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!CONHE√áA O INSTITUTO\n\nO Instituto Serrano Neves se apresenta em breves notas colocando-se, por sua Diretoria, √† disposi√ß√£o do que seja necess√°rios para a troca de informa√ß√Ķes e o estabelecimento de parcerias e/ou conv√™nios de coopera√ß√£o.\n\nSerrano Neves\nDiretor Institucional\n\n!1. PROJETO AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA\n\n!!1.1 O que √© o Projeto ?\n\nO Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa √© o projeto-m√£e das a√ß√Ķes de desenvolvimento e sustentabilidade s√≥cio-ambiental a serem desenvolvidas com o est√≠mulo e articula√ß√£o do Instituto Serrano Neves.\n\n!!1.2 O que √© o Instituto Serrano Neves ?\n\nO Instituto Serrano Neves [ ISN ] √© uma organiza√ß√£o n√£o governamental sem fins lucrativos (Registro n. 580935 no 2¬ļ Tabelionato RPJTD de Goi√Ęnia - CNPJ 05508400/0001-26) fundada pelo Procurador de Justi√ßa Serrano Neves com a colabora√ß√£o de pessoas interessadas na constru√ß√£o de uma sociedade livre, justa e solid√°ria.\n\n!!1.3 Porqu√™ foi escolhido o Lago da Serra da Mesa ?\n\nO Lago da Serra da Mesa √© o maior reservat√≥rio de √°gua doce do Brasil e possui um entorno, √°rea de influ√™ncia e bacia de adu√ß√£o de grande magnitude, cujas popula√ß√Ķes e sedes tem porte para serem alvo de a√ß√Ķes de desenvolvimento e sustentabilidade s√≥cio-ambiental no sentido de se configurarem como comunidades sustent√°veis segundo estudos e modelagem (Folker Gunther, Odum e Ortega) apontados como necess√°rios para enfrentar com sucesso os quadros futuros de menor disponibilidade de energia e abastecimento de centros populacionais.\n\n!!1.4 Porqu√™ foi escolhido o Munic√≠pio de Urua√ßu ?\n\nUrua√ßu foi escolhido pela soma das vantagens:\n\n*Localiza√ß√£o mais pr√≥xima da Capital do Estado;\n*estar √† margem da BR 153;\n*estar √† margem do Lago\n*possuir aeroporto com pista asfaltada;\n*possuir acesso asfaltado at√© o Lago;\n*possuir rede hoteleira capaz de absorver a demanda do turismo interno.\n\nOutras raz√Ķes se somam para que Urua√ßu possa receber a denomina√ß√£o de PORTAL DO LAGO e ser o centro de irradia√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\n!!1.5 O qu√™ o Instituto oferece ?\n\nO Instituto oferece estimular a√ß√Ķes s√≥cio-ambientais, tendo como principal elemento a educa√ß√£o s√≥cio-ambiental nos ambientes comunit√°rio e escolar, formais e informais, com vistas a criar uma consci√™ncia de sustentabilidade atrav√©s da cidadania e do exerc√≠cio dos direitos assegurados na Constitui√ß√£o, envolvendo as pessoas e os grupos em atividades que gerem renda e independ√™ncia ao mesmo tempo em que essas pessoas e grupos atuem de modo direto na gest√£o s√≥cio-ambiental.\n\nO Instituto ter√° sua sede operacional em Urua√ßu, onde instalar√° os projetos-piloto que possam ser visitados e ter a tecnologia tranferida para os interessados, e operar√° nos contatos para obten√ß√£o de recursos e tecnologias, na capacita√ß√£o para aproveitamento dos recursos materiais e humanos locais na produ√ß√£o - principalmente na comoditiza√ß√£o - e na abertura de mercado para comercializa√ß√£o.\n\nA estimula√ß√£o acontecer√° dentro do espectro das pol√≠ticas privadas (livre iniciativa), mas depende das pol√≠ticas p√ļblicas que s√£o as principais aliadas na forma√ß√£o das comunidades.\n\nTodo o material produzido pelo Instituto √© de dom√≠nio p√ļblico, e o Instituto n√£o deseja ser detentor ou gestor de patrim√īnio a n√£o ser de forma transit√≥ria e no m√≠nimo necess√°rio para a estimula√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\n!!1.6 O qu√™ o Instituto espera ?\n\nO Instituto espera do governo local a recep√ß√£o das id√©ias e dos est√≠mulos √†s a√ß√Ķes, num espa√ßo amplo de di√°logo com a comunidade.\n\n!!1.7 Porqu√™ come√ßar agora ?\n\n2003 √© o ANO INTERNACIONAL DA √ĀGUA DOCE (UNESCO), e tudo est√° come√ßando ap√≥s as f√©rias escolares, com tempo suficiente para prepara√ß√£o das comemora√ß√Ķes de 22 de Mar√ßo - DIA INTERNACIONAL DA √ĀGUA, evento que apresenta potencial para colocar URUA√áU no cen√°rio nacional e internacional como AMIGO DO LAGO DA SERRA DA MESA.\n\n!!1.8 Mais informa√ß√Ķes\n\nMais informa√ß√Ķes poder√£o ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto est√° assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail s√£o os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do hor√°rio e da presen√ßa dos administradores no local dos telefones.
!!FALE CONOSCO\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. n¬ļ 580935 do 2¬ļ Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jur√≠dicas, Tit. e Docs. de Goi√Ęnia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUA√áU-GO - 76400-000 - Tel 62 33574389 - 96255275\n\nMais informa√ß√Ķes poder√£o ser obtidas na internet, em http://www.serrano.neves.nom.br\n\nA diretoria do Instituto est√° assim composta:\n\n''Serrano Neves'', Diretor Institucional, serrano@serrano.neves.nom.br, [62] 33574389 [62] 96255275\n\n''Humberto R. Moreira'', Superintende Administrativo - humberto_rodrigues_moreira@hotmail.com, [62] 32438263\n\n''Cylene Gama'', Gestora Operacional, cydagama@terra.com.br, [12] 32421452\n\n''Fale Conosco'', http://www.serrano.neves.nom.br/falediretopergunta.htm\n\nContatos via e-mail s√£o os mais desejados pela facilidade de recebimento, processamento e resposta e independente do hor√°rio e da presen√ßa dos administradores no local dos telefones.
!Publica√ß√£o LIVRE\n\nPara publica√ß√£o de texto de sua autoria neste Wiki observe a facilita√ß√£o para a leitura, dividindo o texto em partes para a publica√ß√£o e n√≥s nos encarregaremos de linkar as partes.\n\nDispense qualquer tipo de formata√ß√£o (O Wiki tem uma linguagem pr√≥pria), podendo ser usadas aspas simples (') ou duplas ("). Outros sinais s√£o reservados pelo script Wiki.\n\nNo corpo do texto assinale a posi√ß√£o das figuras como Fig. XX e envie as figuras em separado. As figuras ser√£o reduzidas para a largura desta coluna. N√≥s nos encarregaremos de linkar as figuras no texto.\n\n''N√ÉO USE RECURSO DE NOTAS DE RODAP√Č OU DE FIM DE TEXTO.''\n\n''N√ÉO USE TABELAS. N√ÉO USE TABELAS. N√ÉO USE TABELAS. POR FAVOR.''\nEnvie sua contribui√ß√£o para serrano@serrano.neves.nom.br\n\n!Publica√ß√£o FORMATADA\n\nCaso n√£o queira abandonar a formata√ß√£o por raz√Ķes cient√≠ficas, o arquivo remetido (com figuras, tabelas e notas) ser√° convertido em PDF e disponibilizado para download, caso em que deve ser remetido um abstract para esclarecer o link.\n\nEnvie sua contribui√ß√£o para serrano@serrano.neves.nom.br com o tamanho m√°ximo de 1 Mb.
!PAULO MAURICIO SERRANO NEVES\n*Titular da 23¬™ Procuradoria de Justi√ßa (CRIMINAL) de Goi√°s\n*Gabinete na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goi√°s - Goi√Ęnia - Go - CEP: 74805-100\n*Fones: (62) 33574389, 32438263, 95255275\nAs opini√Ķes emitidas neste Wiki pelo Procurador Serrano Neves e pelos demais autores N√ÉO REPRESENTAM a opini√£o do Minist√©rio P√ļblico de Goi√°s.\n
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[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!NICARAGUA: Pol√©mica cr√≠a de tilapia\n\nhttp://www.tierramerica.net/2003/0223/ecobreves.shtml\n\n04/10/2005\n\nMANAGUA.- Autoridades de Nicaragua iniciaron en municipios del centro del pa√≠s un programa piloto para la cr√≠a de tilapia, un pez ex√≥tico procedente de Africa, cuya presencia en r√≠os y lagos podr√≠a tener efectos ambientales da√Īinos, seg√ļn ecologistas.\n\nEl pez fue introducido en pa√≠ses de Am√©rica Latina debido a su capacidad de adaptaci√≥n a zonas tropicales y por ser muy prol√≠fico.\n\nEl especialista del Centro de Investigaci√≥n en Recursos Acu√°ticos, Salvador Montenegro, dijo a Tierram√©rica que el tilapia ‚Äúes un lunarcito\npeque√Īo, pero canceroso‚ÄĚ.\n\n‚ÄĚIntroducirlo en grandes lagos como el Cocibolca representa un peligro, pues se alimenta de v√≠sceras de animales, desechos de cocina, concentrados y esti√©rcol de animales, y produce grandes cantidades de excremento que causan da√Īos al cuerpo de agua‚ÄĚ.\n\nLos ambientalistas recomiendan su reproducci√≥n en estanques controlados.\n\nSeg√ļn datos oficiales, el tilapia ya forma parte de la dieta familiar y de las exportaciones. En 2000, Nicaragua percibi√≥ 207 mil d√≥lares por\nventas al exterior de tilapia, aunque al a√Īo siguiente el monto cay√≥ a unos 64 mil d√≥lares.
!CLAREZA PARA A SERRA DA MESA\n''por Serrano Neves, do Projeto Amigo do Lago da Serra da Mesa.''\n\nCom grifos meus foi copiado o texto do Informativo da SEAP que serve de fundamento para a pergunta:\n\nPORQUE TIL√ĀPIAS NIL√ďTICAS FORAM PREVISTAS PARA O LAGO DA SERRA DA MESA?\n\nN√£o gostaria de obter respostas que induzam a crer que existe alguma binacionalidade na decis√£o que prev√™ esp√©cies nativas para Itaipu, nem pensaria que Goi√°s estaria sendo considerado um Estado incapaz de reconhecer o perigo latente na introdu√ß√£o de uma esp√©cie ex√≥tica invasora em tanques-rede.\n\nAcompanho o processo desde que lan√ßado e fa√ßo oposi√ß√£o √† introdu√ß√£o da esp√©cie ex√≥tica invasora que √© desastre no mundo inteiro, baseada em uma simples detec√ß√£o da esp√©cie na Bacia Araguaia/Tocantins (Portaria 145 em revis√£o) que compreende cerca de 11% do territ√≥rio nacional.\n\nEm Goi√°s existe gente capacitada para entender a diferen√ßa entre detec√ß√£o da esp√©cie numa localidade onde tenha ocorrido um escape de tanque-escavado e o estabelecimento da esp√©cie por sua dissemina√ß√£o no ambiente. Tais pessoas tamb√©m sabem que a domin√Ęncia de uma esp√©cie ex√≥tica invasora pode levar aproximadamente 20 anos (fig. abaixo, no livro do Prof. Jos√© Galizia Tundisi), tempo suficiente para repetir incansavelmente um "n√£o aconteceu nada".\n\n[img[ITUNDISI|exot01.jpg]]\n\nOs ambientalistas com foco no Lago da Serra da Mesa dispenderam quase dois anos para conseguir abrir, em p√ļblico, informa√ß√Ķes sobre a polui√ß√£o e contamina√ß√£o do Lago da Serra da Mesa (merc√ļrio, cianof√≠ceas, agrot√≥xicos, alum√≠nio) e, embora existente o pronunciamento oficial de que os peixes n√£o estariam contaminados, n√£o existe indicadores de que os peixes n√£o ser√£o contaminados, vez que as an√°lises e estudos ou s√£o insuficientes ou est√£o guardadas foram do alcance dos comuns mortais.\n\nEspecialistas apontam, dado o assoreamento do lago por solo f√©rtil, at√© mesmo que a √°gua se torne impr√≥pria para gera√ß√£o de energia el√©trica.\n\nO Lago da Serra da Mesa √© um importante enclave impactante na cabeceira da Bacia do Tocantins e a cautela na explora√ß√£o s√≥cio-econ√īmica √© devida, n√£o podendo ter o custo de matar a fome de hoje para criar a fome para as gera√ß√Ķes futuras.\n\n!Queremos clareza para a Serra da Mesa.\n\nA mesma clareza demonstrada pela Ag√™ncia Ambiental de Goi√°s no recente semin√°rio em Mina√ßu-GO, quando a cidadania, em voz alta, agradeceu.\n\nQueremos - e o queremos desde a Constitui√ß√£o de 88 - que seja quebrada a cultura do "manda quem pode e obedece quem tem ju√≠zo", caracterizada ainda hoje pela imposi√ß√£o vertical de cima para baixo, como se os governos soubessem tudo e o povo n√£o soubesse nada.\n\nQueremos - e o queremos desde a Constitui√ß√£o de 88 - que os governos, entendendo que o povo merece respeito prestem contas claras e objetivas, sem usar os jarg√Ķes cl√°ssicos da gera√ß√£o de emprego e renda e da inclus√£o social.\n\nO Pa√≠s tem uma comunidade cient√≠fica respeitada internacionalmente que precisa ser ouvida, e n√≥s temos ou teremos descendentes cuja direito a um ambiente saud√°vel est√° acima de projetos mais sedutores do que sustent√°veis.\n\nPorqu√™ esp√©cies nativas para Itaip√ļ e esp√©cies ex√≥ticas invasoras para Serra da Mesa?\n\nEsperamos que a resposta do governo comece a ser esbo√ßada no I SIMP√ďSIO BRASILEIRO SOBRE ESP√ČCIES EX√ďTICAS INVASORAS que acontecer√° em Bras√≠lia, de 24 a 27 DE MAIO DE 2005 e no qual estar√£o presentes:\n\nInstituto H√≥rus\n\nThe Nature Conservancy\n\nInstituto Oceanogr√°fico, Universidade de S√£o Paulo\n\nUniversidade Federal de Vi√ßosa\n\nFunda√ß√£o Oswaldo Cruz\n\nEmbrapa - Cenargen\n\nIBAMA - Coordena√ß√£o Geral de Fauna\n\nMinist√©rio do Meio Ambiente / Probio\n\nO Lago da Serra da Mesa j√° √© um desastre na hist√≥ria ambiental do Pa√≠s e esperamos que n√£o seja transformado num desastre ambiental hist√≥rico.\n\nO Lago da Serra da Mesa est√° em Goi√°s, onde vivo, trabalho e brigo por ele, porque por amigo a gente briga.\n\nAbaixo o texto referido no in√≠cio.\n\n//Informativo da Secretaria Especial de Aq√ľicultura e Pesca da Presid√™ncia da Rep√ļblica - SEAP_PR//\n\n''Janeiro de 2004 - Incentivo √† cria√ß√£o de peixes''\n\n//Autoriza√ß√£o de uso de √°guas p√ļblicas vai ampliar a produ√ß√£o de pescados//\n\n//Para a popula√ß√£o do entorno do lago da barragem de Itaipu, bem como para muitas das lideran√ßas que de uma forma ou de outra t√™m liga√ß√£o com a hist√≥ria da hidrel√©trica, o dia 13 de dezembro de 2003 jamais ser√° esquecido.//\n\n//A data marca o in√≠cio da produ√ß√£o de peixes em tanques- rede no reservat√≥rio e de uma nova era na aq√ľicultura brasileira. Os primeiros juvenis de ''Pacu ‚Äď esp√©cie nativa da regi√£o'' ‚Äď foram colocados nos tanques-rede na regi√£o de S√£o Miguel do Igua√ßu.//\n\n//Um amplo projeto est√° sendo desenvolvido em parceria pela Secretaria Especial de Aq√ľicultura e Pesca (SEAP), Itaipu, universidades, Ag√™ncia Nacional de √Āguas, Ibama e pelo Governo do Estado do Paran√° para a cria√ß√£o do Parque Aq√ľ√≠cola de Itaipu, que poder√° produzir at√© dois milh√Ķes de toneladas de pescado ‚Äď o dobro da produ√ß√£o anual brasileira. Ele vai apontar, al√©m das √°reas de produ√ß√£o de peixes, as √°reas pass√≠veis de utiliza√ß√£o para esportes n√°uticos e implanta√ß√£o de propostas voltadas ao turismo.//\n\n//Os peixes, al√©m de comercializados no mercado nacional e internacional, tamb√©m ser√£o utilizados no repeixamento do lago. Os juvenis nativos ser√£o criados pelos pescadores_aq√ľicultores e comprados pela hidrel√©trica. A inten√ß√£o √© aumentar a popula√ß√£o do lago, favorecendo o meio ambiente e atividades como a pesca e o turismo.//\n\n//Esta proposta est√° virando realidade pela promulga√ß√£o da Instru√ß√£o Projeto de cria√ß√£o de peixes semelhante ao de Itaipu tamb√©m est√° em implanta√ß√£o no complexo hidrel√©trico de Furnas, no Estado de Minas Gerais, onde j√° foram realizados os primeiros contatos com a dire√ß√£o da empresa.//\n\n//Furnas, sozinha, tamb√©m pode produzir mais de 2 milh√Ķes Normativa n¬ļ 4895, que autoriza o governo a ceder trechos de √°gua da Uni√£o para pescadores e aq√ľicultores, e com a Portaria Interministerial n¬ļ 8, que estabelece o limite de 1% da √°rea dos corpos de √°gua de dom√≠nio da uni√£o para fins de aq√ľicultura.//\n\n//A √°rea liberada pode gerar 80 milh√Ķes de toneladas de pescado por ano, elevando o Brasil √† condi√ß√£o de maior produtor mundial com larga dist√Ęncia para o segundo colocado ‚Äď a China produz anualmente 40 milh√Ķes.//\n\n//Uma revolu√ß√£o se aproxima e a SEAP est√° participando da sua constru√ß√£o.//\n\n//Ela poder√° gerar milh√Ķes de empregos e ir√° colocar o pescado na posi√ß√£o de destaque na balan√ßa comercial e na mesa do brasileiro.//
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!A TIL√ĀPIA NIL√ďTICA\n\n!!Oreochromis niloticus niloticus (Linnaeus, 1758)\n\nhttp://64.95.130.5/Summary/SpeciesSummary.php?genusname\n=Oreochromis&speciesname=niloticus+niloticus\n\nFam√≠lia: Cichlidae (), subfamily: Pseudocrenilabrinae , picture (Ornil_m2.jpg) by WorldFish Center\n\n(http://64.95.130.5/images/thumbnails/jpg/tn_Ornil_m2.jpg) - Show available picture(s) for Oreochromis niloticus niloticus\n\nMapa dos pontos\n\nOrdem: - Perciformes (Percas)\n\nClasse: - Actinopterygii (peixes com raios nas barbatanas)\n\nNome FishBase: - Nile tilapia\n\nTamanho m√°x.: - 60.0 cm SL (Macho/indeterminado; Ref. 4967); Peso m√°x. publicado: 4,324 g (Ref. 40637); Idade m√°x. registada: 9 Anos\n\nAmbiente: - bentopel√°gico; potam√≥dromos (Ref. 51243); √°gua doce; estuarina; intervalo de profundidades - 5 m\n\nClima: - tropical; 8 ‚Äď 42¬įC; 32¬įN - 10¬įN\n\nImport√Ęncia: - pescarias: altamente comercial; Aquacultura: esp√©cies comerciais\n\nResili√™ncia: - M√©dio, Tempo m√≠nimo de duplica√ß√£o da popula√ß√£o 1.4 - 4.4 anos(K=0.14-0.41; tm=1-2; tmax=9)\n\nTradu√ß√£o: - Os tr√™s campos seguintes foram traduzidos √† m√°quina pelo www.systran.com\n\nDistribui√ß√£o: - Gazetteer - Africa: coastal rivers of Israel; Nile from below Albert Nile to the delta; Jebel Marra; Lake Chad basin and the rivers Niger, Benue, Volta, Gambia and Senegal. Widely introduced for aquaculture, with many existing strains. Several countries report adverse ecological impact after introduction.\n√Āfrica: rios litorais de Israel; Nile abaixo de Albert Nile ao delta; Jebel Marra; Bacia de rep√ļblica do Tchad de lago e os rios Niger, Benue, Volta, Gambia e Senegal. Introduzido extensamente para o aquaculture, com muitas tens√Ķes existentes. Impacto ecological adverso do relat√≥rio de diversos pa√≠ses ap√≥s a introdu√ß√£o.\n\nMorfologia: - Espinhos dorsais (total): 16 - 18; Raios dorsais (total): 12 ‚Äď 13; Espinhos anais 3; Anal soft rays: 9 ‚Äď 11; Vertebrae: 30 ‚Äď 32. Genital papilla of breeding male not tassellated. Jaws of mature male not greatly enlarged (length of lower jaw 29-37 % of head length). The most distinguishing characteristic of the species is the presence of regular vertical stripes throughout the depth of caudal fin (Ref.4967). Margin of dorsal fin grey or black. Vertical bars in caudal fin 7-12.\nDorsais de Espinhos (total): 16 - 18; Dorsais de Raios (total): 12 ‚Äď 13; Anais 3 de Espinhos; Anais de Raios: 9 ‚Äď 11; V√©rtebras: 30 ‚Äď 32. O papilla Genital de produzir o macho n√£o tassellated. Maxilas do macho maduro ampliadas n√£o extremamente (comprimento da maxila mais baixa 29- 37% do comprimento principal). Distinguir caracter√≠stico da esp√©cie √© a presen√ßa de listras verticais regulares durante todo a profundidade da aleta caudal (Ref.4967). Margem da aleta dorsal cinzenta ou preta. Barras verticais na aleta caudal 7-12.\n\nBiologia: - Occurs in a wide variety of freshwater habitats like rivers, lakes, sewage canals and irrigation channels (Ref. 28714). Mainly diurnal. Feeds mainly on phytoplankton or benthic algae. Marketed fresh and frozen (Ref. 9987). Oviparous (Ref. 205). Mouthbrooding by females (Ref. 000002).\nOcorre em uma variedade larga de habitats freshwater como os rios, os lagos, os canais do sewage e as canaletas da irriga√ß√£o (refer√™ncia. 28714). Principalmente diurnal. Alimenta√ß√Ķes principalmente no phytoplankton ou em algas benthic. Fresco e frozen introduz√≠dos no mercado (refer√™ncia. 9987). Oviparous (refer√™ncia. 205). Mouthbrooding pelas f√™meas (refer√™ncia. 000002).\n\nStatus no Livro Vermelho: - N√£o inclu√≠do no Livro Vermelho do IUCN (Ref. 53964)\n\nPerigosas: - Potencial epizootia\n\nCoordenador: - Kullander, Sven O.\n\nRef. Principal: - Trewavas, E.. 1983. (Ref. 2)
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Depredadoras en Nicaragua\n\nwww.iucn.org/places/orma/publica_gnl/especies.pdf\n\nLa tilapia del Nilo (Oreochromis niloticus), se encuentra actualmente en la laguna de Apoyo, y en los lagos de Nicaragua y de Managua. En el lago de Nicaragua incluso, se han establecido las tres especies de tilapia: la del Nilo, la tilapia azul (Oreochromis aureus) y la tilapia de Mozambique (Oreochromis mossambicus).\n\nUn estudio comparativo publicado en 1995 por el investigador Kenneth McKaye, revel√≥ una disminuci√≥n de aproximadamente 80% de la biomasa de los peces c√≠clidos nativos en el lago de Nicaragua, en comparaci√≥n con los niveles se√Īalados por un estudio de investigadores rusos a principios de los a√Īos ochenta.\n\nEsto significa que, en t√©rminos de biomasa, cuatro de cada cinco peces nativos en el lago se perdieron en cuesti√≥n de ocho a√Īos, especialmente guapotes y mojarras. La hip√≥tesis m√°s fuerte es que esto ocurri√≥ por el desplazamiento de nichos que hizo la tilapia.\n\nEn la laguna de Apoyo, un estudio conducido por Jeffrey McCrary en los √ļltimos diez a√Īos sobre peces nativos, se encontr√≥ con la desagradable sorpresa de la presencia masiva de tilapia del Nilo en esta laguna, y se han\npodido constatar varios efectos da√Īinos provocados por la invasora.\n\nEl primero es que hay muchas plataformas o sitios de reproducci√≥n de tilapias en la laguna (cerca de cien), con lo cual est√° ocupando sitios que serv√≠an de reproducci√≥n y de alimentaci√≥n para algunas de las especies nativas. Adem√°s, la tilapia compite directamente por la alimentaci√≥n, pues ha arrasado con las plantas macr√≥fitas, al punto que ya no existe ni una espiga de Chara en la laguna de Apoyo. Es decir; que un habitat que estuvo all√≠ probablemente por miles de a√Īos, ahora ha desaparecido, y los peces nativos que antes com√≠an de la Chara, o de las algas y artr√≥podos que viv√≠an en ellas, ahora est√°n obligados a comer otra cosa.\n\nLa misma tilapia ha tenido que buscar otros alimentos y se est√° comiendo ahora el zooplancton suave y las algas filamentosas de sustrato, causando m√°s da√Īo al ecosistema de la laguna. Un hallazgo m√°s alarmante es que recientemente se document√≥ que un pescador\ncaptur√≥ una tilapia de ocho libras de peso utilizando sardinas como carnada. Esto es grave, pues implica que la tilapia, un animal con reputaci√≥n de ser herb√≠voro, ahora se est√° tornando en carn√≠voro y al menos est√° dispuesto a comer un pez chiquito moribundo.\n\nOtros da√Īos indirectos propiciados por la tilapia en la laguna de Apoyo es que, por sus movimientos en plataformas durante todo el a√Īo y al haber eliminado la chara, est√° favoreciendo la erosi√≥n interna de la laguna, poniendo en peligro el ecosistema.\n\nMcCrary tambi√©n advirti√≥ sobre el brote de par√°sitos que hay actualmente en la laguna y dijo que ‚ÄúNicaragua no est√° preparada para enfrentar el tema de par√°sitos que puede introducir un animal como la tilapia‚ÄĚ. Insisti√≥ en que es urgente investigar el brote de ceguera de decenas de peces (guapotes y mojarras) que han detectado. ‚ÄúHemos contado decenas de peces ciegos al bucear. Se les nota la ceguera y esto es una novedad en la laguna de Apoyo‚ÄĚ, recalc√≥.\n\nEn criterio del investigador, los mismos cooperantes que propiciaron la introducci√≥n de la tilapia en Nicaragua, deber√≠an ahora financiar los estudios sobre los da√Īos ambientales que est√° provocando esta especie invasora en el pa√≠s, as√≠ como su mitigaci√≥n. Igualmente se√Īal√≥ que se debe tener m√°s cuidado con las propuestas para introducir tilapia en los ecosistemas naturales de Nicaragua y de otros pa√≠ses del tr√≥pico. ‚ÄúLa atracci√≥n del cultivo de tilapia en t√©rminos de ingresos y de promesas econ√≥micas es grande, pero hay muchos peligros ambientales‚ÄĚ, subray√≥ el cient√≠fico.\n\nHern√°ndez, Gabriela\nInvasores en Mesom√©rica y El Caribe = Invasives in Mesoamerica and the Caribbean / Gabriela Hern√°ndez; Enrique Lahmann; Ram√≥n P√©rez-Gil. ‚ÄĒ 1. ed. ‚ÄĒ San Jos√©, C.R. : UICN, 2002. 54 p.; 17 x 23 cm.
!ALTERNATIVAS AO USO DE ESP√ČCIES EX√ďTICAS INVASORAS\n*Cl√°udio Bock - CPTA/IBAMA\n\n''I Simp√≥sio Brasileiro sobre Esp√©cies Ex√≥ticas Invasoras - Bras√≠lia, 4 a 7 de outubro de 2005''\n\n!PEIXES DE √ĀGUA DOCE\n\nOmitidos os peixes, camar√Ķes e moluscos marinhos por n√£o serem pertinentes ao cultivo em √°gua doce.\n\n''//REFER√äNCIAS: O texto foi extra√≠do da apresenta√ß√£o em Power Point efetivada no Simp√≥sio e a publica√ß√£o teve o assentimento do autor e a libera√ß√£o pelo Instituto H√≥rus.//''\n\n|!Pacu (Piaractus mesoptamicus) - Tambaqui (Colossoma macropomum) - Pirapitinga (Piaractus brachypomum)|!Produ√ß√£o: 0,6 a 1,5 kg/m2 - CAA: 1,3 a 2,0 :1 - Tanque-rede: 50 kg/m3|\n|!Matrinx√£ (Brycon cephalus) - Larvicultura: canibalismo|!Produ√ß√£o: 0,8 a 1,0 kg/m2 - CAA: 1,5:1 - tanque-rede: 30 kg/m3|\n|!Piau√ßu (Leporinus macrocephalus)|!Produ√ß√£o: 0,6 a 0,8 kg/m2 - CAA: 1,3 a 1,8:1|\n|!Jundi√° (Rhamdia quelem) Crescimento prejudicado a partir de 250 g ‚ÄúJundi√° cinza‚ÄĚ |!Crescimento: M = 800g/ano F = 1.100g/ano CAA: 1,8:1 Possibilidade de processamento|\n|!Pintado (Pseudoplatystoma coruscans) - Cachara (Pseudoplatytoma fasciatum) - Tucunar√© amarelo (Cicla ocellaris) - Tucunar√© azul (Cicla temensis)|!|\n|!Pirarucu (Arapaima gigas)|!Estufa e Sistema Fechado de Circula√ß√£o de √Āgua - Temperatura da √°gua: 26,23 a 32,37 oC - Peso inicial: 134 g (26,53 cm) - Condicionamento alimentar: - peixes vivos - de 45 dias - pasta (leite em p√≥, ovo de galinha e caldo de peixe) - ra√ß√£o extruzada (40% PB)|\n|!Pirarucu (Arapaima gigas)|!Engorda: 0,96 peixes/m3 - 4 meses: 1.583,91 g (56,30 cm) - 12 meses: 5.777,07 g (63,81 cm) - 16 meses: 7.917,20 g (96,78 cm) - Sobreviv√™ncia: 100% - CAA: 2,64:1|\n|!CAMAR√ēES DE √ĀGUA DOCE - Pitu (Macrobrachium carcinus)|!|\n\nINSTITUTO SERRANO NEVES - Reg. n¬ļ 580935 do 2¬ļ Tab. Prot. e Reg. de Pessoas Jur√≠dicas, Tit. e Docs. de Goi√Ęnia - CNPJ: 05508400/0001-26 - Sede: Av. Santana com Rua 200, Qd. 12 Lt 6, Centro - URUA√áU-GO - 76400-000 - Tel 62 3574389 - 96255275 - http://www.serrano.neves.nom.br - mailto:serrano@serrano.neves.nom.br
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!INVIABILIDADE DE TANQUES REDES NO LAGO DE FURNAS\n\nPor ''Alexandre Pereira'', Consultor Ambiental\n\nNos √ļltimos anos, com o crescimento da comercializa√ß√£o de peixes, a piscicultura tomou um grande impulso, constituindo-se, assim, em mais uma alternativa de renda para os produtores rurais. Atualmente para implantar um projeto de piscicultura √© importante conhecer os procedimentos para se obter a licen√ßa ambiental, o registro de aq√ľicultor, o direito de uso das √°guas e o alvar√° de funcionamento; como tamb√©m conhecer os crit√©rios b√°sicos para a tomada de decis√£o sobre o sistema de produ√ß√£o a ser implantado. Vamos analisar 2 modos de produ√ß√£o: tanques-rede e viveiros escavados em terra.\n\nA primeira observa√ß√£o √© a qualidade da √°gua que deve apresentar-se livre de agrot√≥xicos, coliformes fecais e poluentes. Todos sabem que o Lago de Furnas √© um gigantesco esgoto onde os munic√≠pios despejam seus dejetos e agricultores poluem com agrot√≥xicos; ent√£o s√≥ a√≠ j√° ter√≠amos raz√Ķes para inviabilizar o cultivo de peixes em tanques no Lago de Furnas. Mas n√£o √© s√≥ isso que condena o investimento em tanques-rede, vejamos: a temperatura ideal para o crescimento do peixe √© de 28 a 32 ¬ļC ‚Äď a √°gua do Lago de Furnas √© uma √°gua mais fria, tornando o desempenho do crescimento do peixe muito lento; o controle ideal do pH deve estar entre 7,0 e 8,5 ‚Äď √© praticamente imposs√≠vel controlar o pH de todo o lago; o impacto ambiental negativo √© muito forte em tanques-rede devido o aumento do volume de fezes dos peixes e da redund√Ęncia de ra√ß√£o que vai para o fundo o lago; com √°gua fria, suja, polu√≠da, sem controle de pH e aduba√ß√£o o peixe vai crescer muito lentamente; tamb√©m a esp√©cie de peixe escolhida, sendo que a til√°pia √© um peixe ex√≥tico proveniente de outro continente; outro obst√°culo e empecilho seria o forte impacto negativo para o turismo sustent√°vel na regi√£o do Lago de Furnas, pois os tanques iriam atrapalhar muito a livre navega√ß√£o de lanchas, jets e demais embarca√ß√Ķes.\n\nSendo assim, est√° comprovado a inviabilidade de tanques-rede no Lago de Furnas. Recapitulando: √°gua de p√©ssima qualidade com coliformes fecais e agrot√≥xicos; baixa temperatura das √°guas do Rio Grande; descontrole de pH; baixo desempenho e crescimento; alto custo de ra√ß√Ķes; impacto negativo para o turismo e escolha equivocada da esp√©cie cultivada. Todos esses itens dever√£o ser analisados detalhadamente antes de se iniciar um projeto no Lago de Furnas, para n√£o jogar dinheiro fora num projeto invi√°vel, caro e contra as recomenda√ß√Ķes t√©cnicas.\n\nA solu√ß√£o ideal ser√° com constru√ß√£o de viveiros escavados em terra, onde podemos preparar a √°gua e fazer calagem e aduba√ß√Ķes objetivando, √† priori, a produ√ß√£o de pl√Ęncton (fitopl√Ęncton/algas e zoopl√Ęncton/microsc√≥picos animais) dos quais os peixes ir√£o se alimentar. Um bom crescimento do fitopl√Ęncton ajuda no controle da qualidade da √°gua, produz oxig√™nio pela fotoss√≠ntesse e absorve o excesso de produtos t√≥xicos. No tanque-rede esses procedimentos s√£o imposs√≠veis, pois todo o tratamento somente ir√° contribuir para o aumento da polui√ß√£o do Lago de Furnas. Nos viveiros escavados poderemos controlar o pH mantendo-o num patamar satisfat√≥rio para o crescimento dos peixes; al√©m do mais poderemos fazer a aduba√ß√£o org√Ęnica para aumentar a fertiliza√ß√£o da √°gua. As esp√©cies para cultivo ser√£o nativas do Rio Grande como a tra√≠ra e o surubim. Devemos ser realistas e extremamente t√©cnicos antes de iniciarmos um projeto sustent√°vel para o Lago de Furnas.\n\nAlexandre Pereira √© consultor ambiental e especialista em desenvolvimento sustent√°vel.\nE-mail: atotal@terra.com.br - Telefone +55 (0xx35) 3523-5136 / 9934-2444
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!La tilapia en Costa Rica\n\nwww.iucn.org/places/orma/publica_gnl/especies.pdf\n\nEn Costa Rica, la tilapia del Nilo tambi√©n est√° causando efectos ambientales adversos, pues est√° desplazando a peces nativos en el Refugio de Vida Silvestre Ca√Īo Negro (Sitio Ramsar), en la laguna del Arenal y en otros cuerpos de agua del pa√≠s.\n\nEl pez ex√≥tico fue introducido a territorio costarricense a finales de los a√Īos 60, como parte de un Programa de Acuicultura del Ministerio de Agricultura y Ganader√≠a, cuando a√ļn no se conoc√≠an los impactos negativos que pod√≠a causar como especie invasora.\n\nPor descuido y por desconocimiento de los criadores, los peces fueron a parar a los r√≠os, en el √°rea de Ca√Īas, de Ca√Īo Negro, y de otras zonas del pa√≠s. Algunos han llegado hasta las costas, a trav√©s de los cauces de agua\ndulce, y se han adaptado al agua salobre sin ning√ļn problema, pues esa es otra de las particularidades de la tilapia.\n\nSeg√ļn Jorge Cabrera, bi√≥logo de la Universidad Nacional, con sede en Heredia, actualmente hay tilapia en cerca del 80% de los r√≠os de Costa Rica, en la costa Caribe y Pac√≠fica, y en la laguna del Arenal.\n\nAcaparando nichos, comiendo los huevos de los peces que se alimentan de vegetaci√≥n y comiendo los alimentos en cantidad (por ser grandes y abundantes), las tilapias se han ido convirtiendo en la especie dominante de estos ecosistemas, en desmedro de especies nativas como el guapote, la mojarra, los barbudos, la machaca, y otras.\n\n‚ÄúEst√° habiendo un cambio total en los ecosistemas acu√°ticos costarricenses. Ya no son los mismos ecosistemas. La diversidad de especies se va perdiendo, porque no s√≥lo se exterminan los peces, que ser√≠a lo m√°s grande que se puede ver, sino que hay cambios en la\ndin√°mica de la poblaci√≥n de fitoplancton y zooplancton, y tambi√©n de los insectos acu√°ticos‚ÄĚ, asever√≥ Cabrera.\n\nCa√Īo Negro es un ejemplo claro de esto, pues aqu√≠ no se hab√≠a detectado tilapia hasta 1990, y ahora, en t√©rmino de diez a√Īos, la tilapia se encuentra en primer lugar en biomasa y en segundo lugar en n√ļmero de\nindividuos, seg√ļn confirm√≥ Vicente Meza, del Refugio Nacional de Vida Silvestre Ca√Īo Negro.\n\nSeg√ļn report√≥ Meza, para abril del 2001 la tilapia ocupaba el primer lugar en biomasa con un 68.7%, seguida de lejos por el guapote con un 31.3%. En cuanto a n√ļmero, y para el mismo mes, la tilapia se ubicaba en\nsegundo lugar con un 20.6% de la poblaci√≥n, mientras que a√ļn el guapote le supera en n√ļmero con un 67.1%.\n\nPero el problema es que la tilapia es m√°s grande y por tanto tiene m√°s biomasa. Tambi√©n come m√°s.\n\nEn opini√≥n Jorge Cabrera, es fundamental hacer una evaluaci√≥n del impacto real de la tilapia en distintas zonas del pa√≠s. Advirti√≥ que la tilapia est√° poniendo en peligro a todas las especies que sirven de alimento a otros peces (forrajeras): los poec√≠lidos (olominas), los c√≠clidos (guapotes y mojarras), y los ater√≠nidos (sardinillas). ‚ÄúEn estos momentos, la herida en los ecosistemas acu√°ticos costarricenses es grave. Las especies nativas est√°n en franca disminuci√≥n‚ÄĚ, advirti√≥ el experto.\n\nHern√°ndez, Gabriela\nInvasores en Mesom√©rica y El Caribe = Invasives in Mesoamerica and the Caribbean / Gabriela Hern√°ndez; Enrique Lahmann; Ram√≥n P√©rez-Gil. ‚ÄĒ 1. ed. ‚ÄĒ San Jos√©, C.R. : UICN, 2002. 54 p.; 17 x 23 cm.
!A Invas√£o das Esp√©cies Ex√≥ticas\n\n[img[ISN|tilap_no.jpg]]\n\n''Cylene Gama ‚Äď Gestora do Instituto Serrano Neves''\n\n*"Permitir a degrada√ß√£o do capital natural, impacta igual e negativamente a produ√ß√£o econ√īmica". Guy Preston (AS)\n\nComparecemos, Serrano Neves e eu ao Primeiro Simp√≥sio Brasileiro de Esp√©cies Ex√≥ticas Invasoras. Nossa presen√ßa prende-se a nossa luta ambiental contra a inser√ß√£o das til√°pias nil√≥ticas no Lago da Serra da Mesa, maior reservat√≥rio artificial de √°gua doce do Brasil.\n\nNosso embasamento adv√©m de posi√ß√£o corroborada pelos Professores e Doutores , Aziz Ab'Saber , Jos√© Cyrino e Jos√© Galizia Tundisi . Foi ponderado, que o risco da inser√ß√£o da til√°pia nil√≥tica , mesmo em tanques redes, no Lago da Serra da Mesa poderia representar, a partir do escape , em 20 anos uma diminui√ß√£o de 80% das esp√©cies nativas, com a√ß√£o n√£o menos predat√≥ria na biodiversidade afim. O Professor Ab'Saber nos ajudou a guiar nossa sustenta√ß√£o a partir da abordagem areolar , quando a grande maioria se entrega a abordagem pontual. O Professor Galizia Tundisi, internacional e nacionalmente conhecido , demonstrou profunda preocupa√ß√£o para com o problema que amea√ßa se materializar ( conversamos tamb√©m com equipes de pesquisa √°s margens do Lago) e nos alertou para a magnitude deste problema, de forma a n√£o deixar margens de d√ļvida; O Professor Cyrino, a quem consultei por diversas vezes, nunca se fez de rogado em nos orientar nos ensinamentos cient√≠ficos atinentes , leigos que √©ramos..\n\nAos tr√™s insignes cientistas nossos profundos agradecimentos, em nome das futuras gera√ß√Ķes.\n\nO abstract , com aprecia√ß√£o particular minha, que passo abaixo, adv√©m de minha tradu√ß√£o da palestra de Guy Preston da √Āfrica do Sul, estudioso dos dados estat√≠sticos que demonstram e comprovam as perdas econ√īmico-financeiras oriundas do descaso e toler√Ęncia para com as esp√©cies ex√≥ticas.\n\nA Biodiversidade est√° amea√ßada por esp√©cies ex√≥ticas invasoras, perdendo t√£o somente da preda√ß√£o humana que desloca ou aniquila habitats sejam eles aqu√°ticos ou terrestres, ou mesmo do espa√ßo a√©reo. Esta invas√£o nem sempre √© acidental, as vezes √© planejada por pessoas que sequer sabem avaliar o impacto resultante. O conferencista G. Preston bem observou que pa√≠ses menos evolu√≠dos como a √ćndia ( perdas avaliadas em 116 bilh√Ķes de dollars) ou o Brasil ( perdas de 50 bilh√Ķes de dollars, sendo que um bilh√£o √© diretamente correlacionado com a ferrugem da soja) √© onde mais se sofre pelas perdas econ√īmicas impostas , enquanto que os mais evolu√≠dos ou conscientes como a Africa do SUL ( 7 bilh√Ķes de dollars) e outros , tem tal n√ļmero bastante reduzido.5% dos 31 trilh√Ķes de dollars do Produto Bruto Global est√£o comprometido com perdas resultantes da invas√£o de esp√©cies ex√≥ticas.\n\nConsta que no final da d√©cada de 90, o ent√£o embaixador brasileiro na Sui√ßa, Rubens Ricupero teria tido que remover dos jardins da embaixada uma imponente arauc√°ria brasileira, reconhecida por um ciclista, morador local que passeava ao redor, como esp√©cie n√£o nativa. Constata-se que embora em " solo brasileiro" , prevalecia a Lei Ambiental do pa√≠s.\n\nG. Preston abordou tamb√©m o custo da varroa nos api√°rios da Nova Zel√Ęndia. Doen√ßa esta que tamb√©m atinge o Brasil, no contingente das ex√≥ticas abelhas africanas.\n\nOutra abordagem feita pelo conferencista foi a de inc√™ndios causados pelo descaso com o desmatamento e manejo.\n\nMas o mais importante foi a meu ver a abordagem que a √Āfrica do Sul tomou em rela√ß√Ęo ao programa de sa√ļde ambiental que incorporava no principio menos de 10% de mulheres - que passou a 90% , e j√° com lideran√ßa feminina.\n\n Mulheres que ao aprenderem a se cuidar desenvolveram um componente de auto-estima transfer√≠vel para bens e servi√ßos afeitos a fam√≠lia e ao meio." Permitir a deprecia√ß√£o do capital gerado pelo trabalho humano, implica contribuir para o decl√≠nio da produtividade econ√īmica.\n\n"Permitir a degrada√ß√£o do capital natural, impacta igual e negativamente a produ√ß√£o econ√īmica". Guy Preston (AS).\n\nO trabalho de Guy Preston estar√° disponibilizado no www.intitutohorus.org.br e no www.serrano.neves.nom.br\n\n//REFER√äNCIAS: Cylene Gama, Ambientalista, √© Historiadora com estudos de p√≥s gradua√ß√£o em " Latin Americana History and Politics (USA) e √© p√≥s graduada de Turismo e Hotelaria (Senac) . √Č homenageada do Dia da Mulher 2005, pela Rede Brasileira de Educa√ß√£o Ambiental -REBEA- gra√ßas ao trabalho dirigido a auto-estima feminina ( fundadora do MUDEAVIDA , Mulheres em Defesa da √Āgua e da Vida). Cursou Direito e seu embasamento √© colocado aservi√ßo de palestras e confer√™ncias que vem proferindo pelo Brasil a fora. √Č cidad√£ honor√°ria norte americana, condecorada pelo Governador Brian Ferris (FLA) por servi√ßos volunt√°rios prestados. cydagama@terra.com.br//
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Especies Ex√≥ticas Invasoras I\n\nhttp://www.comunidadandina.org/desarrollo/Te1.pdf\n\n!2. MARCO CONCEPTUAL\n\n''2.1 Especies ex√≥ticas invasoras''\n\nLa definici√≥n de especie ex√≥tica de CDB citada en la Introducci√≥n es clara e incluye el caso de trasplante de especies de una cuenca, regi√≥n o ecosistema a otro dentro del mismo pa√≠s. IUCN (2000) propone una definici√≥n m√°s detallada: ‚ÄúEspecie, subespecie o tax√≥n inferior fuera de su √°rea de distribuci√≥n natural (pasada o presente) y potencial de distribuci√≥n (fuera del √°rea que ocupa naturalmente o que no pudiera ocupar sin introducci√≥n directa o cuidado por parte de hombre) e incluye cualquier parte, gametos o prop√°gulo de tal especie que puede sobrevivir y luego reproducirse‚ÄĚ. En este mismo sentido se utilizan los t√©rminos for√°nea, introducida, no nativa o naturalizada, aunque este √ļltimo s√≥lo en los casos de poblaciones establecidas en el medio natural.\nCarlton (1996) postula que el t√©rmino ex√≥tico deber√≠a restringirse en las introducciones hist√≥ricas y comprobadas. El resto de las especies presentes son nativas o inmigrantes antiguos. Esta √ļltima categor√≠a, las llamadas especies cryptog√©nicas, incluye especies de muy amplia distribuci√≥n o cosmopolitas cuyo lugar de origen y tiempo de llegada son dudosos, y su separaci√≥n de las especies nativas puede ser muy dif√≠cil, por ejemplo en el caso de organismos marinos y malezas. Un caso especial de especies ex√≥ticas son los individuos o poblaciones asilvestrados o cimarrones (feral en ingl√©s) de las especies dom√©sticas. Los organismos modificados gen√©ticamente (OMG) son ex√≥ticos Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino para todos los pa√≠ses y ecosistemas, y su posible liberaci√≥n requiere precauciones extremas, en conformidad con Protocolo de Cartagena sobre Seguridad de Biotecnolog√≠a y leyes nacionales.\n\nSeg√ļn la definici√≥n del CDB, la especie ex√≥tica invasora se refiere a aquellas especies ex√≥ticas cuyo establecimiento y expansi√≥n amenaza los ecosistemas, h√°bitats o especies con da√Īos econ√≥micos o ambientales (UNEP 2001), al igual que otras definiciones (Davis y Thompson 2000, IUCN 2000) que destacan el impacto negativo del invasor como su atributo principal. Una ventaja de la definici√≥n de CDB es su generalidad. Sin embargo, se presta a diferentes interpretaciones porque el grado o la\nextensi√≥n espacial del impacto de una especie a ser considerada como una amenaza depende del juicio del evaluador. Un criterio ecol√≥gicamente m√°s acertado y menos subjetivo puede ser la expansi√≥n del nuevo territorio ocupado por la especie, que se puede medir por la tasa de avance (Richardson et al. 2000, Daehler 2001). Samways (1996) define la invasi√≥n en t√©rminos m√°s espec√≠ficos como el establecimiento, dispersi√≥n y aumento poblacional que resulta en un papel clave en la comunidad invadida. Los criterios de avance espacial e impacto ambiental o econ√≥mico pueden coincidir en muchos casos, pero no siempre. Por ejemplo, las plantaciones forestales de Pinus caribaea ejercen un fuerte impacto sobre la entomofauna local (Bulla y Bach 1999), pero no se portan como invasoras en el sentido espacial. Por otra parte, la garcita reznera (Bubulcus ibis) experiment√≥ una expansi√≥n continental, aparentemente sin afectar otras especies o h√°bitats. Algunas especies ex√≥ticas se tornan invasoras r√°pidamente, mientras que otras subsisten por a√Īos o d√©cadas en bajas densidades poblacionales para experimentar luego un crecimiento exponencial, tranform√°ndose as√≠ en invasoras destructivas (Mack et al. 2000). Por eso es dif√≠cil distinguir entre una especie naturalizada inofensiva y un futuro invasor.\n\nLa expansi√≥n de las especies invasoras se realiza a expensas de especies y ecosistemas nativos.\n\nEsto implica competencia por espacio, sustrato, luz, nutrientes, alimento, lugares de reproducci√≥n y otros recursos vitales con las especies nativas, depredaci√≥n, incluyendo herbivor√≠a, hibrizaci√≥n entre cepas nativas e introducidas, que puede debilitar la adaptaci√≥n en las condiciones locales (Simberloff 1996), parasitismo y riesgos sanitarios. Todo esto afecta la abundancia, distribuci√≥n, viabilidad y funciones ecol√≥gicas de las especies nativas, la estructura, funci√≥n y condici√≥n de los ecosistemas, deteriora los servicios ambientales que prestaron tales ecosistemas, altera los h√°bitats y puede resultar en cambios irreversibles como la extinci√≥n de especies y deterioro extremo de h√°bitats. De esta manera, el efecto acumulativo de las introducciones resulta en una expansi√≥n y predominio cada vez mayor de especies invasoras generalistas, desaparici√≥n de especialistas end√©micas, y por ende la homogenizaci√≥n y empobrecimiento global de ecosistemas y la diversidad biol√≥gica a escala mundial (Elton 1958, Hengeveld 1996, Kaiser 1999, Mooney 1999, Consorcio GTZ/FUNDECO/IE 2001b). A estos da√Īos ecol√≥gicos se agregan amenazas sobre la seguridad alimentaria por p√©rdidas econ√≥micas recurrentes a la producci√≥n agropecuaria, pesquera y forestal a causa de plagas y malezas ex√≥ticas, enfermedades contagiosas del hombre y sus animales dom√©sticos -como la de ‚Äúvacas locas‚ÄĚ que amenaza hoy la producci√≥n animal en Europa. En biolog√≠a pesquera el criterio del impacto es el efecto de la especie ex√≥tica sobre la producci√≥n de la pesca comercial (FAO 1998). El costo econ√≥mico y ecol√≥gico del control de especies invasoras es otro par√°metro importante del impacto negativo de especies ex√≥ticas. Adem√°s, la presencia de especies plagas restringe las posiblidades de exportaci√≥n y comercilalizaci√≥n de productos vegetales y animales a otros pa√≠ses. El marco de referencia que recomienda CDB para la evaluaci√≥n de los impactos de una especie ex√≥tica es el enfoque por ecosistemas (UNEP/CBD/SBSTTA/5/11) o sea una visi√≥n de conjunto del grado de afectaci√≥n de la estructura y funci√≥n de todos los elementos del ecosistema receptor como un todo, incluyendo los intereses humanos.\n\nESTRATEGIA REGIONAL DE BIODIVERSIDAD PARA LOS PA√ćSES DEL TR√ďPICO ANDINO CONVENIO DE COOPERACI√ďN T√ČCNICA NO REEMBOLSABLE ATN/JF-5887-RG CAN - BID ESPECIES EX√ďTICAS INVASORAS - Elaborado por: Juhani Ojasti Caracas - Venezuela Diciembre 2001
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Especies Ex√≥ticas Invasoras II\n\n''2.2 Perfil de una especie invasora''\n\nhttp://www.comunidadandina.org/desarrollo/Te1.pdf\n\nEn vista de los riesgos que generan las especies invasoras ser√≠a importante poder identificarlas de antemano y hacer lo posible para evitar su introducci√≥n. Esto es casi imposible porque la funci√≥n o el nicho ecol√≥gico de una especie varia seg√ļn su entorno (Huchinson 1957). El nicho potencial de una especie es m√°s amplio que el nicho realizado en su comunidad nativa, por las limitaciones impuestas por las especies competidoras. En un nuevo ambiente, en cambio, su nicho realizado es diferente y posiblemente m√°s amplio, as√≠ que pudiera cumplir con m√°s funciones y dispersarse y reproducirse m√°s r√°pidamente, tal como el sapo Bufo marinus introducido a Australia, donde alcanza una densidad\npoblacional diez veces mayor que en sus h√°bitats nativos en Am√©rica del Sur (Lampo y De Leo 1998).\n\nAdem√°s del potencial invasor propio de la especie, el proceso y resultado de invasi√≥n dependen de la invasibilidad o la capacidad de cada ecosistema en resistir la invasi√≥n, y de la presi√≥n invasora o la cantidad de invasores que alcanzan un √°rea determinada (Lonsdale 1999). El potencial invasor es un atributo intr√≠nseco de cada especie. La resistencia a la invasi√≥n depende de la estabilidad comunitaria y disminuye por las perturbaciones ocasionadas por las actividades humanas. La presi√≥n invasora a su vez depende de la frecuencia de introducciones por el hombre, la cantidad de individuos o semillas introducidas, as√≠ como de la capacidad dispersiva propia de cada especie. Todo esto dificulta la\nseparaci√≥n entre especies ex√≥ticas ‚Äúbuenas‚ÄĚ y ‚Äúmalas‚ÄĚ ya a que el impacto invasor depende de tanto de las caracter√≠sticas de la especie como de la resistencia de su nuevo entorno (Andrade 1997), y adem√°s pueden intervenir juicios de valor estrictamente humanos. Pudiera decirse que no existen especies intr√≠nsecamente nocivas, sino que su impacto depende de su abundancia y del contexto.\n\nLos cerdos y cabras, por ejemplo, son especies dom√©sticas de vital importancia para la humanidad, pero altas poblaciones cimarrones de los mismos pueden alterar y destruir ecosistemas enteros. As√≠ mismo, los pinos y eucaliptos pueden ofrecer buenas opciones productivas bajo un manejo forestal adecuado, pero son indeseables en parques nacionales que deben proteger ecosistemas nativos. Por eso, para decidir sobre la introducci√≥n, liberaci√≥n, control o erradicaci√≥n de determinadas especies\nex√≥ticas se debe evaluar el balance entre las amenazas y los beneficios probables en el contexto ambiental y socioecon√≥mico de cada caso.\nAdem√°s de especies invasoras ex√≥ticas existen invasoras nativas, tales como las plantas pioneras de las primeras etapas de sucesi√≥n, capaces de colonizar r√°pidamente √°reas perturbadas y que se portan a menudo como malezas agr√≠colas. Tambi√©n la mayor parte de los vertebrados plaga de cultivos en nuestro medio son especies invasoras nativas (El√≠as y Valencia 1984). Este documento, sin embargo, concierne a las invasoras ex√≥ticas, a menos que se indica lo contrario.\n\nMuchas invasoras son especies prol√≠ficas, de alta movilidad, competitivas y generalistas que pueden prosperar en diferentes ambientes y especialmente en los alterados por el hombre, tales como monocultivos, zonas periurbanas, islas oce√°nicas y otros ecosistemas simples o perturbadas con poca competencia (Gollasch y Lepp√§koski 1999). De hecho, la creaci√≥n de grandes espacios homog√©neos de agroecosistemas y otras √°reas alteradas e inestables atrae muchas plantas y animales invasoras y facilita su r√°pida colonizaci√≥n (Elton 1958, Hengeweld 1996, IUCN 2000).\n\nTambi√©n las carreteras ofrecen corredores para los agentes de dispersi√≥n de especies ex√≥ticas y la perturbaci√≥n causada por la construcci√≥n de v√≠as de comunicaci√≥n facilita la colonizaci√≥n de las orillas de carreteras por plantas invasoras ex√≥ticas y nativas (Trombulak y Frissell 2000). Sin embargo, se han registrado invasiones destructivas tambi√©n en ecosistemas primarios, especialmente en √°reas subtropicales y templadas.\n\nEstrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino\nUno de los esfuerzos m√°s arduos de la ecolog√≠a de invasiones ha sido el dise√Īo de modelos para predecir la viabilidad o las consecuencias de introducci√≥n de diversas especies ex√≥ticas. Para tal efecto se han desarrollado tres enfoques principales (Hengeveld 1996):\n¬∑ An√°lisis estad√≠stico de datos emp√≠ricos sobre las invasiones anteriores para identificar los variables m√°s relacionados con el avance de invasi√≥n. Por ejemplo, Rejm√°nek y Richardson (1996) encontraron, por medio de an√°lisis de funci√≥n discriminante m√ļltiple, que los atributos principales de pinos invasores son periodo juvenil corto, semillas peque√Īas y corto intervalo entre grandes cosechas de semillas.\n\n¬∑ Ajuste clim√°tico entre el lugar de origen y de introducci√≥n de especies, que permite evaluar las probabilidades de √©xito de la introducci√≥n y estimar las √°reas que la especie pueda colonizar.\n\n¬∑ Modelos anal√≠ticos que permiten explorar la acci√≥n conjunta de m√ļltiples factores que interviene en la invasi√≥n de nuevos espacios. Aunque estos modelos no logran producir predicciones cuantitativas por lo dif√≠cil de estimar todos los par√°metros pertinentes, son √ļtiles para identificar\nlas variables m√°s sensibles del proceso y por lo tanto los m√°s importantes para evitar los impactos indeseables de tales especies.\n\nESTRATEGIA REGIONAL DE BIODIVERSIDAD\nPARA LOS PA√ćSES DEL TR√ďPICO ANDINO\nCONVENIO DE COOPERACI√ďN T√ČCNICA NO REEMBOLSABLE ATN/JF-5887-RG CAN - BID\nESPECIES EX√ďTICAS INVASORAS\nElaborado por: Juhani Ojasti\nCaracas - Venezuela\nDiciembre 2001
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Prote√ß√£o Ambiental: Uma hist√≥ria de Cicl√≠deos Africanos nem t√£o bela assim‚Ķ\n\n''Celso_Suguimoto''\n\nLeia o texto integral em http://www.ipaq.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=233\n‚Ķ\n\nQual a rela√ß√£o entre a til√°pia e a cianobact√©ria?\n\nEste microorganismo (a cianobact√©ria), quando estimulado pela presen√ßa de nutrientes em grande quantidade, acaba por gerar um florescimento explosivo (bloom), numa atitude oportunista. A espessa camada superficial formada por estes organismos (nata ou espuma), quando em explos√£o demogr√°fica, impede a penetra√ß√£o de luz, trazendo limita√ß√Ķes √† fotoss√≠ntese e sobreviv√™ncia dos demais organismos autotr√≥ficos. Esse fator causa um empobrecimento no teor de oxig√™nio existente na √°gua, conseq√ľente da retirada do g√°s pela respira√ß√£o da cianobact√©ria e da decomposi√ß√£o dos outros organismos. Na √©poca de inverno, a situa√ß√£o se agrava, pois a grande amplitude t√©rmica do ar, entre dia e noite, causa resfriamento brusco das camadas superiores do Parano√°. Como a √°gua fria apresenta-se mais densa, sua tend√™ncia √© dirigir-se ao fundo, ao contr√°rio da √°gua de fundo que, mais quente, tende a ascender. Isso acontece porque o resfriamento n√£o se d√° gradualmente. Tal movimento acaba por gerar c√©lulas de circula√ß√£o na coluna d‚Äô√°gua e proporciona a ressuspens√£o do sedimento depositado, significando um enriquecimento ainda maior de nutrientes nas camadas superficiais e mais produtivas da √°gua. Na presen√ßa de luz e nutrientes, a alga apresenta uma explos√£o populacional produzindo muito oxig√™nio de dia, mas retirando, pela respira√ß√£o, este g√°s em demasia durante a noite.\n\nAl√©m disso, as til√°pias agem sobre as popula√ß√Ķes de pl√Ęncton, filtrando com maior efic√°cia sobre os esp√©cimes menores e menos evasivos (principalmente os rot√≠feros) e predando de forma seletiva sobre as esp√©cies de maior porte, tais como grandes clad√≥ceros e cop√©podos; conv√©m ainda ressaltar sua a√ß√£o sobre o sedimento, e sobre as macr√≥fitas. Esse tipo de comportamento culmina numa promo√ß√£o de sintomas de eutrofiza√ß√£o do corpo d‚Äô√°gua, visto que os peixes planct√≥fagos podem predar seletivamente o zoopl√Ęncton herb√≠voro, o qual pastaria sobre o fitopl√Ęncton, onde por sua vez se encontra a Microcystis aeruginosa.\n\nO estopim desse t√£o mencionado estado eutrofizado foi notado a partir de maci√ßas mortandades de peixes ocorridas nas d√©cadas de 70 e 80 e mais recentemente nos anos de 1997 e 1998, onde aproximadamente 150 toneladas de peixes morreram de repente em cada um desses √ļltimos eventos, sendo que destes 90% eram til√°pias.\n\nReunindo esses diversos fatores f√≠sicos, qu√≠micos e biol√≥gicos, nota-se a excessiva retirada de oxig√™nio acaba afetando diretamente as comunidades de seres vivos do lago. Todavia, √© notoriamente observado sobre o contingente de peixes, quando causa elevada taxa de mortalidade sobre suas popula√ß√Ķes, uma vez que est√£o entre os mais percept√≠veis habitantes desse corpo d‚Äô√°gua.\n\nDessa forma, o desequil√≠brio ecol√≥gico, afeta a qualidade da √°gua do lago Parano√° (classificada como Classe 2[1]), e por fim, todo o meio ambiente adjacente, ou em conex√£o. Mediante os estudos, ficou provado o motivo para se reduzir o excedente populacional dessas esp√©cies ex√≥ticas, as quais colaboram com a prolifera√ß√£o das cianobact√©rias, como uma das etapas do Programa de Biomanipula√ß√£o. Pois se o peixe pudesse ser removido da cadeia tr√≥fica, haveria conseq√ľente aumento de densidade de zoopl√Ęncton, que reduziria a biomassa de fitopl√Ęncton e culminaria na melhoria da qualidade da √°gua.\n\n‚Ķ
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Ibama condena uso de til√°pias como iscas vivas\n\nfonte: www.ambientebrasil.com.br ; www.fishbase.org" \nPostado em Segunda, Maio 03 @ 12:05:24 BRT por Gustavo_Duarte\n\nO Ibama dever√° negar os pedidos de pesquisa sobre o uso de til√°pias como iscas vivas para a pesca do bonito listrado nas regi√Ķes Sudeste e Sul do pa√≠s. A decis√£o tem como objetivo evitar que a presen√ßa da til√°pia em √°guas brasileiras possa acabar com peixes nativos e prejudicar a pesca, como j√° ocorreu em v√°rias regi√Ķes do Planeta. O alerta do Ibama quer proteger principalmente esp√©cies brasileiras como a tainha, cuja pesca desenvolvida em pequena escala (artesanal) poderia se acabar com a introdu√ß√£o das til√°pias.\n\nA decis√£o do Ibama baseia-se em estudos cient√≠ficos apresentados em semin√°rios realizados entre especialistas de v√°rias institui√ß√Ķes de pesquisa. Segundo os estudiosos, os efeitos de introdu√ß√Ķes de peixes ex√≥ticos podem ser irrevers√≠veis. No caso das til√°pias, elas chegam a devorar os alevinos de outras esp√©cies e indiv√≠duos juvenis, comprometendo os estoques pesqueiros de uma regi√£o. ‚ÄúAl√©m disso, n√£o h√° comprova√ß√£o sobre a efic√°cia do uso das til√°pias para atrair os bonitos‚ÄĚ, diz Jos√© Dias, coordenador-geral de Gest√£o de Recursos Pesqueiros do Ibama.\n\nEspecialista em pesca e autor de livros sobre o tema, Jos√© Dias condena a experi√™ncia de se usar as til√°pias como iscas vivas no pa√≠s. ‚ÄúOs estudos cient√≠ficos existentes s√£o suficientes para sermos prudentes em rela√ß√£o ao assunto‚ÄĚ, diz. Segundo o coordenador, o Brasil n√£o pode permitir que os recursos pesqueiros sejam colocados sob risco devido √† import√Ęncia social e ambiental que eles representam.\n\n!!Cat√°strofe ambiental\n\nSe os exemplos de outros pa√≠ses valem para o Brasil, a til√°pia dever√° ser proibida em √°guas estuarinas, lagunares e na zona costeira do pa√≠s devido aos seus efeitos gen√©ticos e ecol√≥gicos negativos. Na regi√£o da Laguna de los Patos, na Venezuela, constatou-se que, no per√≠odo de doze anos, houve a dr√°stica redu√ß√£o de 22 para apenas 10 esp√©cies de peixes. O desequil√≠brio foi causado pela introdu√ß√£o da til√°pia. O peixe tamb√©m provocou estragos semelhantes no sul dos Estados Unidos, no Hava√≠, na Nova Guin√© e nas Ilhas Caroline.\n\nO desaparecimento de esp√©cies nativas envolve uma intrincada rede de conseq√ľ√™ncias ambientais. ‚ÄúCada esp√©cie tem uma determinada fun√ß√£o no meio ambiente e se essas fun√ß√Ķes deixam de ser cumpridas, todo o ecossistema pode entrar em colapso‚ÄĚ, explica Jos√© Dias.\n\nPara o especialista, a orienta√ß√£o do Ibama √© seguir o princ√≠pio da precau√ß√£o, j√° que as introdu√ß√£o descontrolada das til√°pias pode ser irrevers√≠vel no futuro. ‚ÄúTratando-se de meio ambiente, uma decis√£o equivocada pode ser fatal‚ÄĚ. \n\nOreochromis aureus (Steindachner, 1864)
!18/12/2005 - Invas√£o nos rios brit√Ęnicos\n\n[[DIVULGADO NO AMBIENTE BRASIL|http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=22274]]\n\nO ciprin√≠deo Pseudorasbora parva chegou √† Europa, vindo da √Āsia, em 1960. A primeira introdu√ß√£o de que se tem registro dessa esp√©cie de peixe ocorreu na Rom√™nia. N√£o demorou muito para que a praga, como √© considerada hoje pelos europeus, se espalhasse por v√°rios pa√≠ses depois de atingir o rio Dan√ļbio.\n\nEstudo publicado na edi√ß√£o de dezembro do peri√≥dico Fisheries Management and Ecology mostra que o problema n√£o apenas chegou ao Reino Unido como tamb√©m est√° preocupando bastante os pesquisadores do Centro Brit√Ęnico para Ecologia e Hidrologia, institui√ß√£o respons√°vel pelo estudo. O novo trabalho identificou 25 popula√ß√Ķes do peixe invasor.\n\n‚ÄúDesse total, dez est√£o em lagos com amea√ßa direta √†s popula√ß√Ķes nativas. Isso porque essas √°reas possuem conex√Ķes com os maiores rios brit√Ęnicos‚ÄĚ, disse Adrian Pinder, principal autor do trabalho, em comunicado do centro brit√Ęnico.\n\nPor causa da presen√ßa da praga migrat√≥ria em pontos hidrogr√°ficos centrais no Reino Unido, os pesquisadores anunciaram que continuar√£o acompanhando a invas√£o bem de perto. O risco de que os peixes n√£o-nativos se espalhem rapidamente por uma √°rea grande do territ√≥rio √© bastante alto. ‚ÄúA presen√ßa de esp√©cies ex√≥ticas quase sempre causa danos irrevers√≠veis‚ÄĚ, dizem os cientistas.\n\nArtigos publicados nos √ļltimos meses ajudam a confirmar a hip√≥tese de que a chegada do P. parva est√° diretamente relacionada com a diminui√ß√£o de algumas esp√©cies de carpas, trutas e salm√Ķes. Isso porque a esp√©cie invasora ajuda a disseminar um parasita altamente mortal para os peixes da regi√£o. Os cientistas acreditam que esse √© o motivo que levou algumas das esp√©cies da regi√£o a entrar na lista dos animais amea√ßados de extin√ß√£o.\n\n[[Mais informa√ß√Ķes|http://www.blackwell-synergy.com/loi/fme]]\n\n(Fonte: Ag√™ncia FAPESP)
[img[Tilapia|tilap_no.jpg]]\n!Invas√Ķes biol√≥gicas, uma amea√ßa √† biodiversidade\n\n''S√≠lvia Ziller'' (fellow de 2001)\nInstituto H√≥rus de Desenvolvimento e Conserva√ß√£o Ambiental, Curitiba PR\n\nhttp://www.institutohorus.org.br/download/artigos/boletimashokaout02.htm\n\nOutros exemplos de esp√©cies em processo invasor no Brasil s√£o cinamomo, do Paquist√£o; uva-do-jap√£o, da China e Jap√£o; cedrinho, de Portugal; ac√°cia-negra, da Austr√°lia; n√™spera, do Jap√£o; tojo, da Europa; eucalipto, da Austr√°lia; braqui√°ria e capim-gordura, da √Āfrica; maria-sem-vergonha, da √Āsia; l√≠rio-do-brejo, da √Āsia; Pinus, da Am√©rica do Norte; amarelinho, do M√©xico; e leucena, da √Āfrica, entre muitas outras. Entre os animais, destacam-se o javali, que vem causando preju√≠zos ao cultivo de arroz no Rio Grande do Sul; peixes ex√≥ticos como a carpa, a til√°pia e o bagre africano, que escapam ao cultivo e depredam as popula√ß√Ķes de peixes nativos; o lagarto Tupinambis, em Fernando de Noronha, que se alimenta dos ovos de aves nativas; b√ļfalos, cachorros e gatos asselvajados. Na √°rea da sa√ļde, tamb√©m n√£o faltam exemplos de invas√Ķes biol√≥gicas: a febre aftosa, o v√≠rus eb√≥la, o v√≠rus da Aids, a dengue, transmitida por um inseto de origem eg√≠pcia, e a pr√≥pria peste negra que assolou a Europa na Idade M√©dia.
[img[ISN|tilap_no.jpg]] '' TIL√ĀPIAS N√ÉO... TIL√ĀPIAS N√ÉO...''\n
!!ESTATUTO DO INSTITUTO SERRANO NEVES\n\nCAP√ćTULO I - CONSTITUI√á√ÉO, DENOMINA√á√ÉO\n\nArt. 1¬ļ. O INSTITUTO SERRANO NEVES, referido simplesmente como ISN (iesse√™ne) √© uma organiza√ß√£o da sociedade civil de interesse p√ļblico, pessoa jur√≠dica de direito privado, sem fins lucrativos, constitu√≠da para os fins da LEI 9.790 de 23 de mar√ßo de 1999, com sede em Goi√Ęnia, Estado de Goi√°s e atua√ß√£o em todo o territ√≥rio brasileiro.\n\nPar√°grafo √ļnico - A inexist√™ncia de fins lucrativos est√° caracterizada pela n√£o remunera√ß√£o do exerc√≠cio de cargo na dire√ß√£o superior e por n√£o distribui√ß√£o de patrim√īnio, renda, excedentes financeiros ou qualquer outro ingresso ou acr√©scimo, entre seus associados, s√≥cios, diretores, conselheiros, gestores, empregados ou prestadores, e pela aplica√ß√£o integral dos ingressos e acr√©scimos no objetivo social.\n\nArtigo 2¬ļ. O INS reger-se-√° pelo presente Estatuto, Regimento Interno e pelas Normas Operacionais que vier a editar.\n\nCAP√ćTULO II ‚Äď OBJETIVO SOCIAL E DURA√á√ÉO\n\nArt. 3¬ļ. O instituto trabalhar√° para a constru√ß√£o de uma sociedade livre, justa e solid√°ria, promovendo a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.\n\nArt. 4¬ļ - O instituto alcan√ßar√° seu objetivo, atuando por tempo indeterminado, atrav√©s do incentivo, fomento e produ√ß√£o da confian√ßa da sociedade nas institui√ß√Ķes, do pleno exerc√≠cio das liberdades democr√°ticas e do fortalecimento das rela√ß√Ķes entre pessoas e grupos, para a forma√ß√£o de comunidades, atrav√©s de:\n\nI - promo√ß√£o gratuita da educa√ß√£o e da cultura;\n\nII - promo√ß√£o da defesa e conserva√ß√£o do patrim√īnio hist√≥rico, art√≠stico, cultural e ambiental;\n\nIII - promo√ß√£o do desenvolvimento econ√īmico e social atrav√©s da experimenta√ß√£o n√£o lucrativa de novos modelos s√≥cio-produtivos e de sistemas alternativos de produ√ß√£o, com√©rcio, emprego e cr√©dito;\n\nIV - estudos, pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produ√ß√£o e divulga√ß√£o democratizada de informa√ß√Ķes e conhecimentos t√©cnicos e cient√≠ficos;\n\nV - promo√ß√£o da √©tica, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia, da pr√°tica dos direitos estabelecidos, da constru√ß√£o de novos direitos, e do culto dos valores universais.\n\nArt. 5¬ļ - O instituto desenvolver√° suas atividades atrav√©s das pr√°ticas correntes que a sociedade adota, ou de pr√°ticas inovadoras, necess√°rias para a produ√ß√£o do bem comum, para a plenitude dos direitos e garantias individuais e sociais, para consolida√ß√£o da ordem jur√≠dica, do regime democr√°tico e do Estado Democr√°tico de Direito.\n\nCAP√ćTULO III ‚Äď PATRIM√ĒNIO E RENDA\n\nArt. 6¬ļ. Os ingressos e acr√©scimos ser√£o constitu√≠dos por:\nI - doa√ß√Ķes, aquisi√ß√Ķes, dota√ß√Ķes or√ßament√°rias ou transfer√™ncia de √≥rg√£os p√ļblicos;\n\nII - constitui√ß√£o de renda, comodato e direito de uso;\n\nIII - conv√™nios, parcerias e patroc√≠nios;\n\nIV - produto da aliena√ß√£o da produ√ß√£o intelectual, t√©cnica, tecnol√≥gica e cient√≠fica, a clientes com interesse lucrativo, resguardado o direito de n√£o aliena√ß√£o para fins de privil√©gio, domina√ß√£o ou explora√ß√£o;\n\nV - excedentes financeiros apurados no final do exerc√≠cio fiscal.\n\nPar√°grafo √ļnico - S√≥ ser√£o aceitos ingressos que atendam aos princ√≠pios da legalidade, moralidade, economicidade e efici√™ncia.\n\nArt. 7¬ļ. As presta√ß√Ķes de contas obedecer√£o a:\nI - observ√Ęncia dos princ√≠pios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade;\n\nII - publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exerc√≠cio fiscal, do relat√≥rio de atividades e demonstra√ß√Ķes financeiras, inclu√≠das as certid√Ķes de d√©bitos, ficando o acervo documental √† disposi√ß√£o para exame de qualquer cidad√£o;\n\nIII - realiza√ß√£o de auditoria interna e de auditoria externa independente se for o caso, para verifica√ß√£o da aplica√ß√£o dos ingressos e acr√©scimos;\n\nIV - presta√ß√£o de contas dos recursos e bens p√ļblicos conforme determina o par√°grafo √ļnico do art. 70 da Constitui√ß√£o Federal.\n\nCAP√ćTULO IV ‚Äď GEST√ÉO\n\nArt. 8¬ļ. A administra√ß√£o ser√° composta por:\nI - Assembl√©ia-Geral presidida pelo Diretor Institucional, com atribui√ß√Ķes para:\n\na) eleger entre seus pares os membros do Conselho Institucional;\n\nb) aprovar as pol√≠ticas e diretrizes, e a presta√ß√£o de contas efetivada pelo Conselho Institucional;\n\nc) deliberar sobre altera√ß√£o do estatuto, transforma√ß√£o em funda√ß√£o, e extin√ß√£o do instituto, por maioria simples - metade mais um - dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convoca√ß√£o;\n\nII - Diretor Institucional, com atribui√ß√Ķes para:\n\na) representar o instituto na forma da lei, onde exigido, podendo fazer-se substituir por preposto ou estabelecer mandato com reserva de poderes;\n\nb) convocar o Conselho Institucional ou a Assembl√©ia Geral e encaminhar proposi√ß√Ķes;\n\nc) vetar decis√£o singular ou colegiada que contrarie os objetivos do instituto.\n\nIII - Superintendente Administrativo, com atribui√ß√Ķes para superintender as opera√ß√Ķes de ingressos, acr√©scimos e recursos materiais e humanos.\n\nIV - Gestor Operacional, com atribui√ß√Ķes para coordena√ß√£o, planejamento, projeto, programa e implementa√ß√£o das a√ß√Ķes.\n\nV - Conselho Institucional como √≥rg√£o curador e deliberativo, presidido pelo Diretor Institucional, composto pelo Superintendente Administrativo, pelo Gestor Operacional e por mais 6 (seis) S√≥cios Colaboradores que n√£o recebam nenhuma remunera√ß√£o do instituto, a serem eleitos em assembl√©ia-geral para mandato de tr√™s anos, que ser√° reunido a cada bimestre, ordinariamente, ou a qualquer tempo por convoca√ß√£o, e tem atribui√ß√Ķes para:\n\na) formular as pol√≠ticas e diretrizes institucionais, administrativas e operacionais;\n\nb) fiscalizar os ingressos, acr√©scimos e todas as atividades;\n\nc) efetivar a presta√ß√£o de contas;\n\nd) interpretar o estatuto, aprovar o Regimento Interno e resolver as d√ļvidas e omiss√Ķes;\n\ne) eleger o Diretor Institucional, o Superintendente Administrativo e o Gestor Operacional para um per√≠odo de tr√™s anos e substitu√≠-lo ao final do per√≠odo ou em caso de vac√Ęncia.\n\nVI - Conselhos Operacionais, criados e coordenados pelo Gestor Operacional para operar junto √† comunidade, compostos por volunt√°rios n√£o remunerados, com capacidade para as opera√ß√Ķes designadas, preferentemente ligados √† comunidade e aos interesses coletivos, e com voca√ß√£o democr√°tica, poder√£o ser transformados em n√ļcleos formais de representa√ß√£o ou opera√ß√£o.\n\nVII - Corpo Administrativo e Operacional, composto por prestadores volunt√°rios, prestadores cedidos por outra pessoa jur√≠dica, ou prestadores remunerados.\n\n¬ß 1¬ļ. As decis√Ķes dos colegiados ser√£o consideradas aprovadas se receberem a concord√Ęncia de metade mais um dos convocados que se manifestarem dentro do prazo assinalado, que nunca ser√° inferior a cinco dias √ļteis.\n\n¬ß 2¬ļ. As reuni√Ķes ser√£o convocadas por meio que assegure o conhecimento da data, hora e local, e ser√£o realizadas em espa√ßo f√≠sico, por correspond√™ncia, confer√™ncia, ou qualquer meio que assegure a participa√ß√£o de todos em igualdade de condi√ß√Ķes e permita a afirmar a concord√Ęncia ou discord√Ęncia de forma id√īnea, das quais ser√£o lavrados termos e anexados documentos para mem√≥ria.\n\nArt. 9¬ļ. A estrutura organizacional ser√° definida no Regimento Interno de cada √≥rg√£o e pelo √≥rg√£o explicitada em Normas Operacionais.\nCAP√ćTULO V ‚Äď DOS S√ďCIOS\nArt. 10. Os s√≥cios, na categoria √ļnica de Colaboradores, ser√£o admitidos pelo Conselho Institucional para comporem a Assembl√©ia-geral, com direito a votarem e serem votados para os cargos n√£o remunerados.\nArt. 11. Os s√≥cios n√£o respondem subsidi√°ria e solidariamente pelas obriga√ß√Ķes sociais, salvo disposi√ß√£o legal em contr√°rio.\n\nArt. 12. Ser√£o considerados s√≥cios ativos, para efeito de quorum, os admitidos que responderem √†s convoca√ß√Ķes.\n\nCAP√ćTULO VI ‚Äď DA EXTIN√á√ÉO\n\nArt. 13. O INS poder√° ser extinto por decis√£o de metade mais um dos presentes ou dos que se manifestarem na forma da convoca√ß√£o da Assembl√©ia Geral, em reuni√£o especialmente convocada para este fim.\nArt. 14. No caso de dissolu√ß√£o ou perda da qualifica√ß√£o legal o patrim√īnio l√≠quido ser√° transferido para outra pessoa jur√≠dica, escolhida pela Assembl√©ia Geral, qualificada nos termos da Lei n¬ļ 9.790, de 23 de Mar√ßo de 1999 e com capacidade substitutiva.\n\nCAP√ćTULO VII ‚Äď DAS DISPOSI√á√ēES TRANSIT√ďRIAS\n\nArt. 15. As pol√≠ticas e diretrizes a serem formuladas dever√£o incluir, necessariamente:\na) a promo√ß√£o de condi√ß√Ķes para obten√ß√£o da qualifica√ß√£o conforme a LEI 9.790 de 23 de mar√ßo de 1999 e sua regulamenta√ß√£o;\n\nb) a forma√ß√£o e consolida√ß√£o de patrim√īnio clausulado para a institui√ß√£o da Funda√ß√£o;\n\nc) a institui√ß√£o da Funda√ß√£o assim que os √≥rg√£os competentes conclu√≠rem que o patrim√īnio √© bastante para os fins.\n\nArt. 16. O instituto funcionar√° provisoriamente na Rua 23 esq. c/Av. B Qd. A-6, Lt. 15/24 - Sala 214 Jardim Goi√°s - Goi√Ęnia - Go - CEP: 74805-100\nArt. 17. O estatuto ser√° aplicado a partir da data do registro em Cart√≥rio.\n\nDatada em Goi√Ęnia, Goi√°s, em 04 de Dezembro de 2002.
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!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EX√ďTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino.//\n\nPg 17/18\nNecesidad de cooperaci√≥n internacional. Uno de los motivos principales del programa de especies ex√≥ticas del CDB y del presente proyecto es la apremiante necesidad de cooperaci√≥n internacional para contrarrestar el creciente impacto de las especies ex√≥ticas invasoras sobre la biota nativa; en vista de la globalizaci√≥n de la econom√≠a mundial, libre comercio y el creciente tr√°nsito de personas y mercanc√≠as por tierra, mar y aire que aumentan las introducciones, principalmente las accidentales. Pr√°cticamente todos los pa√≠ses reciben organismos ex√≥ticos y al mismo tiempo, emiten sus especies nativas a otros pa√≠ses, intencionalmente o no. Por ejemplo, al menos 26 especies mencionadas en una lista internacional titulada ‚Äú100 peores especies invasoras del mundo‚ÄĚ (An√≥nimo 2001) se encuentran en Venezuela, algunas como nativas (Bufo marinus, Cecropia peltata, Cinchona pubescens, Eichhornia crassipes, Hedychium gardnerianun, Mimosa pigra, Trachemys scripta), pero la mayor√≠a ex√≥ticas (Acachina fuliga, Arundo donax, Bemisia tabaci, Capra hircus, Cyprinus carpio, Eleutherodactylus coqui, Felis catus, Lantana camara, Leucaena leucocephala, Micropterus salmoides, Mus musculus, Oncorhynchus mykiss, Oreochromis mossambicus, Oryctolagus cuniculus, Psosopis glandulosa, Psidum cattleianum, Rattus rattus, Spathodea campanulata, Sus scrofa). Sin embargo, todas estas especies no se portan como invasoras en nuestro pa√≠s.\n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EX√ďTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino.//\n\nPg 26\nLa introducci√≥n de tilapias presenta un cuadro m√°s complicado, con tres tipos de peces invasores, Oreochromis mossambicus, O. niloticus y el tetrah√≠brido O. mossambicus √ó O. urolepis hornorum √ó O. niloticus √ó O. aureus ‚Äď conocido como el pargo rosado- que, en su conjunto, ejercen fuertes impactos sobre la biota de numerosos cuerpos de agua del norte de Venezuela. La primera etapa del proceso fue la introducci√≥n de una cepa de Oreochromis mossambicus procedente de Trinidad y Tobago a Lago de Valencia, R√≠o Manzanares y algunas lagunas pr√≥ximas a Cuman√° a partir de 1959 Esta especie muy prol√≠fica y vers√°til lleg√≥ a ser pronto la especie dominante en estos ambientes, a detrimento de la fauna nativa. Por eso, la importaci√≥n de tilapias fue prohibida por ley en 1974 (Carvajal Rojas 1965, Infante 1979, SARPA 1995). En 1984 Taphorn y Lilyestrom reportan la presencia de tilapia en la cuenca del Lago de Maracaibo. A partir de 1988 se establecen granjas de cultivo de tilapia en los estados T√°chira y Zulia a partir de cepas de Oreochromis niloticus y el tetrah√≠brido ya mencionado, procedentes de Colombia. En 1992 una resoluci√≥n conjunta MAC-MARN autoriza la producci√≥n de tilapias en granjas, a pesar de la oposici√≥n de muchos especialistas nacionales y extranjeros (Carrasquel et al. 1997). Muestreos posteriores revelaron la presencia de estas especies en numerosos cuerpos de agua dulce y salobre en estado Zulia y en algunas localidades de Anzo√°tegui, Lara y Nueva Esparta (Sol√≥rzano et al. 2001). Este a√Īo se est√° iniciando un estudio interinstitucional para dilucidar los alcances e impactos de la invasi√≥n de las tilapias en Venezuela. \n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EX√ďTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino.//\n\nPg 139\n!!!Peces introducidos.\n Las tilapias liberadas en Venezuela son invasoras exitosas por ser omn√≠voras oportunistas, muy prol√≠ficas y adaptables en diversos tipos de cuerpos de agua. En corto tiempo se han convertido dominantes en muchos cuerpos de agua desplazando especies nativas. Por ejemplo, la ictiofauna de la laguna de los patos cerca de Cuman√° se redujo de 23 a 10 despu√©s de la introducci√≥n de Oreochromis mossambicus en 1964, presuntamente por la depredaci√≥n de los alevines de los peces nativos por tilapia (P√©rez et al. 1997); Infante (1979) tambi√©n atribuye la casi extinci√≥n de Zenomelaniris venezuelae, pez end√©mico de Lago de Valencia, a la depredaci√≥n de tilapia, y, seg√ļn D. Novoa (com. pers., 2001) la introducci√≥n de Oreochromis niloticus en la laguna de Sinamaica, estado Zulia, result√≥ en la desaparici√≥n de las especies nativas.\n\nPg 140\n!!!Efectos de especies ex√≥ticas silvestres.\n En Venezuela no se han detectado impactos dram√°ticos de las especies ex√≥ticas silvestres sobre los ecosistemas terrestres. Sin embargo, en ecosistemas de aguas continentales, en particular en ambientes lacustres aisladas, que funcionan como islas ecol√≥gicas, el desplazamiento de especies nativas por peces introducidos Oreochromis spp., Caquetaia kraussii y Oncorhynchus mykiss ya se√Īalados resultan en grandes cambios de la estructura comunitaria y de las funciones del ecosistema. La reducci√≥n de la ictiofauna de la cuenca de Lago de Valencia de 37 especies a 15 en 30 a√Īos se atribuye al efecto sinerg√©tico de introducci√≥n de tilapias y de mojarra de r√≠o, aunado a la creciente contaminaci√≥n de la cuenca por efluentes industriales y dom√©sticos (L√≥pez-Rojas y Bonilla-Rivero 2000).\n\nPg 150\n!!!Evaluaci√≥n de riesgos de introducciones.\nEn algunos casos la Direcci√≥n General de Fauna, conjuntamente con el Consejo Nacional de Fauna Silvestre (CONAFASI), ha objetado propuestas de introducci√≥n de animales considerados de alto riesgo, como la rana toro (Rana catesbeiana) y tilapias (Oreochromis spp.). Sin embargo, la regla general parece ser la autorizaci√≥n de introducci√≥n al pa√≠s de todas las especies solicitadas por los importadores. Para evitar riesgos futuros, en conformidad con el principio de precauci√≥n del CDB en la introducci√≥n de especies ex√≥ticas, ser√≠a recomendable una evaluaci√≥n previa de riesgos que puedan acarrear las especies que pretenden importar y/o elaboraci√≥n de listas de especies permitidas y especies prohibidas, que facilitar√≠an la toma de decisiones acertadas. En este orden de ideas, la respuesta de SARPA en la encuesta de diciembre 2000 propone la constituci√≥n de un equipo interinstitucional para evaluar caso a caso las iniciativas de introducci√≥n, con la participaci√≥n de MARN-DGF, SARPA, los productores, INIA, universidades y Comisi√≥n Nacional de Acuicultura.\n\nPg 153\n\n!!!Especies invasoras y sus impactos ecol√≥gicos.\n La cantidad de especies clasificadas como invasoras en este trabajo es de 111, en su mayor√≠a insectos Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino plagas de cultivos (52), malezas de agricultura (19) y pastos sembrados, √°rboles y arbustos capaces de desplazar especies nativas por competencia y alterar ecosistemas y h√°bitats. Peces introducidos en varios cuerpos de agua continental del norte del pa√≠s (Caquetaia kraussii, Oncorhynchus mykiss y Oreochromis sp.) han desplazado especies nativas por depredaci√≥n y constituyen el caso m√°s conocido de amenaza de especies introducidas sobre la fauna aut√≥ctona en Venezuela. En lagunas, la depredaci√≥n por perros y gatos cimarrones constituye una seria amenaza a la fauna nativa. \n
!ESTUDIO SOBRE EL ESTADO ACTUAL DE LAS ESPECIES EX√ďTICAS\n!!!ESTUDIO NACIONAL\n''Preparado por - Juhani Ojasti - Caracas - Venezuela - Abril 2001''\n\n//Proyecto Estrategia Regional de Biodiversidad para los Pa√≠ses del Tr√≥pico Andino.//\n\nPg 217\n\n''ANEXO 8''\n!!!TILAPIAS INTRODUCIDAS EN VENEZUELA: IMPACTO ECOSIST√ČMICO.\n''Edis Sol√≥rzano1, Carlos Marcano-Chirg√ľita1, Agust√≠n Quijada1 y Marcos Campo''\n*1. Direcci√≥n de Fauna Acu√°tica.\n*2. Direcci√≥n de Investigaci√≥n e Inventario de Fauna,\n\n//Direcci√≥n General de Fauna,//\n//Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales,//\n//Caracas 1010-A, Venezuela.//\n// Email: profauna@marnr.gov.ve.//\n\nLa introducci√≥n de tilapias en Venezuela ocurre por primera vez en 1959, cuando se traen de Trinidad y Tobago reproductores de Oreochromis mossambicus (un Cichlidae de la tribu Tilapiini, originario de √Āfrica del Sur y Oriental), con el objeto de realizar ensayos de cultivo, en la Estaci√≥n Pisc√≠cola El Lim√≥n, en el Estado Aragua, la cual depend√≠a de la administraci√≥n p√ļblica. Ese mismo a√Īo ejemplares adultos fueron liberados en el Lago de Valencia, uno de los lagos naturales de agua dulce m√°s grande al norte del ecuador. Para 1964 se sembraron 800 ejemplares de esta especie en la Laguna de los Patos, que es un sistema litoral cercano a la ciudad de Cuman√° en el estado Sucre (Carvajal, 1964; Chung, 1992).\nDebido al efecto negativo causado por esas introducciones, el estado venezolano promulg√≥ la Resoluci√≥n MAC-338 del 3 de julio de 1974, para prohibir la entrada al pa√≠s de las especies de peces del g√©nero tilapia. Con la intenci√≥n de contar con una norma m√°s amplia, se emiti√≥ la Resoluci√≥n conjunta MAC-379, MARNR-122 de fecha 6 de octubre de 1989, la cual norma el ingreso al pa√≠s de ejemplares vivos de cualquier organismo acu√°tico.\n\nNo obstante, a finales de los a√Īos 80 ocurre la introducci√≥n de manera ilegal de Oreochromis niloticus y el tetrah√≠brido de Oreochromis spp cuando algunos particulares y corporaciones de desarrollo oficial inician el cultivo con fines comerciales en los estados T√°chira y Zulia. R√°pidamente la actividad se desplaza a otros estados como Barinas, Portuguesa, Falc√≥n y Cojedes. Para 1995 se ten√≠a conocimiento del cultivo o presencia del tetrah√≠brido en trece estados del pa√≠s. Actualmente, s√≥lo se desconoce su presencia en los estados Amazonas y Delta Amacuro. A mediados de los a√Īos ochenta Taphorn y Lilyestrom (1984) reportan a Sarotherodon sp (sinonimia de Oreochromis) como parte de la ictiofauna de la cuenca del Lago de Maracaibo, mientras que P√©rez (1990) se√Īal√≥ la presencia de esta especie en la subcuenca del R√≠o Guasare. Investigaciones posteriores han reiterado la presencia de tilapias en distintos ecosistemas de esta cuenca, destac√°ndose la colecta en 1996, de ejemplares endog√°micos del tetrah√≠brido de Oreochomis spp, en el √°rea de la Ci√©naga Los Olivitos, por investigadores de la Universidad del Zulia. Posteriormente se confirma la presencia de tilapias en otros cuerpos de agua naturales de la cuenca, principalmente en el sector alto y medio del R√≠o Guasare y algunas ci√©nagas del sistema del Gran Eneal (PROFAUNA, 1997).\n\nEn inventarios de ictiofauna realizados por funcionarios de PROFAUNA, durante 1995, se colectaron ejemplares juveniles de Oreochromis sp. en la cuenca del r√≠o Tocuyo en jurisdicci√≥n del estado Lara.\n\nTrabajos m√°s recientes realizados por funcionarios adscritos a la Direcci√≥n General de Fauna del Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, reportan la captura de tilapias en cinco localidades al Sur y Norte de la cuenca del Lago de Maracaibo: incluidas la Bahia de El Tablazo, El sistema del Gran Eneal, el r√≠o Escalante y √°reas adyacentes a los embalses Manuelote y Tul√©; la consulta a pescadores, lugare√Īos y comerciantes de pescado, hace suponer la presencia de tilapias en otras localidades, en altos niveles de abundancia.\nMuestreos a las capturas de los pescadores en el embalse el Andino: que represa las aguas del R√≠o Unare y forma parte de la cuenca del Caribe, en el estado Anzo√°tegui, evidencian la presencia de Oreochromis niloticus.\nCaracter√≠sticas de las tilapias introducidas, ecolog√≠a de la invasi√≥n e impactos.\n\nEl tetrah√≠brido de Oreochromis spp., es el producto del cruce entre Oreochromis mossambicus (la cual le aporta las caracter√≠sticas de alta tolerancia al agua salada y gran proliferaci√≥n), O. hornorum (le aporta r√°pido crecimiento), O. niloticus (le confiere larga talla) y O. aureus (le confiere gran lomo). Este organismo en ambiente natural, presenta entre los aspectos de su ecolog√≠a alimentar√≠a, cambios en la dieta con el desarrollo ontog√©nico. Examen del contenido estomacal ha permitido categorizar la dieta en funci√≥n de tres estadios de vida: 1.- En las primeras cuatro semanas son filtradoras y microfit√≥fagas. 2.- Entre la cuarta y las doce semanas son zooplant√≥fagos, insect√≠voros y pisc√≠voros. 3.- A partir de doce semanas son omn√≠voros, aunque mantienen el mecanismo filtrador.\n\nLa plasticidad en la dieta, adaptabilidad ecol√≥gica y etol√≥gica, resistencia a altas salinidades, capacidad de soportar bajas concentraciones de ox√≠geno disuelto (1mg/l), alta tasa reproductiva (el h√≠brido es reproductivamente funcional), cuidado parental que incluye incubaci√≥n oral y protecci√≥n de las larvas en la cavidad bucal, desarrollo en ambientes altamente contaminados y la depreciaci√≥n endog√°mica, le confiere al h√≠brido propiedades para convertirse en organismo invasor capaz de amenazar ecosistemas, h√°bitats o desplazar especies. En ensayos de cultivo intensivo, donde el h√≠brido se mantuvo en tanques de concreto junto con Pterolebias zonatus (pez anual del llano), esta √ļltima especie fue depredada seg√ļn revel√≥ el examen del contenido estomacal (PROFAUNA, 1996).\nOreochromis mossambicus se ha convertido en la especie dominante en el Lago de Valencia y puede estar implicado por su efecto como depredador en la casi extinci√≥n de Atherinella venezuelae (Infante 1985), pez end√©mico de esta cuenca.\n\nMuestreos realizados en 1964 en la Laguna Los Patos, revelaron la presencia de 23 especies de peces (Carvajal, 1965). S√≥lo doce a√Īos despu√©s, Jim√©nez (1977) citado por P√©rez y col. (1997), bas√°ndose en un a√Īo de muestreo, inform√≥ sobre la existencia de apenas diez especies √≠cticas y con base en el estudio del contenido estomacal de las tilapias, dedujo que tal reducci√≥n se deb√≠a en gran medida a la depredaci√≥n sobre larvas y juveniles de las especies aut√≥ctonas. Para esa fecha las tilapias hab√≠an invadido la cuenca del r√≠o Manzanares y era la especie dominante en otras lagunas (Jim√©nez, 1977 citado por P√©rez y col. 1997). Actualmente las tilapias han invadido sectores del Golfo de Cariaco y aparece en las capturas de la pesca marino costera que se desarrolla en el √°rea.\nOreochromis niloticus (Linneo 1758) llamada tilapia nil√≥tica o plateada, es originaria de las aguas tropicales del R√≠o Congo al Sur del desierto del Sahara (√Āfrica Occidental) y R√≠o Nilo (√Āfrica Oriental), es filtradora y omn√≠vora. A esta especie se atribuye mayor hibridizaci√≥n en cuerpos de agua natural donde ha sido introducida (Lowe-McConnell, 1982).\n\n
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!!!Consulte os resumos de artigos mais extensos em Downloads_PDFs\n\n!!![[A introdu√ß√£o de esp√©cies ex√≥ticas|tundisi.pdf]]\n**''__JOS√Č GALIZIA TUNDISI__'' - A introdu√ß√£o de esp√©cies ex√≥ticas em reservat√≥rios no Brazil, se por um lado tem aumentado a produ√ß√£o pesqueira, por outro, tem causado muitos problemas de deple√ß√£o da biodiversidade e altera√ß√Ķes na rede tr√≥fica das represas.\n\n''Digulgue o Wiki - Obrigado!''\n\n[[1_ALTERNATIVAS]] - por Cl√°udio Bock - CPTA/IBAMA\n[[1_ClarezaParaSerraDaMesa]] - por Serrano Neves\n[[1_IbamaCondena]] - Link no texto\n[[1_InvasaoNaInglaterra]] - Ambiente Brasil - Link no texto\n[[1_InvasoesBiologicas]] - S√≠lvia Ziller - Instituto H√≥rus\n[[1_Invasoras_I]] - Link no texto\n[[1_Invasoras_II]] - Link no texto\n[[1_ProtecaoAmbiental]] - por Celso Suguimoto\n[[1_SimposioExoticas]] - por Cylene Gama\n[[1_TanqueRedeInviavel]] - por Alexandre Pereira, Consultor Ambiental\n[[1_TilapiaEnCostaRica]] - Link no texto\n[[1_TilapiaNilotica]] - Link no texto\n[[1_TilapiaPolemica]] - Link no texto\n[[1_TilapiasEnNicaragua]] - Link no texto\n[[1_Estudos_1]] - Casos na Venezuela\n[[1_Estudos_2]] - Casos na Venezuela\n[[1_Estudos_3]] - Casos na Venezuela\n[[1_Estudos_4]] - Casos na Venezuela\n
''@@color(red):__Arquivos PDF dispon√≠veis para leitura no ACROBAT READER __@@''\n----\n!!![[A introdu√ß√£o de esp√©cies ex√≥ticas|001.pdf]]\n*''__JOS√Č GALIZIA TUNDISI__'' - A introdu√ß√£o de esp√©cies ex√≥ticas em reservat√≥rios no Brazil, se por um lado tem aumentado a produ√ß√£o pesqueira, por outro, tem causado muitos problemas de deple√ß√£o da biodiversidade e altera√ß√Ķes na rede tr√≥fica das represas.\n\n!!![[Prote√ß√£o Ambiental: Uma hist√≥ria de Cicl√≠deos Africanos nem t√£o bela assim...|002.pdf]]\n*Toda e qualquer esp√©cie que n√£o existe naturalmente num\nambiente √© chamada ‚Äúesp√©cie ex√≥tica‚ÄĚ, seja ela planta, animal ou fungo... mas aqui vou dar prefer√™ncia ao assunto: cicl√≠deos. \n\n!!![[Esp√©cies Ex√≥ticas Invasoras|003.pdf]]\n*Las especies ex√≥ticas constituyen una de las causas principales de p√©rdida de la diversidad biol√≥gica a escala mundial y una seria amenaza sobre la megadiversidad de la regi√≥n andina. ... a fin de minimizar los impactos de las especies ex√≥ticas sobre ecosistemas, h√°bitats y especies\nnativas.\n\n!!![[Riscos da introdu√ß√£o das til√°pias|004.pdf]]\n*Se hace un llamado de alerta ante la posible introducci√≥n de la tilapia roja (Oreochromis sp.) a Chile, con fines de cultivo. Se analizan los llamados cultivos monosexuales (solo machos), se√Īalados como la soluci√≥n para impedir la reproducci√≥n no deseada, que evitar√≠a riesgos para la biodiversidad y se demuestra la falsedad de este argumento.\n\n!!![[A√á√ÉO CIVIL P√öBLICA com pedido liminar, contra ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL|005.pdf]]\n*...suspens√£o dos efeitos das portarias IBAMA n¬ļ 145-\nN, de 29 de outubro de 1998 (D.O.U. de 30/10/98) e SEMA/RS n¬ļ 63/03, de 08 de outubro de 2003 (D.O.E./RS de 13/10/03), pelas quais restaram autorizadas a introdu√ß√£o, a reintrodu√ß√£o e a cria√ß√£o das esp√©cies ex√≥ticas ‚Äútil√°pias‚ÄĚ e ‚Äúbagre do canal‚ÄĚ (ictalurus punctatus) na\nBacia do Rio Uruguai.\n\n!!![[Peixes para o Z√īo|006.pdf]]\n*Objetivo ‚Äď O I Torneio de Pesca Educativo Infantil foi realizado √†s margens do Lago dos Buritis. Segundo a coordenadora do encontro, Georgia Ribeiro Silveira, o objetivo da competi√ß√£o foi promover a retirada dos peixes ex√≥ticos do local, como as til√°pias, que devoram todas as esp√©cies silvestres nativas dos lagos.\n\n!!![[Til√°pia: benef√≠cio ou amea√ßa?|007.pdf]]\n*Existe un documento internacionalmente aceptado por los pa√≠ses signatarios de la Organizaci√≥n de Naciones Unidas para la Alimentaci√≥n (FAO), denominado C√≥digo de Conducta para Pesca Responsable (que incluye a la acuacultura) que los Estados miembros est√°n supuestos a adoptar, que considera el uso de especies introducidas un riesgo de efectos adversos sumamente grande.\n\n!!![[EFEITOS NOCIVOS DECORRENTES DA INTRODU√á√ÉO E CRIA√á√ÉO DE TIL√ĀPIAS|008.pdf]]\n*Atualmente, a introdu√ß√£o de esp√©cies ex√≥ticas invasoras, tamb√©m chamada de polui√ß√£o biol√≥gica, √© considerada uma das maiores causas de perda da biodiversidade3 e uma das grandes amea√ßas aos ecossistemas, representando problemas custosos e complexos para a maioria das na√ß√Ķes4, tantas vezes arcados pela coletividade que, desinformada, acaba absorvendo as externalidades geradas por atividades arriscadas e danosas ao sens√≠vel equil√≠brio planet√°rio.\n\n!!![[NICARAGUA ‚Äď Cultivo de Tilapias en Jaulas Flotantes en la Isla Ometepe del Lago Cocibolca|009.pdf]]\n*Actividad Denunciada: Alto riesgo sanitario y ambiental para el ecosistema y las poblaciones ubicadas en la cuenca del Lago Cocibolca por el Proyecto Industrial de Cultivo de Tilapias en la Isla de Ometepe. \n\n!!![[L'impact du poisson sur les organismes aquatiques, la qualit√© de l'eau et le r√©seau trophique|010.pdf]]\n*Un cas particulier : les impacts des esp√®ces introduites sur les √©cosyst√®mes originaux (Lazard et Dabbadie, sous presse)\n\n!!![[Carta Aberta ao IBAMA - Portaria 145|011.pdf]]\n\n!!![[DECRETO N¬ļ 2.519, DE 16 DE MAR√áO DE 1998|012.pdf]]\n*Promulga a Conven√ß√£o sobre Diversidade Biol√≥gica, assinada no Rio de Janeiro, em 05 de junho de 1992.\n\n!!![[LEI N¬ļ 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998|013.pdf]]\n*Disp√Ķe sobre as san√ß√Ķes penais e administrativas\nderivadas de condutas e atividades lesivas ao meio\nambiente, e d√° outras provid√™ncias.\n\n!!![[CONVEN√á√ÉO SOBRE DIVERSIDADE BIOL√ďGICA|014.pdf]]\n*''Decreto Legislativo n¬ļ 2, de 1994'' Aprova o texto da Conven√ß√£o sobre Diversidade Biol√≥gica, assinada durante a\nConfer√™ncia das Na√ß√Ķes Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento\n\n!!![[Impactos Econ√īmicos de Invas√Ķes Biol√≥gicas|015.pdf]]\n*O Brasil perde 50 BILH√ēES DE D√ďLARES/ANO com esp√©cies ex√≥ticas.