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!CONHEÇA O INSTITUTO\n\nO Instituto Serrano Neves se apresenta em breves notas colocando-se, por sua Diretoria, à disposição do que seja necessários para a troca de informações e o estabelecimento de parcerias e/ou convênios de cooperação.\n\nSerrano Neves\nDiretor Institucional\n\n!1. PROJETO AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA\n\n!!1.1 O que é o Projeto ?\n\nO Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa é o projeto-mãe das ações de desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental a serem desenvolvidas com o estímulo e articulação do Instituto Serrano Neves.\n\n!!1.2 O que é o Instituto Serrano Neves ?\n\nO Instituto Serrano Neves [ ISN ] é uma organização não governamental sem fins lucrativos (Registro n. 580935 no 2º Tabelionato RPJTD de Goiânia - CNPJ 05508400/0001-26) fundada pelo Procurador de Justiça Serrano Neves com a colaboração de pessoas interessadas na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.\n\n!!1.3 Porquê foi escolhido o Lago da Serra da Mesa ?\n\nO Lago da Serra da Mesa é o maior reservatório de água doce do Brasil e possui um entorno, área de influência e bacia de adução de grande magnitude, cujas populações e sedes tem porte para serem alvo de ações de desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no sentido de se configurarem como comunidades sustentáveis segundo estudos e modelagem (Folker Gunther, Odum e Ortega) apontados como necessários para enfrentar com sucesso os quadros futuros de menor disponibilidade de energia e abastecimento de centros populacionais.\n\n!!1.4 Porquê foi escolhido o Município de Uruaçu ?\n\nUruaçu foi escolhido pela soma das vantagens:\n\n*Localização mais próxima da Capital do Estado;\n*estar à margem da BR 153;\n*estar à margem do Lago\n*possuir aeroporto com pista asfaltada;\n*possuir acesso asfaltado até o Lago;\n*possuir rede hoteleira capaz de absorver a demanda do turismo interno.\n\nOutras razões se somam para que Uruaçu possa receber a denominação de PORTAL DO LAGO e ser o centro de irradiação das ações.\n\n!!1.5 O quê o Instituto oferece ?\n\nO Instituto oferece estimular ações sócio-ambientais, tendo como principal elemento a educação sócio-ambiental nos ambientes comunitário e escolar, formais e informais, com vistas a criar uma consciência de sustentabilidade através da cidadania e do exercício dos direitos assegurados na Constituição, envolvendo as pessoas e os grupos em atividades que gerem renda e independência ao mesmo tempo em que essas pessoas e grupos atuem de modo direto na gestão sócio-ambiental.\n\nO Instituto terá sua sede operacional em Uruaçu, onde instalará os projetos-piloto que possam ser visitados e ter a tecnologia tranferida para os interessados, e operará nos contatos para obtenção de recursos e tecnologias, na capacitação para aproveitamento dos recursos materiais e humanos locais na produção - principalmente na comoditização - e na abertura de mercado para comercialização.\n\nA estimulação acontecerá dentro do espectro das políticas privadas (livre iniciativa), mas depende das políticas públicas que são as principais aliadas na formação das comunidades.\n\nTodo o material produzido pelo Instituto é de domínio público, e o Instituto não deseja ser detentor ou gestor de patrimônio a não ser de forma transitória e no mínimo necessário para a estimulação das ações.\n\n!!1.6 O quê o Instituto espera ?\n\nO Instituto espera do governo local a recepção das idéias e dos estímulos às ações, num espaço amplo de diálogo com a comunidade.\n\n!!1.7 Porquê começar agora ?\n\n2003 é o ANO INTERNACIONAL DA ÁGUA DOCE (UNESCO), e tudo está começando após as férias escolares, com tempo suficiente para preparação das comemorações de 22 de Março - DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA, evento que apresenta potencial para colocar URUAÇU no cenário nacional e internacional como AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA.\n\n!!1.8 Mais informações\n\nMais informações poderão ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto está assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail são os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do horário e da presença dos administradores no local dos telefones.
!!FALE CONOSCO\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. nº 580935 do 2º Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jurídicas, Tit. e Docs. de Goiânia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUAÇU-GO - 76400-000 - Tel 62 33574389 - 96255275\n\nMais informações poderão ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto está assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail são os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do horário e da presença dos administradores no local dos telefones.
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!PAULO MAURICIO SERRANO NEVES\n*Titular da 23ª Procuradoria de Justiça (CRIMINAL) de Goiás\n*Gabinete na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goiás - Goiânia - Go - CEP: 74805-100\n*Fones: (62) 33574389, 32438263, 95255275\nAs opiniões emitidas neste Wiki pelo Procurador Serrano Neves e pelos demais autores NÃO REPRESENTAM a opinião do Ministério Público de Goiás.\n
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[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!NICARAGUA: Polémica cría de tilapia\n\nhttp://www.tierramerica.net/2003/0223/ecobreves.shtml\n\n04/10/2005\n\nMANAGUA.- Autoridades de Nicaragua iniciaron en municipios del centro del país un programa piloto para la cría de tilapia, un pez exótico procedente de Africa, cuya presencia en ríos y lagos podría tener efectos ambientales dañinos, según ecologistas.\n\nEl pez fue introducido en países de América Latina debido a su capacidad de adaptación a zonas tropicales y por ser muy prolífico.\n\nEl especialista del Centro de Investigación en Recursos Acuáticos, Salvador Montenegro, dijo a Tierramérica que el tilapia “es un lunarcito\npequeño, pero canceroso”.\n\n”Introducirlo en grandes lagos como el Cocibolca representa un peligro, pues se alimenta de vísceras de animales, desechos de cocina, concentrados y estiércol de animales, y produce grandes cantidades de excremento que causan daños al cuerpo de agua”.\n\nLos ambientalistas recomiendan su reproducción en estanques controlados.\n\nSegún datos oficiales, el tilapia ya forma parte de la dieta familiar y de las exportaciones. En 2000, Nicaragua percibió 207 mil dólares por\nventas al exterior de tilapia, aunque al año siguiente el monto cayó a unos 64 mil dólares.
!CLAREZA PARA A SERRA DA MESA\n''por Serrano Neves, do Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa.''\n\nCom grifos meus foi copiado o texto do Informativo da SEAP que serve de fundamento para a pergunta:\n\nPORQUE TILÁPIAS NILÓTICAS FORAM PREVISTAS PARA O LAGO DA SERRA DA MESA?\n\nNão gostaria de obter respostas que induzam a crer que existe alguma binacionalidade na decisão que prevê espécies nativas para Itaipu, nem pensaria que Goiás estaria sendo considerado um Estado incapaz de reconhecer o perigo latente na introdução de uma espécie exótica invasora em tanques-rede.\n\nAcompanho o processo desde que lançado e faço oposição à introdução da espécie exótica invasora que é desastre no mundo inteiro, baseada em uma simples detecção da espécie na Bacia Araguaia/Tocantins (Portaria 145 em revisão) que compreende cerca de 11% do território nacional.\n\nEm Goiás existe gente capacitada para entender a diferença entre detecção da espécie numa localidade onde tenha ocorrido um escape de tanque-escavado e o estabelecimento da espécie por sua disseminação no ambiente. Tais pessoas também sabem que a dominância de uma espécie exótica invasora pode levar aproximadamente 20 anos (fig. abaixo, no livro do Prof. José Galizia Tundisi), tempo suficiente para repetir incansavelmente um "não aconteceu nada".\n\n[img[ITUNDISI|exot01.jpg]]\n\nOs ambientalistas com foco no Lago da Serra da Mesa dispenderam quase dois anos para conseguir abrir, em público, informações sobre a poluição e contaminação do Lago da Serra da Mesa (mercúrio, cianofíceas, agrotóxicos, alumínio) e, embora existente o pronunciamento oficial de que os peixes não estariam contaminados, não existe indicadores de que os peixes não serão contaminados, vez que as análises e estudos ou são insuficientes ou estão guardadas foram do alcance dos comuns mortais.\n\nEspecialistas apontam, dado o assoreamento do lago por solo fértil, até mesmo que a água se torne imprópria para geração de energia elétrica.\n\nO Lago da Serra da Mesa é um importante enclave impactante na cabeceira da Bacia do Tocantins e a cautela na exploração sócio-econômica é devida, não podendo ter o custo de matar a fome de hoje para criar a fome para as gerações futuras.\n\n!Queremos clareza para a Serra da Mesa.\n\nA mesma clareza demonstrada pela Agência Ambiental de Goiás no recente seminário em Minaçu-GO, quando a cidadania, em voz alta, agradeceu.\n\nQueremos - e o queremos desde a Constituição de 88 - que seja quebrada a cultura do "manda quem pode e obedece quem tem juízo", caracterizada ainda hoje pela imposição vertical de cima para baixo, como se os governos soubessem tudo e o povo não soubesse nada.\n\nQueremos - e o queremos desde a Constituição de 88 - que os governos, entendendo que o povo merece respeito prestem contas claras e objetivas, sem usar os jargões clássicos da geração de emprego e renda e da inclusão social.\n\nO País tem uma comunidade científica respeitada internacionalmente que precisa ser ouvida, e nós temos ou teremos descendentes cuja direito a um ambiente saudável está acima de projetos mais sedutores do que sustentáveis.\n\nPorquê espécies nativas para Itaipú e espécies exóticas invasoras para Serra da Mesa?\n\nEsperamos que a resposta do governo comece a ser esboçada no I SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS que acontecerá em Brasília, de 24 a 27 DE MAIO DE 2005 e no qual estarão presentes:\n\nInstituto Hórus\n\nThe Nature Conservancy\n\nInstituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo\n\nUniversidade Federal de Viçosa\n\nFundação Oswaldo Cruz\n\nEmbrapa - Cenargen\n\nIBAMA - Coordenação Geral de Fauna\n\nMinistério do Meio Ambiente / Probio\n\nO Lago da Serra da Mesa já é um desastre na história ambiental do País e esperamos que não seja transformado num desastre ambiental histórico.\n\nO Lago da Serra da Mesa está em Goiás, onde vivo, trabalho e brigo por ele, porque por amigo a gente briga.\n\nAbaixo o texto referido no início.\n\n//Informativo da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP_PR//\n\n''Janeiro de 2004 - Incentivo à criação de peixes''\n\n//Autorização de uso de águas públicas vai ampliar a produção de pescados//\n\n//Para a população do entorno do lago da barragem de Itaipu, bem como para muitas das lideranças que de uma forma ou de outra têm ligação com a história da hidrelétrica, o dia 13 de dezembro de 2003 jamais será esquecido.//\n\n//A data marca o início da produção de peixes em tanques- rede no reservatório e de uma nova era na aqüicultura brasileira. Os primeiros juvenis de ''Pacu – espécie nativa da região'' – foram colocados nos tanques-rede na região de São Miguel do Iguaçu.//\n\n//Um amplo projeto está sendo desenvolvido em parceria pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP), Itaipu, universidades, Agência Nacional de Águas, Ibama e pelo Governo do Estado do Paraná para a criação do Parque Aqüícola de Itaipu, que poderá produzir até dois milhões de toneladas de pescado – o dobro da produção anual brasileira. Ele vai apontar, além das áreas de produção de peixes, as áreas passíveis de utilização para esportes náuticos e implantação de propostas voltadas ao turismo.//\n\n//Os peixes, além de comercializados no mercado nacional e internacional, também serão utilizados no repeixamento do lago. Os juvenis nativos serão criados pelos pescadores_aqüicultores e comprados pela hidrelétrica. A intenção é aumentar a população do lago, favorecendo o meio ambiente e atividades como a pesca e o turismo.//\n\n//Esta proposta está virando realidade pela promulgação da Instrução Projeto de criação de peixes semelhante ao de Itaipu também está em implantação no complexo hidrelétrico de Furnas, no Estado de Minas Gerais, onde já foram realizados os primeiros contatos com a direção da empresa.//\n\n//Furnas, sozinha, também pode produzir mais de 2 milhões Normativa nº 4895, que autoriza o governo a ceder trechos de água da União para pescadores e aqüicultores, e com a Portaria Interministerial nº 8, que estabelece o limite de 1% da área dos corpos de água de domínio da união para fins de aqüicultura.//\n\n//A área liberada pode gerar 80 milhões de toneladas de pescado por ano, elevando o Brasil à condição de maior produtor mundial com larga distância para o segundo colocado – a China produz anualmente 40 milhões.//\n\n//Uma revolução se aproxima e a SEAP está participando da sua construção.//\n\n//Ela poderá gerar milhões de empregos e irá colocar o pescado na posição de destaque na balança comercial e na mesa do brasileiro.//
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!A TILÁPIA NILÓTICA\n\n!!Oreochromis niloticus niloticus (Linnaeus, 1758)\n\nhttp://64.95.130.5/Summary/SpeciesSummary.php?genusname\n=Oreochromis&speciesname=niloticus+niloticus\n\nFamília: Cichlidae (), subfamily: Pseudocrenilabrinae , picture (Ornil_m2.jpg) by WorldFish Center\n\n(http://64.95.130.5/images/thumbnails/jpg/tn_Ornil_m2.jpg) - Show available picture(s) for Oreochromis niloticus niloticus\n\nMapa dos pontos\n\nOrdem: - Perciformes (Percas)\n\nClasse: - Actinopterygii (peixes com raios nas barbatanas)\n\nNome FishBase: - Nile tilapia\n\nTamanho máx.: - 60.0 cm SL (Macho/indeterminado; Ref. 4967); Peso máx. publicado: 4,324 g (Ref. 40637); Idade máx. registada: 9 Anos\n\nAmbiente: - bentopelágico; potamódromos (Ref. 51243); água doce; estuarina; intervalo de profundidades - 5 m\n\nClima: - tropical; 8 – 42°C; 32°N - 10°N\n\nImportância: - pescarias: altamente comercial; Aquacultura: espécies comerciais\n\nResiliência: - Médio, Tempo mínimo de duplicação da população 1.4 - 4.4 anos(K=0.14-0.41; tm=1-2; tmax=9)\n\nTradução: - Os três campos seguintes foram traduzidos à máquina pelo www.systran.com\n\nDistribuição: - Gazetteer - Africa: coastal rivers of Israel; Nile from below Albert Nile to the delta; Jebel Marra; Lake Chad basin and the rivers Niger, Benue, Volta, Gambia and Senegal. Widely introduced for aquaculture, with many existing strains. Several countries report adverse ecological impact after introduction.\nÁfrica: rios litorais de Israel; Nile abaixo de Albert Nile ao delta; Jebel Marra; Bacia de república do Tchad de lago e os rios Niger, Benue, Volta, Gambia e Senegal. Introduzido extensamente para o aquaculture, com muitas tensões existentes. Impacto ecological adverso do relatório de diversos países após a introdução.\n\nMorfologia: - Espinhos dorsais (total): 16 - 18; Raios dorsais (total): 12 – 13; Espinhos anais 3; Anal soft rays: 9 – 11; Vertebrae: 30 – 32. Genital papilla of breeding male not tassellated. Jaws of mature male not greatly enlarged (length of lower jaw 29-37 % of head length). The most distinguishing characteristic of the species is the presence of regular vertical stripes throughout the depth of caudal fin (Ref.4967). Margin of dorsal fin grey or black. Vertical bars in caudal fin 7-12.\nDorsais de Espinhos (total): 16 - 18; Dorsais de Raios (total): 12 – 13; Anais 3 de Espinhos; Anais de Raios: 9 – 11; Vértebras: 30 – 32. O papilla Genital de produzir o macho não tassellated. Maxilas do macho maduro ampliadas não extremamente (comprimento da maxila mais baixa 29- 37% do comprimento principal). Distinguir característico da espécie é a presença de listras verticais regulares durante todo a profundidade da aleta caudal (Ref.4967). Margem da aleta dorsal cinzenta ou preta. Barras verticais na aleta caudal 7-12.\n\nBiologia: - Occurs in a wide variety of freshwater habitats like rivers, lakes, sewage canals and irrigation channels (Ref. 28714). Mainly diurnal. Feeds mainly on phytoplankton or benthic algae. Marketed fresh and frozen (Ref. 9987). Oviparous (Ref. 205). Mouthbrooding by females (Ref. 000002).\nOcorre em uma variedade larga de habitats freshwater como os rios, os lagos, os canais do sewage e as canaletas da irrigação (referência. 28714). Principalmente diurnal. Alimentações principalmente no phytoplankton ou em algas benthic. Fresco e frozen introduzídos no mercado (referência. 9987). Oviparous (referência. 205). Mouthbrooding pelas fêmeas (referência. 000002).\n\nStatus no Livro Vermelho: - Não incluído no Livro Vermelho do IUCN (Ref. 53964)\n\nPerigosas: - Potencial epizootia\n\nCoordenador: - Kullander, Sven O.\n\nRef. Principal: - Trewavas, E.. 1983. (Ref. 2)
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Depredadoras en Nicaragua\n\nwww.iucn.org/places/orma/publica_gnl/especies.pdf\n\nLa tilapia del Nilo (Oreochromis niloticus), se encuentra actualmente en la laguna de Apoyo, y en los lagos de Nicaragua y de Managua. En el lago de Nicaragua incluso, se han establecido las tres especies de tilapia: la del Nilo, la tilapia azul (Oreochromis aureus) y la tilapia de Mozambique (Oreochromis mossambicus).\n\nUn estudio comparativo publicado en 1995 por el investigador Kenneth McKaye, reveló una disminución de aproximadamente 80% de la biomasa de los peces cíclidos nativos en el lago de Nicaragua, en comparación con los niveles señalados por un estudio de investigadores rusos a principios de los años ochenta.\n\nEsto significa que, en términos de biomasa, cuatro de cada cinco peces nativos en el lago se perdieron en cuestión de ocho años, especialmente guapotes y mojarras. La hipótesis más fuerte es que esto ocurrió por el desplazamiento de nichos que hizo la tilapia.\n\nEn la laguna de Apoyo, un estudio conducido por Jeffrey McCrary en los últimos diez años sobre peces nativos, se encontró con la desagradable sorpresa de la presencia masiva de tilapia del Nilo en esta laguna, y se han\npodido constatar varios efectos dañinos provocados por la invasora.\n\nEl primero es que hay muchas plataformas o sitios de reproducción de tilapias en la laguna (cerca de cien), con lo cual está ocupando sitios que servían de reproducción y de alimentación para algunas de las especies nativas. Además, la tilapia compite directamente por la alimentación, pues ha arrasado con las plantas macrófitas, al punto que ya no existe ni una espiga de Chara en la laguna de Apoyo. Es decir; que un habitat que estuvo allí probablemente por miles de años, ahora ha desaparecido, y los peces nativos que antes comían de la Chara, o de las algas y artrópodos que vivían en ellas, ahora están obligados a comer otra cosa.\n\nLa misma tilapia ha tenido que buscar otros alimentos y se está comiendo ahora el zooplancton suave y las algas filamentosas de sustrato, causando más daño al ecosistema de la laguna. Un hallazgo más alarmante es que recientemente se documentó que un pescador\ncapturó una tilapia de ocho libras de peso utilizando sardinas como carnada. Esto es grave, pues implica que la tilapia, un animal con reputación de ser herbívoro, ahora se está tornando en carnívoro y al menos está dispuesto a comer un pez chiquito moribundo.\n\nOtros daños indirectos propiciados por la tilapia en la laguna de Apoyo es que, por sus movimientos en plataformas durante todo el año y al haber eliminado la chara, está favoreciendo la erosión interna de la laguna, poniendo en peligro el ecosistema.\n\nMcCrary también advirtió sobre el brote de parásitos que hay actualmente en la laguna y dijo que “Nicaragua no está preparada para enfrentar el tema de parásitos que puede introducir un animal como la tilapia”. Insistió en que es urgente investigar el brote de ceguera de decenas de peces (guapotes y mojarras) que han detectado. “Hemos contado decenas de peces ciegos al bucear. Se les nota la ceguera y esto es una novedad en la laguna de Apoyo”, recalcó.\n\nEn criterio del investigador, los mismos cooperantes que propiciaron la introducción de la tilapia en Nicaragua, deberían ahora financiar los estudios sobre los daños ambientales que está provocando esta especie invasora en el país, así como su mitigación. Igualmente señaló que se debe tener más cuidado con las propuestas para introducir tilapia en los ecosistemas naturales de Nicaragua y de otros países del trópico. “La atracción del cultivo de tilapia en términos de ingresos y de promesas económicas es grande, pero hay muchos peligros ambientales”, subrayó el científico.\n\nHernández, Gabriela\nInvasores en Mesomérica y El Caribe = Invasives in Mesoamerica and the Caribbean / Gabriela Hernández; Enrique Lahmann; Ramón Pérez-Gil. — 1. ed. — San José, C.R. : UICN, 2002. 54 p.; 17 x 23 cm.
!ALTERNATIVAS AO USO DE ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS\n*Cláudio Bock - CPTA/IBAMA\n\n''I Simpósio Brasileiro sobre Espécies Exóticas Invasoras - Brasília, 4 a 7 de outubro de 2005''\n\n!PEIXES DE ÁGUA DOCE\n\nOmitidos os peixes, camarões e moluscos marinhos por não serem pertinentes ao cultivo em água doce.\n\n''//REFERÊNCIAS: O texto foi extraído da apresentação em Power Point efetivada no Simpósio e a publicação teve o assentimento do autor e a liberação pelo Instituto Hórus.//''\n\n|!Pacu (Piaractus mesoptamicus) - Tambaqui (Colossoma macropomum) - Pirapitinga (Piaractus brachypomum)|!Produção: 0,6 a 1,5 kg/m2 - CAA: 1,3 a 2,0 :1 - Tanque-rede: 50 kg/m3|\n|!Matrinxã (Brycon cephalus) - Larvicultura: canibalismo|!Produção: 0,8 a 1,0 kg/m2 - CAA: 1,5:1 - tanque-rede: 30 kg/m3|\n|!Piauçu (Leporinus macrocephalus)|!Produção: 0,6 a 0,8 kg/m2 - CAA: 1,3 a 1,8:1|\n|!Jundiá (Rhamdia quelem) Crescimento prejudicado a partir de 250 g “Jundiá cinza” |!Crescimento: M = 800g/ano F = 1.100g/ano CAA: 1,8:1 Possibilidade de processamento|\n|!Pintado (Pseudoplatystoma coruscans) - Cachara (Pseudoplatytoma fasciatum) - Tucunaré amarelo (Cicla ocellaris) - Tucunaré azul (Cicla temensis)|!|\n|!Pirarucu (Arapaima gigas)|!Estufa e Sistema Fechado de Circulação de Água - Temperatura da água: 26,23 a 32,37 oC - Peso inicial: 134 g (26,53 cm) - Condicionamento alimentar: - peixes vivos - de 45 dias - pasta (leite em pó, ovo de galinha e caldo de peixe) - ração extruzada (40% PB)|\n|!Pirarucu (Arapaima gigas)|!Engorda: 0,96 peixes/m3 - 4 meses: 1.583,91 g (56,30 cm) - 12 meses: 5.777,07 g (63,81 cm) - 16 meses: 7.917,20 g (96,78 cm) - Sobrevivência: 100% - CAA: 2,64:1|\n|!CAMARÕES DE ÁGUA DOCE - Pitu (Macrobrachium carcinus)|!|\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. nº 580935 do 2º Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jurídicas, Tit. e Docs. de Goiânia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUAÇU-GO - 76400-000 - Tel 62 3574389 - 96255275 - http://www.serrano.neves.nom.br - mailto:serrano@serrano.neves.nom.br
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!INVIABILIDADE DE TANQUES REDES NO LAGO DE FURNAS\n\nPor ''Alexandre Pereira'', Consultor Ambiental\n\nNos últimos anos, com o crescimento da comercialização de peixes, a piscicultura tomou um grande impulso, constituindo-se, assim, em mais uma alternativa de renda para os produtores rurais. Atualmente para implantar um projeto de piscicultura é importante conhecer os procedimentos para se obter a licença ambiental, o registro de aqüicultor, o direito de uso das águas e o alvará de funcionamento; como também conhecer os critérios básicos para a tomada de decisão sobre o sistema de produção a ser implantado. Vamos analisar 2 modos de produção: tanques-rede e viveiros escavados em terra.\n\nA primeira observação é a qualidade da água que deve apresentar-se livre de agrotóxicos, coliformes fecais e poluentes. Todos sabem que o Lago de Furnas é um gigantesco esgoto onde os municípios despejam seus dejetos e agricultores poluem com agrotóxicos; então só aí já teríamos razões para inviabilizar o cultivo de peixes em tanques no Lago de Furnas. Mas não é só isso que condena o investimento em tanques-rede, vejamos: a temperatura ideal para o crescimento do peixe é de 28 a 32 ºC – a água do Lago de Furnas é uma água mais fria, tornando o desempenho do crescimento do peixe muito lento; o controle ideal do pH deve estar entre 7,0 e 8,5 – é praticamente impossível controlar o pH de todo o lago; o impacto ambiental negativo é muito forte em tanques-rede devido o aumento do volume de fezes dos peixes e da redundância de ração que vai para o fundo o lago; com água fria, suja, poluída, sem controle de pH e adubação o peixe vai crescer muito lentamente; também a espécie de peixe escolhida, sendo que a tilápia é um peixe exótico proveniente de outro continente; outro obstáculo e empecilho seria o forte impacto negativo para o turismo sustentável na região do Lago de Furnas, pois os tanques iriam atrapalhar muito a livre navegação de lanchas, jets e demais embarcações.\n\nSendo assim, está comprovado a inviabilidade de tanques-rede no Lago de Furnas. Recapitulando: água de péssima qualidade com coliformes fecais e agrotóxicos; baixa temperatura das águas do Rio Grande; descontrole de pH; baixo desempenho e crescimento; alto custo de rações; impacto negativo para o turismo e escolha equivocada da espécie cultivada. Todos esses itens deverão ser analisados detalhadamente antes de se iniciar um projeto no Lago de Furnas, para não jogar dinheiro fora num projeto inviável, caro e contra as recomendações técnicas.\n\nA solução ideal será com construção de viveiros escavados em terra, onde podemos preparar a água e fazer calagem e adubações objetivando, à priori, a produção de plâncton (fitoplâncton/algas e zooplâncton/microscópicos animais) dos quais os peixes irão se alimentar. Um bom crescimento do fitoplâncton ajuda no controle da qualidade da água, produz oxigênio pela fotossíntesse e absorve o excesso de produtos tóxicos. No tanque-rede esses procedimentos são impossíveis, pois todo o tratamento somente irá contribuir para o aumento da poluição do Lago de Furnas. Nos viveiros escavados poderemos controlar o pH mantendo-o num patamar satisfatório para o crescimento dos peixes; além do mais poderemos fazer a adubação orgânica para aumentar a fertilização da água. As espécies para cultivo serão nativas do Rio Grande como a traíra e o surubim. Devemos ser realistas e extremamente técnicos antes de iniciarmos um projeto sustentável para o Lago de Furnas.\n\nAlexandre Pereira é consultor ambiental e especialista em desenvolvimento sustentável.\nE-mail: atotal@terra.com.br - Telefone +55 (0xx35) 3523-5136 / 9934-2444
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!La tilapia en Costa Rica\n\nwww.iucn.org/places/orma/publica_gnl/especies.pdf\n\nEn Costa Rica, la tilapia del Nilo también está causando efectos ambientales adversos, pues está desplazando a peces nativos en el Refugio de Vida Silvestre Caño Negro (Sitio Ramsar), en la laguna del Arenal y en otros cuerpos de agua del país.\n\nEl pez exótico fue introducido a territorio costarricense a finales de los años 60, como parte de un Programa de Acuicultura del Ministerio de Agricultura y Ganadería, cuando aún no se conocían los impactos negativos que podía causar como especie invasora.\n\nPor descuido y por desconocimiento de los criadores, los peces fueron a parar a los ríos, en el área de Cañas, de Caño Negro, y de otras zonas del país. Algunos han llegado hasta las costas, a través de los cauces de agua\ndulce, y se han adaptado al agua salobre sin ningún problema, pues esa es otra de las particularidades de la tilapia.\n\nSegún Jorge Cabrera, biólogo de la Universidad Nacional, con sede en Heredia, actualmente hay tilapia en cerca del 80% de los ríos de Costa Rica, en la costa Caribe y Pacífica, y en la laguna del Arenal.\n\nAcaparando nichos, comiendo los huevos de los peces que se alimentan de vegetación y comiendo los alimentos en cantidad (por ser grandes y abundantes), las tilapias se han ido convirtiendo en la especie dominante de estos ecosistemas, en desmedro de especies nativas como el guapote, la mojarra, los barbudos, la machaca, y otras.\n\n“Está habiendo un cambio total en los ecosistemas acuáticos costarricenses. Ya no son los mismos ecosistemas. La diversidad de especies se va perdiendo, porque no sólo se exterminan los peces, que sería lo más grande que se puede ver, sino que hay cambios en la\ndinámica de la población de fitoplancton y zooplancton, y también de los insectos acuáticos”, aseveró Cabrera.\n\nCaño Negro es un ejemplo claro de esto, pues aquí no se había detectado tilapia hasta 1990, y ahora, en término de diez años, la tilapia se encuentra en primer lugar en biomasa y en segundo lugar en número de\nindividuos, según confirmó Vicente Meza, del Refugio Nacional de Vida Silvestre Caño Negro.\n\nSegún reportó Meza, para abril del 2001 la tilapia ocupaba el primer lugar en biomasa con un 68.7%, seguida de lejos por el guapote con un 31.3%. En cuanto a número, y para el mismo mes, la tilapia se ubicaba en\nsegundo lugar con un 20.6% de la población, mientras que aún el guapote le supera en número con un 67.1%.\n\nPero el problema es que la tilapia es más grande y por tanto tiene más biomasa. También come más.\n\nEn opinión Jorge Cabrera, es fundamental hacer una evaluación del impacto real de la tilapia en distintas zonas del país. Advirtió que la tilapia está poniendo en peligro a todas las especies que sirven de alimento a otros peces (forrajeras): los poecílidos (olominas), los cíclidos (guapotes y mojarras), y los aterínidos (sardinillas). “En estos momentos, la herida en los ecosistemas acuáticos costarricenses es grave. Las especies nativas están en franca disminución”, advirtió el experto.\n\nHernández, Gabriela\nInvasores en Mesomérica y El Caribe = Invasives in Mesoamerica and the Caribbean / Gabriela Hernández; Enrique Lahmann; Ramón Pérez-Gil. — 1. ed. — San José, C.R. : UICN, 2002. 54 p.; 17 x 23 cm.
!A Invasão das Espécies Exóticas\n\n[img[ISN|tilap_no.jpg]]\n\n''Cylene Gama – Gestora do Instituto Serrano Neves''\n\n*"Permitir a degradação do capital natural, impacta igual e negativamente a produção econômica". Guy Preston (AS)\n\nComparecemos, Serrano Neves e eu ao Primeiro Simpósio Brasileiro de Espécies Exóticas Invasoras. Nossa presença prende-se a nossa luta ambiental contra a inserção das tilápias nilóticas no Lago da Serra da Mesa, maior reservatório artificial de água doce do Brasil.\n\nNosso embasamento advém de posição corroborada pelos Professores e Doutores , Aziz Ab'Saber , José Cyrino e José Galizia Tundisi . Foi ponderado, que o risco da inserção da tilápia nilótica , mesmo em tanques redes, no Lago da Serra da Mesa poderia representar, a partir do escape , em 20 anos uma diminuição de 80% das espécies nativas, com ação não menos predatória na biodiversidade afim. O Professor Ab'Saber nos ajudou a guiar nossa sustentação a partir da abordagem areolar , quando a grande maioria se entrega a abordagem pontual. O Professor Galizia Tundisi, internacional e nacionalmente conhecido , demonstrou profunda preocupação para com o problema que ameaça se materializar ( conversamos também com equipes de pesquisa ás margens do Lago) e nos alertou para a magnitude deste problema, de forma a não deixar margens de dúvida; O Professor Cyrino, a quem consultei por diversas vezes, nunca se fez de rogado em nos orientar nos ensinamentos científicos atinentes , leigos que éramos..\n\nAos três insignes cientistas nossos profundos agradecimentos, em nome das futuras gerações.\n\nO abstract , com apreciação particular minha, que passo abaixo, advém de minha tradução da palestra de Guy Preston da África do Sul, estudioso dos dados estatísticos que demonstram e comprovam as perdas econômico-financeiras oriundas do descaso e tolerância para com as espécies exóticas.\n\nA Biodiversidade está ameaçada por espécies exóticas invasoras, perdendo tão somente da predação humana que desloca ou aniquila habitats sejam eles aquáticos ou terrestres, ou mesmo do espaço aéreo. Esta invasão nem sempre é acidental, as vezes é planejada por pessoas que sequer sabem avaliar o impacto resultante. O conferencista G. Preston bem observou que países menos evoluídos como a Índia ( perdas avaliadas em 116 bilhões de dollars) ou o Brasil ( perdas de 50 bilhões de dollars, sendo que um bilhão é diretamente correlacionado com a ferrugem da soja) é onde mais se sofre pelas perdas econômicas impostas , enquanto que os mais evoluídos ou conscientes como a Africa do SUL ( 7 bilhões de dollars) e outros , tem tal número bastante reduzido.5% dos 31 trilhões de dollars do Produto Bruto Global estão comprometido com perdas resultantes da invasão de espécies exóticas.\n\nConsta que no final da década de 90, o então embaixador brasileiro na Suiça, Rubens Ricupero teria tido que remover dos jardins da embaixada uma imponente araucária brasileira, reconhecida por um ciclista, morador local que passeava ao redor, como espécie não nativa. Constata-se que embora em " solo brasileiro" , prevalecia a Lei Ambiental do país.\n\nG. Preston abordou também o custo da varroa nos apiários da Nova Zelândia. Doença esta que também atinge o Brasil, no contingente das exóticas abelhas africanas.\n\nOutra abordagem feita pelo conferencista foi a de incêndios causados pelo descaso com o desmatamento e manejo.\n\nMas o mais importante foi a meu ver a abordagem que a África do Sul tomou em relaçâo ao programa de saúde ambiental que incorporava no principio menos de 10% de mulheres - que passou a 90% , e já com liderança feminina.\n\n Mulheres que ao aprenderem a se cuidar desenvolveram um componente de auto-estima transferível para bens e serviços afeitos a família e ao meio." Permitir a depreciação do capital gerado pelo trabalho humano, implica contribuir para o declínio da produtividade econômica.\n\n"Permitir a degradação do capital natural, impacta igual e negativamente a produção econômica". Guy Preston (AS).\n\nO trabalho de Guy Preston estará disponibilizado no www.intitutohorus.org.br e no www.serrano.neves.nom.br\n\n//REFERÊNCIAS: Cylene Gama, Ambientalista, é Historiadora com estudos de pós graduação em " Latin Americana History and Politics (USA) e é pós graduada de Turismo e Hotelaria (Senac) . É homenageada do Dia da Mulher 2005, pela Rede Brasileira de Educação Ambiental -REBEA- graças ao trabalho dirigido a auto-estima feminina ( fundadora do MUDEAVIDA , Mulheres em Defesa da Água e da Vida). Cursou Direito e seu embasamento é colocado aserviço de palestras e conferências que vem proferindo pelo Brasil a fora. É cidadã honorária norte americana, condecorada pelo Governador Brian Ferris (FLA) por serviços voluntários prestados. cydagama@terra.com.br//
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Especies Exóticas Invasoras I\n\nhttp://www.comunidadandina.org/desarrollo/Te1.pdf\n\n!2. MARCO CONCEPTUAL\n\n''2.1 Especies exóticas invasoras''\n\nLa definición de especie exótica de CDB citada en la Introducción es clara e incluye el caso de trasplante de especies de una cuenca, región o ecosistema a otro dentro del mismo país. IUCN (2000) propone una definición más detallada: “Especie, subespecie o taxón inferior fuera de su área de distribución natural (pasada o presente) y potencial de distribución (fuera del área que ocupa naturalmente o que no pudiera ocupar sin introducción directa o cuidado por parte de hombre) e incluye cualquier parte, gametos o propágulo de tal especie que puede sobrevivir y luego reproducirse”. En este mismo sentido se utilizan los términos foránea, introducida, no nativa o naturalizada, aunque este último sólo en los casos de poblaciones establecidas en el medio natural.\nCarlton (1996) postula que el término exótico debería restringirse en las introducciones históricas y comprobadas. El resto de las especies presentes son nativas o inmigrantes antiguos. Esta última categoría, las llamadas especies cryptogénicas, incluye especies de muy amplia distribución o cosmopolitas cuyo lugar de origen y tiempo de llegada son dudosos, y su separación de las especies nativas puede ser muy difícil, por ejemplo en el caso de organismos marinos y malezas. Un caso especial de especies exóticas son los individuos o poblaciones asilvestrados o cimarrones (feral en inglés) de las especies domésticas. Los organismos modificados genéticamente (OMG) son exóticos Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino para todos los países y ecosistemas, y su posible liberación requiere precauciones extremas, en conformidad con Protocolo de Cartagena sobre Seguridad de Biotecnología y leyes nacionales.\n\nSegún la definición del CDB, la especie exótica invasora se refiere a aquellas especies exóticas cuyo establecimiento y expansión amenaza los ecosistemas, hábitats o especies con daños económicos o ambientales (UNEP 2001), al igual que otras definiciones (Davis y Thompson 2000, IUCN 2000) que destacan el impacto negativo del invasor como su atributo principal. Una ventaja de la definición de CDB es su generalidad. Sin embargo, se presta a diferentes interpretaciones porque el grado o la\nextensión espacial del impacto de una especie a ser considerada como una amenaza depende del juicio del evaluador. Un criterio ecológicamente más acertado y menos subjetivo puede ser la expansión del nuevo territorio ocupado por la especie, que se puede medir por la tasa de avance (Richardson et al. 2000, Daehler 2001). Samways (1996) define la invasión en términos más específicos como el establecimiento, dispersión y aumento poblacional que resulta en un papel clave en la comunidad invadida. Los criterios de avance espacial e impacto ambiental o económico pueden coincidir en muchos casos, pero no siempre. Por ejemplo, las plantaciones forestales de Pinus caribaea ejercen un fuerte impacto sobre la entomofauna local (Bulla y Bach 1999), pero no se portan como invasoras en el sentido espacial. Por otra parte, la garcita reznera (Bubulcus ibis) experimentó una expansión continental, aparentemente sin afectar otras especies o hábitats. Algunas especies exóticas se tornan invasoras rápidamente, mientras que otras subsisten por años o décadas en bajas densidades poblacionales para experimentar luego un crecimiento exponencial, tranformándose así en invasoras destructivas (Mack et al. 2000). Por eso es difícil distinguir entre una especie naturalizada inofensiva y un futuro invasor.\n\nLa expansión de las especies invasoras se realiza a expensas de especies y ecosistemas nativos.\n\nEsto implica competencia por espacio, sustrato, luz, nutrientes, alimento, lugares de reproducción y otros recursos vitales con las especies nativas, depredación, incluyendo herbivoría, hibrización entre cepas nativas e introducidas, que puede debilitar la adaptación en las condiciones locales (Simberloff 1996), parasitismo y riesgos sanitarios. Todo esto afecta la abundancia, distribución, viabilidad y funciones ecológicas de las especies nativas, la estructura, función y condición de los ecosistemas, deteriora los servicios ambientales que prestaron tales ecosistemas, altera los hábitats y puede resultar en cambios irreversibles como la extinción de especies y deterioro extremo de hábitats. De esta manera, el efecto acumulativo de las introducciones resulta en una expansión y predominio cada vez mayor de especies invasoras generalistas, desaparición de especialistas endémicas, y por ende la homogenización y empobrecimiento global de ecosistemas y la diversidad biológica a escala mundial (Elton 1958, Hengeveld 1996, Kaiser 1999, Mooney 1999, Consorcio GTZ/FUNDECO/IE 2001b). A estos daños ecológicos se agregan amenazas sobre la seguridad alimentaria por pérdidas económicas recurrentes a la producción agropecuaria, pesquera y forestal a causa de plagas y malezas exóticas, enfermedades contagiosas del hombre y sus animales domésticos -como la de “vacas locas” que amenaza hoy la producción animal en Europa. En biología pesquera el criterio del impacto es el efecto de la especie exótica sobre la producción de la pesca comercial (FAO 1998). El costo económico y ecológico del control de especies invasoras es otro parámetro importante del impacto negativo de especies exóticas. Además, la presencia de especies plagas restringe las posiblidades de exportación y comercilalización de productos vegetales y animales a otros países. El marco de referencia que recomienda CDB para la evaluación de los impactos de una especie exótica es el enfoque por ecosistemas (UNEP/CBD/SBSTTA/5/11) o sea una visión de conjunto del grado de afectación de la estructura y función de todos los elementos del ecosistema receptor como un todo, incluyendo los intereses humanos.\n\nESTRATEGIA REGIONAL DE BIODIVERSIDAD PARA LOS PAÍSES DEL TRÓPICO ANDINO CONVENIO DE COOPERACIÓN TÉCNICA NO REEMBOLSABLE ATN/JF-5887-RG CAN - BID ESPECIES EXÓTICAS INVASORAS - Elaborado por: Juhani Ojasti Caracas - Venezuela Diciembre 2001
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Especies Exóticas Invasoras II\n\n''2.2 Perfil de una especie invasora''\n\nhttp://www.comunidadandina.org/desarrollo/Te1.pdf\n\nEn vista de los riesgos que generan las especies invasoras sería importante poder identificarlas de antemano y hacer lo posible para evitar su introducción. Esto es casi imposible porque la función o el nicho ecológico de una especie varia según su entorno (Huchinson 1957). El nicho potencial de una especie es más amplio que el nicho realizado en su comunidad nativa, por las limitaciones impuestas por las especies competidoras. En un nuevo ambiente, en cambio, su nicho realizado es diferente y posiblemente más amplio, así que pudiera cumplir con más funciones y dispersarse y reproducirse más rápidamente, tal como el sapo Bufo marinus introducido a Australia, donde alcanza una densidad\npoblacional diez veces mayor que en sus hábitats nativos en América del Sur (Lampo y De Leo 1998).\n\nAdemás del potencial invasor propio de la especie, el proceso y resultado de invasión dependen de la invasibilidad o la capacidad de cada ecosistema en resistir la invasión, y de la presión invasora o la cantidad de invasores que alcanzan un área determinada (Lonsdale 1999). El potencial invasor es un atributo intrínseco de cada especie. La resistencia a la invasión depende de la estabilidad comunitaria y disminuye por las perturbaciones ocasionadas por las actividades humanas. La presión invasora a su vez depende de la frecuencia de introducciones por el hombre, la cantidad de individuos o semillas introducidas, así como de la capacidad dispersiva propia de cada especie. Todo esto dificulta la\nseparación entre especies exóticas “buenas” y “malas” ya a que el impacto invasor depende de tanto de las características de la especie como de la resistencia de su nuevo entorno (Andrade 1997), y además pueden intervenir juicios de valor estrictamente humanos. Pudiera decirse que no existen especies intrínsecamente nocivas, sino que su impacto depende de su abundancia y del contexto.\n\nLos cerdos y cabras, por ejemplo, son especies domésticas de vital importancia para la humanidad, pero altas poblaciones cimarrones de los mismos pueden alterar y destruir ecosistemas enteros. Así mismo, los pinos y eucaliptos pueden ofrecer buenas opciones productivas bajo un manejo forestal adecuado, pero son indeseables en parques nacionales que deben proteger ecosistemas nativos. Por eso, para decidir sobre la introducción, liberación, control o erradicación de determinadas especies\nexóticas se debe evaluar el balance entre las amenazas y los beneficios probables en el contexto ambiental y socioeconómico de cada caso.\nAdemás de especies invasoras exóticas existen invasoras nativas, tales como las plantas pioneras de las primeras etapas de sucesión, capaces de colonizar rápidamente áreas perturbadas y que se portan a menudo como malezas agrícolas. También la mayor parte de los vertebrados plaga de cultivos en nuestro medio son especies invasoras nativas (Elías y Valencia 1984). Este documento, sin embargo, concierne a las invasoras exóticas, a menos que se indica lo contrario.\n\nMuchas invasoras son especies prolíficas, de alta movilidad, competitivas y generalistas que pueden prosperar en diferentes ambientes y especialmente en los alterados por el hombre, tales como monocultivos, zonas periurbanas, islas oceánicas y otros ecosistemas simples o perturbadas con poca competencia (Gollasch y Leppäkoski 1999). De hecho, la creación de grandes espacios homogéneos de agroecosistemas y otras áreas alteradas e inestables atrae muchas plantas y animales invasoras y facilita su rápida colonización (Elton 1958, Hengeweld 1996, IUCN 2000).\n\nTambién las carreteras ofrecen corredores para los agentes de dispersión de especies exóticas y la perturbación causada por la construcción de vías de comunicación facilita la colonización de las orillas de carreteras por plantas invasoras exóticas y nativas (Trombulak y Frissell 2000). Sin embargo, se han registrado invasiones destructivas también en ecosistemas primarios, especialmente en áreas subtropicales y templadas.\n\nEstrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino\nUno de los esfuerzos más arduos de la ecología de invasiones ha sido el diseño de modelos para predecir la viabilidad o las consecuencias de introducción de diversas especies exóticas. Para tal efecto se han desarrollado tres enfoques principales (Hengeveld 1996):\n· Análisis estadístico de datos empíricos sobre las invasiones anteriores para identificar los variables más relacionados con el avance de invasión. Por ejemplo, Rejmánek y Richardson (1996) encontraron, por medio de análisis de función discriminante múltiple, que los atributos principales de pinos invasores son periodo juvenil corto, semillas pequeñas y corto intervalo entre grandes cosechas de semillas.\n\n· Ajuste climático entre el lugar de origen y de introducción de especies, que permite evaluar las probabilidades de éxito de la introducción y estimar las áreas que la especie pueda colonizar.\n\n· Modelos analíticos que permiten explorar la acción conjunta de múltiples factores que interviene en la invasión de nuevos espacios. Aunque estos modelos no logran producir predicciones cuantitativas por lo difícil de estimar todos los parámetros pertinentes, son útiles para identificar\nlas variables más sensibles del proceso y por lo tanto los más importantes para evitar los impactos indeseables de tales especies.\n\nESTRATEGIA REGIONAL DE BIODIVERSIDAD\nPARA LOS PAÍSES DEL TRÓPICO ANDINO\nCONVENIO DE COOPERACIÓN TÉCNICA NO REEMBOLSABLE ATN/JF-5887-RG CAN - BID\nESPECIES EXÓTICAS INVASORAS\nElaborado por: Juhani Ojasti\nCaracas - Venezuela\nDiciembre 2001
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Proteção Ambiental: Uma história de Ciclídeos Africanos nem tão bela assim…\n\n''Celso_Suguimoto''\n\nLeia o texto integral em http://www.ipaq.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=233\n…\n\nQual a relação entre a tilápia e a cianobactéria?\n\nEste microorganismo (a cianobactéria), quando estimulado pela presença de nutrientes em grande quantidade, acaba por gerar um florescimento explosivo (bloom), numa atitude oportunista. A espessa camada superficial formada por estes organismos (nata ou espuma), quando em explosão demográfica, impede a penetração de luz, trazendo limitações à fotossíntese e sobrevivência dos demais organismos autotróficos. Esse fator causa um empobrecimento no teor de oxigênio existente na água, conseqüente da retirada do gás pela respiração da cianobactéria e da decomposição dos outros organismos. Na época de inverno, a situação se agrava, pois a grande amplitude térmica do ar, entre dia e noite, causa resfriamento brusco das camadas superiores do Paranoá. Como a água fria apresenta-se mais densa, sua tendência é dirigir-se ao fundo, ao contrário da água de fundo que, mais quente, tende a ascender. Isso acontece porque o resfriamento não se dá gradualmente. Tal movimento acaba por gerar células de circulação na coluna d’água e proporciona a ressuspensão do sedimento depositado, significando um enriquecimento ainda maior de nutrientes nas camadas superficiais e mais produtivas da água. Na presença de luz e nutrientes, a alga apresenta uma explosão populacional produzindo muito oxigênio de dia, mas retirando, pela respiração, este gás em demasia durante a noite.\n\nAlém disso, as tilápias agem sobre as populações de plâncton, filtrando com maior eficácia sobre os espécimes menores e menos evasivos (principalmente os rotíferos) e predando de forma seletiva sobre as espécies de maior porte, tais como grandes cladóceros e copépodos; convém ainda ressaltar sua ação sobre o sedimento, e sobre as macrófitas. Esse tipo de comportamento culmina numa promoção de sintomas de eutrofização do corpo d’água, visto que os peixes planctófagos podem predar seletivamente o zooplâncton herbívoro, o qual pastaria sobre o fitoplâncton, onde por sua vez se encontra a Microcystis aeruginosa.\n\nO estopim desse tão mencionado estado eutrofizado foi notado a partir de maciças mortandades de peixes ocorridas nas décadas de 70 e 80 e mais recentemente nos anos de 1997 e 1998, onde aproximadamente 150 toneladas de peixes morreram de repente em cada um desses últimos eventos, sendo que destes 90% eram tilápias.\n\nReunindo esses diversos fatores físicos, químicos e biológicos, nota-se a excessiva retirada de oxigênio acaba afetando diretamente as comunidades de seres vivos do lago. Todavia, é notoriamente observado sobre o contingente de peixes, quando causa elevada taxa de mortalidade sobre suas populações, uma vez que estão entre os mais perceptíveis habitantes desse corpo d’água.\n\nDessa forma, o desequilíbrio ecológico, afeta a qualidade da água do lago Paranoá (classificada como Classe 2[1]), e por fim, todo o meio ambiente adjacente, ou em conexão. Mediante os estudos, ficou provado o motivo para se reduzir o excedente populacional dessas espécies exóticas, as quais colaboram com a proliferação das cianobactérias, como uma das etapas do Programa de Biomanipulação. Pois se o peixe pudesse ser removido da cadeia trófica, haveria conseqüente aumento de densidade de zooplâncton, que reduziria a biomassa de fitoplâncton e culminaria na melhoria da qualidade da água.\n\n…
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Ibama condena uso de tilápias como iscas vivas\n\nfonte: www.ambientebrasil.com.br ; www.fishbase.org" \nPostado em Segunda, Maio 03 @ 12:05:24 BRT por Gustavo_Duarte\n\nO Ibama deverá negar os pedidos de pesquisa sobre o uso de tilápias como iscas vivas para a pesca do bonito listrado nas regiões Sudeste e Sul do país. A decisão tem como objetivo evitar que a presença da tilápia em águas brasileiras possa acabar com peixes nativos e prejudicar a pesca, como já ocorreu em várias regiões do Planeta. O alerta do Ibama quer proteger principalmente espécies brasileiras como a tainha, cuja pesca desenvolvida em pequena escala (artesanal) poderia se acabar com a introdução das tilápias.\n\nA decisão do Ibama baseia-se em estudos científicos apresentados em seminários realizados entre especialistas de várias instituições de pesquisa. Segundo os estudiosos, os efeitos de introduções de peixes exóticos podem ser irreversíveis. No caso das tilápias, elas chegam a devorar os alevinos de outras espécies e indivíduos juvenis, comprometendo os estoques pesqueiros de uma região. “Além disso, não há comprovação sobre a eficácia do uso das tilápias para atrair os bonitos”, diz José Dias, coordenador-geral de Gestão de Recursos Pesqueiros do Ibama.\n\nEspecialista em pesca e autor de livros sobre o tema, José Dias condena a experiência de se usar as tilápias como iscas vivas no país. “Os estudos científicos existentes são suficientes para sermos prudentes em relação ao assunto”, diz. Segundo o coordenador, o Brasil não pode permitir que os recursos pesqueiros sejam colocados sob risco devido à importância social e ambiental que eles representam.\n\n!!Catástrofe ambiental\n\nSe os exemplos de outros países valem para o Brasil, a tilápia deverá ser proibida em águas estuarinas, lagunares e na zona costeira do país devido aos seus efeitos genéticos e ecológicos negativos. Na região da Laguna de los Patos, na Venezuela, constatou-se que, no período de doze anos, houve a drástica redução de 22 para apenas 10 espécies de peixes. O desequilíbrio foi causado pela introdução da tilápia. O peixe também provocou estragos semelhantes no sul dos Estados Unidos, no Havaí, na Nova Guiné e nas Ilhas Caroline.\n\nO desaparecimento de espécies nativas envolve uma intrincada rede de conseqüências ambientais. “Cada espécie tem uma determinada função no meio ambiente e se essas funções deixam de ser cumpridas, todo o ecossistema pode entrar em colapso”, explica José Dias.\n\nPara o especialista, a orientação do Ibama é seguir o princípio da precaução, já que as introdução descontrolada das tilápias pode ser irreversível no futuro. “Tratando-se de meio ambiente, uma decisão equivocada pode ser fatal”. \n\nOreochromis aureus (Steindachner, 1864)
!18/12/2005 - Invasão nos rios britânicos\n\n[[DIVULGADO NO AMBIENTE BRASIL|http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=22274]]\n\nO ciprinídeo Pseudorasbora parva chegou à Europa, vindo da Ásia, em 1960. A primeira introdução de que se tem registro dessa espécie de peixe ocorreu na Romênia. Não demorou muito para que a praga, como é considerada hoje pelos europeus, se espalhasse por vários países depois de atingir o rio Danúbio.\n\nEstudo publicado na edição de dezembro do periódico Fisheries Management and Ecology mostra que o problema não apenas chegou ao Reino Unido como também está preocupando bastante os pesquisadores do Centro Britânico para Ecologia e Hidrologia, instituição responsável pelo estudo. O novo trabalho identificou 25 populações do peixe invasor.\n\n“Desse total, dez estão em lagos com ameaça direta às populações nativas. Isso porque essas áreas possuem conexões com os maiores rios britânicos”, disse Adrian Pinder, principal autor do trabalho, em comunicado do centro britânico.\n\nPor causa da presença da praga migratória em pontos hidrográficos centrais no Reino Unido, os pesquisadores anunciaram que continuarão acompanhando a invasão bem de perto. O risco de que os peixes não-nativos se espalhem rapidamente por uma área grande do território é bastante alto. “A presença de espécies exóticas quase sempre causa danos irreversíveis”, dizem os cientistas.\n\nArtigos publicados nos últimos meses ajudam a confirmar a hipótese de que a chegada do P. parva está diretamente relacionada com a diminuição de algumas espécies de carpas, trutas e salmões. Isso porque a espécie invasora ajuda a disseminar um parasita altamente mortal para os peixes da região. Os cientistas acreditam que esse é o motivo que levou algumas das espécies da região a entrar na lista dos animais ameaçados de extinção.\n\n[[Mais informações|http://www.blackwell-synergy.com/loi/fme]]\n\n(Fonte: Agência FAPESP)
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Invasões biológicas, uma ameaça à biodiversidade\n\n''Sílvia Ziller'' (fellow de 2001)\nInstituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, Curitiba PR\n\nhttp://www.institutohorus.org.br/download/artigos/boletimashokaout02.htm\n\nOutros exemplos de espécies em processo invasor no Brasil são cinamomo, do Paquistão; uva-do-japão, da China e Japão; cedrinho, de Portugal; acácia-negra, da Austrália; nêspera, do Japão; tojo, da Europa; eucalipto, da Austrália; braquiária e capim-gordura, da África; maria-sem-vergonha, da Ásia; lírio-do-brejo, da Ásia; Pinus, da América do Norte; amarelinho, do México; e leucena, da África, entre muitas outras. Entre os animais, destacam-se o javali, que vem causando prejuízos ao cultivo de arroz no Rio Grande do Sul; peixes exóticos como a carpa, a tilápia e o bagre africano, que escapam ao cultivo e depredam as populações de peixes nativos; o lagarto Tupinambis, em Fernando de Noronha, que se alimenta dos ovos de aves nativas; búfalos, cachorros e gatos asselvajados. Na área da saúde, também não faltam exemplos de invasões biológicas: a febre aftosa, o vírus ebóla, o vírus da Aids, a dengue, transmitida por um inseto de origem egípcia, e a própria peste negra que assolou a Europa na Idade Média.
[img[ISN|tilap_no.jpg]] '' TILÁPIAS NÃO... TILÁPIAS NÃO...''\n
!!ESTATUTO DO INSTITUTO SERRANO NEVES\n\nCAPÍTULO I - CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO\n\nArt. 1º. O INSTITUTO SERRANO NEVES, referido simplesmente como ISN (iesseêne) é uma organização da sociedade civil de interesse público, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, constituída para os fins da LEI 9.790 de 23 de março de 1999, com sede em Goiânia, Estado de Goiás e atuação em todo o território brasileiro.\n\nParágrafo único - A inexistência de fins lucrativos está caracterizada pela não remuneração do exercício de cargo na direção superior e por não distribuição de patrimônio, renda, excedentes financeiros ou qualquer outro ingresso ou acréscimo, entre seus associados, sócios, diretores, conselheiros, gestores, empregados ou prestadores, e pela aplicação integral dos ingressos e acréscimos no objetivo social.\n\nArtigo 2º. O INS reger-se-á pelo presente Estatuto, Regimento Interno e pelas Normas Operacionais que vier a editar.\n\nCAPÍTULO II – OBJETIVO SOCIAL E DURAÇÃO\n\nArt. 3º. O instituto trabalhará para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, promovendo a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.\n\nArt. 4º - O instituto alcançará seu objetivo, atuando por tempo indeterminado, através do incentivo, fomento e produção da confiança da sociedade nas instituições, do pleno exercício das liberdades democráticas e do fortalecimento das relações entre pessoas e grupos, para a formação de comunidades, através de:\n\nI - promoção gratuita da educação e da cultura;\n\nII - promoção da defesa e conservação do patrimônio histórico, artístico, cultural e ambiental;\n\nIII - promoção do desenvolvimento econômico e social através da experimentação não lucrativa de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito;\n\nIV - estudos, pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação democratizada de informações e conhecimentos técnicos e científicos;\n\nV - promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia, da prática dos direitos estabelecidos, da construção de novos direitos, e do culto dos valores universais.\n\nArt. 5º - O instituto desenvolverá suas atividades através das práticas correntes que a sociedade adota, ou de práticas inovadoras, necessárias para a produção do bem comum, para a plenitude dos direitos e garantias individuais e sociais, para consolidação da ordem jurídica, do regime democrático e do Estado Democrático de Direito.\n\nCAPÍTULO III – PATRIMÔNIO E RENDA\n\nArt. 6º. Os ingressos e acréscimos serão constituídos por:\nI - doações, aquisições, dotações orçamentárias ou transferência de órgãos públicos;\n\nII - constituição de renda, comodato e direito de uso;\n\nIII - convênios, parcerias e patrocínios;\n\nIV - produto da alienação da produção intelectual, técnica, tecnológica e científica, a clientes com interesse lucrativo, resguardado o direito de não alienação para fins de privilégio, dominação ou exploração;\n\nV - excedentes financeiros apurados no final do exercício fiscal.\n\nParágrafo único - Só serão aceitos ingressos que atendam aos princípios da legalidade, moralidade, economicidade e eficiência.\n\nArt. 7º. As prestações de contas obedecerão a:\nI - observância dos princípios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade;\n\nII - publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, do relatório de atividades e demonstrações financeiras, incluídas as certidões de débitos, ficando o acervo documental à disposição para exame de qualquer cidadão;\n\nIII - realização de auditoria interna e de auditoria externa independente se for o caso, para verificação da aplicação dos ingressos e acréscimos;\n\nIV - prestação de contas dos recursos e bens públicos conforme determina o parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal.\n\nCAPÍTULO IV – GESTÃO\n\nArt. 8º. A administração será composta por:\nI - Assembléia-Geral presidida pelo Diretor Institucional, com atribuições para:\n\na) eleger entre seus pares os membros do Conselho Institucional;\n\nb) aprovar as políticas e diretrizes, e a prestação de contas efetivada pelo Conselho Institucional;\n\nc) deliberar sobre alteração do estatuto, transformação em fundação, e extinção do instituto, por maioria simples - metade mais um - dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convocação;\n\nII - Diretor Institucional, com atribuições para:\n\na) representar o instituto na forma da lei, onde exigido, podendo fazer-se substituir por preposto ou estabelecer mandato com reserva de poderes;\n\nb) convocar o Conselho Institucional ou a Assembléia Geral e encaminhar proposições;\n\nc) vetar decisão singular ou colegiada que contrarie os objetivos do instituto.\n\nIII - Superintendente Administrativo, com atribuições para superintender as operações de ingressos, acréscimos e recursos materiais e humanos.\n\nIV - Gestor Operacional, com atribuições para coordenação, planejamento, projeto, programa e implementação das ações.\n\nV - Conselho Institucional como órgão curador e deliberativo, presidido pelo Diretor Institucional, composto pelo Superintendente Administrativo, pelo Gestor Operacional e por mais 6 (seis) Sócios Colaboradores que não recebam nenhuma remuneração do instituto, a serem eleitos em assembléia-geral para mandato de três anos, que será reunido a cada bimestre, ordinariamente, ou a qualquer tempo por convocação, e tem atribuições para:\n\na) formular as políticas e diretrizes institucionais, administrativas e operacionais;\n\nb) fiscalizar os ingressos, acréscimos e todas as atividades;\n\nc) efetivar a prestação de contas;\n\nd) interpretar o estatuto, aprovar o Regimento Interno e resolver as dúvidas e omissões;\n\ne) eleger o Diretor Institucional, o Superintendente Administrativo e o Gestor Operacional para um período de três anos e substituí-lo ao final do período ou em caso de vacância.\n\nVI - Conselhos Operacionais, criados e coordenados pelo Gestor Operacional para operar junto à comunidade, compostos por voluntários não remunerados, com capacidade para as operações designadas, preferentemente ligados à comunidade e aos interesses coletivos, e com vocação democrática, poderão ser transformados em núcleos formais de representação ou operação.\n\nVII - Corpo Administrativo e Operacional, composto por prestadores voluntários, prestadores cedidos por outra pessoa jurídica, ou prestadores remunerados.\n\n§ 1º. As decisões dos colegiados serão consideradas aprovadas se receberem a concordância de metade mais um dos convocados que se manifestarem dentro do prazo assinalado, que nunca será inferior a cinco dias úteis.\n\n§ 2º. As reuniões serão convocadas por meio que assegure o conhecimento da data, hora e local, e serão realizadas em espaço físico, por correspondência, conferência, ou qualquer meio que assegure a participação de todos em igualdade de condições e permita a afirmar a concordância ou discordância de forma idônea, das quais serão lavrados termos e anexados documentos para memória.\n\nArt. 9º. A estrutura organizacional será definida no Regimento Interno de cada órgão e pelo órgão explicitada em Normas Operacionais.\nCAPÍTULO V – DOS SÓCIOS\nArt. 10. Os sócios, na categoria única de Colaboradores, serão admitidos pelo Conselho Institucional para comporem a Assembléia-geral, com direito a votarem e serem votados para os cargos não remunerados.\nArt. 11. Os sócios não respondem subsidiária e solidariamente pelas obrigações sociais, salvo disposição legal em contrário.\n\nArt. 12. Serão considerados sócios ativos, para efeito de quorum, os admitidos que responderem às convocações.\n\nCAPÍTULO VI – DA EXTINÇÃO\n\nArt. 13. O INS poderá ser extinto por decisão de metade mais um dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convocação da Assembléia Geral, em reunião especialmente convocada para este fim.\nArt. 14. No caso de dissolução ou perda da qualificação legal o patrimônio líquido será transferido para outra pessoa jurídica, escolhida pela Assembléia Geral, qualificada nos termos da Lei nº 9.790, de 23 de Março de 1999 e com capacidade substitutiva.\n\nCAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS\n\nArt. 15. As políticas e diretrizes a serem formuladas deverão incluir, necessariamente:\na) a promoção de condições para obtenção da qualificação conforme a LEI 9.790 de 23 de março de 1999 e sua regulamentação;\n\nb) a formação e consolidação de patrimônio clausulado para a instituição da Fundação;\n\nc) a instituição da Fundação assim que os órgãos competentes concluírem que o patrimônio é bastante para os fins.\n\nArt. 16. O instituto funcionará provisoriamente na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goiás - Goiânia - Go - CEP: 74805-100\nArt. 17. O estatuto será aplicado a partir da data do registro em Cartório.\n\nDatada em Goiânia, Goiás, em 04 de Dezembro de 2002.
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!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EXÓTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino.//\n\nPg 17/18\nNecesidad de cooperación internacional. Uno de los motivos principales del programa de especies exóticas del CDB y del presente proyecto es la apremiante necesidad de cooperación internacional para contrarrestar el creciente impacto de las especies exóticas invasoras sobre la biota nativa; en vista de la globalización de la economía mundial, libre comercio y el creciente tránsito de personas y mercancías por tierra, mar y aire que aumentan las introducciones, principalmente las accidentales. Prácticamente todos los países reciben organismos exóticos y al mismo tiempo, emiten sus especies nativas a otros países, intencionalmente o no. Por ejemplo, al menos 26 especies mencionadas en una lista internacional titulada “100 peores especies invasoras del mundo” (Anónimo 2001) se encuentran en Venezuela, algunas como nativas (Bufo marinus, Cecropia peltata, Cinchona pubescens, Eichhornia crassipes, Hedychium gardnerianun, Mimosa pigra, Trachemys scripta), pero la mayoría exóticas (Acachina fuliga, Arundo donax, Bemisia tabaci, Capra hircus, Cyprinus carpio, Eleutherodactylus coqui, Felis catus, Lantana camara, Leucaena leucocephala, Micropterus salmoides, Mus musculus, Oncorhynchus mykiss, Oreochromis mossambicus, Oryctolagus cuniculus, Psosopis glandulosa, Psidum cattleianum, Rattus rattus, Spathodea campanulata, Sus scrofa). Sin embargo, todas estas especies no se portan como invasoras en nuestro país.\n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EXÓTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino.//\n\nPg 26\nLa introducción de tilapias presenta un cuadro más complicado, con tres tipos de peces invasores, Oreochromis mossambicus, O. niloticus y el tetrahíbrido O. mossambicus × O. urolepis hornorum × O. niloticus × O. aureus – conocido como el pargo rosado- que, en su conjunto, ejercen fuertes impactos sobre la biota de numerosos cuerpos de agua del norte de Venezuela. La primera etapa del proceso fue la introducción de una cepa de Oreochromis mossambicus procedente de Trinidad y Tobago a Lago de Valencia, Río Manzanares y algunas lagunas próximas a Cumaná a partir de 1959 Esta especie muy prolífica y versátil llegó a ser pronto la especie dominante en estos ambientes, a detrimento de la fauna nativa. Por eso, la importación de tilapias fue prohibida por ley en 1974 (Carvajal Rojas 1965, Infante 1979, SARPA 1995). En 1984 Taphorn y Lilyestrom reportan la presencia de tilapia en la cuenca del Lago de Maracaibo. A partir de 1988 se establecen granjas de cultivo de tilapia en los estados Táchira y Zulia a partir de cepas de Oreochromis niloticus y el tetrahíbrido ya mencionado, procedentes de Colombia. En 1992 una resolución conjunta MAC-MARN autoriza la producción de tilapias en granjas, a pesar de la oposición de muchos especialistas nacionales y extranjeros (Carrasquel et al. 1997). Muestreos posteriores revelaron la presencia de estas especies en numerosos cuerpos de agua dulce y salobre en estado Zulia y en algunas localidades de Anzoátegui, Lara y Nueva Esparta (Solórzano et al. 2001). Este año se está iniciando un estudio interinstitucional para dilucidar los alcances e impactos de la invasión de las tilapias en Venezuela. \n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EXÓTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino.//\n\nPg 139\n!!!Peces introducidos.\n Las tilapias liberadas en Venezuela son invasoras exitosas por ser omnívoras oportunistas, muy prolíficas y adaptables en diversos tipos de cuerpos de agua. En corto tiempo se han convertido dominantes en muchos cuerpos de agua desplazando especies nativas. Por ejemplo, la ictiofauna de la laguna de los patos cerca de Cumaná se redujo de 23 a 10 después de la introducción de Oreochromis mossambicus en 1964, presuntamente por la depredación de los alevines de los peces nativos por tilapia (Pérez et al. 1997); Infante (1979) también atribuye la casi extinción de Zenomelaniris venezuelae, pez endémico de Lago de Valencia, a la depredación de tilapia, y, según D. Novoa (com. pers., 2001) la introducción de Oreochromis niloticus en la laguna de Sinamaica, estado Zulia, resultó en la desaparición de las especies nativas.\n\nPg 140\n!!!Efectos de especies exóticas silvestres.\n En Venezuela no se han detectado impactos dramáticos de las especies exóticas silvestres sobre los ecosistemas terrestres. Sin embargo, en ecosistemas de aguas continentales, en particular en ambientes lacustres aisladas, que funcionan como islas ecológicas, el desplazamiento de especies nativas por peces introducidos Oreochromis spp., Caquetaia kraussii y Oncorhynchus mykiss ya señalados resultan en grandes cambios de la estructura comunitaria y de las funciones del ecosistema. La reducción de la ictiofauna de la cuenca de Lago de Valencia de 37 especies a 15 en 30 años se atribuye al efecto sinergético de introducción de tilapias y de mojarra de río, aunado a la creciente contaminación de la cuenca por efluentes industriales y domésticos (López-Rojas y Bonilla-Rivero 2000).\n\nPg 150\n!!!Evaluación de riesgos de introducciones.\nEn algunos casos la Dirección General de Fauna, conjuntamente con el Consejo Nacional de Fauna Silvestre (CONAFASI), ha objetado propuestas de introducción de animales considerados de alto riesgo, como la rana toro (Rana catesbeiana) y tilapias (Oreochromis spp.). Sin embargo, la regla general parece ser la autorización de introducción al país de todas las especies solicitadas por los importadores. Para evitar riesgos futuros, en conformidad con el principio de precaución del CDB en la introducción de especies exóticas, sería recomendable una evaluación previa de riesgos que puedan acarrear las especies que pretenden importar y/o elaboración de listas de especies permitidas y especies prohibidas, que facilitarían la toma de decisiones acertadas. En este orden de ideas, la respuesta de SARPA en la encuesta de diciembre 2000 propone la constitución de un equipo interinstitucional para evaluar caso a caso las iniciativas de introducción, con la participación de MARN-DGF, SARPA, los productores, INIA, universidades y Comisión Nacional de Acuicultura.\n\nPg 153\n\n!!!Especies invasoras y sus impactos ecológicos.\n La cantidad de especies clasificadas como invasoras en este trabajo es de 111, en su mayoría insectos Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino plagas de cultivos (52), malezas de agricultura (19) y pastos sembrados, árboles y arbustos capaces de desplazar especies nativas por competencia y alterar ecosistemas y hábitats. Peces introducidos en varios cuerpos de agua continental del norte del país (Caquetaia kraussii, Oncorhynchus mykiss y Oreochromis sp.) han desplazado especies nativas por depredación y constituyen el caso más conocido de amenaza de especies introducidas sobre la fauna autóctona en Venezuela. En lagunas, la depredación por perros y gatos cimarrones constituye una seria amenaza a la fauna nativa. \n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EXÓTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Países del Trópico Andino.//\n\nPg 217\n\n''ANEXO 8''\n!!!TILAPIAS INTRODUCIDAS EN VENEZUELA: IMPACTO ECOSISTÉMICO.\n''Edis Solórzano1, Carlos Marcano-Chirgüita1, Agustín Quijada1 y Marcos Campo''\n*1. Dirección de Fauna Acuática.\n*2. Dirección de Investigación e Inventario de Fauna,\n\n//Dirección General de Fauna,//\n//Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales,//\n//Caracas 1010-A, Venezuela.//\n// Email: profauna@marnr.gov.ve.//\n\nLa introducción de tilapias en Venezuela ocurre por primera vez en 1959, cuando se traen de Trinidad y Tobago reproductores de Oreochromis mossambicus (un Cichlidae de la tribu Tilapiini, originario de África del Sur y Oriental), con el objeto de realizar ensayos de cultivo, en la Estación Piscícola El Limón, en el Estado Aragua, la cual dependía de la administración pública. Ese mismo año ejemplares adultos fueron liberados en el Lago de Valencia, uno de los lagos naturales de agua dulce más grande al norte del ecuador. Para 1964 se sembraron 800 ejemplares de esta especie en la Laguna de los Patos, que es un sistema litoral cercano a la ciudad de Cumaná en el estado Sucre (Carvajal, 1964; Chung, 1992).\nDebido al efecto negativo causado por esas introducciones, el estado venezolano promulgó la Resolución MAC-338 del 3 de julio de 1974, para prohibir la entrada al país de las especies de peces del género tilapia. Con la intención de contar con una norma más amplia, se emitió la Resolución conjunta MAC-379, MARNR-122 de fecha 6 de octubre de 1989, la cual norma el ingreso al país de ejemplares vivos de cualquier organismo acuático.\n\nNo obstante, a finales de los años 80 ocurre la introducción de manera ilegal de Oreochromis niloticus y el tetrahíbrido de Oreochromis spp cuando algunos particulares y corporaciones de desarrollo oficial inician el cultivo con fines comerciales en los estados Táchira y Zulia. Rápidamente la actividad se desplaza a otros estados como Barinas, Portuguesa, Falcón y Cojedes. Para 1995 se tenía conocimiento del cultivo o presencia del tetrahíbrido en trece estados del país. Actualmente, sólo se desconoce su presencia en los estados Amazonas y Delta Amacuro. A mediados de los años ochenta Taphorn y Lilyestrom (1984) reportan a Sarotherodon sp (sinonimia de Oreochromis) como parte de la ictiofauna de la cuenca del Lago de Maracaibo, mientras que Pérez (1990) señaló la presencia de esta especie en la subcuenca del Río Guasare. Investigaciones posteriores han reiterado la presencia de tilapias en distintos ecosistemas de esta cuenca, destacándose la colecta en 1996, de ejemplares endogámicos del tetrahíbrido de Oreochomis spp, en el área de la Ciénaga Los Olivitos, por investigadores de la Universidad del Zulia. Posteriormente se confirma la presencia de tilapias en otros cuerpos de agua naturales de la cuenca, principalmente en el sector alto y medio del Río Guasare y algunas ciénagas del sistema del Gran Eneal (PROFAUNA, 1997).\n\nEn inventarios de ictiofauna realizados por funcionarios de PROFAUNA, durante 1995, se colectaron ejemplares juveniles de Oreochromis sp. en la cuenca del río Tocuyo en jurisdicción del estado Lara.\n\nTrabajos más recientes realizados por funcionarios adscritos a la Dirección General de Fauna del Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, reportan la captura de tilapias en cinco localidades al Sur y Norte de la cuenca del Lago de Maracaibo: incluidas la Bahia de El Tablazo, El sistema del Gran Eneal, el río Escalante y áreas adyacentes a los embalses Manuelote y Tulé; la consulta a pescadores, lugareños y comerciantes de pescado, hace suponer la presencia de tilapias en otras localidades, en altos niveles de abundancia.\nMuestreos a las capturas de los pescadores en el embalse el Andino: que represa las aguas del Río Unare y forma parte de la cuenca del Caribe, en el estado Anzoátegui, evidencian la presencia de Oreochromis niloticus.\nCaracterísticas de las tilapias introducidas, ecología de la invasión e impactos.\n\nEl tetrahíbrido de Oreochromis spp., es el producto del cruce entre Oreochromis mossambicus (la cual le aporta las características de alta tolerancia al agua salada y gran proliferación), O. hornorum (le aporta rápido crecimiento), O. niloticus (le confiere larga talla) y O. aureus (le confiere gran lomo). Este organismo en ambiente natural, presenta entre los aspectos de su ecología alimentaría, cambios en la dieta con el desarrollo ontogénico. Examen del contenido estomacal ha permitido categorizar la dieta en función de tres estadios de vida: 1.- En las primeras cuatro semanas son filtradoras y microfitófagas. 2.- Entre la cuarta y las doce semanas son zooplantófagos, insectívoros y piscívoros. 3.- A partir de doce semanas son omnívoros, aunque mantienen el mecanismo filtrador.\n\nLa plasticidad en la dieta, adaptabilidad ecológica y etológica, resistencia a altas salinidades, capacidad de soportar bajas concentraciones de oxígeno disuelto (1mg/l), alta tasa reproductiva (el híbrido es reproductivamente funcional), cuidado parental que incluye incubación oral y protección de las larvas en la cavidad bucal, desarrollo en ambientes altamente contaminados y la depreciación endogámica, le confiere al híbrido propiedades para convertirse en organismo invasor capaz de amenazar ecosistemas, hábitats o desplazar especies. En ensayos de cultivo intensivo, donde el híbrido se mantuvo en tanques de concreto junto con Pterolebias zonatus (pez anual del llano), esta última especie fue depredada según reveló el examen del contenido estomacal (PROFAUNA, 1996).\nOreochromis mossambicus se ha convertido en la especie dominante en el Lago de Valencia y puede estar implicado por su efecto como depredador en la casi extinción de Atherinella venezuelae (Infante 1985), pez endémico de esta cuenca.\n\nMuestreos realizados en 1964 en la Laguna Los Patos, revelaron la presencia de 23 especies de peces (Carvajal, 1965). Sólo doce años después, Jiménez (1977) citado por Pérez y col. (1997), basándose en un año de muestreo, informó sobre la existencia de apenas diez especies ícticas y con base en el estudio del contenido estomacal de las tilapias, dedujo que tal reducción se debía en gran medida a la depredación sobre larvas y juveniles de las especies autóctonas. Para esa fecha las tilapias habían invadido la cuenca del río Manzanares y era la especie dominante en otras lagunas (Jiménez, 1977 citado por Pérez y col. 1997). Actualmente las tilapias han invadido sectores del Golfo de Cariaco y aparece en las capturas de la pesca marino costera que se desarrolla en el área.\nOreochromis niloticus (Linneo 1758) llamada tilapia nilótica o plateada, es originaria de las aguas tropicales del Río Congo al Sur del desierto del Sahara (África Occidental) y Río Nilo (África Oriental), es filtradora y omnívora. A esta especie se atribuye mayor hibridización en cuerpos de agua natural donde ha sido introducida (Lowe-McConnell, 1982).\n\n
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