GTD Tiddly Wiki is a GettingThingsDone adaptation by NathanBowers of JeremyRuston's Open Source TiddlyWiki

The purpose of GTD Tiddly Wiki is to give users a single repository for their GTD lists and support materials so they can create/edit lists, and then print directly to 3x5 cards for use with the HipsterPDA.

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!INSTRUÇÕES PARA NAVEGAÇÃO NO WIKI\n*As palavras em letras brancas sobre fundo azul escuro são links para leitura e impressão.\n**O Wiki imprime apenas esta parte que aparece em fundo branco, e para certificar a autoria imprimirá no cabeçalho, final do texto e rodapé a origem do texto.\n*As palavras em marrom sobre fundo azul claro são links para edição.\n**Apenas 'Busca', ''Fechar Todos'', ''Data'' e ''Tudo'' são utilizáveis pelo leitor. Os demais são de pouco interesse para a navegação ou pertencem à administração.\n*''Busca'' - caixa em fundo branco.\n**Basta digitar a palavra procurada e na medida em que as letras forem sendo digitadas a busca irá mostrando o resultado.\n***Isto permite procurar pelo radical da palavra: ''preoc'' mostrará ''preocupação, preocupado, preocupada, preocupar'', por exemplo.\n*''Fechar Todos''\n**Os textos vão sendo abertos em uma pilha com o último por cima, clicando em ''Fechar Todos'' a pilha é eliminada por inteiro.\n*''Data''\n**Abre um índice por data de postagem.\n*''Tudo''\n**Abre um índice alfabético.\n!PONTEIRO DO MOUSE\nColocando o ponteiro do mouse sobre a parte branca com texto aparecerão os botões ''[Fechar]'' [Editar] [Permalink] [Referencias]. Apenas ''[Fechar]'' tem interesse para a navegação. Clique para fechar o texto em que os botões aparecem.\n\n!!!Fonte: http://www.serrano.neves.nom.br\n!!!Fale conosco: http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm
!!ESTATUTO DO INSTITUTO SERRANO NEVES\n\nCAPÍTULO I - CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO\n\nArt. 1º. O INSTITUTO SERRANO NEVES, referido simplesmente como ISN (iesseêne) é uma organização da sociedade civil de interesse público, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, constituída para os fins da LEI 9.790 de 23 de março de 1999, com sede em Goiânia, Estado de Goiás e atuação em todo o território brasileiro.\n\nParágrafo único - A inexistência de fins lucrativos está caracterizada pela não remuneração do exercício de cargo na direção superior e por não distribuição de patrimônio, renda, excedentes financeiros ou qualquer outro ingresso ou acréscimo, entre seus associados, sócios, diretores, conselheiros, gestores, empregados ou prestadores, e pela aplicação integral dos ingressos e acréscimos no objetivo social.\n\nArtigo 2º. O INS reger-se-á pelo presente Estatuto, Regimento Interno e pelas Normas Operacionais que vier a editar.\n\nCAPÍTULO II – OBJETIVO SOCIAL E DURAÇÃO\n\nArt. 3º. O instituto trabalhará para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, promovendo a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.\n\nArt. 4º - O instituto alcançará seu objetivo, atuando por tempo indeterminado, através do incentivo, fomento e produção da confiança da sociedade nas instituições, do pleno exercício das liberdades democráticas e do fortalecimento das relações entre pessoas e grupos, para a formação de comunidades, através de:\n\nI - promoção gratuita da educação e da cultura;\n\nII - promoção da defesa e conservação do patrimônio histórico, artístico, cultural e ambiental;\n\nIII - promoção do desenvolvimento econômico e social através da experimentação não lucrativa de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito;\n\nIV - estudos, pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação democratizada de informações e conhecimentos técnicos e científicos;\n\nV - promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia, da prática dos direitos estabelecidos, da construção de novos direitos, e do culto dos valores universais.\n\nArt. 5º - O instituto desenvolverá suas atividades através das práticas correntes que a sociedade adota, ou de práticas inovadoras, necessárias para a produção do bem comum, para a plenitude dos direitos e garantias individuais e sociais, para consolidação da ordem jurídica, do regime democrático e do Estado Democrático de Direito.\n\nCAPÍTULO III – PATRIMÔNIO E RENDA\n\nArt. 6º. Os ingressos e acréscimos serão constituídos por:\nI - doações, aquisições, dotações orçamentárias ou transferência de órgãos públicos;\n\nII - constituição de renda, comodato e direito de uso;\n\nIII - convênios, parcerias e patrocínios;\n\nIV - produto da alienação da produção intelectual, técnica, tecnológica e científica, a clientes com interesse lucrativo, resguardado o direito de não alienação para fins de privilégio, dominação ou exploração;\n\nV - excedentes financeiros apurados no final do exercício fiscal.\n\nParágrafo único - Só serão aceitos ingressos que atendam aos princípios da legalidade, moralidade, economicidade e eficiência.\n\nArt. 7º. As prestações de contas obedecerão a:\nI - observância dos princípios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade;\n\nII - publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, do relatório de atividades e demonstrações financeiras, incluídas as certidões de débitos, ficando o acervo documental à disposição para exame de qualquer cidadão;\n\nIII - realização de auditoria interna e de auditoria externa independente se for o caso, para verificação da aplicação dos ingressos e acréscimos;\n\nIV - prestação de contas dos recursos e bens públicos conforme determina o parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal.\n\nCAPÍTULO IV – GESTÃO\n\nArt. 8º. A administração será composta por:\nI - Assembléia-Geral presidida pelo Diretor Institucional, com atribuições para:\n\na) eleger entre seus pares os membros do Conselho Institucional;\n\nb) aprovar as políticas e diretrizes, e a prestação de contas efetivada pelo Conselho Institucional;\n\nc) deliberar sobre alteração do estatuto, transformação em fundação, e extinção do instituto, por maioria simples - metade mais um - dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convocação;\n\nII - Diretor Institucional, com atribuições para:\n\na) representar o instituto na forma da lei, onde exigido, podendo fazer-se substituir por preposto ou estabelecer mandato com reserva de poderes;\n\nb) convocar o Conselho Institucional ou a Assembléia Geral e encaminhar proposições;\n\nc) vetar decisão singular ou colegiada que contrarie os objetivos do instituto.\n\nIII - Superintendente Administrativo, com atribuições para superintender as operações de ingressos, acréscimos e recursos materiais e humanos.\n\nIV - Gestor Operacional, com atribuições para coordenação, planejamento, projeto, programa e implementação das ações.\n\nV - Conselho Institucional como órgão curador e deliberativo, presidido pelo Diretor Institucional, composto pelo Superintendente Administrativo, pelo Gestor Operacional e por mais 6 (seis) Sócios Colaboradores que não recebam nenhuma remuneração do instituto, a serem eleitos em assembléia-geral para mandato de três anos, que será reunido a cada bimestre, ordinariamente, ou a qualquer tempo por convocação, e tem atribuições para:\n\na) formular as políticas e diretrizes institucionais, administrativas e operacionais;\n\nb) fiscalizar os ingressos, acréscimos e todas as atividades;\n\nc) efetivar a prestação de contas;\n\nd) interpretar o estatuto, aprovar o Regimento Interno e resolver as dúvidas e omissões;\n\ne) eleger o Diretor Institucional, o Superintendente Administrativo e o Gestor Operacional para um período de três anos e substituí-lo ao final do período ou em caso de vacância.\n\nVI - Conselhos Operacionais, criados e coordenados pelo Gestor Operacional para operar junto à comunidade, compostos por voluntários não remunerados, com capacidade para as operações designadas, preferentemente ligados à comunidade e aos interesses coletivos, e com vocação democrática, poderão ser transformados em núcleos formais de representação ou operação.\n\nVII - Corpo Administrativo e Operacional, composto por prestadores voluntários, prestadores cedidos por outra pessoa jurídica, ou prestadores remunerados.\n\n§ 1º. As decisões dos colegiados serão consideradas aprovadas se receberem a concordância de metade mais um dos convocados que se manifestarem dentro do prazo assinalado, que nunca será inferior a cinco dias úteis.\n\n§ 2º. As reuniões serão convocadas por meio que assegure o conhecimento da data, hora e local, e serão realizadas em espaço físico, por correspondência, conferência, ou qualquer meio que assegure a participação de todos em igualdade de condições e permita a afirmar a concordância ou discordância de forma idônea, das quais serão lavrados termos e anexados documentos para memória.\n\nArt. 9º. A estrutura organizacional será definida no Regimento Interno de cada órgão e pelo órgão explicitada em Normas Operacionais.\nCAPÍTULO V – DOS SÓCIOS\nArt. 10. Os sócios, na categoria única de Colaboradores, serão admitidos pelo Conselho Institucional para comporem a Assembléia-geral, com direito a votarem e serem votados para os cargos não remunerados.\nArt. 11. Os sócios não respondem subsidiária e solidariamente pelas obrigações sociais, salvo disposição legal em contrário.\n\nArt. 12. Serão considerados sócios ativos, para efeito de quorum, os admitidos que responderem às convocações.\n\nCAPÍTULO VI – DA EXTINÇÃO\n\nArt. 13. O INS poderá ser extinto por decisão de metade mais um dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convocação da Assembléia Geral, em reunião especialmente convocada para este fim.\nArt. 14. No caso de dissolução ou perda da qualificação legal o patrimônio líquido será transferido para outra pessoa jurídica, escolhida pela Assembléia Geral, qualificada nos termos da Lei nº 9.790, de 23 de Março de 1999 e com capacidade substitutiva.\n\nCAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS\n\nArt. 15. As políticas e diretrizes a serem formuladas deverão incluir, necessariamente:\na) a promoção de condições para obtenção da qualificação conforme a LEI 9.790 de 23 de março de 1999 e sua regulamentação;\n\nb) a formação e consolidação de patrimônio clausulado para a instituição da Fundação;\n\nc) a instituição da Fundação assim que os órgãos competentes concluírem que o patrimônio é bastante para os fins.\n\nArt. 16. O instituto funcionará provisoriamente na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goiás - Goiânia - Go - CEP: 74805-100\nArt. 17. O estatuto será aplicado a partir da data do registro em Cartório.\n\nDatada em Goiânia, Goiás, em 04 de Dezembro de 2002.
!!FALE CONOSCO\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. nº 580935 do 2º Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jurídicas, Tit. e Docs. de Goiânia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUAÇU-GO - 76400-000 - Tel 62 33574389 - 96255275\n\nMais informações poderão ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto está assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail são os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do horário e da presença dos administradores no local dos telefones.
!CONHEÇA O INSTITUTO\n\nO Instituto Serrano Neves se apresenta em breves notas colocando-se, por sua Diretoria, à disposição do que seja necessários para a troca de informações e o estabelecimento de parcerias e/ou convênios de cooperação.\n\nSerrano Neves\nDiretor Institucional\n\n!1. PROJETO AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA\n\n!!1.1 O que é o Projeto ?\n\nO Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa é o projeto-mãe das ações de desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental a serem desenvolvidas com o estímulo e articulação do Instituto Serrano Neves.\n\n!!1.2 O que é o Instituto Serrano Neves ?\n\nO Instituto Serrano Neves [ ISN ] é uma organização não governamental sem fins lucrativos (Registro n. 580935 no 2º Tabelionato RPJTD de Goiânia - CNPJ 05508400/0001-26) fundada pelo Procurador de Justiça Serrano Neves com a colaboração de pessoas interessadas na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.\n\n!!1.3 Porquê foi escolhido o Lago da Serra da Mesa ?\n\nO Lago da Serra da Mesa é o maior reservatório de água doce do Brasil e possui um entorno, área de influência e bacia de adução de grande magnitude, cujas populações e sedes tem porte para serem alvo de ações de desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no sentido de se configurarem como comunidades sustentáveis segundo estudos e modelagem (Folker Gunther, Odum e Ortega) apontados como necessários para enfrentar com sucesso os quadros futuros de menor disponibilidade de energia e abastecimento de centros populacionais.\n\n!!1.4 Porquê foi escolhido o Município de Uruaçu ?\n\nUruaçu foi escolhido pela soma das vantagens:\n\n*Localização mais próxima da Capital do Estado;\n*estar à margem da BR 153;\n*estar à margem do Lago\n*possuir aeroporto com pista asfaltada;\n*possuir acesso asfaltado até o Lago;\n*possuir rede hoteleira capaz de absorver a demanda do turismo interno.\n\nOutras razões se somam para que Uruaçu possa receber a denominação de PORTAL DO LAGO e ser o centro de irradiação das ações.\n\n!!1.5 O quê o Instituto oferece ?\n\nO Instituto oferece estimular ações sócio-ambientais, tendo como principal elemento a educação sócio-ambiental nos ambientes comunitário e escolar, formais e informais, com vistas a criar uma consciência de sustentabilidade através da cidadania e do exercício dos direitos assegurados na Constituição, envolvendo as pessoas e os grupos em atividades que gerem renda e independência ao mesmo tempo em que essas pessoas e grupos atuem de modo direto na gestão sócio-ambiental.\n\nO Instituto terá sua sede operacional em Uruaçu, onde instalará os projetos-piloto que possam ser visitados e ter a tecnologia tranferida para os interessados, e operará nos contatos para obtenção de recursos e tecnologias, na capacitação para aproveitamento dos recursos materiais e humanos locais na produção - principalmente na comoditização - e na abertura de mercado para comercialização.\n\nA estimulação acontecerá dentro do espectro das políticas privadas (livre iniciativa), mas depende das políticas públicas que são as principais aliadas na formação das comunidades.\n\nTodo o material produzido pelo Instituto é de domínio público, e o Instituto não deseja ser detentor ou gestor de patrimônio a não ser de forma transitória e no mínimo necessário para a estimulação das ações.\n\n!!1.6 O quê o Instituto espera ?\n\nO Instituto espera do governo local a recepção das idéias e dos estímulos às ações, num espaço amplo de diálogo com a comunidade.\n\n!!1.7 Porquê começar agora ?\n\n2003 é o ANO INTERNACIONAL DA ÁGUA DOCE (UNESCO), e tudo está começando após as férias escolares, com tempo suficiente para preparação das comemorações de 22 de Março - DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA, evento que apresenta potencial para colocar URUAÇU no cenário nacional e internacional como AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA.\n\n!!1.8 Mais informações\n\nMais informações poderão ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto está assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail são os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do horário e da presença dos administradores no local dos telefones.
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!PAULO MAURICIO SERRANO NEVES\n*Titular da 23ª Procuradoria de Justiça (CRIMINAL) de Goiás\n*Gabinete na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goiás - Goiânia - Go - CEP: 74805-100\n*Fones: (62) 33574389, 32438263, 95255275\nAs opiniões emitidas neste Wiki pelo Procurador Serrano Neves e pelos demais autores NÃO REPRESENTAM a opinião do Ministério Público de Goiás.\n
''[[Destaques_no_Wiki]] [[Como_Navegar]] [[O_Instituto]] [[O_Estatuto]] [[Fale_Conosco]] [[Publique_Aqui]] [[Responsável]]''
''Saiba mais sobre água''\n
\n''Extrato do BOLETÍN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO''\n''Visite a Home Page do Instituto Serrano Neves [[CLICANDO AQUI|http://www.serrano.neves.nom.br]]''\n''Diga __NÃO__ às espécies exóticas invasoras''
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA SUBTERRÁNEA\n\n''BOLETÍN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO N° 103: AGUAS SUBTERRÁNEAS - 22 de julio de 2005''\n\n* Desde la antigüedad, los seres humanos han satisfecho muchas de sus necesidades básicas de agua a través de fuentes subterráneas. Sin embargo, durante muchos milenios, su capacidad para extraer este fluido vital era mínima en relación con los recursos hídricos disponibles.\n* Entre 1950 y 1975 se produjo una rápida expansión en la explotación de las aguas subterráneas en diversos países industrializados y, entre 1970 y 1990, esta expansión se produjo en la mayoría de los países en vías de desarrollo.\n* No se dispone de estadísticas sistemáticas sobre extracción y utilización de aguas subterráneas, pero a escala global se estima que los acuíferos proporcionan cerca del 50% del abastecimiento actual de agua potable, el 40% de la demanda de agua para la industria y el 20% de la utilización del agua para la agricultura de regadío.\n* Actualmente, con un porcentaje de extracción global de 600-700 km³/año, el agua subterránea es la materia prima más extraída del mundo.\n* Los sistemas de aguas subterráneas constituyen sin duda el embalse y la reserva estratégica de almacenamiento de recursos hídricos más abundante del planeta Tierra - probablemente cerca del 30% del total mundial y el 98% de toda el agua dulce en forma líquida.\n* Calcular el volumen total de almacenamiento de agua subterránea a nivel global no es una tarea sencilla, y la precisión y utilidad de cualquier cálculo será inevitablemente discutible. Las estimaciones efectuadas oscilan entre 7 y 23,4 millones de km³, pero estas estimaciones están sujetas a importantes suposiciones acerca de la profundidad y porosidad real de la zona de reserva de agua dulce.\n* El agua subterránea es la piedra angular de la “revolución agrícola verde” asiática, ésta proporciona también un 70% del abastecimiento de agua por tuberías en la Unión Europea y los medios de subsistencia necesarios en extensas zonas rurales del África Subsahariana.\n* El caso de India merece especial mención ya que el agua subterránea proporciona directamente un 80% del abastecimiento de agua destinado a consumo doméstico en las zonas rurales, con cerca de 2,8 a 3 millones de pozos de bombeo manual construidos en los últimos 30 años. Además, se estima que actualmente se bombean unos 244 km³/año para la irrigación de 15 a 17 millones de pozos motorizados, excavados y tubulares, con un 70% de la producción agrícola nacional dependiente del agua subterránea.\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n\n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS DESASTRES NATURALES\n\n!!!!BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 114: AGUA Y DESASTRES NATURALES, EN CONMEMORACIÓN DEL DÍA INTERNACIONAL PARA LA REDUCCIÓN DE LOS DESASTRES NATURALES (12 de octubre) - 7 de octubre de 2005\n\n* El mundo está experimentando un aumento dramático de los daños ocasionados por desastres naturales, desde las sequías extremas a las grandes inundaciones, todo ello debido a la mala gestión de los recursos hídricos y terrestres y posiblemente al cambio climático.\n* Las pérdidas afectan sobre todo a los países más pobres, donde el número de víctimas mortales a causa de tales eventos es 13 veces superior al de los países ricos.\n* Cerca del 75% de la población mundial vive en zonas que sufrieron, entre 1980 y 2000, como mínimo un terremoto, un ciclón tropical, una inundación o una sequía.\n* Cada día se registran más de 184 muertes en distintas partes del mundo como consecuencia de un terremoto, un ciclón tropical, una inundación o una sequía.\n* Entre 1990 y 2001 se produjeron en el mundo más de 2.200 desastres naturales de mayor y menor importancia relacionados con los recursos hídricos. De estos desastres, las inundaciones representaron la mitad del total de desastres, las enfermedades transmisibles a través del agua y los brotes epidémicos representaron el 28% y las sequías el 11%. El 35% de estos desastres ocurrieron en Asia, el 29% en África, el 20% en América Latina y el Caribe, el 13% en Europa y el 3% en Oceanía.\n* Los efectos de un único desastre pueden ser tremendos. Hay desastres que han provocado, en algunos casos, una caída del Producto Nacional Bruto (PNB) de hasta un 10% en las economías más desfavorecidas.\n* Las pérdidas económicas anuales asociadas a desastres naturales alcanzaron un promedio de 75.500 millones de USD en los años 60, 138.400 millones de USD en los años 70, 213.900 millones de USD en los años 80 y 659.900 millones en los años 90.\n* Un mayor número de personas resultó afectado por los desastres durante la última década respecto de la década anterior. La cifra aumentó de un promedio de 147 millones de personas al año (1981-1990) a un promedio de 211 millones de personas al año (1991-2000).\n* Las inundaciones representaron más del 65% de las personas afectadas por desastres naturales, mientras que el hambre afectó casi al 20%.\n* Entre 1973 y 1997, cerca de 66 millones de personas al año sufrieron daños a causa de las inundaciones, por lo que se considera que las inundaciones son los desastres naturales de efectos más devastadores.\n* Entre 1991 y 2000 las sequías fueron responsables de más de 280.000 muertes y se cobraron decenas de millones de USD en daños.\n* El Estado de Orissa, India, experimentó grandes inundaciones en el año 2000, éstas seguidas en 2001 por la mayor sequía de la década y por nuevas inundaciones. Unos 27 millones de personas resultaron afectadas, cifra enorme para una población de 32 millones.\n* La sequía que sufrió Zimbabwe a principios de la década de los 90 guarda relación con la disminución del 11% del Producto Interior Bruto (PIB) y la caída de un 60% de la bolsa de valores; las recientes inundaciones ocurridas en Mozambique llevaron a una reducción del PIB de un 23%, y la sequía del año 2000 en Brasil redujo a la mitad el crecimiento económico previsto.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”,\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la publicación “La Reducción de Riesgos de Desastres: Un Desafío para el esarrollo”\nhttp://www.undp.org/bcpr/disred/espanol/publications/rdr.htm \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA, RELIGIONES Y CREENCIAS\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 122: AGUA, RELIGIONES Y CREENCIAS - 2 de diciembre de 2005''\n\n*El agua desempeña una función primordial en numerosas religiones y creencias alrededor del mundo. Como “fuente de vida”, el agua representa el (re)nacimiento. El agua limpia el cuerpo y, por lo tanto, también lo purifica. Estas dos cualidades principales otorgan al agua una condición simbólica, incluso sagrada, haciendo del agua un elemento clave en las ceremonias y cultos religiosos.\n*A menudo, el agua es percibida en las religiones como un dios, una diosa o una entidad divina. Los ríos, la lluvia, los estanques, los lagos, los glaciares, las granizadas o la nieve son algunas de las formas que puede adoptar el agua al interpretarse e incorporarse en las esferas culturales y religiosas.\n*El agua religiosa nunca es neutra y pasiva. Se considera que este agua posee el poder y la capacidad de transformar el mundo, redimir los pecados y santificar. El agua elimina la contaminación y purifica tanto en un sentido físico como simbólico. El agua es una sustancia viva y espiritual, que actúa como mediadora entre los seres humanos y los dioses. A menudo el agua representa la frontera entre este mundo y el más allá.\n*En el Budismo, el agua es utilizada en el marco de los funerales: ésta se vierte hasta desbordar en un recipiente situado ante los monjes y el cuerpo del difunto. Cuando el recipiente se llena y se desborda, los monjes recitan “Como las lluvias llenan los ríos y fluyen hacia el océano, de la misma manera alcance lo entregado al difunto.”\n*Para el Cristianismo, el agua es indisociable del Bautismo, que es el sacramento de admisión en la iglesia cristiana. A la persona bautizada se le sumerge completa o parcialmente en el agua, o solamente se le rocía la cabeza con algunas gotas de agua. Este rito encuentra su origen en los textos del evangelio donde está escrito que Jesús fue bautizado por Juan Bautista en el río Jordán. Durante el rito del bautismo, el agua representa la purificación, el rechazo del pecado original.\n*En el Nuevo Testamento, el “agua viva” o el “agua de vida” representa el Espíritu de Dios y, por tanto, la vida eterna.\n*Para el Hinduismo, el agua posee poderes de purificación espiritual. Lavarse con agua por la mañana es una obligación diaria. Cerca de cada templo se encuentra una fuente de agua y los adeptos deben bañarse en ella antes de entrar en el templo. A menudo, los lugares de peregrinación se sitúan en la orilla de los ríos; sobre todo se veneran los sitios donde convergen dos o incluso tres ríos.\n*Para el musulmán, el agua tiene ante todo una función purificadora. Existen tres clases de ablución para la religión islámica:\n**La más importante concierne al cuerpo entero; obligatorio después del acto de amor, se recomienda antes de la oración del viernes y antes de tocar el Corán.\n**Todos los días, el musulmán debe enjuagarse la cabeza, lavarse las manos, los antebrazos y los pies antes de las cinco oraciones diarias. Las mezquitas siempre tienen puntos de agua, a menudo fuentes, para estas abluciones.\n**Cuando falta agua, las personas de confesión islámica utilizan la arena; se trata del tercer tipo de ablución.\n*Para los judíos, la limpieza ritual con agua permite restaurar o conservar un estado de pureza. En el judaísmo es obligatorio lavarse las manos antes y después de las comidas. El baño ritual, o Mikveh, era sumamente importante para las comunidades judías en otro tiempo; si bien se practica menos hoy en día, sigue siendo obligatorio para los convertidos. Los hombres van al Mikveh los viernes y antes de las grandes fiestas; las mujeres, antes de su matrimonio, después de los partos y al final de sus menstruaciones.\n*La religión sintoísta se basa en la veneración de los kamis, esas innumerables deidades que contiene la naturaleza. El culto de los kamis empieza siempre por un acto de purificación con agua. La purificación permite restablecer el orden y el equilibrio entre la naturaleza, los humanos y las deidades. En esta religión, las cascadas son consideradas sagradas.\n\nInformación extraída del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la Sección Hechos y Cifras del sitio web del Año Internacional del Agua Dulce 2003: El agua y las religiones\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=6341&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html\n\n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA, SANEAMIENTO E HIGIENE\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 119: AGUA, SANEAMIENTO E HIGIENE - 11 de noviembre de 2005''\n*Agua, saneamiento e higiene (tanto medioambiental como humana) son tres factores vinculados entre sí y determinantes de la serie agua/enfermedad/pobreza.\nLa ausencia de un saneamiento adecuado es el factor determinante más crítico de la contaminación del agua potable por microorganismos.\n*Más de 2.600 millones de personas, 40% de la población mundial, carecen de instalaciones básicas de saneamiento.\nMás de 1.000 millones de personas en el mundo utilizan aún fuentes de agua no aptas para el consumo.\n*Entre las enfermedades y los factores de mala salud directamente relacionados con el agua, el saneamiento y la higiene, se incluyen la diarrea infecciosa (cólera, salmonelosis, sigelosis, amebiasis y otras infecciones virales y protozoarias), fiebres tifoidea y paratifoidea, hepatitis aguda A, hepatitis aguda E y F, fluorosis, arsenicosis, legionelosis, metahemoglobinemia, esquistosomiasis, tracoma, infecciones debidas a helmintos intestinales (ascariasis, tricuriasis, anquilostomiasis), dracunculiasis, sarna, dengue, filariasis (filariasis linfática y oncocerciasis), malaria, encefalitis japonesa, infección por el virus del Nilo Occidental, fiebre amarilla e impétigo.\n*Globalmente, entre 1.085.000 y 2.187.000 muertes provocadas por enfermedades diarreicas se pueden atribuir al factor de riesgo “agua, saneamiento e higiene”. El 90% de estos casos ocurre en niños menores de cinco años.\nLa mejora del abastecimiento de agua segura, y en particular en lo que concierne al saneamiento y la higiene, podría reducir la incidencia de las enfermedades diarreicas en un 20% y disminuir en más del 50% el número de muertes provocadas por dicha enfermedad.\n*El simple acto de lavarse las manos en determinados momentos de la vida diaria (después de usar la letrina y de cambiar pañales, antes de manipular y comer alimentos, etc.) puede reducir en un 33% los episodios de enfermedades diarreicas.\n*Alcanzar los objetivos de saneamiento supone que, de aquí a 2015, un promedio anual de 140 millones de personas debe acceder a servicios de saneamiento. Si se compara con el promedio de 85 millones de personas que obtuvieron acceso al saneamiento cada año entre 1990 y 2002, se plantea un enorme desafío tanto para los gobiernos como para la comunidad internacional.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Estadísticas sobre Saneamiento de UNICEF\nhttp://www.childinfo.org/areas/sanitation/\ny del sitio web del Programa de UNICEF sobre Agua, Medio Ambiente y Saneamiento\nhttp://www.unicef.org/spanish/wes/ \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN LAS ZONAS RURALES\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 109: EL AGUA EN LAS ZONAS RURALES - 2 de septiembre de 2005''\n* Las características que distinguen las zonas urbanas de las rurales son diferentes en cada país, por lo que no existe una definición universal. Cada país debe decidir qué zonas serán clasificadas como urbanas y cuáles como rurales, de acuerdo con sus propias circunstancias.\n*Para efectos nacionales, así como para efectos comparativos internacionales, la unidad de clasificación más apropiada es el número de habitantes de la localidad en cuestión. Sin embargo, hay que reconocer que una distinción entre urbano y rural basada únicamente en el tamaño de la población de las localidades no siempre ofrece una base satisfactoria de clasificación, sobre todo en los países altamente industrializados.\n* En el año 2000, 3.195 millones de personas (52,8%) en el mundo vivían en zonas rurales. En las regiones más desarrolladas el porcentaje de población rural ese mismo año era del 24% y en las regiones de menor desarrollo económico del 59,6%.\n* Las Naciones Unidas prevén que 3.338 millones de personas (46,3%) habitarán en zonas rurales para el año 2015.\n* Un 75% de la población más desfavorecida trabaja y vive en zonas rurales; se prevé que en 2020 este porcentaje se reducirá al 60% y en 2035 al 50%, a causa de la creciente urbanización.\n* La reducción de la pobreza rural exige una mejor asignación y distribución del agua con el fin de aumentar la producción de alimentos básicos. El arroz y la horticultura generan muchos ingresos para colectivos desfavorecidos, pero requieren grandes cantidades de agua.\n* Los niveles actuales de cobertura de abastecimiento de agua en el medio rural son relativamente altos en comparación con la cobertura de saneamiento en el mismo medio. En las zonas rurales, este tipo de cobertura es menos de la mitad de la de las zonas urbanas.\n* El 80% de las población que carece de un saneamiento adecuado (2.000 millones personas) habita en zonas rurales. De éstas, 1.300 millones habitan únicamente en China e India.\n* En África, Asia, América Latina y el Caribe, casi 1.000 millones de personas en zonas rurales carecen de acceso a instalaciones mejoradas de abastecimiento de agua y saneamiento.\n* A nivel local, la agricultura es el principal medio de vida de muchas comunidades rurales, y la disponibilidad de un agua adecuada permite la producción de alimentos para consumo doméstico y para su venta en mercados locales.\n* Gran parte de la población desfavorecida del medio rural trabaja directamente en la agricultura como pequeños productores, jornaleros o pastores. El impacto global puede ser importante: en India, por ejemplo, en los distritos no irrigados, el 69% de la población es pobre, mientras que en los distritos irrigados, la pobreza alcanza únicamente al 26% de la población. En las zonas rurales, los ingresos se pueden incentivar con medidas de apoyo a las poblaciones desfavorecidas, tales como garantizar el acceso equitativo a la tierra, el agua y otros recursos así como a los servicios, incluyendo la educación y la salud. Las reformas pertinentes de las políticas y prácticas agrícolas pueden fortalecer estas medidas.\n* La pobreza rural se está “feminizando” al emigrar los hombres en edad productiva de las zonas rurales empobrecidas hacia un ámbito urbano más prometedor o ser reclutados a la fuerza por grupos armados, dejando atrás a mujeres, ancianos, enfermos y niños.\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la sección Aprovechamiento y gestión de los recursos hídricos\nhttp://www.unep.org/vitalwater/18.htm\ndel sitio web Gráficos de Agua Vital, de la sección Disponibilidad y Aprovechamiento\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/english/294.htm\nde la página web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3, del Informe sobre la Pobreza Rural 2001\nhttp://www.ifad.org/poverty/index.htm\ny de la sección Densidad de población y urbanización\nhttp://unstats.un.org/unsd/demographic/sconcerns/densurb/densurbmethods.htm\ndel sitio web de la División de Estadísticas de las Naciones Unidas. \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y ALIMENTACIÓN\n\n''AGUA Y ALIMENTACIÓN, EN CONMEMORACIÓN DEL DÍA MUNDIAL DE LA ALIMENTACIÓN (16 de octubre) - 14 de octubre de 2005''\n\n*La principal fuente de suministro de alimentos de la población del mundo es la agricultura.\n*Los alimentos y la agricultura son los principales consumidores de agua. Ambos requieran aproximadamente una cantidad de agua 100 veces superior a la que utilizamos para satisfacer nuestras necesidades personales básicas, ya que más del 70% del agua extraída de ríos y acuíferos se destina al regadío.\n*Aunque la producción alimentaria responde a la demanda del mercado a precios históricamente bajos, se estima que en los países en desarrollo 777 millones de personas no tienen acceso a alimentos suficientes porque no disponen de medios para comprarlos o, en el caso de los agricultores de subsistencia, para producirlos.\n*La Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) prevé una expansión neta de tierras de regadío de unos 45 millones de hectáreas en 93 países en vías de desarrollo, lo que podría llegar a significar un total de 242 millones de hectáreas en 2030.\n*La FAO estima que las extracciones de agua con fines agrícolas aumentarán en un 14% entre 2000 y 2030 con el fin de satisfacer las necesidades futuras de producción de alimentos. El análisis estima una tasa de crecimiento anual de un 0,6 %, una cifra considerablemente inferior al 1,9% observado en el período comprendido entre 1963 y 1999.\n*En promedio, únicamente el 40% del agua extraída para uso agrícola de ríos, lagos y acuíferos, contribuye realmente a la producción de cultivos, perdiéndose el resto por evaporación, infiltración profunda o por el crecimiento de malas hierbas. Por lo tanto, se estima que, a nivel mundial, el volumen actual de extracciones de agua para regadío asciende a unos 2.000-2.500 km³ al año.\n*Una estimación aproximada de las necesidades mundiales de agua para la producción de alimentos puede basarse en el volumen medio de agua que se precisa para producir la cantidad de alimentos necesaria para una persona. Dependiendo de la composición de los alimentos y teniendo en cuenta las pérdidas posteriores a la cosecha, para producir el promedio actual de consumo de alimentos de 2.800 cal/persona/día se necesitan unos 1.000 m³ de agua por año. Por lo tanto, con una población mundial de 6.000 millones de personas, se requieren 6.000 km³ de agua para producir los alimentos necesarios (excluyendo las pérdidas de conducción asociadas a la red de riego).\n\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ny de la publicación “Agricultura, Alimentos y Agua”\nhttp://www.fao.org/documents/show_cdr.asp?url_file=/DOCREP/006/Y4683E/Y4683E00.HTM \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 120: RECURSOS DIDÁCTICOS SOBRE EL AGUA - 18 de noviembre de 2005''\n\n* A la Tierra se le llama Planeta Azul debido a que el 70% del globo está cubierto por agua. Sólo el 2,5% del agua del planeta es agua dulce, mientras que el 97,5% son océanos. De ése 2,5%, sólo el 0,3% está disponible en ríos, lagos y embalses, el 30% en agua subterránea, y el resto está congelada en glaciares lejanos, placas de hielo y zonas montañosas; todos ellos lugares a los que difícilmente podemos acceder.\n* Las gotas de lluvia no tienen forma de lágrima. Con la ayuda de cámaras ultra rápidas, los científicos han descubierto que las gotas de lluvia se asemejan a la forma de un panecillo de hamburguesa.\n* Aproximadamente dos tercios del cuerpo humano es agua. Algunas partes del cuerpo contienen más agua que otras. Por ejemplo, el 70% de la piel está compuesta por agua.\n* Una persona puede sobrevivir 1 mes sin alimentos, sin embargo solamente puede hacerlo sin agua 5 a 7 días.\n* La mayor parte de los alimentos que consumimos están compuestos de agua: tomates (95%), espinacas (91%), leche (90%), manzanas (85%), patatas (80%), carne (61%).\n* Más de la mitad de las especies animales y vegetales del mundo viven en un ambiente acuático.\n* El Nilo es el río más largo del mundo. Este río fluye 6.671 kilómetros desde sus fuentes hasta el Mar Mediterráneo.\n* La cuenca hidrográfica más extensa del planeta es la drenada por el río Amazonas, que cubre una superficie de unos 6.145.186 km².\n* El Lago Superior, situado entre Estados Unidos y Canadá, es el lago de agua dulce más grande del planeta. Este lago mide 563 Km. de longitud, 257 Km. de ancho y abarca una superficie de más de 82.000 km².\n* El Lago Baikal, situado al sureste de Siberia, es el lago más antiguo (25 millones de años) y más profundo del planeta (1.700 m). Este lago contiene el 20% del total de la reserva de agua dulce líquida del mundo y es conocido como las “Galápagos de Rusia”, pues su antigüedad y aislamiento han dado origen a una de las faunas de agua dulce más ricas y raras del mundo.\n* Dentro de 25 años, es posible que la mitad de la población mundial tenga dificultades para encontrar agua dulce en cantidades suficientes para el consumo y el riego.\n* Hoy en día, más de 80 países, lo que representa el 40% de la población mundial, sufre una grave escasez de agua. Las condiciones podrían llegar a empeorar en los próximos 50 años, a medida que la población aumente y que el calentamiento global perturbe los regímenes de precipitaciones.\n* Un tercio de la población mundial vive en zonas con estrés hídrico, donde el consumo supera al abastecimiento. Asia sur-occidental es la región más amenazada por esta situación. Más del 90% de la población de esa región está sufriendo un grave estrés hídrico, con un consumo de agua que supera en un 10% los recursos hídricos renovables.\n\nInformación extraída de la sección R20;¿Sabía qué?R21; del sitio web de Environment Canada,\nhttp://www.ec.gc.ca/water/en/nature/prop/e_facts.htm\nde la sección R20;25 hechos sobre el AguaR21; del sitio web de la Asociación Americana de Obras Hidráulicas\nhttp://www.awwa.org/Advocacy/learn/info/425FactsAboutWater.cfm\nde la sección Hechos Clave sobre el Agua de UNEP http://www.rolac.unep.mx/dmma2003/hechos.htm\ny del sitio web del Año Internacional del Agua dulce 2003 http://www.wateryear2003.org/es/ \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS ASENTAMIENTOS HUMANOS\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 113: AGUA Y ASENTAMIENTOS HUMANOS, EN CONMEMORACION DEL DIA MUNDIAL DEL HABITAT (3 de octubre) - 30 de septiembre de 2005''\n* Durante el siglo XX la población urbana del planeta aumentó en más de diez veces su número, mientras que la población rural tan sólo se duplicó.\n* Hoy en día, la mitad de la población mundial vive en zonas urbanas.\n* En 1800, sólo las ciudades de Londres y Beijing contaban con más de un millón de habitantes; en 1950, ya existían 85 ciudades con un millón o más habitantes; en el año 2000, ya se registraban 388 ciudades de más de un millón de habitantes.\n* A finales del siglo XX se desarrollaron las “megalópolis”, ciudades de 10 o más millones de habitantes. En el año 2000, 16 ciudades se habían convertido en “megalópolis”, concentrando el 4% de la población mundial.\n* Más de 900 millones de habitantes en zonas urbanas viven en barrios marginales.\n* Uno de los principales desafíos que afrontan los asentamientos humanos es garantizar el acceso a servicios adecuados de abastecimiento de agua y saneamiento. El séptimo Objetivo de Desarrollo del Milenio (ODM) intenta reducir a la mitad, para el año 2015, el porcentaje de personas que carece de un acceso sostenible al agua potable. Para alcanzar este objetivo, 961 millones de personas que viven en zonas urbanas deberán tener un acceso mejorado al abastecimiento de agua y 1.000 millones de personas a un saneamiento mejorado.\n* Cerca de 1.200 millones de personas residentes en zonas urbanas dependen de los recursos hídricos subterráneos y 1.800 millones dependen de fuentes de aguas superficiales.\n* En muchas ciudades africanas, sólo se recoge entre el 10 y el 30% del total de desechos sólidos procedentes de viviendas urbanas, siendo estos servicios inevitablemente más deficientes en los asentamientos informales.\n* En África, 150 millones de habitantes de zonas urbanas (aproximadamente el 50% de la población urbana), no disponen de un abastecimiento de agua adecuado, mientras que 180 millones, es decir, cerca del 60% de las personas que viven en zonas urbanas, carecen de un saneamiento adecuado.\n* En las zonas urbanas de Asia, 700 millones de personas, lo que representa la mitad de la población, no disponen de agua potable, mientras que 800 millones de personas, el 60% de la población urbana, carecen de un saneamiento adecuado.\n* En América Latina y el Caribe, 120 millones de habitantes en zonas urbanas, lo que representa el 30% de la población urbana, carecen de agua potable. Aquellas personas que no disponen de un saneamiento adecuado suman 150 millones, es decir, el 40% de la población urbana.\n* En Mahira, una zona de barrios marginales de Haruma, Nairobi, existe sólo una instalación sanitaria con 10 letrinas y 2 baños para un asentamiento de 332 hogares, es decir, 1.500 habitantes.\n* Si el “acceso al agua” se define como la disponibilidad de agua a menos de 100 metros, en Daka, Bangladesh, el porcentaje de población que cuenta con dicho acceso es mucho menor al 99% registrado en las estadísticas oficiales.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”, \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nla publicación “Agua y Saneamiento en las Ciudades: Acciones Locales para Objetivos Globales”\nhttp://www.unhabitat.org/mediacentre/documents/wwf18.pdf\n[formato PDF – 262 KB, en inglés], “Agua y Asentamientos” (Ponencia presentada por Engin Koncagul en el encuentro METRÓPOLIS 2005)\nhttp://www.metropolis.org/Data/Files/346_C6_Kongacul.pdf [formato PDF – 1,51 MB]. \n
!HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN ASIA\n''CORRIENTES - Noticias del Programa Mundial de Evaluación de los Recursos Hídricos de las Naciones Unidas (UN-WWAP) Ejemplar n° 21, noviembre de 2005''\n\n2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acción “El agua, fuente de vida”\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\nEl Día Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 estará coordinado por la UNESCO en torno al tema: “Agua y cultura”. El 2º Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo será lanzado durante este día en el marco del 4° Foro Mundial del Agua en Ciudad de México, México.\n\n¡Visite el sitio web del WWAP regularmente para seguir informado! \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/index_es.shtml\n\nHECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN ASIA\n\n· Sólo el 47% de la población de Asia ha mejorado la cobertura de saneamiento, el porcentaje más bajo de todas las regiones del mundo.\n\n· Asia alberga al 80% de la población global sin acceso a un saneamiento mejorado.\n\n· En Asia, la cobertura de abastecimiento de agua es de un 81%, la segunda más baja después de África.\n\n· Casi todos los ríos y masas de agua en zonas urbanas han sido gravemente contaminados en esta región. La calidad del agua de los ríos ha aumentado su deterioro a niveles que ponen en riesgo de manera significativa el cumplimiento de las normas sanitarias.\n\n· Asia, y sobre todo China, goza de una posición dominante en cuanto al desarrollo de la acuicultura, y se espera que este crecimiento continúe.\n\n· Los países asiáticos están construyendo un gran número de plantas de energía hidroeléctrica. La región va camino de cuadruplicar para 2010 el volumen de construcción de 1995, sobre todo de grandes hidroeléctricas.\n\n· Más del 10% de la energía hidroeléctrica de la región se genera a partir de pequeñas centrales. Las instalaciones micro hidráulicas están muy extendidas, contando con un gran potencial para su futuro desarrollo.\n\n· Durante los últimos 10 años, Asia ha sufrido casi un tercio de todos los desastres relacionados con los recursos hídricos (inundaciones y sequías) ocurridos en el mundo. Un total de 1.800 millones de personas han sido afectadas, lo que significa el 90% de todas las personas afectadas alrededor del mundo.\n\n· Mientras que el 80% de las personas afectadas en África han sido víctimas del impacto de las sequías, en Asia el 80% de las personas afectadas lo han sido a consecuencia de las inundaciones.\n\n:: Hechos y cifras extraídas del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/index_es.shtml\n\n:: Lea más hechos y cifras del Informe\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/facts_figures/index_es.shtml\n\nUna actualización de estos hechos y cifras se publicará en el 2° Informe, que será lanzado en el Día Mundial del Agua de 2006 durante el 4° Foro Mundial del Agua en Ciudad de México, México.
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y SALINIZACIÓN/ DESALINIZACIÓN\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 117: AGUA Y SALINIZACIÓN/DESALINIZACIÓN - 28 de octubre de 2005''\n\n* Se estima que un 30% de las zonas de regadío del mundo sufre problemas de salinidad, resultando muy costosa su recuperación.\n* Las malas prácticas de drenaje y riego causan la saturación y salinización de aproximadamente el 10% del total de tierras de regadío en el mundo, reduciendo por lo tanto su productividad.\n* Existen grandes extensiones del planeta donde los niveles críticos de salinización del suelo y las aguas subterráneas están presentes o se han desarrollado como resultado de:\n** un ascenso de la capa freática, asociado a la aplicación de métodos de riego ineficaces con aguas superficiales importadas en zonas de deficiente drenaje natural;\n** la salinidad natural procedente del terreno movido como consecuencia del desbroce de la vegetación para el desarrollo de cultivos, lo que implica un incremento de la recarga de los acuíferos subterráneos;\n** la perturbación excesiva de la salinidad natural de las aguas subterráneas debida a la construcción incontrolada de pozos y al bombeo excesivo.\n* La sobreexplotación y salinización de los recursos hídricos en proyectos de riego de gran escala son a menudo resultado de la falta de infraestructuras de drenaje, infraestructuras que no se incluyen en el diseño de ingeniería para que los proyectos resulten económicamente más atractivos. Por lo general, estos problemas están relacionados con el desarrollo del riego a gran escala bajo condiciones de aridez y semiaridez, como el de las cuencas de los ríos Indus (Pakistán), Tigris-Éufrates (Oriente Medio) y Nilo (África Oriental). Pese a que se conocen las soluciones a estos problemas, su aplicación resulta costosa.\n* Debido al crecimiento de la población y a la creciente preocupación originada por la escasez de agua, varios países, sobre todo en la región de Oriente Medio, están instalando plantas de desalinización para convertir el agua salina (agua del mar, agua salobre o aguas residuales tratadas) en agua dulce.\n* Actualmente, el mercado mundial de la desalinización representa unos 35.000 millones de USD al año y esta cifra podría duplicarse en los próximos 15 años.\n* En 2002 existían cerca de 12.500 plantas de desalinización en 120 países alrededor del mundo. Estas plantas producen unos 14 millones de m³/día de agua dulce, un volumen menor al 1% de consumo total mundial.\n* Los usuarios más importantes de agua desalinizada del mundo se encuentran en Oriente Medio, principalmente en Arabia Saudita, Kuwait, Emiratos Árabes Unidos, Qatar y Bahrein. Estos países utilizan aproximadamente el 70% de la capacidad mundial instalada, seguidos por los países de África del Norte, sobre todo Libia y Argelia, que utilizan cerca del 6% de la capacidad mundial instalada.\n* Entre los países industrializados, Estados Unidos es uno de los usuarios de agua desalinizada más importantes (6,5%); destacando California y ciertas zonas de Florida.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida” \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN LOS ESTADOS ÁRABES\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 108: EL AGUA EN LOS ESTADOS ÁRABES - 26 de agosto de 2005''\n\n* Más del 85% de la región árabe está clasificada como árida e hiperárida, la precipitación media anual es inferior a los 250 mm.\n* La disponibilidad de agua en esta región ha desempeñado una función determinante en las actividades, los asentamientos, las interacciones socioeconómicas y el crecimiento de la población. El río Nilo acogió una de las grandes civilizaciones de la historia, así como lo hicieron los ríos Éufrates y Tigris. La antigua civilización yemení está estrechamente vinculada a la disponibilidad de los recursos hídricos y su decadencia se relaciona históricamente con la destrucción de la antigua presa de Maareb.\n* La precipitación media anual de los países árabes varía considerablemente, entre los 18 mm/año en Egipto y los países del Golfo y los 827 mm/año en el Líbano.\n* La disponibilidad de recursos hídricos renovables de las regiones árabes se estima en unos 338 km/año. Más del 55% de este volumen tiene su fuente fuera de la región.\n* La proporción media anual de recursos hídricos renovables por habitante en la región árabe superó en 1950 los 4000 m. La proporción disminuyó drásticamente a 1.312 m/hab./año en 1995, 1.233 m/hab./año en 1988 y se prevé un descenso a 547 m/hab./año para el año 2050.\n* Debido a la escasez de recursos hídricos en la región, se han adoptado sistemas no convencionales de abastecimiento de agua como por ejemplo plantas de desalinización y programas de reutilización de aguas residuales.\n* En la región árabe existen diversos ríos transfronterizos como el río Nilo (Burundi, Congo, Egipto, Eritrea, Etiopía, Kenia, Ruanda, Sudán, Tanzania, Uganda) y sus afluentes, el río Senegal (Guinea, Mali, Mauritania, Senegal), los ríos Juba y Shebeli (Etiopía, Kenia, Somalia), el Tigris y el Éufrates (Siria, Turquía, Irán, Irak) y sus afluentes.\n* Cerca de 20 diferentes grandes sistemas de acuíferos predominan en los países árabes de Asia. Estos sistemas están compuestos de acuíferos semiconfinados/poco profundos y acuíferos confinados profundos de diferente formación geológica. Ocho de estas cuencas son consideradas acuíferos transfronterizos.\n* Tres cuartas partes de los recursos hídricos de Arabia Saudita provienen de acuíferos fósiles que, según algunos informes, se están agotando a una media de 5,2 km cada año.\n\nInformación extraída de la sección “Problemas relacionados con los recursos hídricos” del sitio web Gráficos de Agua Vital\nhttp://www.unep.org/vitalwater/21.htm\ny de la publicación “Situación de los Recursos Hídricos en la Región Árabe”\nhttp://web.idrc.ca/uploads/user-S/11114806841arabstatewater1.pdf\n[formato PDF - 5,8 MB, en inglés] \n
!¿SABÍA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 124: AGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL - 16 de diciembre de 2005''\n\n*2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acción “El agua, fuente de vida”\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\n*El Día Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 será coordinado por la UNESCO en torno al tema: “Agua y cultura”. ¡Visite el Portal del Agua de la UNESCO regularmente para seguir informado!\nhttp://www.unesco.org/water/index_es.shtml\n\n*El patrimonio es el legado que recibimos del pasado, lo que vivimos en el presente y lo que transmitimos a las futuras generaciones. \n*La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) se propone promover la identificación, la protección y la preservación del patrimonio cultural y natural del mundo entero considerado de valor excepcional para la humanidad. Este objetivo se incluye en un tratado internacional denominado Convención para la Protección del Patrimonio Mundial Cultural y Natural, aprobado por la UNESCO en 1972. Lo que hace del concepto de Patrimonio Mundial algo excepcional es su universalidad. Los Sitios del Patrimonio Mundial pertenecen a todos los pueblos del mundo, independientemente del territorio donde estén localizados. \n*El Parque Nacional Los Glaciares, localizado al sur de los Andes argentinos, fue inscrito en la Lista del Patrimonio Mundial en 1981. Este parque constituye la tercera masa de hielo más grande del mundo, después de Antártida y Groenlandia. Actualmente, al haber aumentado gradualmente su tamaño durante más de 20.000 años, el campo de hielo continental se extiende desde las montañas hasta la costa, formando una pared de hielo de más de 10 metros de altura. El campo de hielo ofrece abundantes recursos hídricos a la Patagonia y una naturaleza única a esta región. \n*El bosque de manglares Los Sundarbans, uno de los bosques más extensos del mundo dentro de su categoría (140.000 hectáreas), cubre el delta de los ríos Ganges, Brahmaputra y Meghna en la Bahía de Bengala, Bangladesh, y fue inscrito como Sitio del Patrimonio Mundial en 1987. El sitio está atravesado por una compleja red de ríos con mareas, marismas y pequeñas islas de bosques de manglar y ofrece un excelente ejemplo de los procesos ecológicos en curso. \n*El Complejo de Conservación de la Amazonia Central en Brasil constituye la zona protegida más vasta de la cuenca del Amazonas (más de 6 millones de hectáreas) y una de las regiones del planeta de más rica biodiversidad. Este sitio fue inscrito en la Lista del Patrimonio Mundial en 2000. El Complejo incluye una muestra importante de ecosistemas de varzea, bosques de igapó, lagos y ríos que adoptan la forma de un mosaico acuático en constante evolución, albergando la mayor variedad de peces eléctricos del mundo. El sitio protege importantes especies animales en peligro de extinción, entre los cuales se encuentra el pez arapaima gigante, el manatí del Amazonas, el caimán negro y dos especies de delfines de río. \n*El Complejo de Conservación del Pantanal consiste en una agrupación de cuatro zonas protegidas con una superficie total de 187.818 hectáreas. Situado en el centro occidental de Brasil, este Sitio del Patrimonio Mundial desde 2000 representa el 1,3% de la región del Pantanal brasileño, uno de los ecosistemas de zonas húmedas de agua dulce más extensos del mundo. \n*El Parque Nacional Salonga es la mayor reserva de bosque tropical lluvioso de África. Situado en la República Democrática del Congo, en el corazón de la cuenca central del río Zaire, este parque está muy aislado y sólo es accesible por vía acuática. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1984. El parque nacional es el hábitat de numerosas especies endémicas en peligro de extinción, como el chimpancé enano, el pavo real de Zaire, el elefante de bosque y el cocodrilo hociquifino africano o “falso” cocodrilo. \n*El Parque Nacional del Lago Malawi, situado en el extremo sur del inmenso lago Malawi, en Malawi, con sus aguas claras y profundas y su fondo montañoso, alberga varios centenares de especies de peces, casi todas endémicas. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1984. Su importancia para el estudio de la evolución es comparable a la de los pinzones de las Islas Galápagos. \n*El Santuario del Oryx árabe es una zona situada en las regiones biogeográficas del desierto central y las colinas costeras de Omán, que fue inscrita en la Lista del Patrimonio Mundial en 1994. Las nieblas estacionales y el rocío sustentan un ecosistema desértico único cuya flora diversa está formada por varias plantas endémicas. Su fauna rara incluye la primera manada de oryx árabes en libertad desde la extinción mundial de la especie en estado salvaje, en 1972, y su reintroducción en esta zona, en 1982. \n*El Parque Nacional del Río Subterráneo de Puerto Princesa, en Filipinas, incluido en 1999 en la Lista del Patrimonio Mundial, ofrece un impactante paisaje kárstico de roca caliza con un río subterráneo. Una de las características distintivas del río es que emerge directamente del subsuelo al mar, y su tramo inferior se encuentra bajo la influencia de las mareas. La zona constituye un importante hábitat para la conservación de la diversidad biológica. El sitio contiene un ecosistema “montaña-mar” completo y comprende algunos de los bosques más importantes de Asia. \n*Situado al sureste de Siberia, el Lago Baikal, con una superficie de 3,15 millones de hectáreas, es el lago más antiguo (25 millones de años) y más profundo (1.700 m) del planeta. Este sitio fue incluido en la Lista del Patrimonio Mundial en 1996. El lago contiene el 20% de la reserva total de recursos hídricos en estado líquido del planeta. Conocido como las “Galápagos de Rusia”, su antigüedad y su aislamiento han dado lugar a una de las faunas de agua dulce más ricas y originales del mundo, lo que representa un valor excepcional para la ciencia evolutiva. \n*El Sistema Natural de la Reserva de la Isla de Wrangel, de la Federación de Rusia, se sitúa en el círculo polar ártico y, forma parte de la Lista del Patrimonio Mundial desde 2004. El sitio comprende la isla montañosa de Wrangel (7.608 km²), la isla de Herald (11 km²) y sus respectivas aguas territoriales. \n*El vasto bosque natural del Parque Nacional de Yellowstone, en Estados Unidos, cubre una superficie de casi 9.000 km². En Yellowstone se puede observar la mitad de los fenómenos geotérmicos que se dan en el mundo, ofreciendo más de 10.000 ejemplos. Además, este parque presenta la mayor concentración mundial de géiseres (más de 300 géiseres, equivalentes a 2/3 de los existentes en el planeta). Creado en 1872, Yellowstone es también conocido por su fauna, de la que forman parte el oso gris, lobos, bisontes y alces. \n*Moldeado por el Río Colorado, el Gran Cañón en Estados Unidos es la garganta más impresionante del mundo, con casi 1.500 m de profundidad. Sus estratos horizontales trazan la historia geológica de los últimos 2.000 millones años. También se encuentran vestigios prehistóricos de la adaptación humana a un entorno particularmente hostil. \n*Las Cataratas Mosi-oa-Tunya / Cataratas Victoria, ubicadas entre Zaire y Zimbabwe, figuran entre las cascadas más espectaculares del mundo. El río Zambeze, que en este punto supera los 2 km de ancho, se sumerge ruidosamente bajo una serie de gargantas de basalto y produce una neblina iridiscente visible a más de 20 km de distancia.\n\nInformación extraída del sitio web del Centro del Patrimonio Mundial (http://whc.unesco.org/).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y EL PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL\n\nCarpeta de Información sobre el Patrimonio Mundial\n\nPor el Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO. © Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, 2005.\n\nEsta carpeta de información publicada en inglés, francés y español, explica la misión del Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, la historia de la Convención del Patrimonio Mundial, el proceso de inscripción, la estrategia global, la Lista del Patrimonio Mundial en Peligro y de las operaciones de mayor éxito.\n\n:: Acceda a la Carpeta de Información íntegra [formato PDF - 304 KB]\n\nhttp://whc.unesco.org/documents/publi_infokit_es.pdf\n\nMapa del Patrimonio Mundial\n\nPor el Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO © Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO, 2004.\n\nEste gran mapa mural contiene la lista, por regiones, de todos los Sitios del Patrimonio Mundial de la UNESCO, información acerca de la Convención del Patrimonio Mundial y fotografías de los sitios naturales y culturales declarados.\n\nSi desea solicitar un mapa impreso, puede enviar su nombre y dirección a: UNESCO World Heritage Centre - 7 place de Fontenoy, 75352 París 07 SP Francia\n\n:: Descargue el mapa en inglés [formato PDF - 1,65 MB] http://whc.unesco.org/documents/publi_whmap_2004_en.pdf\n\no en francés [formato PDF - 1,65 MB] http://whc.unesco.org/documents/publi_whmap_2004_fr.pdf \n\nAGUA Y PATRIMONIO MUNDIAL NATURAL EN INTERNET - Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO - http://whc.unesco.org
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y PAZ\n\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 112: AGUA Y PAZ EN CONMEMORACIÓN DEL DÍA INTERNACIONAL DE LA PAZ - 23 de septiembre de 2005''\n\n* La paz en el planeta tierra depende de nuestra capacidad para proteger nuestro medio ambiente. Con este espíritu, el Premio Nobel de la Paz 2004 fue otorgado a la Profesora Wangari Maathai, siempre al frente de la lucha para promover un desarrollo social, económico y cultural ecológicamente viable en África en general y en Kenia en particular. La profesora concluyó su discurso de la ceremonia de entrega de los Premios Nobel con estas palabras: R20;Hoy en día, […] el arroyo se ha secado, las mujeres caminan largas distancias en busca de agua no siempre limpia y los niños nunca sabrán lo que han perdido. El desafío es [R30;] devolver a nuestros niños un mundo de belleza y de encanto.R21;\n* La Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) ha identificado más de 3.600 tratados relacionados con los recursos hídricos internacionales que van desde el año 805 de nuestra era a 1984, la mayoría relacionados con algún aspecto de la navegación.\n* En los últimos 50 años se negociaron y se firmaron 200 tratados relacionados con el agua alrededor del mundo.\n* Un estudio empírico sobre cooperación y conflictos relativos al agua, llevado a cabo en 2001 por la Universidad Estatal de Oregón (Estados Unidos), documenta un total de 1.831 interacciones, de índole conflictiva o cooperativa, relativas al agua entre dos o más países, a lo largo de los últimos 50 años.\n* El número total de eventos internacionales relacionados con el agua se inclina hacia la cooperación: 507 episodios de conflicto frente a 1.228 casos de cooperación, lo que indica que la violencia relacionada con el agua no es estratégicamente viable desde un punto de vista racional, eficaz y económico.\n* El agua fue el asunto más conflictivo y el último problema resuelto en las negociaciones del tratado de paz entre Israel y Jordania de 1994. Este tema fue relegado al período final de las negociaciones, junto con otros asuntos delicados, como la cuestión de Jerusalén y de Palestina, entre Israel y Palestina.\n* El Tribunal de las Aguas de Valencia, España, existe al menos desde el siglo X. Este tribunal es un buen ejemplo de iniciativa local para resolver los conflictos de forma pacífica. El Tribunal está compuesto por agricultores que escuchan los conflictos relacionados con las aguas de regadío y realizan un juicio en el acto llevando a cabo todos los procedimientos oralmente.\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida, http://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Del Conflicto Potencial a la Cooperación Potencial (PC-CP)\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/pccp/\ny de la publicación Seguridad hídrica y paz - Una síntesis de estudios elaborados bajo PC-CP y Agua para la Paz\nhttp://unesdoc.unesco.org/images/0013/001333/133318e.pdf\n[formato PDF R11; 2,8 MB]. \n
!HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y POBREZA\n\n''CORRIENTES - Noticias del Programa Mundial de Evaluación de los Recursos Hídricos (WWAP) - Ejemplar n° 20, octubre de 2005''\n\n* Se estima que más de 1.300 millones de personas en países en vías de desarrollo sobreviven con menos de 1 USD al día y casi 3.000 millones sobrevive con menos de 2 USD al día. Cada vez se reconoce más el hecho de que, para aliviar a la población mundial de la carga de enfermedades y desnutrición, se ha de garantizar el acceso al agua a las poblaciones desfavorecidas.\n* El acceso inadecuado al agua es uno de los principales factores causantes de pobreza de las personas, afectando sus necesidades básicas, su salud, su seguridad alimentaria y los medios de vida básicos. Mejorar el acceso de las poblaciones desfavorecidas al agua puede constituir una importante contribución a la erradicación de la pobreza.\n* La malnutrición es un rasgo característico de la pobreza. La pobreza conlleva la privación de la salud, la educación, la nutrición, la seguridad y los derechos legales y políticos. La falta de acceso al agua, agua que proporciona los servicios sanitarios básicos y posibilita una producción alimentaria fiable, es a menudo la principal causa de malnutrición.\n* La disponibilidad de agua permite a las personas y comunidades incrementar la producción de alimentos, tanto en cantidad como en variedad, satisfacer sus propias necesidades y generar beneficios a partir de los excedentes. Al mejorar el rendimiento y la intensidad de los cultivos, los sistemas de riego a pequeña escala gestionados por la comunidad han demostrado su eficacia en la reducción de la pobreza rural y la erradicación de la inseguridad alimentaria.\n* La vulnerabilidad es considerada hoy en día como una de las principales características de la pobreza: La vulnerabilidad incluye los choques (cambios imprevisibles como los desastres naturales, las guerras o el hundimiento del precio de mercado) y las tendencias (degradación gradual del medio ambiente, sistemas políticos opresivos o deterioro de las relaciones de intercambio). Muchas vulnerabilidades están relacionadas con los recursos hídricos (por ejemplo, amenazas a la salud, sequías o inundaciones, ciclones y contaminación).\n* Los pobres son los más vulnerables frente a los desastres, pues se exponen a los riesgos que éstos comportan para la salud sin disponer de la capacidad para prepararse y hacer frente a los mismos o para restablecer las condiciones mínimas de vida tras las catástrofes. Otra consecuencia trágica es que las inundaciones y las sequías también son las principales causas de pobreza y de desplazamiento y migración de poblaciones desfavorecidas. En 2001, el 61% de las emergencias alimentarias fueron producto de desastres naturales y el 39% fueron debidas a desastres antrópicos. Existe claramente una estrecha relación entre la erradicación de la pobreza y la creación de estrategias globales de gestión de riesgos de desastres.\n* A medida que las condiciones de tensión hídrica se desarrollan, el agua resulta cada vez más costosa para las poblaciones menos favorecidas. Un hecho preocupante es que las poblaciones desfavorecidas y con un acceso más limitado al abastecimiento de agua están obligadas a pagar un precio considerablemente mayor por el agua. El agua comprada a vendedores ambulantes es 100 veces más cara que el agua suministrada por conexión domiciliaria. En Vientiane (Laos) el coste del agua que llega al hogar a través de una conexión es de 0,11 USD/m³ y el precio cobrado por los vendedores ambulantes es de 14,68 USD/m³, lo que supone una diferencia de un 135,92%. En Delhi (India) estos precios son de 0,01 USD/m³ y de 4,89 USD/m³ respectivamente, un 489% más caro.\n* Los problemas de la pobreza están estrechamente vinculados a los problemas del agua - su disponibilidad, su proximidad, su cantidad y su calidad. Por esta razón, forman parte del objetivo más amplio de alcanzar la seguridad hídrica en el siglo XXI.\n\n:: Hechos y cifras extraídos del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo, Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/index_es.shtml\n\n:: Lea más hechos y cifras del Informe\n\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/facts_figures/\n\nUna actualización de estos hechos y cifras se publicará en el 2° Informe, que será lanzado en el Día Mundial del Agua de 2006 durante el 4° Foro Mundial del Agua\nhttp://www.worldwaterforum4.org.mx/\nen Ciudad de México, México. \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y ENERGÍA\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 110: AGUA Y ENERGÍA - 9 de septiembre de 2005''\n* La función crucial de la energía como un componente del desarrollo sostenible ha sido ampliamente reconocida desde la Cumbre para la Tierra celebrada en Río en 1992. Aunque el Programa 21 no dedica un capítulo específicamente a la energía, su programa global de acción para alcanzar patrones sostenibles de producción y consumo revelaron la estrecha relación existente entre dichos objetivos y la disponibilidad de energía a un precio asequible.\n* El mundo hace frente a una situación en la que 2.000 millones personas carecen de acceso a suministro eléctrico, y 2.500 millones de personas, en su mayoría de zonas rurales de países en vías de desarrollo, tienen un acceso reducido a servicios comerciales de energía.\n* Se estima que el consumo eléctrico mundial aumentará un 73% entre 1999 y 2020, lo que convierte la electricidad en la forma de energía de más rápido crecimiento. Este crecimiento tendrá lugar sobre todo en los países en vías de desarrollo.\n* El agua es utilizada en la mayoría de medios de generación de energía, y en muchos países la energía hidroeléctrica es la única fuente de energía realmente sostenible.\n* Actualmente, la energía hidroeléctrica contribuye de manera significativa al equilibrio energético del planeta, generando el 19% de la producción total de electricidad.\n* Las plantas de energía hidráulica generan electricidad o energía mecánica al convertir la energía disponible en el agua que fluye por ríos, canales o arroyos. Este proceso requiere un área receptora de aguas pluviales, una carga hidráulica, un medio de transporte del agua desde la toma hasta la turbina (por ejemplo una tubería), una central eléctrica con instalaciones de generación de energía y un mecanismo de distribución por válvulas necesario para regular el suministro de agua y, por último, un canal de descarga para devolver el agua a su curso natural.\n* La energía hidráulica proporciona por lo menos el 50% de la producción eléctrica en 66 países, y al menos el 90% en 24 países. Cerca de la mitad de esta capacidad y generación de energía se encuentra en Europa y América del Norte.\n* El abastecimiento adecuado y moderno de energía destinada a actividades relacionadas con el agua en zonas rurales de países en vías de desarrollo ofrece numerosas ventajas, tales como\n** el ahorro de tiempo al no tener que ir a buscar agua, aumentando de esta manera la productividad;\n** un acceso más fácil al agua mediante el bombeo de agua potable, agua de riego y agua para ganadería;\n** beneficios para la salud (desde la purificación del agua a través de la filtración hasta la reducción de gastos médicos al ser innecesario hervir el agua para su esterilización);\n** beneficios sanitarios y medioambientales asociados a la descarga de aguas residuales de canales, fosas sépticas y letrinas. La energía también permite tratar las aguas residuales mediante la aireación.\n* La energía hidráulica no consume agua. Sin embargo, la generación de energía puede ocasionar problemas de agua para los usuarios de algunas localidades específicas. En las cuencas del Ruhuna (Sri Lanka), el agua desviada para generar energía se recupera aguas abajo del río desde un sistema de riego establecido. La sustracción de esta agua a la agricultura puede provocar repercusiones sociopolíticas así como impactos económicos. Aunque la autoridad de generación de energía está dispuesta a indemnizar a los agricultores por la pérdida de abastecimiento de agua, la comunidad agrícola ha preferido continuar con el cultivo de regadío. Esta situación puede ser debida a la alternativa limitada de cultivar en zonas relativamente lejanas de los pueblos afectados. Además, la indemnización por cese de la actividad agrícola implica la aparición de nuevos problemas sociales y culturales. Un agricultor manifestó: “Pero señor, nosotros no queremos vivir en un pueblo muerto. Cuando cultivamos, trabajamos juntos y organizamos ceremonias y fiestas. Los vehículos vienen a traernos insumos y se llevan nuestras cosechas. Ahora no viene nadie, sólo nos queda sentamos a la entrada del pueblo a esperar”.\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida” \nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN EUROPA\n''BOLETÍN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 104: EL AGUA EN EUROPA - 29 de julio de 2005''\n* Los recursos hídricos en Europa están distribuidos de manera desigual. La media anual de escorrentías varía entre los 3.000 mm al oeste de Noruega y los 100-400 mm en la mayor parte de Europa Central y menos de 25 mm en el centro y sur de España.\n* Durante el último siglo, los recursos hídricos de Europa han estado profundamente influenciados por las actividades humanas, entre las que se incluyen la construcción de presas y canales, grandes sistemas de riego y drenaje, cambios de cubierta vegetal en la mayoría de cuencas, alto nivel de intrusión de productos químicos procedentes de la industria y la agricultura en las aguas superficiales y subterráneas y el agotamiento de acuíferos. Como consecuencia, los problemas relacionados con el uso abusivo, el agotamiento y la contaminación son cada vez más evidentes, por lo que surgen conflictos entre diferentes usos y usuarios.\n* En Europa, la cobertura de sistemas de abastecimiento de agua potable es elevada, un 97% de la población dispone de acceso a dichos sistemas. El 100% de los habitantes de zonas urbanas cuenta con cobertura del servicio, frente a un 89% de la población en las zonas rurales.\n* En cuanto a los servicios de saneamiento, el 95% de la población europea cuenta con cobertura total: un 99% de la población urbana y un 78% de la población rural.\n* Únicamente 4 países europeos no disponían en el año 2000 de una cobertura total de sistemas de abastecimiento de agua y saneamiento, tratándose todos ellos de países de Europa del Este: Estonia, Hungría, Rumania y la Federación Rusa.\n* En Europa, se han llevado a cabo mejoras en la reducción de contaminación de las aguas, sobre todo mediante controles más estrictos de vertidos industriales y sistemas de tratamiento de aguas residuales y pluviales más sofisticados y completos.\n* La mayoría de los ríos europeos, sobre todo en sus tramos medios y bajos, se encuentran en malas condiciones ecológicas debido al impacto de canalizaciones, presas, contaminación y regímenes de flujo alterados.\n* Durante la última década, cerca de 12 millones de personas en Europa se vieron afectadas por inundaciones o sequías, repartidas de igual forma entre ambos desastres naturales. Las inundaciones causaron unas 2.000 muertes, cerca del 0,5% del total de víctimas mortales por inundaciones en el mundo entero.\n* La mitad de los glaciares alpinos de Europa podría desaparecer de aquí al año 2025. En 2003, las condiciones climáticas extremas de sequía y calor causaron una disminución media del espesor de los glaciares de los Alpes equivalente a unos 3 metros de agua líquida, casi el doble del último año registrado, 1998, y casi 5 veces superior a la pérdida media registrada durante el período excepcionalmente caluroso de 1980-2000.\n* En la Federación Rusa, se han identificado 1.400 zonas de aguas subterráneas contaminadas, 82% de cuales se encuentran al este de los Montes Urales. En el 36% de los casos, la contaminación se debe a la industria, el 20% a la agricultura (fertilizantes y desechos de animales de granja), el 10% a residuos municipales y el 12% a fuentes mixtas.\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la publicación “Recursos hídricos en Europa - Hechos, Cifras y Mapas”\nhttp://www.grid.unep.ch/product/publication/freshwater_europe.php\nde la publicación “Perspectivas del Medio Ambiente Mundial 2000”\nhttp://www.unep.org/geo2000/english/0078.htm\ndel capítulo “Agua dulce: Europa” de la publicación GEO 3: Perspectivas del Medio Ambiente Mundial 2002\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/288.htm)\n
!¿SABÍA QUE?… 100 HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA\n''NUMERO ESPECIAL: N° 100 DEL BOLETÍN DE NOTICIAS DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO - 1 de julio de 2005''\n\n1. La Observación General sobre el derecho al agua, hecha al Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales (CESCR, Covenant on Economic, Social and Cultural Rights) en noviembre de 2002 a nivel internacional, marca un hito en la historia de los derechos humanos. Por vez primera, el agua es reconocida de forma explícita como un derecho humano fundamental. Los 145 países que han ratificado el CESCR a nivel internacional están obligados a garantizar progresivamente el acceso universal al agua potable, de forma equitativa y sin discriminación.\n\n2. Para asegurar nuestras necesidades básicas necesitamos de 20 a 50 litros de agua potable al día.\n\n3. Un recién nacido en un país desarrollado consume una cantidad de agua 30 a 50 veces superior a la que consume un recién nacido en un país en desarrollo.\n\n4. Un análisis basado en las estadísticas de salud del año 2000 muestra que globalmente entre 1.085.000 y 2.187.000 muertes provocadas por enfermedades diarreicas se pueden atribuir al factor de riesgo “agua, saneamiento e higiene”, de las cuales el 90% ocurre en niños menores de cinco años.\n\n5. La Evaluación Mundial del Abastecimiento de Agua y Saneamiento (OMS/UNICEF, 2000) muestra que 1.100 millones de personas carecen de acceso a un abastecimiento de agua potable y 2.400 millones a los servicios de saneamiento adecuados.\n\n6. Si el abastecimiento de agua y el saneamiento básico fueran ampliados a aquellas personas que actualmente no tienen acceso a esos servicios, se estima que la carga de diarreas infecciosas se reduciría en un 17% anual. Si se llevase a cabo un suministro de agua bien regulado a través de cañerías y un saneamiento completo, la carga se reduciría alrededor de un 70% por año.\n\n7. El agua potable es cada vez más escasa. Para el año 2025, se prevé que las extracciones de agua se incrementarán en un 50% en los países en vías de desarrollo y en un 18% en los países desarrollados pues el crecimiento demográfico y el desarrollo conllevan un aumento de la demanda de agua. Los efectos sobre los ecosistemas del planeta pueden empeorar dramáticamente la situación actual. Las últimas evaluaciones indican, que las prácticas que se están llevando a cabo no son suficientes para evitar que esta situación ocurra.\n\n8. Aunque los ecosistemas de agua dulce tales como ríos, lagos y humedales ocupan menos del 2% de la superficie terrestre, éstos proporcionan una amplia variedad de hábitats para gran cantidad de especies vegetales y animales del planeta: se estima entre 9.000 y 25.000 el número de especies conocidas de agua dulce en el planeta. Sin embargo, este número está disminuyendo a un ritmo acelerado debido a la interferencia humana.\n\n9. Según algunas estimaciones, el aumento de la demanda agrícola para la producción de alimentos destinados a una población mundial más rica y un 50% superior en número podría llevar, para el año 2050, a la reconversión de otros 1.000 millones de hectáreas de ecosistemas no alterados para usos agrícolas. Esta situación incrementaría el uso de pesticidas y a más del doble la producción de nitrógeno y fósforo, lo que provocaría la eutrofización de gran multitud de ecosistemas de agua dulce y costeros.\n\n10. Se estima que cerca de 30 millones de personas dependen del lago Victoria (ubicado entre Kenia, Tanzania y Uganda), cuyos recursos naturales están experimentando una creciente presión. La población que habita a orillas del lago creció rápidamente durante el último siglo, con el consiguiente incremento sobre la demanda de pescado y productos agrícolas. La población de peces autóctonos se redujo después de que, a principios del siglo XX, los colonos europeos introdujeran redes de enmalle. Muchos de los peces autóctonos se alimentaban de algas, plantas en proceso de descomposición y caracoles portadores de larvas de esquistosomas. Tras su desaparición, el lago comenzó a eutrofizarse, lo que hizo a la población más vulnerable a la enfermedad. Puesto que la pesca disminuyó, se introdujeron especies foráneas, aumentando aún más la presión sobre las especies de peces autóctonos. El mayor impacto resultó de la introducción de la perca del Nilo (Lates niloticus) en los años 60, como base de la industria pesquera comercial de agua dulce. Este hecho tuvo repercusiones sobre la economía pesquera local y la distribución de la riqueza en la región. La población local, que hasta entonces había obtenido del lago las proteínas necesarias, comenzó a padecer malnutrición y deficiencia proteínica. Aunque cada año se exportan 20.000 toneladas de pescado proveniente de esta zona a los mercados europeos y asiáticos, la población local sólo puede pagar por las cabezas y los restos de los pescados a los que previamente se les ha extraído la carne.\n\n11. El lago Malawi (África meridional) es un sistema acuático dotado originalmente de una gran biodiversidad de peces y caracoles de agua dulce. Sin embargo, la pérdida de biodiversidad de peces ha favorecido la proliferación de ciertas especies de caracoles transmisores de la esquistosomiasis. El creciente riesgo para la salud ha afectado significativamente a la industria turística de Malawi y, por consiguiente, a la economía del país.\n\n12. Cerca del 50% de los humedales del planeta existentes en 1900 habían desaparecido a finales de los 90, siendo la reconversión del suelo para la agricultura la principal causa de su desaparición.\n\n13. En el mundo, un 70% del agua extraída para uso humano se destina a la agricultura, un 22% a la industria y un 8% se utiliza para servicios domésticos. En general, estos porcentajes varían de acuerdo con el PIB nacional: en los países de ingresos bajos y medios se destina un 82% a la agricultura, un 10% a la industria y un 8% a servicios domésticos. En países de altos ingresos, la proporción es de 30%, 59% y 11%, respectivamente.\n\n14. Se calcula que en los países desarrollados una persona consume un promedio de 500 a 800 litros de agua cada día (300 m³ al año), comparado con los 60-150 litros (20 m³ al año) que consume diariamente una persona en los países en vías de desarrollo.\n\n15. Desde principios del siglo XXI, la agricultura consume un promedio global de un 70% del total de extracciones de agua de los ríos, lagos y acuíferos. La Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) prevee una expansión neta de tierras de regadío de unos 45 millones de hectáreas en 93 países en desarrollo (hasta un total de 242 millones de hectáreas en 2030) y estima que las extracciones de agua con fines agrícolas se incrementarán en un 14% entre 2000 y 2030 a fin de satisfacer las necesidades futuras de producción de alimentos.\n\n16. Actualmente, la energía hidroeléctrica contribuye de manera significativa al equilibrio energético del planeta, generando el 19% de la producción total de electricidad (2.740 teravatios por hora en 2001).\n\n17. El turismo de golf tiene un gran impacto sobre la extracción de agua. Un campo de golf de 18 hoyos puede consumir más de 2,3 millones de litros diarios. En Filipinas, el consumo de agua para el turismo amenaza el cultivo de arroz. En Granada (España), los turistas consumen por lo general 7 veces más cantidad de agua que la población local, siendo esta diferencia común en muchas regiones turísticas en desarrollo.\n\n18. Los países desarrollados muestran una gran variedad en el precio que cobran a sus ciudadanos por el agua: en Alemania 1 m³ cuesta 1,91 USD, en Dinamarca 1,64 USD, en Bélgica 1,54 USD, en los Países Bajos 1,25 USD, en Francia 1,23 USD, en el Reino Unido 1,18 USD, en Italia 0,76 USD, en Finlandia 0,69 USD, en Irlanda 0,63 USD, en Suecia 0,58 USD, en España 0,57 USD, en Estados Unidos 0,51 USD, en Australia 0,50 USD y en Canadá 0,40 USD.\n\n19. Cuando los sistemas de abastecimiento de agua son deficientes, las poblaciones de bajos recursos son las más afectadas. El agua comprada a vendedores ambulantes es 100 veces más cara que el agua suministrada por conexión domiciliaria. En Vientiane (Laos) el coste del agua que llega al hogar a través de una conexión es de 0,11 USD/m³ y el precio cobrado por vendedores ambulantes es de 14,68 USD/m³, lo que supone una diferencia de un 135,92%. En Delhi (India) estos precios son de 0,01 USD/m³ y de 4,89 USD/m³ respectivamente, un 489% más caro.\n\n20. Según la Comisión Mundial de Presas, en 1998 existían en el mundo un total de 47.655 grandes presas y cerca de 800.000 presas de menor altura.\n\n21. El 60% de los 227 ríos más grandes del mundo están fuerte o moderadamente fragmentados por presas, actividades recreativas y canales. El elevado porcentaje de construcción de presas en los países en vías de desarrollo amenaza la integridad del resto de los ríos de flujo libre.\n\n22. En la cuenca de drenaje de la Bahía de Mobile, en Estados Unidos, la construcción de una presa ha tenido consecuencias catastróficas en lo que, probablemente, constituía la fauna de caracoles de agua dulce más diversa del planeta, con 9 familias y cerca de 120 especies identificadas. Se estima que, al menos 38 especies, se extinguieron entre la década de los 30 y 40 tras la construcción de esta gran presa en la cuenca: el sistema cuenta actualmente con 33 grandes presas hidroeléctricas y numerosos embalses menores, así como esclusas y estructuras de control de inundaciones.\n\n23. En algunas regiones montañosas de África Oriental, las mujeres consumen hasta el 27% de su energía calórica en realizar actividades relacionadas con el abastecimiento de agua.\n\n24. Se estima que sólo en Sudáfrica, el conjunto de las mujeres camina diariamente, para buscar agua para sus familias, una distancia equivalente a 16 veces el trayecto de ida y vuelta a la luna.\n\n25. Un 30% de las mujeres en Egipto camina más de una hora al día para satisfacer las necesidades relacionadas con el agua. En otras partes de África, mujeres y niños emplean 8 horas diarias en tareas relacionadas con el abastecimiento de agua.\n\n26. Mujeres y niños recorren en promedio unos 10 a 15 kilómetros, diarios, transportando entre 20 y 15 litros en cada trayecto.\n\n27. El valor económico de esta contribución no remunerada es enorme: en la India se estima que el tiempo que invierten las mujeres en buscar agua equivale a 150 millones de jornadas de trabajo cada año, lo que supone una pérdida de ingresos nacionales de 10.000 millones de Rupias (aproximadamente 228.600 USD).\n\n28. El 70% de las personas ciegas del mundo son mujeres que han sido infectadas, directamente o a través de sus niños, por el tracoma, una infección bacteriana ocular que se produce sobre todo en comunidades con un acceso limitado al agua.\n\n29. Investigaciones médicas han documentado casos de perjuicio permanente en la salud de las mujeres atribuida a la tarea de cargar agua. Los problemas van desde la fatiga crónica, deformidades pélvicas y de columna hasta los efectos en la salud reproductiva tales como abortos espontáneos. En algunas partes de África, donde las mujeres gastan el 85% de su energía diaria en transportar agua, la incidencia de anemia y de otros problemas de salud es muy alta.\n\n30. Desde la perspectiva de la salud pública, resulta más justo y apropiado suministrar agua potable a toda la población de una ciudad mediante grifos situados a menos de 50 metros de su vivienda que suministrar agua potable únicamente a la población más rica – 20% de la población\n\n31. Las medidas de higiene, entre ellas la educación sobre el tema y la insistencia en el hábito de lavarse las manos, pueden reducir el número de casos de diarrea en hasta un 45%.\n\n32. Un 88% de las enfermedades diarreicas se atribuyen a un abastecimiento de agua insalubre y a un saneamiento y una higiene deficientes.\n\n33. 1,8 millones de personas mueren cada año debido a enfermedades diarreicas (incluido el cólera); un 90% de esas personas son niños menores de cinco años, principalmente en países en desarrollo.\n\n34. Cada 8 segundos muere un niño por beber agua contaminada (lo que supone 10.000 cada día).\n\n35. 500 millones de personas corren el riesgo de padecer tracoma, 146 millones de personas corren el peligro de padecer ceguera y 6 millones de personas padecen alguna discapacidad visual a causa del tracoma.\n\n36. En Bangladesh, entre 28 y 35 millones de personas consumen agua de bebida con elevados índices de arsénico.\n\n37. En China, más de 26 millones de personas padecen fluorosis dental debido a las altas concentraciones de fluoruro en el agua de bebida.\n\n38. Actualmente, cerca del 40% de la población mundial corre el riesgo de contraer paludismo, siendo los países en vías de desarrollo los más expuestos al peligro de contagio.\n\n39. El paludismo es la principal causa de mortalidad en menores de 5 años en África (20%) y representa el 10% de la carga total de morbilidad del continente.\n\n40. El paludismo causa la muerte de un niño africano cada 30 segundos.\n\n41. Se estima que los costes relacionados con el paludismo suponen una pérdida anual de 12.000 millones de USD en el Producto Interior Bruto (PIB) de África, a pesar de que con sólo una parte de esa suma se podría controlar esta enfermedad.\n\n42. Los economistas atribuyen al paludismo el déficit de crecimiento económico anual de hasta un 1,3% en algunos países africanos. A lo largo de los años, este déficit produce diferencias fundamentales entre el PIB de los países afectados y los no afectados por el paludismo.\n\n43. Los niveles de sólidos en suspensión en los ríos de Asia se han multiplicado por cuatro durante las últimas tres décadas. Los ríos asiáticos tienen una demanda biológica de oxígeno (DBO) 1,4 veces superior al promedio mundial así como una cantidad de bacterias procedentes de desechos humanos tres veces mayor al promedio mundial.\n\n44. Bangladesh afronta actualmente la “intoxicación” (concentraciones de arsénico en el agua potable) más importante de la historia, afectando a unos 35 a 77 millones de personas en un país de 130 millones de habitantes.\n\n45. Una cantidad excesiva de flúor en el agua potable también pueden resultar tóxica. El blanqueamiento de dientes sucede en todas partes el mundo, pero los efectos discapacitantes en el esqueleto causados por la ingestión a largo plazo de grandes cantidades de flúor son graves por lo menos en ocho países, entre los cuales se encuentra China donde 30 millones de personas padecen fluorosis crónica.\n\n46. Durante una escala en la Isla de Hierro (Canarias) en ruta hacia América, Fray Bartolomé de Las Casas se interesó por la cultura de los indígenas, los Guanches, ya casi desaparecidos en el siglo XVI. Los Guanches dedicaban un culto particular a un árbol, el Garoé (Ocotea foetens), que les proporcionaba agua dulce en abundancia. Este “Árbol Santo” era capaz de captar el agua de las nieblas y de las lloviznas y permitió desarrollar vida agrícola en zonas de baja pluviosidad. El Garoé existió hasta que fue arrancado de raíz por un huracán en 1610. Curiosamente, su desaparición coincidió con la extinción de la civilización Guanche en la Isla de Hierro.\n\n47. El agua para los 350 habitantes del pueblo costero de Chungungo, al norte de Chile, se transportaba en camiones una o dos veces por semana desde un pueblo situado a 40 Km. de distancia. A lo largo de la costa chilena, existe una neblina constante y extensa (camanchaca) que rara vez se convierte en lluvia pero que genera bancos de niebla en las laderas y cimas de las montañas que la interceptan. Un grupo de científicos elaboró un método de aprovechamiento de las camanchacas como fuente de agua: la humedad de la niebla es capturada por colectores semejantes a redes de voleibol de gran tamaño. Cuando la niebla pasa a través de las redes, se forman gotas de agua en la malla. El agua capturada por las redes es canalizada, llegando a suministrar al pueblo un promedio de 10.000 litros de agua al día.\n\n48. Cada mañana, el escarabajo del desierto de Namib (Onymacris unguicularis) emprende un arduo viaje hasta la cima de una duna, donde gira su cuerpo contra el viento, estira sus patas traseras y baja su cabeza. La niebla proveniente del mar va quedando atrapada en su espalda hasta formar gotas de agua que se deslizan hacia la boca del insecto. De esta forma, este escarabajo se asegura agua potable cada mañana, a pesar de encontrarse a kilómetros de la fuente más próxima de agua dulce.\n\n49. Entre el 25% y el 40% del agua de los bosques costeros de Secoya (Sequoia sempervirens) proviene de la niebla. Al saturarse de niebla las hojas y las ramas de secoyas, el agua gotea hacia la tierra, donde es captada a través de las raíces del árbol.\n\n50. El Nilo es el río más largo del mundo. Desde el Lago Victoria hasta su desembocadura en el Mar Mediterráneo, la longitud del Nilo es de 5.584 kilómetros. Desde su curso de cabecera más lejano, el Río Ruvyironza en Burundi, el río tiene 6.671 km de longitud. La cuenca fluvial abarca una superficie de más de 3.349.000 km².\n\n51. La cuenca hidrográfica más extensa del planeta es la drenada por el río Amazonas que cubre una superficie de unos 6.145.186 km².\n\n52. El río más caudaloso del mundo es el río Amazonas. En Brasil, el río Amazonas vierte en el Océano Atlántico, una media de 120.000 m3 por segundo y en épocas de crecidas llega hasta 200.000 m3 por segundo.\n\n53. Durante el período entre 1992 – 2001, los desastres naturales relacionados con el tiempo y el clima generaron 622.000 muertes, afectaron a más de 2.000 millones de personas, dejaron a otros millones sin hogar y desbastaron tierras arables y se propagaron las enfermedades.\n\n54. Las investigaciones sugieren que el número de desastres naturales relacionados con el tiempo han aumentado tres veces en los últimos 30 años.\n\n55. En Arica (Chile) se registra la precipitación media anual más baja del mundo. Tras 59 años de registro de datos se ha comprobado que la media anual es de 0,8 mm.\n\n56. La precipitación media anual más alta del mundo se registra en Lloro (Colombia). Tras 29 años de registro de datos se ha comprobado que la media anual es de 13.230 mm.\n\n57. Debido a su reducida extensión y sus especiales condiciones geológicas, topográficas y climáticas, muchos de los pequeños estados insulares en desarrollo afrontan graves dificultades en cuanto a la calidad y cantidad de su agua dulce.\n\n58. La Isla de Nauru recibía por barco la mayor parte de su agua dulce hasta que se instaló una planta de desalinización, y algunas de las pequeñas islas de Fiji y Tonga también reciben agua de islas cercanas por barcaza o barco.\n\n59. Durante las épocas de sequía o de desastres naturales, algunas de las islas pequeñas de Fiji, Kiribati e Islas Marshall han dependido de los cocos para la obtención de agua\n\n60. Hong Kong recibe cerca del 50% del agua potable que consume a través de dos conductos provenientes del continente asiático.\n\n61. Las diferentes evaluaciones llevadas a cabo por el Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático (IPCC) demuestran que las emisiones de gases invernadero liberadas a la atmósfera desde el siglo XIX conducirán a un recalentamiento global del planeta entre 1990 y 2100, con un aumento de la temperatura media anual estimado entre 1,4°C y 5,8°C.\n\n62. Entre los efectos relacionados con el recalentamiento global se encuentra la subida del nivel del mar (para el período comprendido entre 1990 y 2100 las previsiones oscilan entre los 0,09 y los 0,88 metros) y, como consecuencia del aumento de la energía disponible en el sistema climático, una intensificación del ciclo hidrológico global.\n\n63. El cambio climático provocará más precipitaciones y una evaporación más rápida. En general, esta intensificación del ciclo hidrológico dará lugar a un planeta más húmedo.\n\n64. Cada vez más, las precipitaciones en forma de lluvia y nieve son más intensas en las latitudes medias y altas del Hemisferio Norte, mientras que en las zonas tropicales y subtropicales de ambos hemisferios las precipitaciones han disminuido considerablemente.\n\n65. Las nuevas condiciones climáticas pueden influir directamente en la magnitud del tiempo de escorrentía y la intensidad de las inundaciones y las sequías. El cambio climático puede provocar efectos considerables en los recursos hídricos regionales, afectando al abastecimiento de aguas subterráneas y superficiales para uso doméstico e industrial, al regadío, la producción de energía hidroeléctrica, la navegación, los ecosistemas ribereños y la recreación acuática.\n\n66. En muchas zonas de Europa del Este, Rusia Occidental, Canadá y California, el caudal máximo de los ríos se desplaza de la primavera al invierno, ya que al producirse más precipitaciones en forma de lluvia que en forma de nieve, el agua fluye más rápido hacia los ríos.\n\n67. En las grandes cuencas africanas del Río Níger, el Lago Chad y el Río Senegal, el total de agua disponible ha disminuido entre un 40% y un 60%.\n\n68. Los glaciares y los casquetes polares cubren casi el 10% de la superficie terrestre del planeta. Éstos se concentran en Groenlandia y la Antártida y contienen aproximadamente el 70% de los recursos hídricos del mundo.\n\n69. Según el Servicio Geológico de los Estados Unidos (USGS), el 96% del agua helada del planeta se encuentra en los polos Sur y Norte, el 4% restante se distribuye entre los 550.000 km² de glaciares y los casquetes de hielo que miden aproximadamente 180.000 km³.\n\n70. El hielo glaciar suele parecer azul cuando se vuelve muy denso. Años de compactación provocan que con el tiempo el hielo se vuelva más denso de forma gradual, eliminando las diminutas burbujas de aire ocluidas entre los cristales. Cuando el hielo glaciar se vuelve sumamente denso, el hielo absorbe todos los demás colores del espectro y refleja sobre todo el azul, que es el que percibimos. Cuando el hielo glaciar es blanco, normalmente significa que todavía permanece una gran cantidad de minúsculas burbujas de aire en el hielo.\n\n71. Si todo el hielo del planeta se derritiera, el nivel del mar ascendería unos 70 metros aproximadamente.\n\n72. Casi el 90% de un iceberg está sumergido en el agua, pudiéndose ver sólo el 10% fuera del agua.\n\n73. Entre 1980-2001, el espesor de los 30 glaciares de montaña más importantes disminuyó en promedio unos 6 metros.\n\n74. El Glaciar Kutiah en Pakistán es el glaciar más rápido del mundo. En 1953, recorrió más de 12 kilómetros en tres meses, un promedio de unos 112 metros al día.\n\n75. Entre 1962 y 2000 el Kilimanjaro perdió aproximadamente el 55% de sus glaciares.\n\n76. En Asia, casi el 84% del agua extraída se utiliza para fines agrícolas, frente al 71% en resto del mundo.\n\n77. El coste unitario de desarrollo del riego varía según el país y el tipo de infraestructura de regadío, oscilando normalmente entre los 1.000 USD y los 10.000 USD por hectárea, con casos extremos que alcanzan los 25.000 USD por hectárea. El menor coste de inversión en riego se observa en Asia, que cuenta con la mayor superficie de regadío y donde las economías de escala. son posibles. Los costes más elevados de riego se encuentran en el África Subsahariana, donde los sistemas de regadío suelen ser más reducidos y el desarrollo del suelo y los recursos hídricos es costoso.\n\n78. Se estima que en los países en desarrollo las extracciones de agua aumentarán un 14%, pasando de los 2.128 km³/año actuales a los 2.420 km³/año para el 2030.\n\n79. Se estima que la zona de regadío cultivada (superficie acumulada de todos los cultivos durante un año) aumentará en un 33%, de los 257 millones de hectáreas en 1998 a los 341 millones de hectáreas en 2030.\n\n80. Los humedales captan y retienen las precipitaciones, evitando el vertido de sedimentos en lagos y ríos. Los humedales aportan la humedad en la atmósfera que cae en forma de lluvia y enfría el medio ambiente.\n\n81. Un análisis global de los recursos de humedales presentado a la Conferencia de las Partes para la Convención sobre Humedales en 1999, afirma que si bien “no es posible ofrecer una cifra aceptable de la extensión de los humedales a escala mundial”, la “mejor” estimación global mínima oscila entre 748 y 778 millones de hectáreas.\n\n82. Casi el 50% de los humedales del mundo han desaparecido en el último siglo.\n\n83. Algunos estudios recientes indican que los ecosistemas proporcionan servicios ecológicos valorados en unos 33 billones de USD cada año, de los cuales 4,9 billones de USD corresponden a los humedales.\n\n84. Los humedales se encuentran entre los ecosistemas más productivos del planeta. Son fuentes de diversidad biológica, que aporta el agua y la productividad primaria de la que innumerables especies de plantas y animales dependen para sobrevivir.\n\n85. A menudo se dice que las montañas son “depósitos de agua” de la naturaleza. Gracias a su tamaño y forma, las montañas interceptan el aire que circula por el planeta, éste asciende a alturas donde se condensa formando nubes que producen lluvia y nieve.\n\n86. Cada día aproximadamente una de cada dos personas en el mundo consume agua procedente de las montañas.\n\n87. Mil millones de personas en China, India y Bangladesh, unos 250 millones en África y toda la población del estado de California, en Estados Unidos, se encuentran entre los 3.000 millones personas que dependen del flujo constante de agua dulce y potable de las montañas.\n\n88. En las regiones húmedas del planeta, las montañas proporcionan entre el 30 y el 60% del agua dulce río abajo. En los ambientes semiáridos y áridos, éstas proporcionan entre el 70 y el 95%.\n\n89. Las inundaciones en Asia provocaron la muerte de 7.000 personas en 1998, dañaron más de 6 millones de hogares y destruyeron 25 millones de hectáreas de cultivos en Bangladesh, China, India y Vietnam.\n\n90. En septiembre de 2000 las inundaciones y desplazamientos de terreno que tuvieron lugar en Japón forzaron la evacuación de 45.000 personas; en 24 horas se produjo la mayor precipitación jamás registrada desde los primeros registros de 1891.\n\n91. Sólo en 1999, los desastres naturales provocaron la muerte de al menos 50.000 personas. Evidentemente, las pérdidas afectaron mayormente a los países en desarrollo, donde el número de víctimas mortales por desastres naturales fue 13 veces mayor que en los países desarrollados. (WWDR, 2003)\n\n92. Bases de datos de la Oficina de los EE.UU. de Asistencia para Desastres en el Exterior (OFDA) y el Centro de Investigación de Epidemiología de los Desastres (CRED) revela que más de 2.200 desastres naturales de mayor y menor importancia relacionados con el agua ocurrieron en el mundo entre 1990 y 2001. La mitad de estos desastres fueron inundaciones, el 28% fueron enfermedades transmitidas a través del agua y brotes epidémicos y el 11% sequías. El 35% de estos desastres ocurrió en Asia, el 29% en África, el 20% en las Américas, el 13% en Europa y el resto en Oceanía.\n\n93. Según un estudio reciente se calcula que los procesos de desertificación afectan al 46% de África; de esta superficie, el 55% corre un riesgo alto o muy alto. Las zonas más perjudicadas se ubican a lo largo de las áreas aledañas al desierto y afecta en total a cerca de 485 millones de personas.\n\n94. Muchos dioses de los océanos y los ríos, como Neptuno, Poseidón, Tritón y Oceanus, con sus esposas y su descendencia, así como Nepomuceno, el patrono de los puentes que vuelve en la tradición precristiana, fueron testigos desde tiempos inmemoriales del temor de los humanos al poder del agua y de su explotación. Antes del año 3000 a.C., los habitantes de Egipto y Mesopotamia utilizaban las ruedas hidráulicas del mismo modo en que se utilizan hoy en día.\n\n95. Nadie sabe por qué, desde muy temprano en la historia, las personas empezaron a presentar ofrendas de bebida o libaciones. Quizás alguna vez, alguien observó que enjuagar la vasija donde bebía era beneficioso para su salud, tras lo cual este acto de limpieza se convirtió en una ceremonia.\n\n96. El agua virtual es una herramienta esencial para calcular el uso real del agua de un país, o su “huella hídrica” (”water footprint”), equivalente al total de la suma del consumo doméstico y la importación de agua virtual del país, menos la exportación de su agua virtual.\n\n97. Para producir 1 taza de café se requieren 140 litros de agua.\n\n98. 550 litros es la cantidad de agua necesaria para producir suficiente harina para una ración de pan (400 gramos).\n\n99. La producción de 1 litro de leche requiere 1.000 litros de agua.\n\n100. La producción de 1 kilo de:\n\n- arroz requiere 3.000 litros de agua\n- maíz requiere 900 litros de agua\n- trigo requiere 1.350 litros de agua\n- carne requiere 16.000 litros de agua\n\nInformación extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndel sitio web Gráficos Vitales del Agua: sección sobre los problemas relacionados con los recursos hídricos\nhttp://www.unep.org/vitalwater/resources.htm\ny de la página web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3: Lugares Vulnerables \nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\ndel sitio web “Vital Water Grafics” (Gráficos vitales del Agua: sección Gestión y Usos del Agua) http://www.unep.org/vitalwater/management.htm\n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LOS JÓVENES\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 106: EL AGUA Y LOS JÓVENES EN CONMEMORACIÓN DEL DÍA INTERNACIONAL DE LA JUVENTUD - 12 de agosto de 2005''\n\n* La Asamblea General de las Naciones Unidas define como jóvenes a las personas entre los 15 y 24 años de edad.\n* La pobreza afecta a los jóvenes de forma violenta y personal. Una niña en África Subsahariana, por ejemplo, que vive en la extrema pobreza probablemente no podrá asistir a la escuela porque tendrá que llevar agua a su hogar.\n* Puesto que el agua dulce se vuelve escasa y la calidad del aire se deteriora, los recursos naturales se han convertido en una fuente de conflicto. Mientras los sistemas biológicos y la biodiversidad continúan deteriorándose, los jóvenes se enfrentan a un futuro incierto.\n* En muchas regiones del mundo, los jóvenes inician y lideran proyectos comunitarios para aumentar la disponibilidad y el acceso a agua potable de los habitantes. A través de recursos tales como las conclusiones de las conferencias sobre el agua, perspectivas locales del medio ambiente global y recomendaciones del Programa 21, los jóvenes pueden apoyar el desarrollo de planes y evaluaciones locales de utilización del recurso.\n* Creado en 1989 por un grupo de estudiantes de Bhután, el R20;Club Sherubtse de la NaturalezaR21; realiza actividades como controlar las fuentes de agua potable, limpiar y controlar los depósitos de agua, y limpiar los alrededores de las fuentes de agua a nivel local. En 2002, este grupo de jóvenes limpió los depósitos de agua que abastecen a su comunidad universitaria y al área local. Antes de llevar a cabo esta acción, cada año se producían brotes de fiebre tifoidea, sin embargo, como resultado del control de las fuentes de agua que realiza el grupo, los casos de tifoidea han disminuido de forma significativa en la comunidad.\n* En la provincia de Cebu, Filipinas, la Corporación Mundial del Agua abastece de agua a unas 100.000 personas a través de un programa que combina la tecnología de bombeo de agua por energía solar con sistemas de distribución locales. Un total de 110 pueblos (o barangays) en 26 municipios dispondrán de sistemas de bombeo de agua por energía solar previo pago del servicio. Actualmente se están formando jóvenes para instalar sistemas en cada pueblo y organizar la distribución. El financiamiento proviene de dos importantes bancos filipinos, que ofrecen préstamos para la instalación y distribución estimados en 10 millones de USD.\n* El Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) apoya la Iniciativa de Comunicación para la Juventud que trabaja con 20 grupos de jóvenes de toda Somalia, impartiendo formación a los jóvenes en producción de radio y vídeo. El programa ofrece dicha formación con la condición de que los participantes produzcan programas para sus comunidades que aborden los principales asuntos de interés de los jóvenes: desde asuntos simples como el acceso a los servicios de salud básica, la amenaza de malaria o la conservación y el uso adecuado de los recursos hídricos limitados disponibles en las comunidades, hasta los asuntos más polémicos como la mutilación genital femenina y los riesgos del virus del SIDA.\n\nInformación extraída del informe Los jóvenes y los Objetivos de Desarrollo del Milenio: Desafíos y Oportunidades para su Implementación\nhttp://www.un.org/esa/socdev/unyin/documents/youthmdgs.pdf \n [formato PDF - 525 KB, en inglés] \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE LAGOS\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO Nº 107: LOS LAGOS - 19 de agosto de 2005''\n\n* El Lago Superior, situado entre Estados Unidos y Canadá, es el lago de agua dulce más grande del planeta. Este lago mide 563 Km. de longitud, 257 Km. de ancho y abarca una superficie de más de 82.000 km².\n* El Lago Baikal, situado al sureste de Siberia, es el lago más antiguo (25 millones de años) y más profundo del planeta (1.700 m). Este lago contiene el 20% del total de la reserva de agua dulce líquida del mundo y es conocido como las “Galápagos de Rusia”, pues su antigüedad y aislamiento han dado origen a una de las faunas de agua dulce más ricas y raras del mundo.\n* La cuenca del lago Toba, en Indonesia, es la más grande del mundo situada en un cráter volcánico, con una superficie de 4.000 Km2.\n* La mayoría de los lagos de agua dulce están ubicados en grandes altitudes, 50% de estos lagos se sitúa en Canadá.\n* Muchos lagos, sobre todo en las regiones áridas se tornan salados por la evaporación, que concentra la afluencia de sales. El Mar Caspio, el Mar Muerto y el Gran Lago Salado se cuentan entre los lagos de agua salada más importantes del mundo.\n* El Lago Malawi alberga el mayor número de especies de peces lacustres del mundo, estimándose en más de 500 el número de las mismas, de las cuales, el 90%, se consideran endémicas. Las especies más importantes desde un punto de vista biológico y en términos de medios de subsistencia local, son las 400 o más especies de cíclidos, de las cuales 395 son endémicas del Lago Malawi.\n* El 54% de los lagos y embalses de la región de Asia y el Pacífico tienen problemas de eutrofización, mientras que en Europa el 53% de los lagos tienen este problema, en África el 28%, en América del Norte el 48% y en América del Sur 41%.\n* El Lago Chad, situado en África Oriental en la frontera entre Chad, Níger y Camerún, ha sido una fuente de agua dulce para los proyectos de regadío de estos países. Los mapas trazados a partir de una serie de imágenes satelitales muestran una reducción espectacular del tamaño del lago durante los últimos 30 años. Desde 1963, el lago ha visto reducido en 20 veces su tamaño original y ello debido tanto al cambio climático como a las altas demandas de agua destinada a la agricultura. Desde 1963, la superficie del Lago Chad ha disminuido de unos 25.000 km² a 1.350 km².\n* Se estima que cerca de 30 millones de personas dependen del lago Victoria (ubicado entre Kenia, Tanzania y Uganda), cuyos recursos naturales están experimentando una creciente presión. La población que habita a orillas del lago creció rápidamente durante el último siglo, con el consiguiente incremento sobre la demanda de pescado y productos agrícolas. La población de peces autóctonos se redujo después de que, a principios del siglo XX, los colonos europeos introdujeran redes de enmalle. Muchos de los peces autóctonos se alimentaban de algas, plantas en proceso de descomposición y caracoles portadores de larvas de esquistosomas que causaban bilharzia en las personas. Tras su desaparición, el lago comenzó a eutrofizarse, lo que hizo a la población más vulnerable a la enfermedad.\n*Puesto que la pesca disminuyó, se introdujeron especies foráneas, aumentando aún más la presión sobre las especies de peces autóctonos. El mayor impacto resultó de la introducción de la perca del Nilo (Lates niloticus) en los años 60, como base de la industria pesquera comercial de agua dulce. Este hecho tuvo repercusiones sobre la economía pesquera local y la distribución de la riqueza en la región. La población local, que hasta entonces había obtenido del lago las proteínas necesarias, comenzó a padecer malnutrición y deficiencia proteínica. Aunque cada año se exportan 20.000 toneladas de pescado proveniente de esta zona a los mercados europeos y asiáticos, la población local sólo puede pagar por las cabezas y los restos de los pescados a los que previamente se les ha extraído la carne.\n\nInformación extraída de las secciones “Recursos Hídricos”\nhttp://www.unep.org/vitalwater/02.htm\n“Problemas relacionados con los recursos hídricos”\nhttp://www.unep.org/vitalwater/27.htm\ndel sitio web Gráficos de Agua Vital; de las secciones “Escasez de Agua” \nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/285.htm\ny “Lugares Vulnerables” http://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\nde la página web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3; del sitio web Centro del Patrimonio Mundial de la UNESCO\nhttp://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=31&id_site=754\ndel sitio web Perspectiva del Medio Ambiente de África de la UNEP\nhttp://www.unep.org/dewa/Africa/publications/AEO-1/161.htm\ny del sitio web de la Dirección General de Aguas (DGA), Chile\nhttp://www.dga.cl/secuencias/datos_usuarios/dat_usuarios.htm \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE INUNDACIONES\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 121: INUNDACIONES - 25 de noviembre de 2005''\n\n*Las inundaciones, incluyendo las crecidas repentinas y fluviales, las inundaciones costeras, las crecidas causadas por el deshielo y las inundaciones relacionadas con las barreras de hielo y los flujos de lodo, constituyen la mayor amenaza natural relacionada con el agua para los seres humanos, los bienes materiales y los recursos culturales y ecológicos.\n*Cada año, las inundaciones afectan a unos 520 millones de personas, así como a sus medios de subsistencia, cobrándose la vida de unas 25.000 personas alrededor del mundo.\n*El coste anual para la economía mundial de las inundaciones y otros desastres naturales relacionados con el agua, se sitúa entre los 50.000 y los 60.000 millones de USD.\n*Cuando las inundaciones se producen en los países menos desarrollados, éstas pueden ocasionar miles de víctimas mortales y desencadenar epidemias. De hecho, las inundaciones pueden llegar a arruinar por completo décadas de inversión en infraestructuras y paralizar seriamente la prosperidad económica.\n*Las economías en desarrollo centradas en la agricultura dependen en gran parte de los terrenos inundables fértiles para llevar a cabo los esfuerzos destinados a mejorar la seguridad alimentaria y reducir la pobreza.\n*Los humedales situados en zonas inundables contribuyen a la biodiversidad y a crear oportunidades de empleo. Se estima que hoy en día unos 1.000 millones de personas, una sexta parte de la población mundial - la mayoría de ellos entre los habitantes más pobres del mundo - viven en zonas inundables.\n*En Asia, el continente con mayor potencial de riesgos de inundación, las inundaciones se cobraron la vida de unas 22.800 personas al año y causaron daños económicos valorados en 136.000 millones de USD entre 1987 y 1997.\n*Las inundaciones registradas en Europa durante 2002 ocasionaron 100 víctimas mortales y causaron daños materiales por un valor de 20.000 millones de USD.\n*Teniendo en cuenta que la frecuencia y variabilidad de los eventos de inundación extrema se ven alterados por la urbanización y el crecimiento demográfico en zonas inundables, deforestadas, el posible cambio climático y el aumento del nivel del mar, se prevee que, a nivel mundial, el número de personas vulnerables ante inundaciones devastadoras vaya en aumento.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo de las Naciones Unidas “Agua para Todos, Agua para la Vida”\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\ndocumento “Perspectiva Global de las Nuevas Iniciativas del PHI: la Iniciativa Internacional sobre Sedimentación (ISI) y la Iniciativa Internacional sobre Inundaciones (IFI)” http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001397/139769e.pdf\n [formato PDF - 127 KB, en inglés].
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LAS MONTAÑAS\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 123: LAS MONTAÑAS - 9 de diciembre de 2005''\n\n*Las zonas montañosas abarcan más del 24% de la superficie terrestre\n*Cerca del 25% de la población mundial vive en montañas o en zonas aledañas.\n*A menudo a las montañas se las denomina “torres de agua” de la naturaleza, puesto que interceptan la masa de aire que circula por el planeta y ésta asciende a alturas donde se condensa formando nubes que producen lluvia y nieve.\n*Los principales ríos del mundo, desde el Río Grande en Sudamérica hasta el Nilo en África, nacen en las montañas. En consecuencia, más de la mitad de los habitantes del planeta dependen del agua de las montañas para cultivar alimentos, producir electricidad, mantener la industria y, lo que es más importante, para beber.\n*Cada día, una de cada 2 personas en el planeta consume agua procedente de las montañas.\n*Mil millones de personas en China, India y Bangladesh, 250 millones en África y toda la población del estado de California, en Estados Unidos, se encuentran entre los 3.000 millones de personas que dependen del flujo constante de agua dulce y potable de las montañas.\n*En las regiones húmedas del planeta, las montañas proporcionan entre el 30 y el 60% del agua dulce río abajo. En los ambientes semiáridos y áridos, éstas proporcionan entre el 70 y el 95%.\n*Parte del agua dulce que procede de las montañas está almacenada en los glaciares. La escorrentía del casquete de hielo de Quelccaya en Perú, por ejemplo, ha sido tradicionalmente una fuente de agua para los habitantes de Lima, Perú. Hoy en día, debido a los efectos del calentamiento global, muchos glaciares se derriten a una velocidad sin precedentes. Durante la última década, la disminución de este casquete ha aumentado de 3 a 30 metros al año, lo que constituye un riesgo para el abastecimiento de agua dulce de 10 millones de personas. Igualmente, al norte de India se estima que unos 500 millones de personas ya son víctimas de la escasez de agua y dependen de los afluentes de los ríos Indus y Ganges que alimentan el glaciar. Los científicos prevén que, al derretirse los glaciares del Himalaya, estos ríos aumentarán su caudal antes de descender a niveles gravemente bajos.\n*El monte Everest, ubicado en la frontera entre Nepal y China, es la montaña más alta del planeta con 8.850 metros de altitud,.\n*Las representaciones cartográficas muestran que el 48% del total de la superficie terrestre del planeta se encuentra por encima de los 500 m sobre el nivel del mar; el 27% a más de 1.000 m; el 11% a más de 2.000 m; el 5% a más de 3.000 m; y el 2% a más de 4.000 m.\n*Todas las montañas del mundo por encima de los 7.000 m se encuentran en Asia, y la totalidad de los 14 picos que superan los 8.000 m se sitúan en la cordillera de los Grandes Himalayas, que se extiende a lo largo del borde meridional de la Meseta Tibetana.\n\nInformación extraída de la sección dedicada a las Montañas del sitio web de la Red de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente\nhttp://mountains.unep.net/\ny de las secciones “¿Sabía que…?”\nhttp://www.mountainpartnership.org/media/facts/didyouknow.html\ny “El Agua de las Montañas”\nhttp://www.mountainpartnership.org/themes/i-water.html\ndel sitio web de la Alianza para las Montañas.\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y LAS MONTAÑAS\n\nA Manual for Monitoring the Mass Balance of Mountain Glaciers (Un Manual para la Vigilancia del Equilibrio de la Masa de los Glaciares de Montaña) N° 59 de la serie del PHI Documentos Técnicos en Hidrología\n\nPor Georg Kaser, Andrew Fountain y Peter Jansson. © UNESCO 2003\n\nEste manual es un proyecto inicial sobre la manera de controlar los glaciares de la región del Hindu Kush de los Himalaya (HKH). Este manual preliminar presenta los antecedentes teóricos del equilibrio de la masa glaciar y un resumen de las definiciones y formatos comunes de datos. La publicación propone un modelo de glaciar “ideal” como guía para medir el equilibrio de la masa de los glaciares. Basándose en consideraciones climatológicas y del cambio climático, el manual propone un proyecto de Red de Vigilancia de Glaciares. La segunda parte de la publicación ofrece detalles prácticos sobre el trabajo en el terreno, el análisis y la presentación de datos, centrándose sobre las características particulares de los glaciares situados en latitudes bajas y en concreto en la región del HKH.
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA Y LAS NACIONES UNIDAS\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 116: EL AGUA Y LAS NACIONES UNIDAS, CON OCASION DEL DÍA DE LAS NACIONES UNIDAS (24 de octubre) - 21 de octubre de 2005''\n\n* El nombre de __Naciones Unidas__, acuñado por el Presidente de los Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, fue utilizado por primera vez en la Declaración de las Naciones Unidas del 1 de enero de 1942, durante la Segunda Guerra Mundial, cuando representantes de 26 naciones comprometieron a sus respectivos gobiernos a seguir luchando juntos contra las Potencias del Eje.\n* En 1945, representantes de 50 países se reunieron en San Francisco, Estados Unidos, en la Conferencia de las Naciones Unidas sobre la Organización Internacional con el fin de redactar la Carta de las Naciones Unidas. Los delegados deliberaron en base a las propuestas elaboradas por los representantes de China, la Unión Soviética, Reino Unido y Estados Unidos en Dumbarton Oaks, Estados Unidos, entre agosto y octubre de 1944. La Carta fue firmada el 26 de junio de 1945 por los representantes de los 50 países. Polonia, que no estuvo representada en la Conferencia, la firmó más tarde, pasando a formar parte de uno de los 51 Estados Miembros fundadores.\n* El 24 de octubre de 1945 nace oficialmente la Organización de las Naciones Unidas, tras la ratificación de la Carta por parte de China, Francia, la Unión Soviética, Reino Unido, Estados Unidos y la mayoría de los demás Estados signatarios.\n* La Observación General sobre el derecho al agua hecha al Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales en noviembre de 2002 marca, a nivel internacional, un hito en la historia de los derechos humanos. Por vez primera, el agua es reconocida de forma explícita como un derecho humano fundamental. Los 145 países que han ratificado el Pacto Internacional están obligados a garantizar progresivamente el acceso universal al agua potable, de forma equitativa e igualitaria.\n* En su Declaración del Milenio de 2000, las Naciones Unidas establecieron ocho metas para el desarrollo denominadas Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM). Mediante esta declaración, las Naciones Unidas hicieron una llamada a las naciones del mundo para R20;reducir a la mitad, para el año 2015, el porcentaje (R30;) de personas que carezcan de acceso a agua potable o que no puedan costearloR21; y para R20;poner fin a la explotación insostenible de los recursos hídricos formulando estrategias de ordenación de esos recursos en los planos regional, nacional y local, que promuevan un acceso equitativo y un abastecimiento adecuadoR21;.\n* El Plan de Acción de Mar del Plata adoptado por la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Agua (1977), la Conferencia Internacional sobre Agua y Medio Ambiente (Dublín, 1992), así como la Cumbre de la Tierra (Río de Janeiro, 1992) - con su documento clave: Programa 21 - y el ejercicio de la Visión Mundial del Agua (2000), han contribuido a sensibilizar cada vez más acerca de la necesidad de una evaluación global de los recursos hídricos como base para llevar a cabo una gestión más integrada de dichos recursos.\n* Por recomendación de la Comisión sobre el Desarrollo Sostenible y con el sólido respaldo de la Conferencia Ministerial de La Haya de marzo de 2000, ONU-Agua ha llevado a cabo un proceso continuo de evaluación que moviliza al conjunto del sistema de las Naciones Unidas a través del Programa Mundial de Evaluación de los Recursos Hídricos (WWAP). Este programa coordina los esfuerzos de 24 organizaciones de las Naciones Unidas hacia el control y evaluación de los recursos hídricos.\n* El 1er Foro Mundial del Agua tuvo lugar en Marrakech los días 21 y 22 de marzo de 1997. Este Foro se centró en temas relacionados con agua y saneamiento, gestión de aguas transfronterizas, conservación de los ecosistemas, igualdad de género y utilización eficaz de los recursos hídricos. El próximo foro, el 4° Foro Mundial del Agua, tendrá lugar del 16 al 22 de marzo de 2006 en Ciudad de México, México.\n* La Asamblea General de las Naciones Unidas proclamó, en su resolución 55/196, el año 2003 Año Internacional del Agua Dulce. La resolución, adoptada el 20 de diciembre de 2000, fue iniciada por el gobierno de Tayikistán y apoyada por 148 países. Esta resolución alentó a los Gobiernos, al sistema de las Naciones Unidas y a todos los demás actores a que aprovecharan el Año Internacional del Agua Dulce para sensibilizar al público acerca de la importancia de utilizar, proteger y gestionar los recursos hídricos de forma sostenible.\n* Basándose en el título del 1er Informe de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el mundo Agua para Todos, Agua para la Vida, la Asamblea de las Naciones Unidas decidió proclamar, en su resolución A/RES/58/217, el período 2005-2015 Decenio Internacional para la Acción El agua, fuente de vida, comenzando el Día Mundial del Agua, 22 de marzo, de 2005. El Decenio se concentrará sobre los asuntos relacionados con los recursos hídricos a todos los niveles y la ejecución de programas y proyectos sobre agua, con el fin de ayudar a alcanzar los objetivos relativos a los recursos hídricos acordados a nivel internacional y contenidos en el Programa 21, los Objetivos de Desarrollo del Milenio y el Plan de Aplicación de Johannesburgo.\n* Este año, 2005, se cumplen 30 años de la existencia del Programa Hidrológico Internacional (PHI), programa científico intergubernamental de la UNESCO fundamentalmente dedicado a la investigación, el fortalecimiento de capacidades y el desarrollo de los recursos hídricos.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\nde la página web de Presentación del Programa Mundial de Evaluación de los Recursos Hídricos (WWAP)\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/description/index_es.shtml)\nde la sección Hitos del Agua 1972 - 2003: Desde Estocolmo hasta Kioto del sitio web del WWAP\n(http://www.unesco.org/water/wwap/milestones/index_es.shtml), del sitio web del Año Internacional del Agua Dulce 2003 (http://www.wateryear2003.org/es/)\ny del sitio web 2005-2015: Decenio Internacional para la Acción El agua, fuente de vida;\n(http://www.un.org/spanish/events/waterday/2005/statement_decade.html). \n
!¿SABÍA QUE…? HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA EN OCEANÍA\n''BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 118: EL AGUA EN OCEANÍA - 4 de noviembre de 2005''\n\n* La cobertura actual de servicios de saneamiento y agua potable mejorados en esta región es relativamente buena. Un 94% de la población tiene acceso al saneamiento mejorado y un 87% al abastecimiento de agua mejorado. Sin embargo, estas cifras resultan sesgadas debido a la numerosa población de Australia y Nueva Zelanda que goza de una buena prestación de estos servicios. Si se excluye a ambos países, los niveles de cobertura son mucho más bajos.\n* Con el fin de alcanzar los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM) de las Naciones Unidas para el año 2015, 8 millones de personas más deberán disponer de acceso a servicios mejorados de abastecimiento de agua y 7,2 millones adicionales deberán tener acceso al saneamiento durante el mismo período de tiempo.\n* La cobertura de abastecimiento de agua y saneamiento en Fiji y Kiribati es inferior al 50%.\n* La Isla de Nauru recibía por barco la mayor parte de su agua dulce hasta que se instaló una planta de desalinización. Algunas de las pequeñas islas de Fiji y Tonga también reciben agua de otras islas cercanas por barcaza o barco.\n* Durante las épocas de sequía o de desastres naturales, algunas de las islas pequeñas de Fiji, Kiribati e Islas Marshall han dependido de los cocos para la obtención de agua.\n* Australia recibe una precipitación anual de 200 a 300 mm en gran parte del país, con totales que alcanzan al menos los 1.200 mm a lo largo de la franja oriental y hasta los 1.000 mm en el extremo suroccidental del país. En contraposición, muchas de las islas de la región reciben precipitaciones considerablemente más elevadas: por ejemplo, se han registrado 5.000 mm de agua caída al año a lo largo de la costa oriental de la Isla Sur de Nueva Zelanda.\n* En Australia el promedio de escorrentía anual es de sólo unos 350 km³. Exceptuando el Murray-Darling, la mayoría de los ríos son cortos y drenan la vertiente oriental. El país cuenta con cantidades considerables de agua subterránea, pero existen problemas de salinidad, algunos provocados por el regadío.\n* Los ríos de Oceanía son cortos, de caudal rápido y tienen un promedio anual de escorrentía de unos 2.000 km³.\n* La sequía vinculada al fenómeno de El Niño ha reducido la recolección de precipitaciones, de lentes de agua dulce (masa de agua dulce que flota sobre aguas subterráneas salinas) y de aguas subterráneas en numerosos estados insulares del Pacífico en desarrollo. Por ejemplo, en 1998, 40 atolones de Micronesia se quedaron sin agua durante uno de estos fenómenos, declarándose en estado de emergencia nacional. En el mismo año, se secaron los tanques de agua de lluvia en zonas importantes de Kiribati y las reservas de agua subterránea poco profundas se volvieron salobres.\n\nInformación extraída del 1er Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo Agua para Todos, Agua para la Vida\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n\nInforme de la Conferencia Mundial sobre el Desarrollo Sostenible de los Pequeños Estados Insulares en Desarrollo\nhttp://www.sidsnet.org/docshare/other/BPOA.pdf\nCambio Climático y Recursos Hídricos en los Países Insulares en Desarrollo del Pacífico
!¿SABÍA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y MITOLOGÍA\n!!!!BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 125: AGUA Y MITOLOGÍA - 23 de diciembre de 2005\n''2005-2015 es el Decenio Internacional para la Acción “El agua, fuente de vida”''\nhttp://www.unesco.org/water/water_celebrations/decades/index_es.shtml\n\nEl Día Mundial del Agua del 22 de marzo de 2006 será coordinado por la UNESCO en torno al tema: “Agua y cultura”. ¡Visite el Portal del Agua de la UNESCO regularmente para seguir informado!\nhttp://www.unesco.org/water/index_es.shtml\n\n//Un mito es una historia tradicional o legendaria que normalmente trata de algún ser o héroe, acontecimiento o fenómeno natural.//\n\n* Hoy en día, al disponer de agua potable distribuida directamente por cañerías hasta nuestros hogares y dar por sentado su disponibilidad, resulta difícil imaginar la gran importancia que tenía dicho recurso para aquellas personas que iban a buscarla cada día a la orilla del río o al pozo del pueblo. Nuestros antepasados dependían completamente de la fuente de agua local para sus cosechas y animales, por lo que rendían una veneración natural a aquellos lugares donde un agua pura y saludable emanaba de las profundidades de la tierra como si fuera un hecho mágico. Por lo tanto, el agua ha constituido un elemento primordial en los mitos y los ritos sagrados en las culturas del mundo entero.\n* En Polonia y Alemania, se creía en la existencia de los “hombres que vivían en el agua” o nix y sus esposas. Estos poseían una forma humana, con una naturaleza malévola. Los nix habitaban en lagos, ríos y estanques e incitaban a bañarse a las personas que pasaban por sus aguas para ahogarlas. Las manchas azules en el cuerpo del ahogado eran señal de que un nix había sido responsable del ahogo. Los nix eran considerados impotentes en la tierra y podían interactuar con los humanos sin ser reconocidos. Observar a una de sus esposas lavando su ropa a orillas de un río era presagio de tiempo lluvioso o marea alta.\n* En la región de Venda, en la Provincia del Norte de Sudáfrica, las personas mantienen la relación con sus antepasados calmando los espíritus del agua, dejando ofrendas en las Cataratas Phiphidi y en Gubukhuvo, la poza que recibe la caída de sus aguas. Aunque se cree que estos espíritus del agua pueden cazar su propia carne, no pueden cultivar cereales bajo el agua, por lo que las personas depositan cerveza y cereal en una piedra sagrada, cerca de la parte alta de las cascadas, con el fin de fomentar las buenas relaciones con los espíritus ancestrales.\n* La expresión inglesa “To rain cats and dogs” (Están lloviendo gatos y perros) significa que “Está lloviendo a cántaros”. En la mitología nórdica, los gatos ejercen una gran influencia sobre el clima y los marineros ingleses todavía dicen que “el gato lleva un vendaval en su cola”, debido a su comportamiento especialmente juguetón. También se decía que las brujas que sobrevolaban las tormentas asumían forma de gato, e incluso hoy en día en la región de Harz, Alemania, al viento huracanado del noreste se le denomina nariz de gato. El perro es un símbolo del viento, al igual que el lobo. Ambos animales fueron sirvientes de Odín, dios de la tormenta. En las antiguas pinturas alemanas el viento está representado por una cabeza de un perro o lobo que exhala una ráfaga de viento. Mientras el gato simboliza la lluvia, el perro representa las fuertes ráfagas de viento que acompañan al temporal de lluvias, por lo que una “lluvia de gatos y perros” es un fuerte temporal de lluvia y viento.\n* Muchas culturas asocian el agua con la mujer: La Madre de Todo, en un mito aborigen del norte de Australia, llegó del mar en forma de una serpiente arco iris con sus hijos (los Ancestros) dentro de ella. Fue la Madre de Todo quien creó el agua para los Ancestros orinando sobre la tierra, creando lagos, ríos y agujeros de agua para calmar la sed de sus hijos.\n* Para los griegos, los manantiales eran el lugar predilecto de las ninfas de agua, espíritus elementales bajo forma de muchachas jóvenes y bonitas; el significado original de la palabra griega para designar un manantial es la “doncella núbil”. Algunos manantiales griegos eran consagrados a Hera o Afrodita y se les atribuían propiedades milagrosas. Hera, por ejemplo, recuperaba la virginidad cada año al sumergirse en la fuente de Kanathos.\n\nInformación extraída de la Sección Mitos e Historias del Agua del Año Internacional del Agua Dulce 2003\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=4532&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html \nel sitio web “Manantiales sagrados y otras historias sobre el agua” http://www.endicott-studio.com/rdrm/forwatr.html\ny el sitio web “Agua: sacralidad e historias de pozos, manantiales, pozas y lagos” http://www.mythinglinks.org/ct~water.html\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA Y MITOLOGÍA\n\nWater, Hindu Mythology and an Unequal Social Order in India (Agua, mitología Hindú y un orden social desigual en India)\n\nPor Deepa Joshi y Ben Fawcett. Documento presentado en la 2ª Conferencia de la Asociación Internacional de Historia del Agua (IWHA), Bergen, agosto de 2001\n\nEste documento analiza la filosofía Védica, la base estructural del Hinduismo que se practica en la actualidad, con el objetivo de demostrar que, en el contexto del sistema social hindú, el agua y el cuerpo humano no son entidades meramente físicas. La publicación presenta una investigación realizada sobre el terreno acerca del uso del agua en una sociedad hindú rural y muestra que la jerarquía social basada en castas se ve determinada a nivel local por los principios de pureza y contaminación. Estos principios se utilizan en la cultura local para establecer y reforzar el acceso injusto, el control y la distribución de los recursos hídricos así como de los derechos de uso del agua.\n\n:: Acceda al texto íntegro [formato PDF - 68,6 KB, en inglés] \nhttp://www.eng4dev.soton.ac.uk/eng4devpdfs/IWHA%20paper.PDF\n\nAGUA Y MITOLOGÍA EN INTERNET\n\nSección Mitos e Historias del Agua del sitio web del Año Internacional del Agua Dulce 2003\n\nhttp://www.wateryear2003.org/es/ev.php-URL_ID=4532&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html\n\nEsta sección del sitio web del Año Internacional del Agua Dulce 2003 contiene información sobre diferentes mitos e historias del agua alrededor del mundo: Irlanda, Polinesia, Chile meridional, Nigeria, Costa de Marfil, Brasil, Kenia y Ghana.\n\nManantiales sagrados y otras historias sobre el agua\n\nhttp://www.endicott-studio.com/rdrm/forwatr.html\n\nEste sitio web presenta una perspectiva trans-cultural del agua en la mitología. El sitio incluye mitos de Inglaterra, de los Indios Pies Negros de América del Norte, de los Kung de Botswana, de los aborígenes australianos, así como mitos griegos, teutónicos y célticos.\n\nMitos de la Isla de Chiloé\n\nhttp://www.mitologiachilota.cl/english/acuaticos.php?seccion=mitos&subseccion=acuaticos\n\nEste sitio web incluye una lista de los diferentes mitos de la isla de Chiloé, en Chile, relacionados con los recursos hídricos.\n\nSección sobre Agua y Animismo de la página web “La Página del Agua”\n\nhttp://www.thewaterpage.com/religion_animism.htm\n\nEsta página web analiza la relación entre la creencia de que los objetos y fenómenos naturales y el universo poseen almas y el agua. El sitio web presenta diferentes creencias procedentes de distintos lugares geográficos y ofrece información sobre los espíritus del agua y las propiedades particulares del agua y del agua de lluvia.\n\n \n\n
*BOLETÍN SEMANAL DEL PORTAL DEL AGUA DE LA UNESCO No. 126: AGUA Y CIVILIZACIÓN - 6 de enero de 2006\n\n!¿SABÍA QUE...? HECHOS Y CIFRAS SOBRE AGUA Y CIVILIZACIÓN\n\n*La mayoría de las grandes civilizaciones del mundo se han desarrollado en torno al agua. Este elementoconstituía un factor clave no sólo para el abastecimiento de agua dulce, sino también para la agricultura, el comercio, el transporte y los sistemas de defensa. Civilizaciones como el Imperio romano, la Civilización egipcia, el Imperio veneciano y la Dinastía de los Omeyas basaron su fundación en la facilidad de acceso al agua, ofreciendo a sus poblaciones un medio de supervivencia y de expansión.\n*Hoy en día, al igual que en el pasado, el progreso humano está condicionado por los avances del conocimiento científico en el tema del agua y sus aplicaciones a través de la ingeniería y la tecnología para el bienestar de la sociedad.\n*La tradición de las termas y su función social eran tan importantes en la antigua Roma que, hacia el final de la República (siglo I a.C.), el abastecimiento de agua y la construcción de establecimientos termales se habían convertido en un asunto fundamental en la vida de la ciudad. La construcción de baños públicos de gran tamaño, bajo el mandato de sucesivos emperadores romanos, era una manera de impresionar a los ciudadanos con el poder y el prestigio de sus gobernantes.\n*En la antigua Roma, las aguas residuales se evacuaban mediante un sistema de alcantarillado que las vertía en la Cloaca Máxima, un antiguo arroyo que en épocas remotas (probablemente durante el siglo VI a.C.) había sido transformado en un canal de drenaje.\n*Se estima que el volumen de agua distribuida en la antigua Roma se situaba en torno a 1 millón de m³ por día. Transportada al centro de la ciudad por acueductos, el agua alimentaba numerosas fuentes públicas donde se habían construido depósitos recolectores de agua. Estas fuentes abastecían de agua a la ciudad entera para diferentes fines: beber, lavarse, apagar incendios o simplemente para el disfrute de los ciudadanos.\n*El primer acueducto romano fue construido en el año 312 a.C. bajo el mandato del censor Appius Claudius Caecus (oficial público romano). Tres acueductos más fueron construidos durante la República para permitir la distribución de agua en el centro de la ciudad. Un rasgo característico del Imperio romano era la conexión de las ciudades a sistemas de abastecimiento de agua. Algunos vestigios del dominio que ejercían los romanos a través del agua todavía pueden apreciarse hoy en día: los acueductos de Segovia y Tarragona en España, de Estambul y de Antioquía en Turquía, de Catania en Sicilia y el Puente del Gard en el sur de Francia.\n*El agua era esencial para la supervivencia de la ciudad de Roma. Cuando los godos invadieron Italia en el siglo V, una de las primeras acciones que llevaron a cabo para derrumbar las defensas de Roma fue destruir su sistema de abastecimiento de agua. Esta falta de agua impidió que Roma volviera a recuperar su gloria anterior hasta el Renacimiento, época en la que nuevos arquitectos lograron restablecer los sistemas de abastecimiento de agua, permitiendo que la ciudad se repoblara y comenzara un nuevo período de expansión.\n*Si el Río Nilo no existiera, un desierto inmenso se extendería desde el Mar Rojo hasta el Océano Atlántico. Este río explica la alta densidad de población de esta región y diversidad cultural que siempre la han caracterizado. Las poblaciones que emigraban de las tierras áridas encontraron refugio durante los siglos a orillas del "río divino". El Nilo proporcionaba el agua que posibilitaba la vida, permitiendo la comunicación y el riego de los cultivos. Cada año, sus crecidas fertilizaban y regeneraban las tierras con su limo.\n*En la época de los Faraones, el Nilo fue venerado como una divinidad, e incluso existía una oficina encargada de medir el nivel de las crecidas con el fin de recaudar los impuestos agrícolas correspondientes. Se consideraba que cuanto mayor era el nivel de la crecida, más productiva era la tierra.\n*En el desierto del norte de Perú, en los valles que se extienden desde Moche a Lambayeque, la civilización Chimú, que floreció del 750 al 1450 d.C., dependía de un sistema mejorado de canales de riego. Cuando esta zona norteña estaba en su auge, era la región más poblada de la costa andina central. Los valles fluviales y los desiertos que se extienden entre los valles eran cultivados con ayuda de redes de riego. Los canales eran acueductos empedrados o de arcilla que transportaban el agua de las montañas al desierto. \n\nInformación extraída de la publicación "Agua y Ética: Una Perspectiva Histórica" (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001363/136341e.pdf) [formato PDF - 346 KB, en inglés] y de la sección Agua y Civilización del sitio web del proyecto "El Sonido de Nuestra Agua" (http://unesco.uiah.fi/water/material/03_water_and_civilisation_html).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON AGUA Y CIVILIZACIÓN \n\nWater and Ethics: A Historical Perspective (Agua y Ética: Una Perspectiva Histórica) Ensayo nº2 de la Serie del PHI sobre Agua y Ética\n\nPor Fekri A. Hassan. UNESCO - 2004 \n\nEste ensayo analiza la ética del uso del agua dulce desde una perspectiva histórica, como antecedente de nuestros problemas actuales. La publicación presenta una idea general sobre la interacción entre el uso del agua y el desarrollo de la civilización desde el advenimiento de la agricultura a través del desarrollo de la acción del estado y de las ciudades, así como desde el surgimiento de las civilizaciones antiguas hasta la sociedad global emergente \n\n:: Acceda a la publicación íntegra [formato PDF - 346 KB, en inglés] http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001363/136341e.pdf\n\nAGUA Y CIVILIZACIÓN EN INTERNET\n\nSección "Agua y Civilización" del proyecto "El Sonido de Nuestra Agua" (UNESCO)\n\nhttp://unesco.uiah.fi/water/material/03_water_and_civilisation_html\n\nEste sitio web contiene información sobre la función que desempeñan los recursos hídricos en diversas civilizaciones (Imperio romano, civilización egipcia, Imperio veneciano, dinastía de los Omeyas), religiones (mitos en Polinesia, Egipto, Japón, Borneo o en la civilización india) y en la cultura (arte y música). \n\nAsociación Internacional de Historia del Agua (IWHA)\n\nhttp://www.iwha.net\n\nLa historia del agua incluye la historia política y económica, la historia de la ciencia y la medicina, la historia de la tecnología, el desarrollo, las ciencias medioambientales y la geografía.\n\nLa IWHA pretende constituir el foro de debate más amplio posible sobre el tema, libre de cualquier influencia o control político o institucional.\n\nEste sitio web contiene información sobre eventos, publicaciones y enlaces sobre estos temas.\n\nSociedad Europea de Historia Ambiental (ESEH)\n\nhttp://adm-websrv3b.sdu.dk/\n\nESEH es una sociedad académica que tiene como objetivo promover la historia ambiental en Europa, animar y apoyar la investigación, la enseñanza y las publicaciones en este campo.\n\nEsta Sociedad pretende fomentar el diálogo entre los conocimientos humanistas, las ciencias medioambientales y otras disciplinas. Su sitio web contiene información sobre noticias, eventos, bibliografía, publicaciones y enlaces.\n\nSociedad Americana de Historia Ambiental (ASEH)\n\nhttp://www.h-net.org/~environ/ASEH/\n\nLa ASEH trata de comprender la experiencia humana en la temática del medio ambiente desde las perspectivas de la historia, las artes y las ciencias. Esta Sociedad fomenta el diálogo transdisciplinario en torno cada aspecto de la relación presente y pasada de la humanidad con el mundo natural.\n\nEste sitio web incluye información sobre publicaciones, enlaces, bibliografía, conferencias, fondos fiduciarios y premios.
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[img[Selo|selocom1.jpg]]\n*''550 litros é a quantidade de água necessária para produzir farinha para uma porção de 400 gramas de pão.''\n*''Para produzir uma xícara de café são necessários 140 litros de água.''\n*''Para produzir 1 kilograma de (x) são necessários (x) litros de água:''\n***''Arroz - 3.000 litros''\n***''Milho - 900 litros''\n***''Trigo - 1.350 litros''\n***''Carne - 16.000 litros''\n\n(Trad. de Serrano Neves)\n\n//Información extraída del Informe sobre el Desarrollo de los Recursos Hídricos en el Mundo “Agua para Todos, Agua para la Vida”//\nhttp://www.unesco.org/water/wwap/wwdr/indice.shtml\n//del sitio web Gráficos Vitales del Agua: sección sobre los problemas relacionados con los recursos hídricos//\nhttp://www.unep.org/vitalwater/resources.htm\n//y de la página web GEO: Perspectiva Mundial del Medio Ambiente 3: Lugares Vulnerables//\nhttp://www.unep.org/geo/geo3/spanish/500.htm\n//del sitio web “Vital Water Grafics” (Gráficos vitales del Agua: sección Gestión y Usos del Agua)//\nhttp://www.unep.org/vitalwater/management.htm\n
!SABÍA QUE... HECHOS Y CIFRAS SOBRE EL AGUA: VECTOR DE CAMBIO E INTERCAMBIO\n\n· La navegación de ríos, lagos y océanos empezó antes de la historia registrada. La navegación, debido a su relación e importancia respecto al transporte, ha contribuido en gran medida al avance de la civilización. El hombre aprendió muy pronto que viajar por agua era un medio eficaz para transportar sus bienes comerciales a otras tierras.\n\n· Probablemente las primeras embarcaciones consistían en un tipo de canoa construida con troncos e impulsadas por remos. Durante la Edad de Piedra, estas embarcaciones se hacían ahuecando el tronco de un árbol y, más tarde, las naves fueron cubiertas de tejidos impermeables antes de ser construidas utilizando planchas de madera atadas y cosidas entre sí. Pronto se descubrió que, atando velas a los barcos, se podía aprovechar la fuerza del viento para desplazarse con más rapidez. Probablemente las primeras velas estaban hechas de cuero o juncos entretejidos.\n\n· El río Nilo y su valle tuvieron una gran influencia en la cultura y la población del Antiguo Egipto. Cuando la civilización egipcia se desarrolló, su economía empezó a depender aún más del Nilo. Este río, además de agua y tierras fértiles, ofrecía un medio de transporte que permitía a los egipcios relacionarse con otras civilizaciones situadas a orillas del río, como el reino de Kush. Esta vía fluvial cobró especial importancia durante el Reino Nuevo, cuando la población se extendió a lo largo del Nilo.\n\n· Los Estados Unidos de América cuentan con una larga historia de viajes a través de sus cursos de aguas continentales. Los ríos Hudson, Ohio, Misuri y Bajo Misisipi atrajeron desde muy temprano a colonos que iban en busca de una vida mejor.\n\n· El Misisipi y sus afluentes siempre fueron rutas comerciales importantes. Los grandes asentamientos nativos surgieron donde se unían las aguas de los ríos más importantes, como el Minnesota, el Chippewa, el Illinois y el Misuri en su viaje hacia al sur. Una de las mayores comunidades se situaba cerca de la actual ciudad de San Luís, Misuri, donde unas 20.000 personas construyeron sus hogares hace casi 2.000 años.\n\n· Durante casi 2.000 años, el río Danubio ha sido utilizado como importante medio de transporte para los soldados. Durante el siglo III a.C., el río marcó la frontera norte del Imperio romano y sin duda fue utilizado por los soldados romanos. Años más tarde, los godos, los eslavos, los hunos y otras tribus germánicas se sirvieron del Danubio para cruzar la frontera del Imperio romano. Posteriormente, este río sirvió como vía de acceso a Constantinopla. Los Cruzados tomaron también la ruta del Danubio para viajar más rápido en su intento por recuperar Tierra Santa y,, hacia finales de la Edad Media, los turcos otomanos descubrieron que este río les permitía avanzar hasta Europa Occidental y Central.\n\n· En 1455, los marineros portugueses descubrieron el río Gambia en África occidental. Los portugueses, al igual que los ingleses y franceses que les siguieron, buscaban una vía en el interior de África, una vía para transportar las riquezas del legendario imperio de Malí y acceder al Nilo. Este río fue la primera ruta comercial del interior de África y muy pronto se convirtió en escenario del comercio de esclavos.\n\nInformación extraída del sitio web del Centro de Patrimonio Mundial (http://whc.unesco.org/), de la sección R20;La Historia del Transporte en el Río MisisipiR21; del R20;Centro de Educación Medioambiental GlobalR21; (http://cgee.hamline.edu/rivers/Resources/Voices/transportation1.htm) y del sitio web R20;El Río Nilo y su impacto en el Antiguo EgiptoR21; (http://www.ccds.charlotte.nc.us/History/Egypt/04/haup/hauptfuhrer.htm).\n\nPUBLICACIONES RELACIONADAS CON EL AGUA: VECTOR DE CAMBIO E INTERCAMBIO\n\nQanats\n\nPor el WaterHistory.org. © WaterHistory.org\n\nEn la primera mitad del primer milenio a.C., los persas empezaron a construir sistemas de túneles denominados qanats con el fin de extraer agua subterránea en las secas cuencas de las zonas montañosas del actual Irán.\n\nDurante el período 550-331 a.C., cuando el dominio persa se extendió desde el Indo hasta el Nilo, la tecnología de los qanats se difundió por todo el imperio. Los gobernantes Aqueménidas ofrecían importantes incentivos a los constructores de qanats, así como a sus herederos, ofreciéndoles beneficios sobre los qanats recién construidos durante 5 generaciones. Como consecuencia, se crearon miles de asentamientos nuevos y, los ya existentes, se fueron extendiendo. Hacia el oeste, se construyeron qanats desde Mesopotamia hasta orillas del Mediterráneo y, hacia el sur, en regiones de Egipto. Hacia el este de Persia, se construyeron qanats en Afganistán, en los asentamientos de los oasis de la Ruta de la Seda en Asia central y en el Turkistán chino.\n\nDurante la época romano-bizantina (64 a.C. a 660 d.C.) se construyeron numerosos qanats en Siria y Jordania. Desde allí, pareciera ser que la tecnología se difundió hacia el norte y el oeste de Europa, existiendo restos de qanats romanos hasta la región de Luxemburgo.\n\nLa expansión del Islam inició otra importante difusión de la tecnología de los qanats. Las primeras invasiones árabes extendieron la técnica de los qanats hacia el oeste a lo largo del Norte de África, Chipre, Sicilia (Italia) y España, incluyendo las Islas Canarias. En España, los árabes construyeron un sistema en la ciudad de Crevillente, probablemente con fines agrícolas, y otros en Madrid y Córdoba para el abastecimiento de agua urbana. En América Latina se pueden encontrar restos de qanats en México occidental, en Perú y en Chile.\n\nAcceda al documento íntegro [formato PDF - 332 KB] http://www.waterhistory.org/histories/qanats/qanats.pdf