que supera en un 10% los recursos h√≠dricos renovables.\n\nInformaci√≥n extra√≠da de la secci√≥n R20;¬ŅSab√≠a qu√©?R21; del sitio web de Environment Canada,\nhttp://www.ec.gc.ca/water/en/nature/prop/e_facts.htm\nde la secci√≥n R20;25 hechos sobre el AguaR21; del sitio web de la Asociaci√≥n Americana de Obras Hidr√°ulicas\nhttp://www.awwa.org/Advocacy/learn/info/425FactsAboutWater.cfm\nde la secci√≥n Hechos Clave sobre el Agua de UNEP http://www.rolac.unep.mx/dmma2003/hechos.htm\ny del sitio web del A√Īo Internacional del Agua dulce 2003 http://www.wateryear2003.org/es/ \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS ASENTAMIENTOS HUMANOS\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 113: AGUA Y ASENTAMIENTOS HUMANOS, EN CONMEMORACION DEL DIA MUNDIAL DEL HABITAT (3 de octubre) - 30 de septiembre de 2005''\n* Durante el siglo XX la poblaci√≥n urbana del planeta aument√≥ en m√°s de diez veces su n√ļmero, mientras que la poblaci√≥n rural tan s√≥lo se duplic√≥.\n* Hoy en d√≠a, la mitad de la poblaci√≥n mundial vive en zonas urbanas.\n* En 1800, s√≥lo las ciudades de Londres y Beijing contaban con m√°s de un mill√≥n de habitantes; en 1950, ya exist√≠an 85 ciudades con un mill√≥n o m√°s habitantes; en el a√Īo 2000, ya se registraban 388 ciudades de m√°s de un mill√≥n de habitantes.\n* A finales del siglo XX se desarrollaron las ‚Äúmegal√≥polis‚ÄĚ, ciudades de 10 o m√°s millones de habitantes. En el a√Īo 2000, 16 ciudades se hab√≠an convertido en ‚Äúmegal√≥polis‚ÄĚ, concentrando el 4% de la poblaci√≥n mundial.\n* M√°s de 900 millones de habitantes en zonas urbanas viven en barrios marginales.\n* Uno de los principales desaf√≠os que afrontan los asentamientos humanos es garantizar el acceso a servicios adecuados de abastecimiento de agua y saneamiento. El s√©ptimo Objetivo de Desarrollo del Milenio (ODM) intenta reducir a la mitad, para el a√Īo 2015, el porcentaje de personas que carece de un acceso sostenible al agua potable. Para alcanzar este objetivo, 961 millones de personas que viven en zonas urbanas deber√°n tener un acceso mejorado al abastecimiento de agua y 1.000 millones de personas a un saneamiento mejorado.\n* Cerca de 1.200 millones de personas residentes en zonas urbanas dependen de los recursos h√≠dricos subterr√°neos y 1.800 millones dependen de fuentes de aguas superficiales.\n* En muchas ciudades africanas, s√≥lo se recoge entre el 10 y el 30% del total de desechos s√≥lidos procedentes de viviendas urbanas, siendo estos servicios inevitablemente m√°s deficientes en los asentamientos informales.\n* En √Āfrica, 150 millones de habitantes de zonas urbanas (aproximadamente el 50% de la poblaci√≥n urbana), no disponen de un abastecimiento de agua adecuado, mientras que 180 millones, es decir, cerca del 60% de las personas que viven en zonas urbanas, carecen de un saneamiento adecuado.\n* En las zonas urbanas de Asia, 700 millones de personas, lo que representa la mitad de la poblaci√≥n, no disponen de agua potable, mientras que 800 millones de personas, el 60% de la poblaci√≥n urbana, carecen de un saneamiento adecuado.\n* En Am√©rica Latina y el Caribe, 120 millones de habitantes en zonas urbanas, lo que representa el 30% de la poblaci√≥n urbana, carecen de agua potable. Aquellas personas que no disponen de un saneamiento adecuado suman 150 millones, es decir, el 40% de la poblaci√≥n urbana.\n* En Mahira, una zona de barrios marginales de Haruma, Nairobi, existe s√≥lo una instalaci√≥n sanitaria con 10 letrinas y 2 ba√Īos para un asentamiento de 332 hogares, es decir, 1.500 habitantes.\n* Si el ‚Äúacceso al agua‚ÄĚ se define como la disponibilidad de agua a menos de 100 metros, en Daka, Bangladesh, el porcentaje de poblaci√≥n que cuenta con dicho acceso es mucho menor al 99% registrado en las estad√≠sticas oficiales.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ, \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nla publicaci√≥n ‚ÄúAgua y Saneamiento en las Ciudades: Acciones Locales para Objetivos Globales‚ÄĚ\nhttp://www.unhabitat.org/mediacentre/documents/wwf18.pdf\n[formato PDF ‚Äď 262 KB, en ingl√©s], ‚ÄúAgua y Asentamientos‚ÄĚ (Ponencia presentada por Engin Koncagul en el encuentro METR√ďPOLIS 2005)\nhttp://www.metropolis.org/Data/Files/346_C6_Kongacul.pdf [formato PDF ‚Äď 1,51 MB]. \n
!HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN ASIA\n''CORRIENTES - Noticias del Programa Mundial de Evaluaci√≥n de los Recursos H√≠dricos de las Naciones Unidas (UN-WWAP) Ejemplar n¬į 21, noviembre de 2005''\n\n2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acci√≥n ‚ÄúEl agua, fuente de vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\nEl D√≠a Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 estar√° coordinado por la UNESCO en torno al tema: ‚ÄúAgua y cultura‚ÄĚ. El 2¬ļ Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ser√° lanzado durante este d√≠a en el marco del 4¬į Foro Mundial del Agua en Ciudad de M√©xico, M√©xico.\n\n¬°Visite el sitio web del WWAP regularmente para seguir informado! \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/index_es.shtml\n\nHECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN ASIA\n\n¬∑ S√≥lo el 47% de la poblaci√≥n de Asia ha mejorado la cobertura de saneamiento, el porcentaje m√°s bajo de todas las regiones del mundo.\n\n¬∑ Asia alberga al 80% de la poblaci√≥n global sin acceso a un saneamiento mejorado.\n\n¬∑ En Asia, la cobertura de abastecimiento de agua es de un 81%, la segunda m√°s baja despu√©s de √Āfrica.\n\n¬∑ Casi todos los r√≠os y masas de agua en zonas urbanas han sido gravemente contaminados en esta regi√≥n. La calidad del agua de los r√≠os ha aumentado su deterioro a niveles que ponen en riesgo de manera significativa el cumplimiento de las normas sanitarias.\n\n¬∑ Asia, y sobre todo China, goza de una posici√≥n dominante en cuanto al desarrollo de la acuicultura, y se espera que este crecimiento contin√ļe.\n\n¬∑ Los pa√≠ses asi√°ticos est√°n construyendo un gran n√ļmero de plantas de energ√≠a hidroel√©ctrica. La regi√≥n va camino de cuadruplicar para 2010 el volumen de construcci√≥n de 1995, sobre todo de grandes hidroel√©ctricas.\n\n¬∑ M√°s del 10% de la energ√≠a hidroel√©ctrica de la regi√≥n se genera a partir de peque√Īas centrales. Las instalaciones micro hidr√°ulicas est√°n muy extendidas, contando con un gran potencial para su futuro desarrollo.\n\n¬∑ Durante los √ļltimos 10 a√Īos, Asia ha sufrido casi un tercio de todos los desastres relacionados con los recursos h√≠dricos (inundaciones y sequ√≠as) ocurridos en el mundo. Un total de 1.800 millones de personas han sido afectadas, lo que significa el 90% de todas las personas afectadas alrededor del mundo.\n\n¬∑ Mientras que el 80% de las personas afectadas en √Āfrica han sido v√≠ctimas del impacto de las sequ√≠as, en Asia el 80% de las personas afectadas lo han sido a consecuencia de las inundaciones.\n\n:: Hechos y cifras extra√≠das del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/index_es.shtml\n\n:: Lea m√°s hechos y cifras del Informe\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/facts_figures/index_es.shtml\n\nUna actualizaci√≥n de estos hechos y cifras se publicar√° en el 2¬į Informe, que ser√° lanzado en el D√≠a Mundial del Agua de 2006 durante el 4¬į Foro Mundial del Agua en Ciudad de M√©xico, M√©xico.
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y SALINIZACI√ďN/ DESALINIZACI√ďN\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 117: AGUA Y SALINIZACI√ďN/DESALINIZACI√ďN - 28 de octubre de 2005''\n\n* Se estima que un 30% de las zonas de regad√≠o del mundo sufre problemas de salinidad, resultando muy costosa su recuperaci√≥n.\n* Las malas pr√°cticas de drenaje y riego causan la saturaci√≥n y salinizaci√≥n de aproximadamente el 10% del total de tierras de regad√≠o en el mundo, reduciendo por lo tanto su productividad.\n* Existen grandes extensiones del planeta donde los niveles cr√≠ticos de salinizaci√≥n del suelo y las aguas subterr√°neas est√°n presentes o se han desarrollado como resultado de:\n** un ascenso de la capa fre√°tica, asociado a la aplicaci√≥n de m√©todos de riego ineficaces con aguas superficiales importadas en zonas de deficiente drenaje natural;\n** la salinidad natural procedente del terreno movido como consecuencia del desbroce de la vegetaci√≥n para el desarrollo de cultivos, lo que implica un incremento de la recarga de los acu√≠feros subterr√°neos;\n** la perturbaci√≥n excesiva de la salinidad natural de las aguas subterr√°neas debida a la construcci√≥n incontrolada de pozos y al bombeo excesivo.\n* La sobreexplotaci√≥n y salinizaci√≥n de los recursos h√≠dricos en proyectos de riego de gran escala son a menudo resultado de la falta de infraestructuras de drenaje, infraestructuras que no se incluyen en el dise√Īo de ingenier√≠a para que los proyectos resulten econ√≥micamente m√°s atractivos. Por lo general, estos problemas est√°n relacionados con el desarrollo del riego a gran escala bajo condiciones de aridez y semiaridez, como el de las cuencas de los r√≠os Indus (Pakist√°n), Tigris-√Čufrates (Oriente Medio) y Nilo (√Āfrica Oriental). Pese a que se conocen las soluciones a estos problemas, su aplicaci√≥n resulta costosa.\n* Debido al crecimiento de la poblaci√≥n y a la creciente preocupaci√≥n originada por la escasez de agua, varios pa√≠ses, sobre todo en la regi√≥n de Oriente Medio, est√°n instalando plantas de desalinizaci√≥n para convertir el agua salina (agua del mar, agua salobre o aguas residuales tratadas) en agua dulce.\n* Actualmente, el mercado mundial de la desalinizaci√≥n representa unos 35.000 millones de USD al a√Īo y esta cifra podr√≠a duplicarse en los pr√≥ximos 15 a√Īos.\n* En 2002 exist√≠an cerca de 12.500 plantas de desalinizaci√≥n en 120 pa√≠ses alrededor del mundo. Estas plantas producen unos 14 millones de m¬≥/d√≠a de agua dulce, un volumen menor al 1% de consumo total mundial.\n* Los usuarios m√°s importantes de agua desalinizada del mundo se encuentran en Oriente Medio, principalmente en Arabia Saudita, Kuwait, Emiratos √Ārabes Unidos, Qatar y Bahrein. Estos pa√≠ses utilizan aproximadamente el 70% de la capacidad mundial instalada, seguidos por los pa√≠ses de √Āfrica del Norte, sobre todo Libia y Argelia, que utilizan cerca del 6% de la capacidad mundial instalada.\n* Entre los pa√≠ses industrializados, Estados Unidos es uno de los usuarios de agua desalinizada m√°s importantes (6,5%); destacando California y ciertas zonas de Florida.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN LOS ESTADOS √ĀRABES\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 108: EL AGUA EN LOS ESTADOS √ĀRABES - 26 de agosto de 2005''\n\n* M√°s del 85% de la regi√≥n √°rabe est√° clasificada como √°rida e hiper√°rida, la precipitaci√≥n media anual es inferior a los 250 mm.\n* La disponibilidad de agua en esta regi√≥n ha desempe√Īado una funci√≥n determinante en las actividades, los asentamientos, las interacciones socioecon√≥micas y el crecimiento de la poblaci√≥n. El r√≠o Nilo acogi√≥ una de las grandes civilizaciones de la historia, as√≠ como lo hicieron los r√≠os √Čufrates y Tigris. La antigua civilizaci√≥n yemen√≠ est√° estrechamente vinculada a la disponibilidad de los recursos h√≠dricos y su decadencia se relaciona hist√≥ricamente con la destrucci√≥n de la antigua presa de Maareb.\n* La precipitaci√≥n media anual de los pa√≠ses √°rabes var√≠a considerablemente, entre los 18 mm/a√Īo en Egipto y los pa√≠ses del Golfo y los 827 mm/a√Īo en el L√≠bano.\n* La disponibilidad de recursos h√≠dricos renovables de las regiones √°rabes se estima en unos 338 kmÔÄą/a√Īo. M√°s del 55% de este volumen tiene su fuente fuera de la regi√≥n.\n* La proporci√≥n media anual de recursos h√≠dricos renovables por habitante en la regi√≥n √°rabe super√≥ en 1950 los 4000 mÔÄą. La proporci√≥n disminuy√≥ dr√°sticamente a 1.312 mÔÄą/hab./a√Īo en 1995, 1.233 mÔÄą/hab./a√Īo en 1988 y se prev√© un descenso a 547 mÔÄą/hab./a√Īo para el a√Īo 2050.\n* Debido a la escasez de recursos h√≠dricos en la regi√≥n, se han adoptado sistemas no convencionales de abastecimiento de agua como por ejemplo plantas de desalinizaci√≥n y programas de reutilizaci√≥n de aguas residuales.\n* En la regi√≥n √°rabe existen diversos r√≠os transfronterizos como el r√≠o Nilo (Burundi, Congo, Egipto, Eritrea, Etiop√≠a, Kenia, Ruanda, Sud√°n, Tanzania, Uganda) y sus afluentes, el r√≠o Senegal (Guinea, Mali, Mauritania, Senegal), los r√≠os Juba y Shebeli (Etiop√≠a, Kenia, Somalia), el Tigris y el √Čufrates (Siria, Turqu√≠a, Ir√°n, Irak) y sus afluentes.\n* Cerca de 20 diferentes grandes sistemas de acu√≠feros predominan en los pa√≠ses √°rabes de Asia. Estos sistemas est√°n compuestos de acu√≠feros semiconfinados/poco profundos y acu√≠feros confinados profundos de diferente formaci√≥n geol√≥gica. Ocho de estas cuencas son consideradas acu√≠feros transfronterizos.\n* Tres cuartas partes de los recursos h√≠dricos de Arabia Saudita provienen de acu√≠feros f√≥siles que, seg√ļn algunos informes, se est√°n agotando a una media de 5,2 kmÔÄą cada a√Īo.\n\nInformaci√≥n extra√≠da de la secci√≥n ‚ÄúProblemas relacionados con los recursos h√≠dricos‚ÄĚ del sitio web Gr√°ficos de Agua Vital\nhttp://www.unep.org/vitalwater/21.htm\ny de la publicaci√≥n ‚ÄúSituaci√≥n de los Recursos H√≠dricos en la Regi√≥n √Ārabe‚ÄĚ\nhttp://web.idrc.ca/uploads/user-S/11114806841arabstatewater1.pdf\n[formato PDF - 5,8 MB, en ingl√©s] \n
!¬ŅSAB√ćA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 124: AGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL - 16 de diciembre de 2005''\n\n*2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acci√≥n ‚ÄúEl agua, fuente de vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\n*El D√≠a Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 ser√° coordinado por la UNESCO en torno al tema: ‚ÄúAgua y cultura‚ÄĚ. ¬°Visite el Portal del Agua de la UNESCO regularmente para seguir informado!\nhttp://www.unesco.org/water/index_es.shtml\n\n*El patrimonio es el legado que recibimos del pasado, lo que vivimos en el presente y lo que transmitimos a las futuras generaciones. \n*La Organizaci√≥n de las Naciones Unidas para la Educaci√≥n, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) se propone promover la identificaci√≥n, la protecci√≥n y la preservaci√≥n del patrimonio cultural y natural del mundo entero considerado de valor excepcional para la humanidad. Este objetivo se incluye en un tratado internacional denominado Convenci√≥n para la Protecci√≥n del Patrimonio Mundial Cultural y Natural, aprobado por la UNESCO en 1972. Lo que hace del concepto de Patrimonio Mundial algo excepcional es su universalidad. Los Sitios del Patrimonio Mundial pertenecen a todos los pueblos del mundo, independientemente del territorio donde est√©n localizados. \n*El Parque Nacional Los Glaciares, localizado al sur de los Andes argentinos, fue inscrito en la Lista del Patrimonio Mundial en 1981. Este parque constituye la tercera masa de hielo m√°s grande del mundo, despu√©s de Ant√°rtida y Groenlandia. Actualmente, al haber aumentado gradualmente su tama√Īo durante m√°s de 20.000 a√Īos, el campo de hielo continental se extiende desde las monta√Īas hasta la costa, formando una pared de hielo de m√°s de 10 metros de altura. El campo de hielo ofrece abundantes recursos h√≠dricos a la Patagonia y una naturaleza √ļnica a esta regi√≥n. \n*El bosque de manglares Los Sundarbans, uno de los bosques m√°s extensos del mundo dentro de su categor√≠a (140.000 hect√°reas), cubre el delta de los r√≠os Ganges, Brahmaputra y Meghna en la Bah√≠a de Bengala, Bangladesh, y fue inscrito como Sitio del Patrimonio Mundial en 1987. El sitio est√° atravesado por una compleja red de r√≠os con mareas, marismas y peque√Īas islas de bosques de manglar y ofrece un excelente ejemplo de los procesos ecol√≥gicos en curso. \n*El Complejo de Conservaci√≥n de la Amazonia Central en Brasil constituye la zona protegida m√°s vasta de la cuenca del Amazonas (m√°s de 6 millones de hect√°reas) y una de las regiones del planeta de m√°s rica biodiversidad. Este sitio fue inscrito en la Lista del Patrimonio Mundial en 2000. El Complejo incluye una muestra importante de ecosistemas de varzea, bosques de igap√≥, lagos y r√≠os que adoptan la forma de un mosaico acu√°tico en constante evoluci√≥n, albergando la mayor variedad de peces el√©ctricos del mundo. El sitio protege importantes especies animales en peligro de extinci√≥n, entre los cuales se encuentra el pez arapaima gigante, el manat√≠ del Amazonas, el caim√°n negro y dos especies de delfines de r√≠o. \n*El Complejo de Conservaci√≥n del Pantanal consiste en una agrupaci√≥n de cuatro zonas protegidas con una superficie total de 187.818 hect√°reas. Situado en el centro occidental de Brasil, este Sitio del Patrimonio Mundial desde 2000 representa el 1,3% de la regi√≥n del Pantanal brasile√Īo, uno de los ecosistemas de zonas h√ļmedas de agua dulce m√°s extensos del mundo. \n*El Parque Nacional Salonga es la mayor reserva de bosque tropical lluvioso de √Āfrica. Situado en la Rep√ļblica Democr√°tica del Congo, en el coraz√≥n de la cuenca central del r√≠o Zaire, este parque est√° muy aislado y s√≥lo es accesible por v√≠a acu√°tica. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1984. El parque nacional es el h√°bitat de numerosas especies end√©micas en peligro de extinci√≥n, como el chimpanc√© enano, el pavo real de Zaire, el elefante de bosque y el cocodrilo hociquifino africano o ‚Äúfalso‚ÄĚ cocodrilo. \n*El Parque Nacional del Lago Malawi, situado en el extremo sur del inmenso lago Malawi, en Malawi, con sus aguas claras y profundas y su fondo monta√Īoso, alberga varios centenares de especies de peces, casi todas end√©micas. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1984. Su importancia para el estudio de la evoluci√≥n es comparable a la de los pinzones de las Islas Gal√°pagos. \n*El Santuario del Oryx √°rabe es una zona situada en las regiones biogeogr√°ficas del desierto central y las colinas costeras de Om√°n, que fue inscrita en la Lista del Patrimonio Mundial en 1994. Las nieblas estacionales y el roc√≠o sustentan un ecosistema des√©rtico √ļnico cuya flora diversa est√° formada por varias plantas end√©micas. Su fauna rara incluye la primera manada de oryx √°rabes en libertad desde la extinci√≥n mundial de la especie en estado salvaje, en 1972, y su reintroducci√≥n en esta zona, en 1982. \n*El Parque Nacional del R√≠o Subterr√°neo de Puerto Princesa, en Filipinas, incluido en 1999 en la Lista del Patrimonio Mundial, ofrece un impactante paisaje k√°rstico de roca caliza con un r√≠o subterr√°neo. Una de las caracter√≠sticas distintivas del r√≠o es que emerge directamente del subsuelo al mar, y su tramo inferior se encuentra bajo la influencia de las mareas. La zona constituye un importante h√°bitat para la conservaci√≥n de la diversidad biol√≥gica. El sitio contiene un ecosistema ‚Äúmonta√Īa-mar‚ÄĚ completo y comprende algunos de los bosques m√°s importantes de Asia. \n*Situado al sureste de Siberia, el Lago Baikal, con una superficie de 3,15 millones de hect√°reas, es el lago m√°s antiguo (25 millones de a√Īos) y m√°s profundo (1.700 m) del planeta. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1996. El lago contiene el 20% de la reserva total de recursos h√≠dricos en estado l√≠quido del planeta. Conocido como las ‚ÄúGal√°pagos de Rusia‚ÄĚ, su antig√ľedad y su aislamiento han dado lugar a una de las faunas de agua dulce m√°s ricas y originales del mundo, lo que representa un valor excepcional para la ciencia evolutiva. \n*El Sistema Natural de la Reserva de la Isla de Wrangel, de la Federaci√≥n de Rusia, se sit√ļa en el c√≠rculo polar √°rtico y, forma parte de la Lista del Patrimonio Mundial desde 2004. El sitio comprende la isla monta√Īosa de Wrangel (7.608 km¬≤), la isla de Herald (11 km¬≤) y sus respectivas aguas territoriales. \n*El vasto bosque natural del Parque Nacional de Yellowstone, en Estados Unidos, cubre una superficie de casi 9.000 km¬≤. En Yellowstone se puede observar la mitad de los fen√≥menos geot√©rmicos que se dan en el mundo, ofreciendo m√°s de 10.000 ejemplos. Adem√°s, este parque presenta la mayor concentraci√≥n mundial de g√©iseres (m√°s de 300 g√©iseres, equivalentes a 2/3 de los existentes en el planeta). Creado en 1872, Yellowstone es tambi√©n conocido por su fauna, de la que forman parte el oso gris, lobos, bisontes y alces. \n*Moldeado por el R√≠o Colorado, el Gran Ca√Ī√≥n en Estados Unidos es la garganta m√°s impresionante del mundo, con casi 1.500 m de profundidad. Sus estratos horizontales trazan la historia geol√≥gica de los √ļltimos 2.000 millones a√Īos. Tambi√©n se encuentran vestigios prehist√≥ricos de la adaptaci√≥n humana a un entorno particularmente hostil. \n*Las Cataratas Mosi-oa-Tunya / Cataratas Victoria, ubicadas entre Zaire y Zimbabwe, figuran entre las cascadas m√°s espectaculares del mundo. El r√≠o Zambeze, que en este punto supera los 2 km de ancho, se sumerge ruidosamente bajo una serie de gargantas de basalto y produce una neblina iridiscente visible a m√°s de 20 km de distancia.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del sitio web del Centro del Patrimonio Mundial (http://whc.unesco.org/).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y EL PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL\n\nCarpeta de Informaci√≥n sobre el Patrimonio Mundial\n\nPor el Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO. ¬© Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, 2005.\n\nEsta carpeta de informaci√≥n publicada en ingl√©s, franc√©s y espa√Īol, explica la misi√≥n del Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, la historia de la Convenci√≥n del Patrimonio Mundial, el proceso de inscripci√≥n, la estrategia global, la Lista del Patrimonio Mundial en Peligro y de las operaciones de mayor √©xito.\n\n:: Acceda a la Carpeta de Informaci√≥n √≠ntegra [formato PDF - 304 KB]\n\nhttp://whc.unesco.org/documents/publi_infokit_es.pdf\n\nMapa del Patrimonio Mundial\n\nPor el Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO ¬© Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, 2004.\n\nEste gran mapa mural contiene la lista, por regiones, de todos los Sitios del Patrimonio Mundial de la UNESCO, informaci√≥n acerca de la Convenci√≥n del Patrimonio Mundial y fotograf√≠as de los sitios naturales y culturales declarados.\n\nSi desea solicitar un mapa impreso, puede enviar su nombre y direcci√≥n a: UNESCO World Heritage Centre - 7 place de Fontenoy, 75352 Par√≠s 07 SP Francia\n\n:: Descargue el mapa en ingl√©s [formato PDF - 1,65 MB] http://whc.unesco.org/documents/publi_whmap_2004_en.pdf\n\no en franc√©s [formato PDF - 1,65 MB] http://whc.unesco.org/documents/publi_whmap_2004_fr.pdf \n\nAGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL EN INTERNET - Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO - http://whc.unesco.org
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y PAZ\n\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 112: AGUA Y PAZ EN CONMEMORACI√ďN DEL D√ćA INTERNACIONAL DE LA PAZ - 23 de septiembre de 2005''\n\n* La paz en el planeta tierra depende de nuestra capacidad para proteger nuestro medio ambiente. Con este esp√≠ritu, el Premio Nobel de la Paz 2004 fue otorgado a la Profesora Wangari Maathai, siempre al frente de la lucha para promover un desarrollo social, econ√≥mico y cultural ecol√≥gicamente viable en √Āfrica en general y en Kenia en particular. La profesora concluy√≥ su discurso de la ceremonia de entrega de los Premios Nobel con estas palabras: R20;Hoy en d√≠a, [‚Ķ] el arroyo se ha secado, las mujeres caminan largas distancias en busca de agua no siempre limpia y los ni√Īos nunca sabr√°n lo que han perdido. El desaf√≠o es [R30;] devolver a nuestros ni√Īos un mundo de belleza y de encanto.R21;\n* La Organizaci√≥n de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentaci√≥n (FAO) ha identificado m√°s de 3.600 tratados relacionados con los recursos h√≠dricos internacionales que van desde el a√Īo 805 de nuestra era a 1984, la mayor√≠a relacionados con alg√ļn aspecto de la navegaci√≥n.\n* En los √ļltimos 50 a√Īos se negociaron y se firmaron 200 tratados relacionados con el agua alrededor del mundo.\n* Un estudio emp√≠rico sobre cooperaci√≥n y conflictos relativos al agua, llevado a cabo en 2001 por la Universidad Estatal de Oreg√≥n (Estados Unidos), documenta un total de 1.831 interacciones, de √≠ndole conflictiva o cooperativa, relativas al agua entre dos o m√°s pa√≠ses, a lo largo de los √ļltimos 50 a√Īos.\n* El n√ļmero total de eventos internacionales relacionados con el agua se inclina hacia la cooperaci√≥n: 507 episodios de conflicto frente a 1.228 casos de cooperaci√≥n, lo que indica que la violencia relacionada con el agua no es estrat√©gicamente viable desde un punto de vista racional, eficaz y econ√≥mico.\n* El agua fue el asunto m√°s conflictivo y el √ļltimo problema resuelto en las negociaciones del tratado de paz entre Israel y Jordania de 1994. Este tema fue relegado al per√≠odo final de las negociaciones, junto con otros asuntos delicados, como la cuesti√≥n de Jerusal√©n y de Palestina, entre Israel y Palestina.\n* El Tribunal de las Aguas de Valencia, Espa√Īa, existe al menos desde el siglo X. Este tribunal es un buen ejemplo de iniciativa local para resolver los conflictos de forma pac√≠fica. El Tribunal est√° compuesto por agricultores que escuchan los conflictos relacionados con las aguas de regad√≠o y realizan un juicio en el acto llevando a cabo todos los procedimientos oralmente.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida, http://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Del Conflicto Potencial a la Cooperaci√≥n Potencial (PC-CP)\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/pccp/\ny de la publicaci√≥n Seguridad h√≠drica y paz - Una s√≠ntesis de estudios elaborados bajo PC-CP y Agua para la Paz\nhttp://unesdoc.unesco.org/images/0013/001333/133318e.pdf\n[formato PDF R11; 2,8 MB]. \n
!HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y POBREZA\n\n''CORRIENTES - Noticias del Programa Mundial de Evaluaci√≥n de los Recursos H√≠dricos (WWAP) - Ejemplar n¬į 20, octubre de 2005''\n\n* Se estima que m√°s de 1.300 millones de personas en pa√≠ses en v√≠as de desarrollo sobreviven con menos de 1 USD al d√≠a y casi 3.000 millones sobrevive con menos de 2 USD al d√≠a. Cada vez se reconoce m√°s el hecho de que, para aliviar a la poblaci√≥n mundial de la carga de enfermedades y desnutrici√≥n, se ha de garantizar el acceso al agua a las poblaciones desfavorecidas.\n* El acceso inadecuado al agua es uno de los principales factores causantes de pobreza de las personas, afectando sus necesidades b√°sicas, su salud, su seguridad alimentaria y los medios de vida b√°sicos. Mejorar el acceso de las poblaciones desfavorecidas al agua puede constituir una importante contribuci√≥n a la erradicaci√≥n de la pobreza.\n* La malnutrici√≥n es un rasgo caracter√≠stico de la pobreza. La pobreza conlleva la privaci√≥n de la salud, la educaci√≥n, la nutrici√≥n, la seguridad y los derechos legales y pol√≠ticos. La falta de acceso al agua, agua que proporciona los servicios sanitarios b√°sicos y posibilita una producci√≥n alimentaria fiable, es a menudo la principal causa de malnutrici√≥n.\n* La disponibilidad de agua permite a las personas y comunidades incrementar la producci√≥n de alimentos, tanto en cantidad como en variedad, satisfacer sus propias necesidades y generar beneficios a partir de los excedentes. Al mejorar el rendimiento y la intensidad de los cultivos, los sistemas de riego a peque√Īa escala gestionados por la comunidad han demostrado su eficacia en la reducci√≥n de la pobreza rural y la erradicaci√≥n de la inseguridad alimentaria.\n* La vulnerabilidad es considerada hoy en d√≠a como una de las principales caracter√≠sticas de la pobreza: La vulnerabilidad incluye los choques (cambios imprevisibles como los desastres naturales, las guerras o el hundimiento del precio de mercado) y las tendencias (degradaci√≥n gradual del medio ambiente, sistemas pol√≠ticos opresivos o deterioro de las relaciones de intercambio). Muchas vulnerabilidades est√°n relacionadas con los recursos h√≠dricos (por ejemplo, amenazas a la salud, sequ√≠as o inundaciones, ciclones y contaminaci√≥n).\n* Los pobres son los m√°s vulnerables frente a los desastres, pues se exponen a los riesgos que √©stos comportan para la salud sin disponer de la capacidad para prepararse y hacer frente a los mismos o para restablecer las condiciones m√≠nimas de vida tras las cat√°strofes. Otra consecuencia tr√°gica es que las inundaciones y las sequ√≠as tambi√©n son las principales causas de pobreza y de desplazamiento y migraci√≥n de poblaciones desfavorecidas. En 2001, el 61% de las emergencias alimentarias fueron producto de desastres naturales y el 39% fueron debidas a desastres antr√≥picos. Existe claramente una estrecha relaci√≥n entre la erradicaci√≥n de la pobreza y la creaci√≥n de estrategias globales de gesti√≥n de riesgos de desastres.\n* A medida que las condiciones de tensi√≥n h√≠drica se desarrollan, el agua resulta cada vez m√°s costosa para las poblaciones menos favorecidas. Un hecho preocupante es que las poblaciones desfavorecidas y con un acceso m√°s limitado al abastecimiento de agua est√°n obligadas a pagar un precio considerablemente mayor por el agua. El agua comprada a vendedores ambulantes es 100 veces m√°s cara que el agua suministrada por conexi√≥n domiciliaria. En Vientiane (Laos) el coste del agua que llega al hogar a trav√©s de una conexi√≥n es de 0,11 USD/m¬≥ y el precio cobrado por los vendedores ambulantes es de 14,68 USD/m¬≥, lo que supone una diferencia de un 135,92%. En Delhi (India) estos precios son de 0,01 USD/m¬≥ y de 4,89 USD/m¬≥ respectivamente, un 489% m√°s caro.\n* Los problemas de la pobreza est√°n estrechamente vinculados a los problemas del agua - su disponibilidad, su proximidad, su cantidad y su calidad. Por esta raz√≥n, forman parte del objetivo m√°s amplio de alcanzar la seguridad h√≠drica en el siglo XXI.\n\n:: Hechos y cifras extra√≠dos del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo, Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/index_es.shtml\n\n:: Lea m√°s hechos y cifras del Informe\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/facts_figures/\n\nUna actualizaci√≥n de estos hechos y cifras se publicar√° en el 2¬į Informe, que ser√° lanzado en el D√≠a Mundial del Agua de 2006 durante el 4¬į Foro Mundial del Agua\nhttp://www.worldwaterforum4.org.mx/\nen Ciudad de M√©xico, M√©xico. \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y ENERG√ćA\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 110: AGUA Y ENERG√ćA - 9 de septiembre de 2005''\n* La funci√≥n crucial de la energ√≠a como un componente del desarrollo sostenible ha sido ampliamente reconocida desde la Cumbre para la Tierra celebrada en R√≠o en 1992. Aunque el Programa 21 no dedica un cap√≠tulo espec√≠ficamente a la energ√≠a, su programa global de acci√≥n para alcanzar patrones sostenibles de producci√≥n y consumo revelaron la estrecha relaci√≥n existente entre dichos objetivos y la disponibilidad de energ√≠a a un precio asequible.\n* El mundo hace frente a una situaci√≥n en la que 2.000 millones personas carecen de acceso a suministro el√©ctrico, y 2.500 millones de personas, en su mayor√≠a de zonas rurales de pa√≠ses en v√≠as de desarrollo, tienen un acceso reducido a servicios comerciales de energ√≠a.\n* Se estima que el consumo el√©ctrico mundial aumentar√° un 73% entre 1999 y 2020, lo que convierte la electricidad en la forma de energ√≠a de m√°s r√°pido crecimiento. Este crecimiento tendr√° lugar sobre todo en los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo.\n* El agua es utilizada en la mayor√≠a de medios de generaci√≥n de energ√≠a, y en muchos pa√≠ses la energ√≠a hidroel√©ctrica es la √ļnica fuente de energ√≠a realmente sostenible.\n* Actualmente, la energ√≠a hidroel√©ctrica contribuye de manera significativa al equilibrio energ√©tico del planeta, generando el 19% de la producci√≥n total de electricidad.\n* Las plantas de energ√≠a hidr√°ulica generan electricidad o energ√≠a mec√°nica al convertir la energ√≠a disponible en el agua que fluye por r√≠os, canales o arroyos. Este proceso requiere un √°rea receptora de aguas pluviales, una carga hidr√°ulica, un medio de transporte del agua desde la toma hasta la turbina (por ejemplo una tuber√≠a), una central el√©ctrica con instalaciones de generaci√≥n de energ√≠a y un mecanismo de distribuci√≥n por v√°lvulas necesario para regular el suministro de agua y, por √ļltimo, un canal de descarga para devolver el agua a su curso natural.\n* La energ√≠a hidr√°ulica proporciona por lo menos el 50% de la producci√≥n el√©ctrica en 66 pa√≠ses, y al menos el 90% en 24 pa√≠ses. Cerca de la mitad de esta capacidad y generaci√≥n de energ√≠a se encuentra en Europa y Am√©rica del Norte.\n* El abastecimiento adecuado y moderno de energ√≠a destinada a actividades relacionadas con el agua en zonas rurales de pa√≠ses en v√≠as de desarrollo ofrece numerosas ventajas, tales como\n** el ahorro de tiempo al no tener que ir a buscar agua, aumentando de esta manera la productividad;\n** un acceso m√°s f√°cil al agua mediante el bombeo de agua potable, agua de riego y agua para ganader√≠a;\n** beneficios para la salud (desde la purificaci√≥n del agua a trav√©s de la filtraci√≥n hasta la reducci√≥n de gastos m√©dicos al ser innecesario hervir el agua para su esterilizaci√≥n);\n** beneficios sanitarios y medioambientales asociados a la descarga de aguas residuales de canales, fosas s√©pticas y letrinas. La energ√≠a tambi√©n permite tratar las aguas residuales mediante la aireaci√≥n.\n* La energ√≠a hidr√°ulica no consume agua. Sin embargo, la generaci√≥n de energ√≠a puede ocasionar problemas de agua para los usuarios de algunas localidades espec√≠ficas. En las cuencas del Ruhuna (Sri Lanka), el agua desviada para generar energ√≠a se recupera aguas abajo del r√≠o desde un sistema de riego establecido. La sustracci√≥n de esta agua a la agricultura puede provocar repercusiones sociopol√≠ticas as√≠ como impactos econ√≥micos. Aunque la autoridad de generaci√≥n de energ√≠a est√° dispuesta a indemnizar a los agricultores por la p√©rdida de abastecimiento de agua, la comunidad agr√≠cola ha preferido continuar con el cultivo de regad√≠o. Esta situaci√≥n puede ser debida a la alternativa limitada de cultivar en zonas relativamente lejanas de los pueblos afectados. Adem√°s, la indemnizaci√≥n por cese de la actividad agr√≠cola implica la aparici√≥n de nuevos problemas sociales y culturales. Un agricultor manifest√≥: ‚ÄúPero se√Īor, nosotros no queremos vivir en un pueblo muerto. Cuando cultivamos, trabajamos juntos y organizamos ceremonias y fiestas. Los veh√≠culos vienen a traernos insumos y se llevan nuestras cosechas. Ahora no viene nadie, s√≥lo nos queda sentamos a la entrada del pueblo a esperar‚ÄĚ.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN EUROPA\n''BOLET√ćN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 104: EL AGUA EN EUROPA - 29 de julio de 2005''\n* Los recursos h√≠dricos en Europa est√°n distribuidos de manera desigual. La media anual de escorrent√≠as var√≠a entre los 3.000 mm al oeste de Noruega y los 100-400 mm en la mayor parte de Europa Central y menos de 25 mm en el centro y sur de Espa√Īa.\n* Durante el √ļltimo siglo, los recursos h√≠dricos de Europa han estado profundamente influenciados por las actividades humanas, entre las que se incluyen la construcci√≥n de presas y canales, grandes sistemas de riego y drenaje, cambios de cubierta vegetal en la mayor√≠a de cuencas, alto nivel de intrusi√≥n de productos qu√≠micos procedentes de la industria y la agricultura en las aguas superficiales y subterr√°neas y el agotamiento de acu√≠feros. Como consecuencia, los problemas relacionados con el uso abusivo, el agotamiento y la contaminaci√≥n son cada vez m√°s evidentes, por lo que surgen conflictos entre diferentes usos y usuarios.\n* En Europa, la cobertura de sistemas de abastecimiento de agua potable es elevada, un 97% de la poblaci√≥n dispone de acceso a dichos sistemas. El 100% de los habitantes de zonas urbanas cuenta con cobertura del servicio, frente a un 89% de la poblaci√≥n en las zonas rurales.\n* En cuanto a los servicios de saneamiento, el 95% de la poblaci√≥n europea cuenta con cobertura total: un 99% de la poblaci√≥n urbana y un 78% de la poblaci√≥n rural.\n* √önicamente 4 pa√≠ses europeos no dispon√≠an en el a√Īo 2000 de una cobertura total de sistemas de abastecimiento de agua y saneamiento, trat√°ndose todos ellos de pa√≠ses de Europa del Este: Estonia, Hungr√≠a, Rumania y la Federaci√≥n Rusa.\n* En Europa, se han llevado a cabo mejoras en la reducci√≥n de contaminaci√≥n de las aguas, sobre todo mediante controles m√°s estrictos de vertidos industriales y sistemas de tratamiento de aguas residuales y pluviales m√°s sofisticados y completos.\n* La mayor√≠a de los r√≠os europeos, sobre todo en sus tramos medios y bajos, se encuentran en malas condiciones ecol√≥gicas debido al impacto de canalizaciones, presas, contaminaci√≥n y reg√≠menes de flujo alterados.\n* Durante la √ļltima d√©cada, cerca de 12 millones de personas en Europa se vieron afectadas por inundaciones o sequ√≠as, repartidas de igual forma entre ambos desastres naturales. Las inundaciones causaron unas 2.000 muertes, cerca del 0,5% del total de v√≠ctimas mortales por inundaciones en el mundo entero.\n* La mitad de los glaciares alpinos de Europa podr√≠a desaparecer de aqu√≠ al a√Īo 2025. En 2003, las condiciones clim√°ticas extremas de sequ√≠a y calor causaron una disminuci√≥n media del espesor de los glaciares de los Alpes equivalente a unos 3 metros de agua l√≠quida, casi el doble del √ļltimo a√Īo registrado, 1998, y casi 5 veces superior a la p√©rdida media registrada durante el per√≠odo excepcionalmente caluroso de 1980-2000.\n* En la Federaci√≥n Rusa, se han identificado 1.400 zonas de aguas subterr√°neas contaminadas, 82% de cuales se encuentran al este de los Montes Urales. En el 36% de los casos, la contaminaci√≥n se debe a la industria, el 20% a la agricultura (fertilizantes y desechos de animales de granja), el 10% a residuos municipales y el 12% a fuentes mixtas.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la publicaci√≥n ‚ÄúRecursos h√≠dricos en Europa - Hechos, Cifras y Mapas‚ÄĚ\nhttp://www.grid.unep.ch/product/publication/freshwater_europe.php\nde la publicaci√≥n ‚ÄúPerspectivas del Medio Ambiente Mundial 2000‚ÄĚ\nhttp://www.unep.org/geo2000/english/0078.htm\ndel cap√≠tulo ‚ÄúAgua dulce: Europa‚ÄĚ de la publicaci√≥n GEO 3: Perspectivas del Medio Ambiente Mundial 2002\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/288.htm)\n
!¬ŅSAB√ćA QUE?‚Ķ 100 HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA\n''NUMERO ESPECIAL: N¬į 100 DEL BOLET√ćN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO - 1 de julio de 2005''\n\n1. La Observaci√≥n General sobre el derecho al agua, hecha al Pacto Internacional de Derechos Econ√≥micos, Sociales y Culturales (CESCR, Covenant on Economic, Social and Cultural Rights) en noviembre de 2002 a nivel internacional, marca un hito en la historia de los derechos humanos. Por vez primera, el agua es reconocida de forma expl√≠cita como un derecho humano fundamental. Los 145 pa√≠ses que han ratificado el CESCR a nivel internacional est√°n obligados a garantizar progresivamente el acceso universal al agua potable, de forma equitativa y sin discriminaci√≥n.\n\n2. Para asegurar nuestras necesidades b√°sicas necesitamos de 20 a 50 litros de agua potable al d√≠a.\n\n3. Un reci√©n nacido en un pa√≠s desarrollado consume una cantidad de agua 30 a 50 veces superior a la que consume un reci√©n nacido en un pa√≠s en desarrollo.\n\n4. Un an√°lisis basado en las estad√≠sticas de salud del a√Īo 2000 muestra que globalmente entre 1.085.000 y 2.187.000 muertes provocadas por enfermedades diarreicas se pueden atribuir al factor de riesgo ‚Äúagua, saneamiento e higiene‚ÄĚ, de las cuales el 90% ocurre en ni√Īos menores de cinco a√Īos.\n\n5. La Evaluaci√≥n Mundial del Abastecimiento de Agua y Saneamiento (OMS/UNICEF, 2000) muestra que 1.100 millones de personas carecen de acceso a un abastecimiento de agua potable y 2.400 millones a los servicios de saneamiento adecuados.\n\n6. Si el abastecimiento de agua y el saneamiento b√°sico fueran ampliados a aquellas personas que actualmente no tienen acceso a esos servicios, se estima que la carga de diarreas infecciosas se reducir√≠a en un 17% anual. Si se llevase a cabo un suministro de agua bien regulado a trav√©s de ca√Īer√≠as y un saneamiento completo, la carga se reducir√≠a alrededor de un 70% por a√Īo.\n\n7. El agua potable es cada vez m√°s escasa. Para el a√Īo 2025, se prev√© que las extracciones de agua se incrementar√°n en un 50% en los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo y en un 18% en los pa√≠ses desarrollados pues el crecimiento demogr√°fico y el desarrollo conllevan un aumento de la demanda de agua. Los efectos sobre los ecosistemas del planeta pueden empeorar dram√°ticamente la situaci√≥n actual. Las √ļltimas evaluaciones indican, que las pr√°cticas que se est√°n llevando a cabo no son suficientes para evitar que esta situaci√≥n ocurra.\n\n8. Aunque los ecosistemas de agua dulce tales como r√≠os, lagos y humedales ocupan menos del 2% de la superficie terrestre, √©stos proporcionan una amplia variedad de h√°bitats para gran cantidad de especies vegetales y animales del planeta: se estima entre 9.000 y 25.000 el n√ļmero de especies conocidas de agua dulce en el planeta. Sin embargo, este n√ļmero est√° disminuyendo a un ritmo acelerado debido a la interferencia humana.\n\n9. Seg√ļn algunas estimaciones, el aumento de la demanda agr√≠cola para la producci√≥n de alimentos destinados a una poblaci√≥n mundial m√°s rica y un 50% superior en n√ļmero podr√≠a llevar, para el a√Īo 2050, a la reconversi√≥n de otros 1.000 millones de hect√°reas de ecosistemas no alterados para usos agr√≠colas. Esta situaci√≥n incrementar√≠a el uso de pesticidas y a m√°s del doble la producci√≥n de nitr√≥geno y f√≥sforo, lo que provocar√≠a la eutrofizaci√≥n de gran multitud de ecosistemas de agua dulce y costeros.\n\n10. Se estima que cerca de 30 millones de personas dependen del lago Victoria (ubicado entre Kenia, Tanzania y Uganda), cuyos recursos naturales est√°n experimentando una creciente presi√≥n. La poblaci√≥n que habita a orillas del lago creci√≥ r√°pidamente durante el √ļltimo siglo, con el consiguiente incremento sobre la demanda de pescado y productos agr√≠colas. La poblaci√≥n de peces aut√≥ctonos se redujo despu√©s de que, a principios del siglo XX, los colonos europeos introdujeran redes de enmalle. Muchos de los peces aut√≥ctonos se alimentaban de algas, plantas en proceso de descomposici√≥n y caracoles portadores de larvas de esquistosomas. Tras su desaparici√≥n, el lago comenz√≥ a eutrofizarse, lo que hizo a la poblaci√≥n m√°s vulnerable a la enfermedad. Puesto que la pesca disminuy√≥, se introdujeron especies for√°neas, aumentando a√ļn m√°s la presi√≥n sobre las especies de peces aut√≥ctonos. El mayor impacto result√≥ de la introducci√≥n de la perca del Nilo (Lates niloticus) en los a√Īos 60, como base de la industria pesquera comercial de agua dulce. Este hecho tuvo repercusiones sobre la econom√≠a pesquera local y la distribuci√≥n de la riqueza en la regi√≥n. La poblaci√≥n local, que hasta entonces hab√≠a obtenido del lago las prote√≠nas necesarias, comenz√≥ a padecer malnutrici√≥n y deficiencia prote√≠nica. Aunque cada a√Īo se exportan 20.000 toneladas de pescado proveniente de esta zona a los mercados europeos y asi√°ticos, la poblaci√≥n local s√≥lo puede pagar por las cabezas y los restos de los pescados a los que previamente se les ha extra√≠do la carne.\n\n11. El lago Malawi (√Āfrica meridional) es un sistema acu√°tico dotado originalmente de una gran biodiversidad de peces y caracoles de agua dulce. Sin embargo, la p√©rdida de biodiversidad de peces ha favorecido la proliferaci√≥n de ciertas especies de caracoles transmisores de la esquistosomiasis. El creciente riesgo para la salud ha afectado significativamente a la industria tur√≠stica de Malawi y, por consiguiente, a la econom√≠a del pa√≠s.\n\n12. Cerca del 50% de los humedales del planeta existentes en 1900 hab√≠an desaparecido a finales de los 90, siendo la reconversi√≥n del suelo para la agricultura la principal causa de su desaparici√≥n.\n\n13. En el mundo, un 70% del agua extra√≠da para uso humano se destina a la agricultura, un 22% a la industria y un 8% se utiliza para servicios dom√©sticos. En general, estos porcentajes var√≠an de acuerdo con el PIB nacional: en los pa√≠ses de ingresos bajos y medios se destina un 82% a la agricultura, un 10% a la industria y un 8% a servicios dom√©sticos. En pa√≠ses de altos ingresos, la proporci√≥n es de 30%, 59% y 11%, respectivamente.\n\n14. Se calcula que en los pa√≠ses desarrollados una persona consume un promedio de 500 a 800 litros de agua cada d√≠a (300 m¬≥ al a√Īo), comparado con los 60-150 litros (20 m¬≥ al a√Īo) que consume diariamente una persona en los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo.\n\n15. Desde principios del siglo XXI, la agricultura consume un promedio global de un 70% del total de extracciones de agua de los r√≠os, lagos y acu√≠feros. La Organizaci√≥n de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentaci√≥n (FAO) prevee una expansi√≥n neta de tierras de regad√≠o de unos 45 millones de hect√°reas en 93 pa√≠ses en desarrollo (hasta un total de 242 millones de hect√°reas en 2030) y estima que las extracciones de agua con fines agr√≠colas se incrementar√°n en un 14% entre 2000 y 2030 a fin de satisfacer las necesidades futuras de producci√≥n de alimentos.\n\n16. Actualmente, la energ√≠a hidroel√©ctrica contribuye de manera significativa al equilibrio energ√©tico del planeta, generando el 19% de la producci√≥n total de electricidad (2.740 teravatios por hora en 2001).\n\n17. El turismo de golf tiene un gran impacto sobre la extracci√≥n de agua. Un campo de golf de 18 hoyos puede consumir m√°s de 2,3 millones de litros diarios. En Filipinas, el consumo de agua para el turismo amenaza el cultivo de arroz. En Granada (Espa√Īa), los turistas consumen por lo general 7 veces m√°s cantidad de agua que la poblaci√≥n local, siendo esta diferencia com√ļn en muchas regiones tur√≠sticas en desarrollo.\n\n18. Los pa√≠ses desarrollados muestran una gran variedad en el precio que cobran a sus ciudadanos por el agua: en Alemania 1 m¬≥ cuesta 1,91 USD, en Dinamarca 1,64 USD, en B√©lgica 1,54 USD, en los Pa√≠ses Bajos 1,25 USD, en Francia 1,23 USD, en el Reino Unido 1,18 USD, en Italia 0,76 USD, en Finlandia 0,69 USD, en Irlanda 0,63 USD, en Suecia 0,58 USD, en Espa√Īa 0,57 USD, en Estados Unidos 0,51 USD, en Australia 0,50 USD y en Canad√° 0,40 USD.\n\n19. Cuando los sistemas de abastecimiento de agua son deficientes, las poblaciones de bajos recursos son las m√°s afectadas. El agua comprada a vendedores ambulantes es 100 veces m√°s cara que el agua suministrada por conexi√≥n domiciliaria. En Vientiane (Laos) el coste del agua que llega al hogar a trav√©s de una conexi√≥n es de 0,11 USD/m¬≥ y el precio cobrado por vendedores ambulantes es de 14,68 USD/m¬≥, lo que supone una diferencia de un 135,92%. En Delhi (India) estos precios son de 0,01 USD/m¬≥ y de 4,89 USD/m¬≥ respectivamente, un 489% m√°s caro.\n\n20. Seg√ļn la Comisi√≥n Mundial de Presas, en 1998 exist√≠an en el mundo un total de 47.655 grandes presas y cerca de 800.000 presas de menor altura.\n\n21. El 60% de los 227 r√≠os m√°s grandes del mundo est√°n fuerte o moderadamente fragmentados por presas, actividades recreativas y canales. El elevado porcentaje de construcci√≥n de presas en los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo amenaza la integridad del resto de los r√≠os de flujo libre.\n\n22. En la cuenca de drenaje de la Bah√≠a de Mobile, en Estados Unidos, la construcci√≥n de una presa ha tenido consecuencias catastr√≥ficas en lo que, probablemente, constitu√≠a la fauna de caracoles de agua dulce m√°s diversa del planeta, con 9 familias y cerca de 120 especies identificadas. Se estima que, al menos 38 especies, se extinguieron entre la d√©cada de los 30 y 40 tras la construcci√≥n de esta gran presa en la cuenca: el sistema cuenta actualmente con 33 grandes presas hidroel√©ctricas y numerosos embalses menores, as√≠ como esclusas y estructuras de control de inundaciones.\n\n23. En algunas regiones monta√Īosas de √Āfrica Oriental, las mujeres consumen hasta el 27% de su energ√≠a cal√≥rica en realizar actividades relacionadas con el abastecimiento de agua.\n\n24. Se estima que s√≥lo en Sud√°frica, el conjunto de las mujeres camina diariamente, para buscar agua para sus familias, una distancia equivalente a 16 veces el trayecto de ida y vuelta a la luna.\n\n25. Un 30% de las mujeres en Egipto camina m√°s de una hora al d√≠a para satisfacer las necesidades relacionadas con el agua. En otras partes de √Āfrica, mujeres y ni√Īos emplean 8 horas diarias en tareas relacionadas con el abastecimiento de agua.\n\n26. Mujeres y ni√Īos recorren en promedio unos 10 a 15 kil√≥metros, diarios, transportando entre 20 y 15 litros en cada trayecto.\n\n27. El valor econ√≥mico de esta contribuci√≥n no remunerada es enorme: en la India se estima que el tiempo que invierten las mujeres en buscar agua equivale a 150 millones de jornadas de trabajo cada a√Īo, lo que supone una p√©rdida de ingresos nacionales de 10.000 millones de Rupias (aproximadamente 228.600 USD).\n\n28. El 70% de las personas ciegas del mundo son mujeres que han sido infectadas, directamente o a trav√©s de sus ni√Īos, por el tracoma, una infecci√≥n bacteriana ocular que se produce sobre todo en comunidades con un acceso limitado al agua.\n\n29. Investigaciones m√©dicas han documentado casos de perjuicio permanente en la salud de las mujeres atribuida a la tarea de cargar agua. Los problemas van desde la fatiga cr√≥nica, deformidades p√©lvicas y de columna hasta los efectos en la salud reproductiva tales como abortos espont√°neos. En algunas partes de √Āfrica, donde las mujeres gastan el 85% de su energ√≠a diaria en transportar agua, la incidencia de anemia y de otros problemas de salud es muy alta.\n\n30. Desde la perspectiva de la salud p√ļblica, resulta m√°s justo y apropiado suministrar agua potable a toda la poblaci√≥n de una ciudad mediante grifos situados a menos de 50 metros de su vivienda que suministrar agua potable √ļnicamente a la poblaci√≥n m√°s rica ‚Äď 20% de la poblaci√≥n\n\n31. Las medidas de higiene, entre ellas la educaci√≥n sobre el tema y la insistencia en el h√°bito de lavarse las manos, pueden reducir el n√ļmero de casos de diarrea en hasta un 45%.\n\n32. Un 88% de las enfermedades diarreicas se atribuyen a un abastecimiento de agua insalubre y a un saneamiento y una higiene deficientes.\n\n33. 1,8 millones de personas mueren cada a√Īo debido a enfermedades diarreicas (incluido el c√≥lera); un 90% de esas personas son ni√Īos menores de cinco a√Īos, principalmente en pa√≠ses en desarrollo.\n\n34. Cada 8 segundos muere un ni√Īo por beber agua contaminada (lo que supone 10.000 cada d√≠a).\n\n35. 500 millones de personas corren el riesgo de padecer tracoma, 146 millones de personas corren el peligro de padecer ceguera y 6 millones de personas padecen alguna discapacidad visual a causa del tracoma.\n\n36. En Bangladesh, entre 28 y 35 millones de personas consumen agua de bebida con elevados √≠ndices de ars√©nico.\n\n37. En China, m√°s de 26 millones de personas padecen fluorosis dental debido a las altas concentraciones de fluoruro en el agua de bebida.\n\n38. Actualmente, cerca del 40% de la poblaci√≥n mundial corre el riesgo de contraer paludismo, siendo los pa√≠ses en v√≠as de desarrollo los m√°s expuestos al peligro de contagio.\n\n39. El paludismo es la principal causa de mortalidad en menores de 5 a√Īos en √Āfrica (20%) y representa el 10% de la carga total de morbilidad del continente.\n\n40. El paludismo causa la muerte de un ni√Īo africano cada 30 segundos.\n\n41. Se estima que los costes relacionados con el paludismo suponen una p√©rdida anual de 12.000 millones de USD en el Producto Interior Bruto (PIB) de √Āfrica, a pesar de que con s√≥lo una parte de esa suma se podr√≠a controlar esta enfermedad.\n\n42. Los economistas atribuyen al paludismo el d√©ficit de crecimiento econ√≥mico anual de hasta un 1,3% en algunos pa√≠ses africanos. A lo largo de los a√Īos, este d√©ficit produce diferencias fundamentales entre el PIB de los pa√≠ses afectados y los no afectados por el paludismo.\n\n43. Los niveles de s√≥lidos en suspensi√≥n en los r√≠os de Asia se han multiplicado por cuatro durante las √ļltimas tres d√©cadas. Los r√≠os asi√°ticos tienen una demanda biol√≥gica de ox√≠geno (DBO) 1,4 veces superior al promedio mundial as√≠ como una cantidad de bacterias procedentes de desechos humanos tres veces mayor al promedio mundial.\n\n44. Bangladesh afronta actualmente la ‚Äúintoxicaci√≥n‚ÄĚ (concentraciones de ars√©nico en el agua potable) m√°s importante de la historia, afectando a unos 35 a 77 millones de personas en un pa√≠s de 130 millones de habitantes.\n\n45. Una cantidad excesiva de fl√ļor en el agua potable tambi√©n pueden resultar t√≥xica. El blanqueamiento de dientes sucede en todas partes el mundo, pero los efectos discapacitantes en el esqueleto causados por la ingesti√≥n a largo plazo de grandes cantidades de fl√ļor son graves por lo menos en ocho pa√≠ses, entre los cuales se encuentra China donde 30 millones de personas padecen fluorosis cr√≥nica.\n\n46. Durante una escala en la Isla de Hierro (Canarias) en ruta hacia Am√©rica, Fray Bartolom√© de Las Casas se interes√≥ por la cultura de los ind√≠genas, los Guanches, ya casi desaparecidos en el siglo XVI. Los Guanches dedicaban un culto particular a un √°rbol, el Garo√© (Ocotea foetens), que les proporcionaba agua dulce en abundancia. Este ‚Äú√Ārbol Santo‚ÄĚ era capaz de captar el agua de las nieblas y de las lloviznas y permiti√≥ desarrollar vida agr√≠cola en zonas de baja pluviosidad. El Garo√© existi√≥ hasta que fue arrancado de ra√≠z por un hurac√°n en 1610. Curiosamente, su desaparici√≥n coincidi√≥ con la extinci√≥n de la civilizaci√≥n Guanche en la Isla de Hierro.\n\n47. El agua para los 350 habitantes del pueblo costero de Chungungo, al norte de Chile, se transportaba en camiones una o dos veces por semana desde un pueblo situado a 40 Km. de distancia. A lo largo de la costa chilena, existe una neblina constante y extensa (camanchaca) que rara vez se convierte en lluvia pero que genera bancos de niebla en las laderas y cimas de las monta√Īas que la interceptan. Un grupo de cient√≠ficos elabor√≥ un m√©todo de aprovechamiento de las camanchacas como fuente de agua: la humedad de la niebla es capturada por colectores semejantes a redes de voleibol de gran tama√Īo. Cuando la niebla pasa a trav√©s de las redes, se forman gotas de agua en la malla. El agua capturada por las redes es canalizada, llegando a suministrar al pueblo un promedio de 10.000 litros de agua al d√≠a.\n\n48. Cada ma√Īana, el escarabajo del desierto de Namib (Onymacris unguicularis) emprende un arduo viaje hasta la cima de una duna, donde gira su cuerpo contra el viento, estira sus patas traseras y baja su cabeza. La niebla proveniente del mar va quedando atrapada en su espalda hasta formar gotas de agua que se deslizan hacia la boca del insecto. De esta forma, este escarabajo se asegura agua potable cada ma√Īana, a pesar de encontrarse a kil√≥metros de la fuente m√°s pr√≥xima de agua dulce.\n\n49. Entre el 25% y el 40% del agua de los bosques costeros de Secoya (Sequoia sempervirens) proviene de la niebla. Al saturarse de niebla las hojas y las ramas de secoyas, el agua gotea hacia la tierra, donde es captada a trav√©s de las ra√≠ces del √°rbol.\n\n50. El Nilo es el r√≠o m√°s largo del mundo. Desde el Lago Victoria hasta su desembocadura en el Mar Mediterr√°neo, la longitud del Nilo es de 5.584 kil√≥metros. Desde su curso de cabecera m√°s lejano, el R√≠o Ruvyironza en Burundi, el r√≠o tiene 6.671 km de longitud. La cuenca fluvial abarca una superficie de m√°s de 3.349.000 km¬≤.\n\n51. La cuenca hidrogr√°fica m√°s extensa del planeta es la drenada por el r√≠o Amazonas que cubre una superficie de unos 6.145.186 km¬≤.\n\n52. El r√≠o m√°s caudaloso del mundo es el r√≠o Amazonas. En Brasil, el r√≠o Amazonas vierte en el Oc√©ano Atl√°ntico, una media de 120.000 m3 por segundo y en √©pocas de crecidas llega hasta 200.000 m3 por segundo.\n\n53. Durante el per√≠odo entre 1992 ‚Äď 2001, los desastres naturales relacionados con el tiempo y el clima generaron 622.000 muertes, afectaron a m√°s de 2.000 millones de personas, dejaron a otros millones sin hogar y desbastaron tierras arables y se propagaron las enfermedades.\n\n54. Las investigaciones sugieren que el n√ļmero de desastres naturales relacionados con el tiempo han aumentado tres veces en los √ļltimos 30 a√Īos.\n\n55. En Arica (Chile) se registra la precipitaci√≥n media anual m√°s baja del mundo. Tras 59 a√Īos de registro de datos se ha comprobado que la media anual es de 0,8 mm.\n\n56. La precipitaci√≥n media anual m√°s alta del mundo se registra en Lloro (Colombia). Tras 29 a√Īos de registro de datos se ha comprobado que la media anual es de 13.230 mm.\n\n57. Debido a su reducida extensi√≥n y sus especiales condiciones geol√≥gicas, topogr√°ficas y clim√°ticas, muchos de los peque√Īos estados insulares en desarrollo afrontan graves dificultades en cuanto a la calidad y cantidad de su agua dulce.\n\n58. La Isla de Nauru recib√≠a por barco la mayor parte de su agua dulce hasta que se instal√≥ una planta de desalinizaci√≥n, y algunas de las peque√Īas islas de Fiji y Tonga tambi√©n reciben agua de islas cercanas por barcaza o barco.\n\n59. Durante las √©pocas de sequ√≠a o de desastres naturales, algunas de las islas peque√Īas de Fiji, Kiribati e Islas Marshall han dependido de los cocos para la obtenci√≥n de agua\n\n60. Hong Kong recibe cerca del 50% del agua potable que consume a trav√©s de dos conductos provenientes del continente asi√°tico.\n\n61. Las diferentes evaluaciones llevadas a cabo por el Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Clim√°tico (IPCC) demuestran que las emisiones de gases invernadero liberadas a la atm√≥sfera desde el siglo XIX conducir√°n a un recalentamiento global del planeta entre 1990 y 2100, con un aumento de la temperatura media anual estimado entre 1,4¬įC y 5,8¬įC.\n\n62. Entre los efectos relacionados con el recalentamiento global se encuentra la subida del nivel del mar (para el per√≠odo comprendido entre 1990 y 2100 las previsiones oscilan entre los 0,09 y los 0,88 metros) y, como consecuencia del aumento de la energ√≠a disponible en el sistema clim√°tico, una intensificaci√≥n del ciclo hidrol√≥gico global.\n\n63. El cambio clim√°tico provocar√° m√°s precipitaciones y una evaporaci√≥n m√°s r√°pida. En general, esta intensificaci√≥n del ciclo hidrol√≥gico dar√° lugar a un planeta m√°s h√ļmedo.\n\n64. Cada vez m√°s, las precipitaciones en forma de lluvia y nieve son m√°s intensas en las latitudes medias y altas del Hemisferio Norte, mientras que en las zonas tropicales y subtropicales de ambos hemisferios las precipitaciones han disminuido considerablemente.\n\n65. Las nuevas condiciones clim√°ticas pueden influir directamente en la magnitud del tiempo de escorrent√≠a y la intensidad de las inundaciones y las sequ√≠as. El cambio clim√°tico puede provocar efectos considerables en los recursos h√≠dricos regionales, afectando al abastecimiento de aguas subterr√°neas y superficiales para uso dom√©stico e industrial, al regad√≠o, la producci√≥n de energ√≠a hidroel√©ctrica, la navegaci√≥n, los ecosistemas ribere√Īos y la recreaci√≥n acu√°tica.\n\n66. En muchas zonas de Europa del Este, Rusia Occidental, Canad√° y California, el caudal m√°ximo de los r√≠os se desplaza de la primavera al invierno, ya que al producirse m√°s precipitaciones en forma de lluvia que en forma de nieve, el agua fluye m√°s r√°pido hacia los r√≠os.\n\n67. En las grandes cuencas africanas del R√≠o N√≠ger, el Lago Chad y el R√≠o Senegal, el total de agua disponible ha disminuido entre un 40% y un 60%.\n\n68. Los glaciares y los casquetes polares cubren casi el 10% de la superficie terrestre del planeta. √Čstos se concentran en Groenlandia y la Ant√°rtida y contienen aproximadamente el 70% de los recursos h√≠dricos del mundo.\n\n69. Seg√ļn el Servicio Geol√≥gico de los Estados Unidos (USGS), el 96% del agua helada del planeta se encuentra en los polos Sur y Norte, el 4% restante se distribuye entre los 550.000 km¬≤ de glaciares y los casquetes de hielo que miden aproximadamente 180.000 km¬≥.\n\n70. El hielo glaciar suele parecer azul cuando se vuelve muy denso. A√Īos de compactaci√≥n provocan que con el tiempo el hielo se vuelva m√°s denso de forma gradual, eliminando las diminutas burbujas de aire ocluidas entre los cristales. Cuando el hielo glaciar se vuelve sumamente denso, el hielo absorbe todos los dem√°s colores del espectro y refleja sobre todo el azul, que es el que percibimos. Cuando el hielo glaciar es blanco, normalmente significa que todav√≠a permanece una gran cantidad de min√ļsculas burbujas de aire en el hielo.\n\n71. Si todo el hielo del planeta se derritiera, el nivel del mar ascender√≠a unos 70 metros aproximadamente.\n\n72. Casi el 90% de un iceberg est√° sumergido en el agua, pudi√©ndose ver s√≥lo el 10% fuera del agua.\n\n73. Entre 1980-2001, el espesor de los 30 glaciares de monta√Īa m√°s importantes disminuy√≥ en promedio unos 6 metros.\n\n74. El Glaciar Kutiah en Pakist√°n es el glaciar m√°s r√°pido del mundo. En 1953, recorri√≥ m√°s de 12 kil√≥metros en tres meses, un promedio de unos 112 metros al d√≠a.\n\n75. Entre 1962 y 2000 el Kilimanjaro perdi√≥ aproximadamente el 55% de sus glaciares.\n\n76. En Asia, casi el 84% del agua extra√≠da se utiliza para fines agr√≠colas, frente al 71% en resto del mundo.\n\n77. El coste unitario de desarrollo del riego var√≠a seg√ļn el pa√≠s y el tipo de infraestructura de regad√≠o, oscilando normalmente entre los 1.000 USD y los 10.000 USD por hect√°rea, con casos extremos que alcanzan los 25.000 USD por hect√°rea. El menor coste de inversi√≥n en riego se observa en Asia, que cuenta con la mayor superficie de regad√≠o y donde las econom√≠as de escala. son posibles. Los costes m√°s elevados de riego se encuentran en el √Āfrica Subsahariana, donde los sistemas de regad√≠o suelen ser m√°s reducidos y el desarrollo del suelo y los recursos h√≠dricos es costoso.\n\n78. Se estima que en los pa√≠ses en desarrollo las extracciones de agua aumentar√°n un 14%, pasando de los 2.128 km¬≥/a√Īo actuales a los 2.420 km¬≥/a√Īo para el 2030.\n\n79. Se estima que la zona de regad√≠o cultivada (superficie acumulada de todos los cultivos durante un a√Īo) aumentar√° en un 33%, de los 257 millones de hect√°reas en 1998 a los 341 millones de hect√°reas en 2030.\n\n80. Los humedales captan y retienen las precipitaciones, evitando el vertido de sedimentos en lagos y r√≠os. Los humedales aportan la humedad en la atm√≥sfera que cae en forma de lluvia y enfr√≠a el medio ambiente.\n\n81. Un an√°lisis global de los recursos de humedales presentado a la Conferencia de las Partes para la Convenci√≥n sobre Humedales en 1999, afirma que si bien ‚Äúno es posible ofrecer una cifra aceptable de la extensi√≥n de los humedales a escala mundial‚ÄĚ, la ‚Äúmejor‚ÄĚ estimaci√≥n global m√≠nima oscila entre 748 y 778 millones de hect√°reas.\n\n82. Casi el 50% de los humedales del mundo han desaparecido en el √ļltimo siglo.\n\n83. Algunos estudios recientes indican que los ecosistemas proporcionan servicios ecol√≥gicos valorados en unos 33 billones de USD cada a√Īo, de los cuales 4,9 billones de USD corresponden a los humedales.\n\n84. Los humedales se encuentran entre los ecosistemas m√°s productivos del planeta. Son fuentes de diversidad biol√≥gica, que aporta el agua y la productividad primaria de la que innumerables especies de plantas y animales dependen para sobrevivir.\n\n85. A menudo se dice que las monta√Īas son ‚Äúdep√≥sitos de agua‚ÄĚ de la naturaleza. Gracias a su tama√Īo y forma, las monta√Īas interceptan el aire que circula por el planeta, √©ste asciende a alturas donde se condensa formando nubes que producen lluvia y nieve.\n\n86. Cada d√≠a aproximadamente una de cada dos personas en el mundo consume agua procedente de las monta√Īas.\n\n87. Mil millones de personas en China, India y Bangladesh, unos 250 millones en √Āfrica y toda la poblaci√≥n del estado de California, en Estados Unidos, se encuentran entre los 3.000 millones personas que dependen del flujo constante de agua dulce y potable de las monta√Īas.\n\n88. En las regiones h√ļmedas del planeta, las monta√Īas proporcionan entre el 30 y el 60% del agua dulce r√≠o abajo. En los ambientes semi√°ridos y √°ridos, √©stas proporcionan entre el 70 y el 95%.\n\n89. Las inundaciones en Asia provocaron la muerte de 7.000 personas en 1998, da√Īaron m√°s de 6 millones de hogares y destruyeron 25 millones de hect√°reas de cultivos en Bangladesh, China, India y Vietnam.\n\n90. En septiembre de 2000 las inundaciones y desplazamientos de terreno que tuvieron lugar en Jap√≥n forzaron la evacuaci√≥n de 45.000 personas; en 24 horas se produjo la mayor precipitaci√≥n jam√°s registrada desde los primeros registros de 1891.\n\n91. S√≥lo en 1999, los desastres naturales provocaron la muerte de al menos 50.000 personas. Evidentemente, las p√©rdidas afectaron mayormente a los pa√≠ses en desarrollo, donde el n√ļmero de v√≠ctimas mortales por desastres naturales fue 13 veces mayor que en los pa√≠ses desarrollados. (WWDR, 2003)\n\n92. Bases de datos de la Oficina de los EE.UU. de Asistencia para Desastres en el Exterior (OFDA) y el Centro de Investigaci√≥n de Epidemiolog√≠a de los Desastres (CRED) revela que m√°s de 2.200 desastres naturales de mayor y menor importancia relacionados con el agua ocurrieron en el mundo entre 1990 y 2001. La mitad de estos desastres fueron inundaciones, el 28% fueron enfermedades transmitidas a trav√©s del agua y brotes epid√©micos y el 11% sequ√≠as. El 35% de estos desastres ocurri√≥ en Asia, el 29% en √Āfrica, el 20% en las Am√©ricas, el 13% en Europa y el resto en Ocean√≠a.\n\n93. Seg√ļn un estudio reciente se calcula que los procesos de desertificaci√≥n afectan al 46% de √Āfrica; de esta superficie, el 55% corre un riesgo alto o muy alto. Las zonas m√°s perjudicadas se ubican a lo largo de las √°reas aleda√Īas al desierto y afecta en total a cerca de 485 millones de personas.\n\n94. Muchos dioses de los oc√©anos y los r√≠os, como Neptuno, Poseid√≥n, Trit√≥n y Oceanus, con sus esposas y su descendencia, as√≠ como Nepomuceno, el patrono de los puentes que vuelve en la tradici√≥n precristiana, fueron testigos desde tiempos inmemoriales del temor de los humanos al poder del agua y de su explotaci√≥n. Antes del a√Īo 3000 a.C., los habitantes de Egipto y Mesopotamia utilizaban las ruedas hidr√°ulicas del mismo modo en que se utilizan hoy en d√≠a.\n\n95. Nadie sabe por qu√©, desde muy temprano en la historia, las personas empezaron a presentar ofrendas de bebida o libaciones. Quiz√°s alguna vez, alguien observ√≥ que enjuagar la vasija donde beb√≠a era beneficioso para su salud, tras lo cual este acto de limpieza se convirti√≥ en una ceremonia.\n\n96. El agua virtual es una herramienta esencial para calcular el uso real del agua de un pa√≠s, o su ‚Äúhuella h√≠drica‚ÄĚ (‚ÄĚwater footprint‚ÄĚ), equivalente al total de la suma del consumo dom√©stico y la importaci√≥n de agua virtual del pa√≠s, menos la exportaci√≥n de su agua virtual.\n\n97. Para producir 1 taza de caf√© se requieren 140 litros de agua.\n\n98. 550 litros es la cantidad de agua necesaria para producir suficiente harina para una raci√≥n de pan (400 gramos).\n\n99. La producci√≥n de 1 litro de leche requiere 1.000 litros de agua.\n\n100. La producci√≥n de 1 kilo de:\n\n- arroz requiere 3.000 litros de agua\n- ma√≠z requiere 900 litros de agua\n- trigo requiere 1.350 litros de agua\n- carne requiere 16.000 litros de agua\n\nInformaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Gr√°ficos Vitales del Agua: secci√≥n sobre los problemas relacionados con los recursos h√≠dricos\nhttp://www.unep.org/vitalwater/resources.htm\ny de la p√°gina web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3: Lugares Vulnerables \nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\ndel sitio web ‚ÄúVital Water Grafics‚ÄĚ (Gr√°ficos vitales del Agua: secci√≥n Gesti√≥n y Usos del Agua) http://www.unep.org/vitalwater/management.htm\n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS J√ďVENES\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 106: EL AGUA Y LOS J√ďVENES EN CONMEMORACI√ďN DEL D√ćA INTERNACIONAL DE LA JUVENTUD - 12 de agosto de 2005''\n\n* La Asamblea General de las Naciones Unidas define como j√≥venes a las personas entre los 15 y 24 a√Īos de edad.\n* La pobreza afecta a los j√≥venes de forma violenta y personal. Una ni√Īa en √Āfrica Subsahariana, por ejemplo, que vive en la extrema pobreza probablemente no podr√° asistir a la escuela porque tendr√° que llevar agua a su hogar.\n* Puesto que el agua dulce se vuelve escasa y la calidad del aire se deteriora, los recursos naturales se han convertido en una fuente de conflicto. Mientras los sistemas biol√≥gicos y la biodiversidad contin√ļan deterior√°ndose, los j√≥venes se enfrentan a un futuro incierto.\n* En muchas regiones del mundo, los j√≥venes inician y lideran proyectos comunitarios para aumentar la disponibilidad y el acceso a agua potable de los habitantes. A trav√©s de recursos tales como las conclusiones de las conferencias sobre el agua, perspectivas locales del medio ambiente global y recomendaciones del Programa 21, los j√≥venes pueden apoyar el desarrollo de planes y evaluaciones locales de utilizaci√≥n del recurso.\n* Creado en 1989 por un grupo de estudiantes de Bhut√°n, el R20;Club Sherubtse de la NaturalezaR21; realiza actividades como controlar las fuentes de agua potable, limpiar y controlar los dep√≥sitos de agua, y limpiar los alrededores de las fuentes de agua a nivel local. En 2002, este grupo de j√≥venes limpi√≥ los dep√≥sitos de agua que abastecen a su comunidad universitaria y al √°rea local. Antes de llevar a cabo esta acci√≥n, cada a√Īo se produc√≠an brotes de fiebre tifoidea, sin embargo, como resultado del control de las fuentes de agua que realiza el grupo, los casos de tifoidea han disminuido de forma significativa en la comunidad.\n* En la provincia de Cebu, Filipinas, la Corporaci√≥n Mundial del Agua abastece de agua a unas 100.000 personas a trav√©s de un programa que combina la tecnolog√≠a de bombeo de agua por energ√≠a solar con sistemas de distribuci√≥n locales. Un total de 110 pueblos (o barangays) en 26 municipios dispondr√°n de sistemas de bombeo de agua por energ√≠a solar previo pago del servicio. Actualmente se est√°n formando j√≥venes para instalar sistemas en cada pueblo y organizar la distribuci√≥n. El financiamiento proviene de dos importantes bancos filipinos, que ofrecen pr√©stamos para la instalaci√≥n y distribuci√≥n estimados en 10 millones de USD.\n* El Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) apoya la Iniciativa de Comunicaci√≥n para la Juventud que trabaja con 20 grupos de j√≥venes de toda Somalia, impartiendo formaci√≥n a los j√≥venes en producci√≥n de radio y v√≠deo. El programa ofrece dicha formaci√≥n con la condici√≥n de que los participantes produzcan programas para sus comunidades que aborden los principales asuntos de inter√©s de los j√≥venes: desde asuntos simples como el acceso a los servicios de salud b√°sica, la amenaza de malaria o la conservaci√≥n y el uso adecuado de los recursos h√≠dricos limitados disponibles en las comunidades, hasta los asuntos m√°s pol√©micos como la mutilaci√≥n genital femenina y los riesgos del virus del SIDA.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del informe Los j√≥venes y los Objetivos de Desarrollo del Milenio: Desaf√≠os y Oportunidades para su Implementaci√≥n\nhttp://www.un.org/esa/socdev/unyin/documents/youthmdgs.pdf \n [formato PDF - 525 KB, en ingl√©s] \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE LAGOS\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N¬ļ 107: LOS LAGOS - 19 de agosto de 2005''\n\n* El Lago Superior, situado entre Estados Unidos y Canad√°, es el lago de agua dulce m√°s grande del planeta. Este lago mide 563 Km. de longitud, 257 Km. de ancho y abarca una superficie de m√°s de 82.000 km¬≤.\n* El Lago Baikal, situado al sureste de Siberia, es el lago m√°s antiguo (25 millones de a√Īos) y m√°s profundo del planeta (1.700 m). Este lago contiene el 20% del total de la reserva de agua dulce l√≠quida del mundo y es conocido como las ‚ÄúGal√°pagos de Rusia‚ÄĚ, pues su antig√ľedad y aislamiento han dado origen a una de las faunas de agua dulce m√°s ricas y raras del mundo.\n* La cuenca del lago Toba, en Indonesia, es la m√°s grande del mundo situada en un cr√°ter volc√°nico, con una superficie de 4.000 Km2.\n* La mayor√≠a de los lagos de agua dulce est√°n ubicados en grandes altitudes, 50% de estos lagos se sit√ļa en Canad√°.\n* Muchos lagos, sobre todo en las regiones √°ridas se tornan salados por la evaporaci√≥n, que concentra la afluencia de sales. El Mar Caspio, el Mar Muerto y el Gran Lago Salado se cuentan entre los lagos de agua salada m√°s importantes del mundo.\n* El Lago Malawi alberga el mayor n√ļmero de especies de peces lacustres del mundo, estim√°ndose en m√°s de 500 el n√ļmero de las mismas, de las cuales, el 90%, se consideran end√©micas. Las especies m√°s importantes desde un punto de vista biol√≥gico y en t√©rminos de medios de subsistencia local, son las 400 o m√°s especies de c√≠clidos, de las cuales 395 son end√©micas del Lago Malawi.\n* El 54% de los lagos y embalses de la regi√≥n de Asia y el Pac√≠fico tienen problemas de eutrofizaci√≥n, mientras que en Europa el 53% de los lagos tienen este problema, en √Āfrica el 28%, en Am√©rica del Norte el 48% y en Am√©rica del Sur 41%.\n* El Lago Chad, situado en √Āfrica Oriental en la frontera entre Chad, N√≠ger y Camer√ļn, ha sido una fuente de agua dulce para los proyectos de regad√≠o de estos pa√≠ses. Los mapas trazados a partir de una serie de im√°genes satelitales muestran una reducci√≥n espectacular del tama√Īo del lago durante los √ļltimos 30 a√Īos. Desde 1963, el lago ha visto reducido en 20 veces su tama√Īo original y ello debido tanto al cambio clim√°tico como a las altas demandas de agua destinada a la agricultura. Desde 1963, la superficie del Lago Chad ha disminuido de unos 25.000 km¬≤ a 1.350 km¬≤.\n* Se estima que cerca de 30 millones de personas dependen del lago Victoria (ubicado entre Kenia, Tanzania y Uganda), cuyos recursos naturales est√°n experimentando una creciente presi√≥n. La poblaci√≥n que habita a orillas del lago creci√≥ r√°pidamente durante el √ļltimo siglo, con el consiguiente incremento sobre la demanda de pescado y productos agr√≠colas. La poblaci√≥n de peces aut√≥ctonos se redujo despu√©s de que, a principios del siglo XX, los colonos europeos introdujeran redes de enmalle. Muchos de los peces aut√≥ctonos se alimentaban de algas, plantas en proceso de descomposici√≥n y caracoles portadores de larvas de esquistosomas que causaban bilharzia en las personas. Tras su desaparici√≥n, el lago comenz√≥ a eutrofizarse, lo que hizo a la poblaci√≥n m√°s vulnerable a la enfermedad.\n*Puesto que la pesca disminuy√≥, se introdujeron especies for√°neas, aumentando a√ļn m√°s la presi√≥n sobre las especies de peces aut√≥ctonos. El mayor impacto result√≥ de la introducci√≥n de la perca del Nilo (Lates niloticus) en los a√Īos 60, como base de la industria pesquera comercial de agua dulce. Este hecho tuvo repercusiones sobre la econom√≠a pesquera local y la distribuci√≥n de la riqueza en la regi√≥n. La poblaci√≥n local, que hasta entonces hab√≠a obtenido del lago las prote√≠nas necesarias, comenz√≥ a padecer malnutrici√≥n y deficiencia prote√≠nica. Aunque cada a√Īo se exportan 20.000 toneladas de pescado proveniente de esta zona a los mercados europeos y asi√°ticos, la poblaci√≥n local s√≥lo puede pagar por las cabezas y los restos de los pescados a los que previamente se les ha extra√≠do la carne.\n\nInformaci√≥n extra√≠da de las secciones ‚ÄúRecursos H√≠dricos‚ÄĚ\nhttp://www.unep.org/vitalwater/02.htm\n‚ÄúProblemas relacionados con los recursos h√≠dricos‚ÄĚ\nhttp://www.unep.org/vitalwater/27.htm\ndel sitio web Gr√°ficos de Agua Vital; de las secciones ‚ÄúEscasez de Agua‚ÄĚ \nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/285.htm\ny ‚ÄúLugares Vulnerables‚ÄĚ http://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\nde la p√°gina web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3; del sitio web Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO\nhttp://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=31&id_site=754\ndel sitio web Perspectiva del Medio Ambiente de √Āfrica de la UNEP\nhttp://www.unep.org/dewa/Africa/publications/AEO-1/161.htm\ny del sitio web de la Direcci√≥n General de Aguas (DGA), Chile\nhttp://www.dga.cl/secuencias/datos_usuarios/dat_usuarios.htm \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE INUNDACIONES\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 121: INUNDACIONES - 25 de noviembre de 2005''\n\n*Las inundaciones, incluyendo las crecidas repentinas y fluviales, las inundaciones costeras, las crecidas causadas por el deshielo y las inundaciones relacionadas con las barreras de hielo y los flujos de lodo, constituyen la mayor amenaza natural relacionada con el agua para los seres humanos, los bienes materiales y los recursos culturales y ecol√≥gicos.\n*Cada a√Īo, las inundaciones afectan a unos 520 millones de personas, as√≠ como a sus medios de subsistencia, cobr√°ndose la vida de unas 25.000 personas alrededor del mundo.\n*El coste anual para la econom√≠a mundial de las inundaciones y otros desastres naturales relacionados con el agua, se sit√ļa entre los 50.000 y los 60.000 millones de USD.\n*Cuando las inundaciones se producen en los pa√≠ses menos desarrollados, √©stas pueden ocasionar miles de v√≠ctimas mortales y desencadenar epidemias. De hecho, las inundaciones pueden llegar a arruinar por completo d√©cadas de inversi√≥n en infraestructuras y paralizar seriamente la prosperidad econ√≥mica.\n*Las econom√≠as en desarrollo centradas en la agricultura dependen en gran parte de los terrenos inundables f√©rtiles para llevar a cabo los esfuerzos destinados a mejorar la seguridad alimentaria y reducir la pobreza.\n*Los humedales situados en zonas inundables contribuyen a la biodiversidad y a crear oportunidades de empleo. Se estima que hoy en d√≠a unos 1.000 millones de personas, una sexta parte de la poblaci√≥n mundial - la mayor√≠a de ellos entre los habitantes m√°s pobres del mundo - viven en zonas inundables.\n*En Asia, el continente con mayor potencial de riesgos de inundaci√≥n, las inundaciones se cobraron la vida de unas 22.800 personas al a√Īo y causaron da√Īos econ√≥micos valorados en 136.000 millones de USD entre 1987 y 1997.\n*Las inundaciones registradas en Europa durante 2002 ocasionaron 100 v√≠ctimas mortales y causaron da√Īos materiales por un valor de 20.000 millones de USD.\n*Teniendo en cuenta que la frecuencia y variabilidad de los eventos de inundaci√≥n extrema se ven alterados por la urbanizaci√≥n y el crecimiento demogr√°fico en zonas inundables, deforestadas, el posible cambio clim√°tico y el aumento del nivel del mar, se prevee que, a nivel mundial, el n√ļmero de personas vulnerables ante inundaciones devastadoras vaya en aumento.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo de las Naciones Unidas ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndocumento ‚ÄúPerspectiva Global de las Nuevas Iniciativas del PHI: la Iniciativa Internacional sobre Sedimentaci√≥n (ISI) y la Iniciativa Internacional sobre Inundaciones (IFI)‚ÄĚ http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001397/139769e.pdf\n [formato PDF - 127 KB, en ingl√©s].
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LAS MONTA√ĎAS\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 123: LAS MONTA√ĎAS - 9 de diciembre de 2005''\n\n*Las zonas monta√Īosas abarcan m√°s del 24% de la superficie terrestre\n*Cerca del 25% de la poblaci√≥n mundial vive en monta√Īas o en zonas aleda√Īas.\n*A menudo a las monta√Īas se las denomina ‚Äútorres de agua‚ÄĚ de la naturaleza, puesto que interceptan la masa de aire que circula por el planeta y √©sta asciende a alturas donde se condensa formando nubes que producen lluvia y nieve.\n*Los principales r√≠os del mundo, desde el R√≠o Grande en Sudam√©rica hasta el Nilo en √Āfrica, nacen en las monta√Īas. En consecuencia, m√°s de la mitad de los habitantes del planeta dependen del agua de las monta√Īas para cultivar alimentos, producir electricidad, mantener la industria y, lo que es m√°s importante, para beber.\n*Cada d√≠a, una de cada 2 personas en el planeta consume agua procedente de las monta√Īas.\n*Mil millones de personas en China, India y Bangladesh, 250 millones en √Āfrica y toda la poblaci√≥n del estado de California, en Estados Unidos, se encuentran entre los 3.000 millones de personas que dependen del flujo constante de agua dulce y potable de las monta√Īas.\n*En las regiones h√ļmedas del planeta, las monta√Īas proporcionan entre el 30 y el 60% del agua dulce r√≠o abajo. En los ambientes semi√°ridos y √°ridos, √©stas proporcionan entre el 70 y el 95%.\n*Parte del agua dulce que procede de las monta√Īas est√° almacenada en los glaciares. La escorrent√≠a del casquete de hielo de Quelccaya en Per√ļ, por ejemplo, ha sido tradicionalmente una fuente de agua para los habitantes de Lima, Per√ļ. Hoy en d√≠a, debido a los efectos del calentamiento global, muchos glaciares se derriten a una velocidad sin precedentes. Durante la √ļltima d√©cada, la disminuci√≥n de este casquete ha aumentado de 3 a 30 metros al a√Īo, lo que constituye un riesgo para el abastecimiento de agua dulce de 10 millones de personas. Igualmente, al norte de India se estima que unos 500 millones de personas ya son v√≠ctimas de la escasez de agua y dependen de los afluentes de los r√≠os Indus y Ganges que alimentan el glaciar. Los cient√≠ficos prev√©n que, al derretirse los glaciares del Himalaya, estos r√≠os aumentar√°n su caudal antes de descender a niveles gravemente bajos.\n*El monte Everest, ubicado en la frontera entre Nepal y China, es la monta√Īa m√°s alta del planeta con 8.850 metros de altitud,.\n*Las representaciones cartogr√°ficas muestran que el 48% del total de la superficie terrestre del planeta se encuentra por encima de los 500 m sobre el nivel del mar; el 27% a m√°s de 1.000 m; el 11% a m√°s de 2.000 m; el 5% a m√°s de 3.000 m; y el 2% a m√°s de 4.000 m.\n*Todas las monta√Īas del mundo por encima de los 7.000 m se encuentran en Asia, y la totalidad de los 14 picos que superan los 8.000 m se sit√ļan en la cordillera de los Grandes Himalayas, que se extiende a lo largo del borde meridional de la Meseta Tibetana.\n\nInformaci√≥n extra√≠da de la secci√≥n dedicada a las Monta√Īas del sitio web de la Red de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente\nhttp://mountains.unep.net/\ny de las secciones ‚Äú¬ŅSab√≠a que‚Ķ?‚ÄĚ\nhttp://www.mountainpartnership.org/media/facts/didyouknow.html\ny ‚ÄúEl Agua de las Monta√Īas‚ÄĚ\nhttp://www.mountainpartnership.org/themes/i-water.html\ndel sitio web de la Alianza para las Monta√Īas.\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y LAS MONTA√ĎAS\n\nA Manual for Monitoring the Mass Balance of Mountain Glaciers (Un Manual para la Vigilancia del Equilibrio de la Masa de los Glaciares de Monta√Īa) N¬į 59 de la serie del PHI Documentos T√©cnicos en Hidrolog√≠a\n\nPor Georg Kaser, Andrew Fountain y Peter Jansson. ¬© UNESCO 2003\n\nEste manual es un proyecto inicial sobre la manera de controlar los glaciares de la regi√≥n del Hindu Kush de los Himalaya (HKH). Este manual preliminar presenta los antecedentes te√≥ricos del equilibrio de la masa glaciar y un resumen de las definiciones y formatos comunes de datos. La publicaci√≥n propone un modelo de glaciar ‚Äúideal‚ÄĚ como gu√≠a para medir el equilibrio de la masa de los glaciares. Bas√°ndose en consideraciones climatol√≥gicas y del cambio clim√°tico, el manual propone un proyecto de Red de Vigilancia de Glaciares. La segunda parte de la publicaci√≥n ofrece detalles pr√°cticos sobre el trabajo en el terreno, el an√°lisis y la presentaci√≥n de datos, centr√°ndose sobre las caracter√≠sticas particulares de los glaciares situados en latitudes bajas y en concreto en la regi√≥n del HKH.
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LAS NACIONES UNIDAS\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 116: EL AGUA Y LAS NACIONES UNIDAS, CON OCASION DEL D√ćA DE LAS NACIONES UNIDAS (24 de octubre) - 21 de octubre de 2005''\n\n* El nombre de __Naciones Unidas__, acu√Īado por el Presidente de los Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, fue utilizado por primera vez en la Declaraci√≥n de las Naciones Unidas del 1 de enero de 1942, durante la Segunda Guerra Mundial, cuando representantes de 26 naciones comprometieron a sus respectivos gobiernos a seguir luchando juntos contra las Potencias del Eje.\n* En 1945, representantes de 50 pa√≠ses se reunieron en San Francisco, Estados Unidos, en la Conferencia de las Naciones Unidas sobre la Organizaci√≥n Internacional con el fin de redactar la Carta de las Naciones Unidas. Los delegados deliberaron en base a las propuestas elaboradas por los representantes de China, la Uni√≥n Sovi√©tica, Reino Unido y Estados Unidos en Dumbarton Oaks, Estados Unidos, entre agosto y octubre de 1944. La Carta fue firmada el 26 de junio de 1945 por los representantes de los 50 pa√≠ses. Polonia, que no estuvo representada en la Conferencia, la firm√≥ m√°s tarde, pasando a formar parte de uno de los 51 Estados Miembros fundadores.\n* El 24 de octubre de 1945 nace oficialmente la Organizaci√≥n de las Naciones Unidas, tras la ratificaci√≥n de la Carta por parte de China, Francia, la Uni√≥n Sovi√©tica, Reino Unido, Estados Unidos y la mayor√≠a de los dem√°s Estados signatarios.\n* La Observaci√≥n General sobre el derecho al agua hecha al Pacto Internacional de Derechos Econ√≥micos, Sociales y Culturales en noviembre de 2002 marca, a nivel internacional, un hito en la historia de los derechos humanos. Por vez primera, el agua es reconocida de forma expl√≠cita como un derecho humano fundamental. Los 145 pa√≠ses que han ratificado el Pacto Internacional est√°n obligados a garantizar progresivamente el acceso universal al agua potable, de forma equitativa e igualitaria.\n* En su Declaraci√≥n del Milenio de 2000, las Naciones Unidas establecieron ocho metas para el desarrollo denominadas Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM). Mediante esta declaraci√≥n, las Naciones Unidas hicieron una llamada a las naciones del mundo para R20;reducir a la mitad, para el a√Īo 2015, el porcentaje (R30;) de personas que carezcan de acceso a agua potable o que no puedan costearloR21; y para R20;poner fin a la explotaci√≥n insostenible de los recursos h√≠dricos formulando estrategias de ordenaci√≥n de esos recursos en los planos regional, nacional y local, que promuevan un acceso equitativo y un abastecimiento adecuadoR21;.\n* El Plan de Acci√≥n de Mar del Plata adoptado por la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Agua (1977), la Conferencia Internacional sobre Agua y Medio Ambiente (Dubl√≠n, 1992), as√≠ como la Cumbre de la Tierra (R√≠o de Janeiro, 1992) - con su documento clave: Programa 21 - y el ejercicio de la Visi√≥n Mundial del Agua (2000), han contribuido a sensibilizar cada vez m√°s acerca de la necesidad de una evaluaci√≥n global de los recursos h√≠dricos como base para llevar a cabo una gesti√≥n m√°s integrada de dichos recursos.\n* Por recomendaci√≥n de la Comisi√≥n sobre el Desarrollo Sostenible y con el s√≥lido respaldo de la Conferencia Ministerial de La Haya de marzo de 2000, ONU-Agua ha llevado a cabo un proceso continuo de evaluaci√≥n que moviliza al conjunto del sistema de las Naciones Unidas a trav√©s del Programa Mundial de Evaluaci√≥n de los Recursos H√≠dricos (WWAP). Este programa coordina los esfuerzos de 24 organizaciones de las Naciones Unidas hacia el control y evaluaci√≥n de los recursos h√≠dricos.\n* El 1er Foro Mundial del Agua tuvo lugar en Marrakech los d√≠as 21 y 22 de marzo de 1997. Este Foro se centr√≥ en temas relacionados con agua y saneamiento, gesti√≥n de aguas transfronterizas, conservaci√≥n de los ecosistemas, igualdad de g√©nero y utilizaci√≥n eficaz de los recursos h√≠dricos. El pr√≥ximo foro, el 4¬į Foro Mundial del Agua, tendr√° lugar del 16 al 22 de marzo de 2006 en Ciudad de M√©xico, M√©xico.\n* La Asamblea General de las Naciones Unidas proclam√≥, en su resoluci√≥n 55/196, el a√Īo 2003 A√Īo Internacional del Agua Dulce. La resoluci√≥n, adoptada el 20 de diciembre de 2000, fue iniciada por el gobierno de Tayikist√°n y apoyada por 148 pa√≠ses. Esta resoluci√≥n alent√≥ a los Gobiernos, al sistema de las Naciones Unidas y a todos los dem√°s actores a que aprovecharan el A√Īo Internacional del Agua Dulce para sensibilizar al p√ļblico acerca de la importancia de utilizar, proteger y gestionar los recursos h√≠dricos de forma sostenible.\n* Bas√°ndose en el t√≠tulo del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el mundo Agua para Todos, Agua para la Vida, la Asamblea de las Naciones Unidas decidi√≥ proclamar, en su resoluci√≥n A/RES/58/217, el per√≠odo 2005-2015 Decenio Internacional para la Acci√≥n El agua, fuente de vida, comenzando el D√≠a Mundial del Agua, 22 de marzo, de 2005. El Decenio se concentrar√° sobre los asuntos relacionados con los recursos h√≠dricos a todos los niveles y la ejecuci√≥n de programas y proyectos sobre agua, con el fin de ayudar a alcanzar los objetivos relativos a los recursos h√≠dricos acordados a nivel internacional y contenidos en el Programa 21, los Objetivos de Desarrollo del Milenio y el Plan de Aplicaci√≥n de Johannesburgo.\n* Este a√Īo, 2005, se cumplen 30 a√Īos de la existencia del Programa Hidrol√≥gico Internacional (PHI), programa cient√≠fico intergubernamental de la UNESCO fundamentalmente dedicado a la investigaci√≥n, el fortalecimiento de capacidades y el desarrollo de los recursos h√≠dricos.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la p√°gina web de Presentaci√≥n del Programa Mundial de Evaluaci√≥n de los Recursos H√≠dricos (WWAP)\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/description/index_es.shtml)\nde la secci√≥n Hitos del Agua 1972 - 2003: Desde Estocolmo hasta Kioto del sitio web del WWAP\n(http://www.unesco.org/water/wwap/milestones/index_es.shtml), del sitio web del A√Īo Internacional del Agua Dulce 2003 (http://www.wateryear2003.org/es/)\ny del sitio web 2005-2015: Decenio Internacional para la Acci√≥n El agua, fuente de vida;\n(http://www.un.org/spanish/events/waterday/2005/statement_decade.html). \n
!¬ŅSAB√ćA QUE‚Ķ? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN OCEAN√ćA\n''BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 118: EL AGUA EN OCEAN√ćA - 4 de noviembre de 2005''\n\n* La cobertura actual de servicios de saneamiento y agua potable mejorados en esta regi√≥n es relativamente buena. Un 94% de la poblaci√≥n tiene acceso al saneamiento mejorado y un 87% al abastecimiento de agua mejorado. Sin embargo, estas cifras resultan sesgadas debido a la numerosa poblaci√≥n de Australia y Nueva Zelanda que goza de una buena prestaci√≥n de estos servicios. Si se excluye a ambos pa√≠ses, los niveles de cobertura son mucho m√°s bajos.\n* Con el fin de alcanzar los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM) de las Naciones Unidas para el a√Īo 2015, 8 millones de personas m√°s deber√°n disponer de acceso a servicios mejorados de abastecimiento de agua y 7,2 millones adicionales deber√°n tener acceso al saneamiento durante el mismo per√≠odo de tiempo.\n* La cobertura de abastecimiento de agua y saneamiento en Fiji y Kiribati es inferior al 50%.\n* La Isla de Nauru recib√≠a por barco la mayor parte de su agua dulce hasta que se instal√≥ una planta de desalinizaci√≥n. Algunas de las peque√Īas islas de Fiji y Tonga tambi√©n reciben agua de otras islas cercanas por barcaza o barco.\n* Durante las √©pocas de sequ√≠a o de desastres naturales, algunas de las islas peque√Īas de Fiji, Kiribati e Islas Marshall han dependido de los cocos para la obtenci√≥n de agua.\n* Australia recibe una precipitaci√≥n anual de 200 a 300 mm en gran parte del pa√≠s, con totales que alcanzan al menos los 1.200 mm a lo largo de la franja oriental y hasta los 1.000 mm en el extremo suroccidental del pa√≠s. En contraposici√≥n, muchas de las islas de la regi√≥n reciben precipitaciones considerablemente m√°s elevadas: por ejemplo, se han registrado 5.000 mm de agua ca√≠da al a√Īo a lo largo de la costa oriental de la Isla Sur de Nueva Zelanda.\n* En Australia el promedio de escorrent√≠a anual es de s√≥lo unos 350 km¬≥. Exceptuando el Murray-Darling, la mayor√≠a de los r√≠os son cortos y drenan la vertiente oriental. El pa√≠s cuenta con cantidades considerables de agua subterr√°nea, pero existen problemas de salinidad, algunos provocados por el regad√≠o.\n* Los r√≠os de Ocean√≠a son cortos, de caudal r√°pido y tienen un promedio anual de escorrent√≠a de unos 2.000 km¬≥.\n* La sequ√≠a vinculada al fen√≥meno de El Ni√Īo ha reducido la recolecci√≥n de precipitaciones, de lentes de agua dulce (masa de agua dulce que flota sobre aguas subterr√°neas salinas) y de aguas subterr√°neas en numerosos estados insulares del Pac√≠fico en desarrollo. Por ejemplo, en 1998, 40 atolones de Micronesia se quedaron sin agua durante uno de estos fen√≥menos, declar√°ndose en estado de emergencia nacional. En el mismo a√Īo, se secaron los tanques de agua de lluvia en zonas importantes de Kiribati y las reservas de agua subterr√°nea poco profundas se volvieron salobres.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n\nInforme de la Conferencia Mundial sobre el Desarrollo Sostenible de los Peque√Īos Estados Insulares en Desarrollo\nhttp://www.sidsnet.org/docshare/other/BPOA.pdf\nCambio Clim√°tico y Recursos H√≠dricos en los Pa√≠ses Insulares en Desarrollo del Pac√≠fico
!¬ŅSAB√ćA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y MITOLOG√ćA\n!!!!BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 125: AGUA Y MITOLOG√ćA - 23 de diciembre de 2005\n''2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acci√≥n ‚ÄúEl agua, fuente de vida‚ÄĚ''\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\nEl D√≠a Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 ser√° coordinado por la UNESCO en torno al tema: ‚ÄúAgua y cultura‚ÄĚ. ¬°Visite el Portal del Agua de la UNESCO regularmente para seguir informado!\nhttp://www.unesco.org/water/index_es.shtml\n\n//Un mito es una historia tradicional o legendaria que normalmente trata de alg√ļn ser o h√©roe, acontecimiento o fen√≥meno natural.//\n\n* Hoy en d√≠a, al disponer de agua potable distribuida directamente por ca√Īer√≠as hasta nuestros hogares y dar por sentado su disponibilidad, resulta dif√≠cil imaginar la gran importancia que ten√≠a dicho recurso para aquellas personas que iban a buscarla cada d√≠a a la orilla del r√≠o o al pozo del pueblo. Nuestros antepasados depend√≠an completamente de la fuente de agua local para sus cosechas y animales, por lo que rend√≠an una veneraci√≥n natural a aquellos lugares donde un agua pura y saludable emanaba de las profundidades de la tierra como si fuera un hecho m√°gico. Por lo tanto, el agua ha constituido un elemento primordial en los mitos y los ritos sagrados en las culturas del mundo entero.\n* En Polonia y Alemania, se cre√≠a en la existencia de los ‚Äúhombres que viv√≠an en el agua‚ÄĚ o nix y sus esposas. Estos pose√≠an una forma humana, con una naturaleza mal√©vola. Los nix habitaban en lagos, r√≠os y estanques e incitaban a ba√Īarse a las personas que pasaban por sus aguas para ahogarlas. Las manchas azules en el cuerpo del ahogado eran se√Īal de que un nix hab√≠a sido responsable del ahogo. Los nix eran considerados impotentes en la tierra y pod√≠an interactuar con los humanos sin ser reconocidos. Observar a una de sus esposas lavando su ropa a orillas de un r√≠o era presagio de tiempo lluvioso o marea alta.\n* En la regi√≥n de Venda, en la Provincia del Norte de Sud√°frica, las personas mantienen la relaci√≥n con sus antepasados calmando los esp√≠ritus del agua, dejando ofrendas en las Cataratas Phiphidi y en Gubukhuvo, la poza que recibe la ca√≠da de sus aguas. Aunque se cree que estos esp√≠ritus del agua pueden cazar su propia carne, no pueden cultivar cereales bajo el agua, por lo que las personas depositan cerveza y cereal en una piedra sagrada, cerca de la parte alta de las cascadas, con el fin de fomentar las buenas relaciones con los esp√≠ritus ancestrales.\n* La expresi√≥n inglesa ‚ÄúTo rain cats and dogs‚ÄĚ (Est√°n lloviendo gatos y perros) significa que ‚ÄúEst√° lloviendo a c√°ntaros‚ÄĚ. En la mitolog√≠a n√≥rdica, los gatos ejercen una gran influencia sobre el clima y los marineros ingleses todav√≠a dicen que ‚Äúel gato lleva un vendaval en su cola‚ÄĚ, debido a su comportamiento especialmente juguet√≥n. Tambi√©n se dec√≠a que las brujas que sobrevolaban las tormentas asum√≠an forma de gato, e incluso hoy en d√≠a en la regi√≥n de Harz, Alemania, al viento huracanado del noreste se le denomina nariz de gato. El perro es un s√≠mbolo del viento, al igual que el lobo. Ambos animales fueron sirvientes de Od√≠n, dios de la tormenta. En las antiguas pinturas alemanas el viento est√° representado por una cabeza de un perro o lobo que exhala una r√°faga de viento. Mientras el gato simboliza la lluvia, el perro representa las fuertes r√°fagas de viento que acompa√Īan al temporal de lluvias, por lo que una ‚Äúlluvia de gatos y perros‚ÄĚ es un fuerte temporal de lluvia y viento.\n* Muchas culturas asocian el agua con la mujer: La Madre de Todo, en un mito aborigen del norte de Australia, lleg√≥ del mar en forma de una serpiente arco iris con sus hijos (los Ancestros) dentro de ella. Fue la Madre de Todo quien cre√≥ el agua para los Ancestros orinando sobre la tierra, creando lagos, r√≠os y agujeros de agua para calmar la sed de sus hijos.\n* Para los griegos, los manantiales eran el lugar predilecto de las ninfas de agua, esp√≠ritus elementales bajo forma de muchachas j√≥venes y bonitas; el significado original de la palabra griega para designar un manantial es la ‚Äúdoncella n√ļbil‚ÄĚ. Algunos manantiales griegos eran consagrados a Hera o Afrodita y se les atribu√≠an propiedades milagrosas. Hera, por ejemplo, recuperaba la virginidad cada a√Īo al sumergirse en la fuente de Kanathos.\n\nInformaci√≥n extra√≠da de la Secci√≥n Mitos e Historias del Agua del A√Īo Internacional del Agua Dulce 2003\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=4532&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html \nel sitio web ‚ÄúManantiales sagrados y otras historias sobre el agua‚ÄĚ http://www.endicott-studio.com/rdrm/forwatr.html\ny el sitio web ‚ÄúAgua: sacralidad e historias de pozos, manantiales, pozas y lagos‚ÄĚ http://www.mythinglinks.org/ct~water.html\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y MITOLOG√ćA\n\nWater, Hindu Mythology and an Unequal Social Order in India (Agua, mitolog√≠a Hind√ļ y un orden social desigual en India)\n\nPor Deepa Joshi y Ben Fawcett. Documento presentado en la 2¬™ Conferencia de la Asociaci√≥n Internacional de Historia del Agua (IWHA), Bergen, agosto de 2001\n\nEste documento analiza la filosof√≠a V√©dica, la base estructural del Hinduismo que se practica en la actualidad, con el objetivo de demostrar que, en el contexto del sistema social hind√ļ, el agua y el cuerpo humano no son entidades meramente f√≠sicas. La publicaci√≥n presenta una investigaci√≥n realizada sobre el terreno acerca del uso del agua en una sociedad hind√ļ rural y muestra que la jerarqu√≠a social basada en castas se ve determinada a nivel local por los principios de pureza y contaminaci√≥n. Estos principios se utilizan en la cultura local para establecer y reforzar el acceso injusto, el control y la distribuci√≥n de los recursos h√≠dricos as√≠ como de los derechos de uso del agua.\n\n:: Acceda al texto √≠ntegro [formato PDF - 68,6 KB, en ingl√©s] \nhttp://www.eng4dev.soton.ac.uk/eng4devpdfs/IWHA%20paper.PDF\n\nAGUA Y MITOLOG√ćA EN INTERNET\n\nSecci√≥n Mitos e Historias del Agua del sitio web del A√Īo Internacional del Agua Dulce 2003\n\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=4532&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html\n\nEsta secci√≥n del sitio web del A√Īo Internacional del Agua Dulce 2003 contiene informaci√≥n sobre diferentes mitos e historias del agua alrededor del mundo: Irlanda, Polinesia, Chile meridional, Nigeria, Costa de Marfil, Brasil, Kenia y Ghana.\n\nManantiales sagrados y otras historias sobre el agua\n\nhttp://www.endicott-studio.com/rdrm/forwatr.html\n\nEste sitio web presenta una perspectiva trans-cultural del agua en la mitolog√≠a. El sitio incluye mitos de Inglaterra, de los Indios Pies Negros de Am√©rica del Norte, de los Kung de Botswana, de los abor√≠genes australianos, as√≠ como mitos griegos, teut√≥nicos y c√©lticos.\n\nMitos de la Isla de Chilo√©\n\nhttp://www.mitologiachilota.cl/english/acuaticos.php?seccion=mitos&subseccion=acuaticos\n\nEste sitio web incluye una lista de los diferentes mitos de la isla de Chilo√©, en Chile, relacionados con los recursos h√≠dricos.\n\nSecci√≥n sobre Agua y Animismo de la p√°gina web ‚ÄúLa P√°gina del Agua‚ÄĚ\n\nhttp://www.thewaterpage.com/religion_animism.htm\n\nEsta p√°gina web analiza la relaci√≥n entre la creencia de que los objetos y fen√≥menos naturales y el universo poseen almas y el agua. El sitio web presenta diferentes creencias procedentes de distintos lugares geogr√°ficos y ofrece informaci√≥n sobre los esp√≠ritus del agua y las propiedades particulares del agua y del agua de lluvia.\n\n \n\n
*BOLET√ćN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 126: AGUA Y CIVILIZACI√ďN - 6 de enero de 2006\n\n!¬ŅSAB√ćA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y CIVILIZACI√ďN\n\n*La mayor√≠a de las grandes civilizaciones del mundo se han desarrollado en torno al agua. Este elementoconstitu√≠a un factor clave no s√≥lo para el abastecimiento de agua dulce, sino tambi√©n para la agricultura, el comercio, el transporte y los sistemas de defensa. Civilizaciones como el Imperio romano, la Civilizaci√≥n egipcia, el Imperio veneciano y la Dinast√≠a de los Omeyas basaron su fundaci√≥n en la facilidad de acceso al agua, ofreciendo a sus poblaciones un medio de supervivencia y de expansi√≥n.\n*Hoy en d√≠a, al igual que en el pasado, el progreso humano est√° condicionado por los avances del conocimiento cient√≠fico en el tema del agua y sus aplicaciones a trav√©s de la ingenier√≠a y la tecnolog√≠a para el bienestar de la sociedad.\n*La tradici√≥n de las termas y su funci√≥n social eran tan importantes en la antigua Roma que, hacia el final de la Rep√ļblica (siglo I a.C.), el abastecimiento de agua y la construcci√≥n de establecimientos termales se hab√≠an convertido en un asunto fundamental en la vida de la ciudad. La construcci√≥n de ba√Īos p√ļblicos de gran tama√Īo, bajo el mandato de sucesivos emperadores romanos, era una manera de impresionar a los ciudadanos con el poder y el prestigio de sus gobernantes.\n*En la antigua Roma, las aguas residuales se evacuaban mediante un sistema de alcantarillado que las vert√≠a en la Cloaca M√°xima, un antiguo arroyo que en √©pocas remotas (probablemente durante el siglo VI a.C.) hab√≠a sido transformado en un canal de drenaje.\n*Se estima que el volumen de agua distribuida en la antigua Roma se situaba en torno a 1 mill√≥n de m¬≥ por d√≠a. Transportada al centro de la ciudad por acueductos, el agua alimentaba numerosas fuentes p√ļblicas donde se hab√≠an construido dep√≥sitos recolectores de agua. Estas fuentes abastec√≠an de agua a la ciudad entera para diferentes fines: beber, lavarse, apagar incendios o simplemente para el disfrute de los ciudadanos.\n*El primer acueducto romano fue construido en el a√Īo 312 a.C. bajo el mandato del censor Appius Claudius Caecus (oficial p√ļblico romano). Tres acueductos m√°s fueron construidos durante la Rep√ļblica para permitir la distribuci√≥n de agua en el centro de la ciudad. Un rasgo caracter√≠stico del Imperio romano era la conexi√≥n de las ciudades a sistemas de abastecimiento de agua. Algunos vestigios del dominio que ejerc√≠an los romanos a trav√©s del agua todav√≠a pueden apreciarse hoy en d√≠a: los acueductos de Segovia y Tarragona en Espa√Īa, de Estambul y de Antioqu√≠a en Turqu√≠a, de Catania en Sicilia y el Puente del Gard en el sur de Francia.\n*El agua era esencial para la supervivencia de la ciudad de Roma. Cuando los godos invadieron Italia en el siglo V, una de las primeras acciones que llevaron a cabo para derrumbar las defensas de Roma fue destruir su sistema de abastecimiento de agua. Esta falta de agua impidi√≥ que Roma volviera a recuperar su gloria anterior hasta el Renacimiento, √©poca en la que nuevos arquitectos lograron restablecer los sistemas de abastecimiento de agua, permitiendo que la ciudad se repoblara y comenzara un nuevo per√≠odo de expansi√≥n.\n*Si el R√≠o Nilo no existiera, un desierto inmenso se extender√≠a desde el Mar Rojo hasta el Oc√©ano Atl√°ntico. Este r√≠o explica la alta densidad de poblaci√≥n de esta regi√≥n y diversidad cultural que siempre la han caracterizado. Las poblaciones que emigraban de las tierras √°ridas encontraron refugio durante los siglos a orillas del "r√≠o divino". El Nilo proporcionaba el agua que posibilitaba la vida, permitiendo la comunicaci√≥n y el riego de los cultivos. Cada a√Īo, sus crecidas fertilizaban y regeneraban las tierras con su limo.\n*En la √©poca de los Faraones, el Nilo fue venerado como una divinidad, e incluso exist√≠a una oficina encargada de medir el nivel de las crecidas con el fin de recaudar los impuestos agr√≠colas correspondientes. Se consideraba que cuanto mayor era el nivel de la crecida, m√°s productiva era la tierra.\n*En el desierto del norte de Per√ļ, en los valles que se extienden desde Moche a Lambayeque, la civilizaci√≥n Chim√ļ, que floreci√≥ del 750 al 1450 d.C., depend√≠a de un sistema mejorado de canales de riego. Cuando esta zona norte√Īa estaba en su auge, era la regi√≥n m√°s poblada de la costa andina central. Los valles fluviales y los desiertos que se extienden entre los valles eran cultivados con ayuda de redes de riego. Los canales eran acueductos empedrados o de arcilla que transportaban el agua de las monta√Īas al desierto. \n\nInformaci√≥n extra√≠da de la publicaci√≥n "Agua y √Čtica: Una Perspectiva Hist√≥rica" (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001363/136341e.pdf) [formato PDF - 346 KB, en ingl√©s] y de la secci√≥n Agua y Civilizaci√≥n del sitio web del proyecto "El Sonido de Nuestra Agua" (http://unesco.uiah.fi/water/material/03_water_and_civilisation_html).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON AGUA Y CIVILIZACI√ďN \n\nWater and Ethics: A Historical Perspective (Agua y √Čtica: Una Perspectiva Hist√≥rica) Ensayo n¬ļ2 de la Serie del PHI sobre Agua y √Čtica\n\nPor Fekri A. Hassan. UNESCO - 2004 \n\nEste ensayo analiza la √©tica del uso del agua dulce desde una perspectiva hist√≥rica, como antecedente de nuestros problemas actuales. La publicaci√≥n presenta una idea general sobre la interacci√≥n entre el uso del agua y el desarrollo de la civilizaci√≥n desde el advenimiento de la agricultura a trav√©s del desarrollo de la acci√≥n del estado y de las ciudades, as√≠ como desde el surgimiento de las civilizaciones antiguas hasta la sociedad global emergente \n\n:: Acceda a la publicaci√≥n √≠ntegra [formato PDF - 346 KB, en ingl√©s] http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001363/136341e.pdf\n\nAGUA Y CIVILIZACI√ďN EN INTERNET\n\nSecci√≥n "Agua y Civilizaci√≥n" del proyecto "El Sonido de Nuestra Agua" (UNESCO)\n\nhttp://unesco.uiah.fi/water/material/03_water_and_civilisation_html\n\nEste sitio web contiene informaci√≥n sobre la funci√≥n que desempe√Īan los recursos h√≠dricos en diversas civilizaciones (Imperio romano, civilizaci√≥n egipcia, Imperio veneciano, dinast√≠a de los Omeyas), religiones (mitos en Polinesia, Egipto, Jap√≥n, Borneo o en la civilizaci√≥n india) y en la cultura (arte y m√ļsica). \n\nAsociaci√≥n Internacional de Historia del Agua (IWHA)\n\nhttp://www.iwha.net\n\nLa historia del agua incluye la historia pol√≠tica y econ√≥mica, la historia de la ciencia y la medicina, la historia de la tecnolog√≠a, el desarrollo, las ciencias medioambientales y la geograf√≠a.\n\nLa IWHA pretende constituir el foro de debate m√°s amplio posible sobre el tema, libre de cualquier influencia o control pol√≠tico o institucional.\n\nEste sitio web contiene informaci√≥n sobre eventos, publicaciones y enlaces sobre estos temas.\n\nSociedad Europea de Historia Ambiental (ESEH)\n\nhttp://adm-websrv3b.sdu.dk/\n\nESEH es una sociedad acad√©mica que tiene como objetivo promover la historia ambiental en Europa, animar y apoyar la investigaci√≥n, la ense√Īanza y las publicaciones en este campo.\n\nEsta Sociedad pretende fomentar el di√°logo entre los conocimientos humanistas, las ciencias medioambientales y otras disciplinas. Su sitio web contiene informaci√≥n sobre noticias, eventos, bibliograf√≠a, publicaciones y enlaces.\n\nSociedad Americana de Historia Ambiental (ASEH)\n\nhttp://www.h-net.org/~environ/ASEH/\n\nLa ASEH trata de comprender la experiencia humana en la tem√°tica del medio ambiente desde las perspectivas de la historia, las artes y las ciencias. Esta Sociedad fomenta el di√°logo transdisciplinario en torno cada aspecto de la relaci√≥n presente y pasada de la humanidad con el mundo natural.\n\nEste sitio web incluye informaci√≥n sobre publicaciones, enlaces, bibliograf√≠a, conferencias, fondos fiduciarios y premios.
TiddlyWiki uses Wiki style markup, a way of lightly "tagging" plain text so it can be transformed into HTML. Edit this Tiddler to see samples.\n\n! Header Samples\n!Header 1\n!!Header 2\n!!!Header 3\n!!!!Header 4\n!!!!!Header 5\n\n! Unordered Lists:\n* Lists are where it's at\n* Just use an asterisk and you're set\n** To nest lists just add more asterisks...\n***...like this\n* The circle makes a great bullet because once you've printed a list you can mark off completed items\n* You can also nest mixed list types\n## Like this\n\n! Ordered Lists\n# Ordered lists are pretty neat too\n# If you're handy with HTML and CSS you could customize the [[numbering scheme|http://www.w3schools.com/css/pr_list-style-type.asp]]\n## To nest, just add more octothorpes (pound signs)...\n### Like this\n* You can also\n** Mix list types\n*** like this\n# Pretty neat don't you think?\n\n! Tiddler links\nTo create a Tiddler link, just use mixed-case WikiWord, or use [[brackets]] for NonWikiWordLinks. This is how the GTD style [[@Action]] lists are created. \n\nNote that existing Tiddlers are in bold and empty Tiddlers are in italics. See CreatingTiddlers for details.\n\n! External Links\nYou can link to [[external sites|http://google.com]] with brackets. You can also LinkToFolders on your machine or network shares.\n\n! Images\nEdit this tiddler to see how it's done.\n[img[http://img110.echo.cx/img110/139/gorilla8nw.jpg]]\n\n!Tables\n|!th1111111111|!th2222222222|\n|!|!th33333|\n|>| colspan |\n| rowspan |left|\n|~| right|\n|colored| center |\n|caption|c\n\nFor a complex table example, see PeriodicTable.\n\n! Horizontal Rules\nYou can divide a tiddler into\n----\nsections by typing four dashes on a line by themselves.\n\n! Blockquotes\n<<<\nThis is how you do an extended, wrapped blockquote so you don't have to put angle quotes on every line.\n<<<\n>level 1\n>level 1\n>>level 2\n>>level 2\n>>>level 3\n>>>level 3\n>>level 2\n>level 1\n\n! Other Formatting\n''Bold''\n==Strike==\n__Underline__\n//Italic//\nSuperscript: 2^^3^^=8\nSubscript: a~~ij~~ = -a~~ji~~\n@@highlight@@ Unfortunately highlighting is broken right now.\n@@color(green):green colored@@\n@@bgcolor(#ff0000):color(#ffffff):red colored@@ Hex colors are also broken right now.\n
[img[Selo|selocom1.jpg]]\n*''550 litros √© a quantidade de √°gua necess√°ria para produzir farinha para uma por√ß√£o de 400 gramas de p√£o.''\n*''Para produzir uma x√≠cara de caf√© s√£o necess√°rios 140 litros de √°gua.''\n*''Para produzir 1 kilograma de (x) s√£o necess√°rios (x) litros de √°gua:''\n***''Arroz - 3.000 litros''\n***''Milho - 900 litros''\n***''Trigo - 1.350 litros''\n***''Carne - 16.000 litros''\n\n(Trad. de Serrano Neves)\n\n//Informaci√≥n extra√≠da del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos H√≠dricos en el Mundo ‚ÄúAgua para Todos, Agua para la Vida‚ÄĚ//\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n//del sitio web Gr√°ficos Vitales del Agua: secci√≥n sobre los problemas relacionados con los recursos h√≠dricos//\nhttp://www.unep.org/vitalwater/resources.htm\n//y de la p√°gina web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3: Lugares Vulnerables//\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\n//del sitio web ‚ÄúVital Water Grafics‚ÄĚ (Gr√°ficos vitales del Agua: secci√≥n Gesti√≥n y Usos del Agua)//\nhttp://www.unep.org/vitalwater/management.htm\n
!SAB√ćA QUE... HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA: VECTOR DE CAMBIO E INTERCAMBIO\n\n¬∑ La navegaci√≥n de r√≠os, lagos y oc√©anos empez√≥ antes de la historia registrada. La navegaci√≥n, debido a su relaci√≥n e importancia respecto al transporte, ha contribuido en gran medida al avance de la civilizaci√≥n. El hombre aprendi√≥ muy pronto que viajar por agua era un medio eficaz para transportar sus bienes comerciales a otras tierras.\n\n¬∑ Probablemente las primeras embarcaciones consist√≠an en un tipo de canoa construida con troncos e impulsadas por remos. Durante la Edad de Piedra, estas embarcaciones se hac√≠an ahuecando el tronco de un √°rbol y, m√°s tarde, las naves fueron cubiertas de tejidos impermeables antes de ser construidas utilizando planchas de madera atadas y cosidas entre s√≠. Pronto se descubri√≥ que, atando velas a los barcos, se pod√≠a aprovechar la fuerza del viento para desplazarse con m√°s rapidez. Probablemente las primeras velas estaban hechas de cuero o juncos entretejidos.\n\n¬∑ El r√≠o Nilo y su valle tuvieron una gran influencia en la cultura y la poblaci√≥n del Antiguo Egipto. Cuando la civilizaci√≥n egipcia se desarroll√≥, su econom√≠a empez√≥ a depender a√ļn m√°s del Nilo. Este r√≠o, adem√°s de agua y tierras f√©rtiles, ofrec√≠a un medio de transporte que permit√≠a a los egipcios relacionarse con otras civilizaciones situadas a orillas del r√≠o, como el reino de Kush. Esta v√≠a fluvial cobr√≥ especial importancia durante el Reino Nuevo, cuando la poblaci√≥n se extendi√≥ a lo largo del Nilo.\n\n¬∑ Los Estados Unidos de Am√©rica cuentan con una larga historia de viajes a trav√©s de sus cursos de aguas continentales. Los r√≠os Hudson, Ohio, Misuri y Bajo Misisipi atrajeron desde muy temprano a colonos que iban en busca de una vida mejor.\n\n¬∑ El Misisipi y sus afluentes siempre fueron rutas comerciales importantes. Los grandes asentamientos nativos surgieron donde se un√≠an las aguas de los r√≠os m√°s importantes, como el Minnesota, el Chippewa, el Illinois y el Misuri en su viaje hacia al sur. Una de las mayores comunidades se situaba cerca de la actual ciudad de San Lu√≠s, Misuri, donde unas 20.000 personas construyeron sus hogares hace casi 2.000 a√Īos.\n\n¬∑ Durante casi 2.000 a√Īos, el r√≠o Danubio ha sido utilizado como importante medio de transporte para los soldados. Durante el siglo III a.C., el r√≠o marc√≥ la frontera norte del Imperio romano y sin duda fue utilizado por los soldados romanos. A√Īos m√°s tarde, los godos, los eslavos, los hunos y otras tribus germ√°nicas se sirvieron del Danubio para cruzar la frontera del Imperio romano. Posteriormente, este r√≠o sirvi√≥ como v√≠a de acceso a Constantinopla. Los Cruzados tomaron tambi√©n la ruta del Danubio para viajar m√°s r√°pido en su intento por recuperar Tierra Santa y,, hacia finales de la Edad Media, los turcos otomanos descubrieron que este r√≠o les permit√≠a avanzar hasta Europa Occidental y Central.\n\n¬∑ En 1455, los marineros portugueses descubrieron el r√≠o Gambia en √Āfrica occidental. Los portugueses, al igual que los ingleses y franceses que les siguieron, buscaban una v√≠a en el interior de √Āfrica, una v√≠a para transportar las riquezas del legendario imperio de Mal√≠ y acceder al Nilo. Este r√≠o fue la primera ruta comercial del interior de √Āfrica y muy pronto se convirti√≥ en escenario del comercio de esclavos.\n\nInformaci√≥n extra√≠da del sitio web del Centro de Patrimonio Mundial (http://whc.unesco.org/), de la secci√≥n R20;La Historia del Transporte en el R√≠o MisisipiR21; del R20;Centro de Educaci√≥n Medioambiental GlobalR21; (http://cgee.hamline.edu/rivers/Resources/Voices/transportation1.htm) y del sitio web R20;El R√≠o Nilo y su impacto en el Antiguo EgiptoR21; (http://www.ccds.charlotte.nc.us/History/Egypt/04/haup/hauptfuhrer.htm).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA: VECTOR DE CAMBIO E INTERCAMBIO\n\nQanats\n\nPor el WaterHistory.org. ¬© WaterHistory.org\n\nEn la primera mitad del primer milenio a.C., los persas empezaron a construir sistemas de t√ļneles denominados qanats con el fin de extraer agua subterr√°nea en las secas cuencas de las zonas monta√Īosas del actual Ir√°n.\n\nDurante el per√≠odo 550-331 a.C., cuando el dominio persa se extendi√≥ desde el Indo hasta el Nilo, la tecnolog√≠a de los qanats se difundi√≥ por todo el imperio. Los gobernantes Aquem√©nidas ofrec√≠an importantes incentivos a los constructores de qanats, as√≠ como a sus herederos, ofreci√©ndoles beneficios sobre los qanats reci√©n construidos durante 5 generaciones. Como consecuencia, se crearon miles de asentamientos nuevos y, los ya existentes, se fueron extendiendo. Hacia el oeste, se construyeron qanats desde Mesopotamia hasta orillas del Mediterr√°neo y, hacia el sur, en regiones de Egipto. Hacia el este de Persia, se construyeron qanats en Afganist√°n, en los asentamientos de los oasis de la Ruta de la Seda en Asia central y en el Turkist√°n chino.\n\nDurante la √©poca romano-bizantina (64 a.C. a 660 d.C.) se construyeron numerosos qanats en Siria y Jordania. Desde all√≠, pareciera ser que la tecnolog√≠a se difundi√≥ hacia el norte y el oeste de Europa, existiendo restos de qanats romanos hasta la regi√≥n de Luxemburgo.\n\nLa expansi√≥n del Islam inici√≥ otra importante difusi√≥n de la tecnolog√≠a de los qanats. Las primeras invasiones √°rabes extendieron la t√©cnica de los qanats hacia el oeste a lo largo del Norte de √Āfrica, Chipre, Sicilia (Italia) y Espa√Īa, incluyendo las Islas Canarias. En Espa√Īa, los √°rabes construyeron un sistema en la ciudad de Crevillente, probablemente con fines agr√≠colas, y otros en Madrid y C√≥rdoba para el abastecimiento de agua urbana. En Am√©rica Latina se pueden encontrar restos de qanats en M√©xico occidental, en Per√ļ y en Chile.\n\nAcceda al documento √≠ntegro [formato PDF - 332 KB] http://www.waterhistory.org/histories/qanats/qanats.pdf